Chico Imbiriba: um maestro

De Pedro Maia, azulino residente em Belém, sobre o post Ex-jogador nas páginas da Gazeta:

Caro Jeso,

Grande Chico Imbiriba, quantas e quantas vezes o vi desfilar sua arte no velho Elinaldo Barbosa. Eu era garoto e, como morava próximo ao estádio, não perdia um jogo do Leão.

Era um maestro na meia cancha, mas tinha o mesmo estilo do Valdo Colares Abdala, só que mais viril, pois quando era preciso “chegava junto”, mas também tinha a vida facilitada por outro monstro do meio campo azulino: Pão Doce. Os dois deram muitas alegrias pra torcida azulina.

A propósito, Jeso, dá pra destacar algumas feras na foto acima: de pé: o segundo é o Leopoldo, Lili, Jó, Miguel Coruja e Pedrinho Araújo, Agachados: Zé Aurélio, Chico Imbiriba, Afonso, Bimba e desconhecido.
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Comércio terá horário especial amanhã

Por causa do Dia das Mães, no domingo, as lojas em Santarém funcionarão amanhã (12) em horário especial: de 8 às 2oh.

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Cheques incriminam deputado do PSDB

José Megale, deputado estadual

Megale: cheques para Daura

As investigações do caso Alepa (Assembleia Legislativa do Pará) na área criminal, capitaneadas pelo promotor Arnaldo Azevedo, levaram a descoberta da existência de diversos cheques daquela Casa pagos pelo Banpará, nos quais constam tão somente a assinatura do deputado José Megale (PSDB).

À época, Megale era vice-presidente, e a quem cabia a substituição do presidente quando este estivesse em viagem pelo interior, fora do Estado ou gozo de férias ou licença.

O caso Alepa é investigado pelo MP por conta de fraudes em folha de pagamento e contratação irregular de pessoal na Alepa. Os pagamentos falsificados teriam gerado rombo de mais de R$ 9 milhões na Casa. Somente na gestão de Mário Couto e Haroldo Martins (2003-2007), o desvio teria chegado a quase R$ 2,5 milhões.

Segundo o promotor, da análise dos cheques surge a ligação entre José Megale e Daura Irene Xavier Hage, pois os cheques assinados e indevidamente pagos pelo Banpará às empresa da família de Daura dizem respeito a processos licitatórios comprovadamente fraudados.

José Megale assinava autorizando o pagamento de obras, serviços e aquisição de bens nunca realizados ou entregues à Alepa.

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Belterra é tema de doutorado na UERJ

Belterra

Belterra: alvo de estudo acadêmico na UERJ

Os modos de vida na cidade: Belterra, um estudo de caso na Amazônia brasileira é o tema da tese de doutorado defendida há poucos dias por José Carlos Pereira na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Nesse trabalho, o pesquisador analisou dois períodos de tempo (1934-1945 / 1995-2011) da vida social de Belterra.

O objetivo foi identificar “como a ação do capital, com base no apoio estatal, se deslocou para a Amazônia” gerando consequências nos “modos de vida preexistentes” da cidade.

A leitura da tese é valiosíssima.

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Mineradora reúne com o STR

A MRN (Mineração Rio do Norte) reuniu com o STR (Sindicato dos Trabalhadores Rurais) de Oriximiná, nesta sexta-feira (11), para discutir ações de fortalecimento do projeto de agricultura familiar.

A proposta da mineradora é investir na capacitação dos produtores locais por meio de treinamentos com foco na produção da farinha, de hortaliças e de frutas.

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Cadeia de produção de farinha em Oriximiná.

Rios da Amazônia e a desinformação

Avenida Tapajós na cheia. Foto: Manuel Dutra

Na avenida Tapajós, canoa; no rio, barco. Foto: Manuel Dutra

por Manuel Dutra

Os rios da Amazônia seguem o seu ritmo, mais ou menos como acontece ao longo dos séculos.

Nas últimas décadas a “grande” mídia, com muitos jornalistas desinformados, vem mostrando cidades e vilarejos ribeirinhos tomados pelas águas como se isso fosse recente. Até as famílias de trabalhadores das regiões de várzea são apresentados como flagelados, como se estivessem vivendo um fenômeno até então desconhecido.

