• Olhar do leitor

    Foto e legenda: André Fernandes (*)
    OLhar do leitor. Foto: André Fernandes“O chamado da Iara”, em Alter do Chão

    * É oficial da Marinha Mercante e fotógrafo amador

    Veja também:
    Vida ribeirinha, de Ádrio Denner.
    Pequena e graciosa vila em Alter, em Alter do Chão, de André Fernandes.
    Singrando o rio, de Mauo Pantoja.
    Garça cheia de graça, João Segundo Freire de Sena.
    Mais arraias, por favor!, de André Fernandes.
    Rumo a Alter, de André Fernandes.

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    Categoria: Arte
  • TCM notifica ex-titular da pasta do Trabalho e Assistência Social

    Vereadora Ana Elvira, PTDeu no Tapajós Agora, edição 47, nas bancas:

    Ana Elvira Alho (foto), vereadora do PT, acaba de ser notificada pelo TCM (Tribunal de Contas dos Município), para fazer sua defesa nos autos do processo sobre as contas de 2010 do Fundo de Assistência Social de Santarém, exercício financeiro de 2010.

    À época, ela era titular da pasta de Trabalho e Assistência Social (Semtras).

    Advogada, Ana Elvira conseguiu aprovar até agora todas as suas prestações de conta junto ao TCM.

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  • Frase do dia

    Edilberto Sena

    aspasÉ triste o destino de uma cidade, onde as autoridades são submissas aos interesses econômicos, em detrimento ao bem estar da população”

    Edilberto Sena, ativista social e padre, no mais recente artigo – Santarém nas mãos de forasteiros e seus acólitos – neste blog.

  • As 12 músicas que estão na final do Festival de Música do Tapajós

    É hoje (26) a final do 3º Festival de Música do Tapajós (Femut), cujo palco será a Casa de Cultura Historiador João Santos, em Santarém.

    MúsicaNeste link, as 30 músicas inscritas no Femut.

    O evento começa às 20h. É promovido pela pasta municipal de Cultura de Santarém.

    A entrada é franca. Abaixo as 12 músicas que vão disputar o título de campeã do festival.

    1ª) Valsa das Águas

    Autor: Andreson Dourado Sousa.
    Intérprete: Diane Freire

    2ª) Ave Maria da Volta

    Autor: Eduardo Serique.
    Intérprete: Kellen Fernanda
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    Categoria: Arte
  • Ajuste fiscal seletivo

    De Eremildo, o Idiota, alter ego do jornalista Élio Gaspari, hoje em sua coluna dominical na Folha de S. Paulo:

    dinheiroCom o apoio da oposição, o Congresso resolveu dar R$ 867 milhões aos partidos políticos. A doutora Dilma sancionou o mimo e continua prometendo um aperto fiscal.

    Eremildo é um idiota e fez a conta. Cada brasileiro adulto doará R$ 6,50 aos maganos. Não é nada, não é nada, é o preço de dois litros de leite, com direito a troco.

    A hora de serviço do trabalhador que ganha um salário mínimo vale R$ 3,58.

    Categoria: Pessoas, Política
  • A navegação antes da era do “vapor”

    por Sidney Canto (*)

    Sidney Augusto Canto - Blog do JesoA história da navegação a vapor no Baixo Amazonas tem seu marco inicial em 1843 com o vapor de guerra Guapiassú, comandado pelo Capitão-Tenente da Armada Imperial José Maria Nogueira. Vapor que saiu de Belém do Pará em 28 de julho e deu entrada no mesmo porto em 24 de setembro de 1843.

    O Guapiassú foi construído em North Wales (EUA), em 1841, por Rigby’s Hawarden, e tinha 108 pés de quilha, 20 ½ de boca, 11 ½ de pontal, e 115 de roda a roda, e demanda 7 ½ de água; é de dois engenhos, cada um da força de 35 cavalos: porém tem capacidade para uma máquina de mais força.

    As fornalhas foram feitas para carvão, e não para lenha; isso não serviu de empecilho para a viagem, onde se testaram vários tipos de lenha feitas de madeira nativa, bem como se estabeleceram os pontos principais onde os futuros vapores poderiam ser abastecidos por lenha.

    Antes do Guapiassú subir as águas do rio Amazonas e aportar em suas principais vilas (entre elas Santarém) toda a navegação era feita por embarcações a remo ou a vela.

    Algumas dessas embarcações demoravam cerca de um mês para realizar a viagem entre Belém e Santarém. O naturalista Henry Bates fala que, por conta da ausência de ventos favoráveis, uma viagem entre Santarém e Óbidos demorou cerca de uma semana, em idos de 1849.

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  • Olhar do leitor

    Foto: Ádrio Denner (*)
    olhar do leitor - ádrio dennerVida ribeirinha

    * Santareno, é fotógrafo profissional

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    Pequena e graciosa vila em Alter, em Alter do Chão, de André Fernandes.
    Singrando o rio, de Mauo Pantoja.
    Garça cheia de graça, João Segundo Freire de Sena.
    Mais arraias, por favor!, de André Fernandes.
    Rumo a Alter, de André Fernandes.

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    Categoria: Arte
  • Promotor deixa o caso do “Mensalão de Juruti”

    Ministério Público do PADeu na nova edição, de nº 47, do Tapajós Agora, já nas bancas:

    Bezaliel Alvarenga, promotor de justiça, deixou as investigações do rumoroso caso conhecido como “Mensalão de Juruti”, o maior escândalo político da história recente de Juruti.

    Motivo: ele foi designado pelo MP (Ministério Público) do Pará para outra comarca.

    Categoria: Juruti, Justiça
  • Frase do dia

    gularte1

    aspasA sentença vai além do senso comum, da consciência. Executar alguém com distúrbios mentais não faz sentido para qualquer governo”

    Ricky Gunawan, advogado do brasileiro Gularte (foto), que foi oficialmente comunicado pela Indonésia que será executado por tráfico de drogas possivelmente na próxima terça-feira. Ontem (25), em São Paulo.

    Categoria: Uncategorized
  • Angustiantes experiências com o sobrenatural

    Do escritor e advogado Célio Simões (foto), sobre a crônica A foto do casarão:

    Célio Simões - Blog do JesoAdemar, à medida que ia lendo tua crônica, recordei o livro “Horror em Amityville” de Jay Anson, editado no Brasil pelo Círculo do Livro em 1977 (do qual eu era sócio), com tradução de Maria Aparecida Moraes Rego, narrando a dramática saga vivida pelo casal George e Katleen Lutz e seus filhos, implacavelmente perseguidos por entidades hostis, que habitavam o casarão de estilo colonial que compraram por oitenta mil dólares na Ocean Avenue n.º 112 em Nova York, antes cenário de um macabro assassinato em massa.

    O diuturno e violento assédio foi tamanho, que apenas vinte e oito dias depois de se instalarem na dita residência, receando por suas vidas, a família Lutz abandonou para sempre o local, literalmente aterrorizados, levando apenas algumas mudas de roupa. Não eram eles nem exibicionistas, nem ávidos por notoriedade.

    Eram pessoas comuns, porém o caso veio à lume com grande repercussão na televisão, revistas e jornais americanos.

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