Não sabem, esses jornalistas, que as várzeas são assim mesmo, seis meses com as suas terras férteis fora d’água, seis meses no fundo. E desconhecem que as pessoas que ali vivem estão adaptadas a esse vaivém, aproveitando de ambos os ciclos para plantar culturas de ciclo curto e para pescar.

E esquecem de dizer nas suas reportagens que os varzeiros da bacia do Amazonas desconhecem a fome, ao menos nos níveis verificados nas favelas das grandes cidades brasileiras.

O que há de novo na Amazônia é a urbanização acelerada, levando incontáveis famílias migrantes a se acomodarem em barracos nas periferias inundáveis, muitas vezes desavisados de que ali é o lugar sazonal do rio, ou do igarapé ou do lago que seca durante o verão. A rigor, famílias que chegam às cidades ribeirinhas ocupam terrenos que têm as águas como proprietárias e, como tal, retornam ciclicamente a seus leitos.

Mas isso não é fenômeno exclusivo da Amazônia, é de todas as cidades brasileiras seja na costa, seja nos interiores banhados por rios e córregos. Belém, Manaus e Recife talvez sejam os melhores exemplos.

Nós jornalistas costumamos mostrar o problema sem descer às causas desse flagelo, originado na desigualdade social que empurra os mais fracos para terrenos impróprios para habitação.

Leia a íntegra em Cheia grande, cheia pequena. Sempre foi assim.

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Ex-jogador nas páginas da Gazeta

Ex-jogador do São Francisco nas décadas de 1960/70, Chico Imbiriba é o protagonista da sessão Memória, da lavra do cronista esportivo Raimundo Gonçalves, que será publicada neste final de semana no jornal Gazeta de Santarém.

Na quarta-feira (9), ele morreu devido a um edema pulmonar.

Estava com 70 anos.

Meia, sua maior características, segundo Raimundo Gonçalves, eram os passes milimétricos para os atacantes.

Esquadrão do São Francisco. Arquivo particular de Raimundo Gonçalves

Chico Imbiriba é o segundo agachado (esq. p/ direita), entre Zé Aurélio e Afonso Monte Alegre

Chico Imbiriba chegou a ser sondado para jogar em Manaus, Belém e Rio de Janeiro. Mas sempre recusou.

Ele nasceu em Belterra.

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Senador defende legalização do jogo do bicho

No site Congresso em Foco

Mário Couto, senador do PSDB no Pará

Na última terça-feira (8), durante sessão do Conselho de Ética que levou à abertura de processo de cassação do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), envolvido com o bicheiro preso Carlinhos Cachoeira, o senador Mário Couto (PSDB-PA) causou constrangimento entre seus pares ao defender a legalização do jogo do bicho.

“Se isso [apostas em corrida de cavalo] é liberado, por que os outros jogos não são? Corrida de cavalo é liberada no Brasil. O Senado precisa abrir o debate. A quem compete fiscalizar a contravenção?”, disse o tucano.

“Legaliza [o jogo do bicho], põe um fundo para futebol, para os pobres, para a saúde, cobra imposto dos caras [bicheiros]. Eles estão ficando ricos e não pagam um tostão para o Estado. Se for pegar o Brasil inteiro, quantos bilhões de reais circulam [por meio do bicho]? Você faz uns 300 hospitais de grande porte a cada semestre”, arrematou Mário Couto.

Seria mais uma exposição de pensamento, tão comum no Senado, não fosse o histórico do senador no Pará.

Em 1988, numa pendenga entre representantes do jogo do bicho e o governo do estado, Mário Couto aparece em várias reportagens de jornais paraenses como bicheiro, dono da banca de bicho “A Favorita”. Mais do que isso, ele convocou entrevistas coletivas dos contraventores, e é apresentado nas reportagens como “porta-voz” do jogo do bicho.

Leia mais em Mário Couto já foi “porta-voz” dos bicheiros do Pará.

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Aquilo roxo.

Impunidade institucionalizada?

Da leitora Célia Carneiro, sobre o post PT e PMDB querem salvar Demóstenes:

Pois é, Jeso, há um tempo atrás cachoeira significava apenas uma queda d’água. Hoje, seu significado ampliou, quer dizer “queda de muitos políticos”.

Será que a impunidade se institucionalizou em nosso país de tal forma que logo teremos mais uma CPI que terminará em “pizza”?

Ministro da Integração Nacional em Santarém

Agenda oficial da prefeita Maria do Carmo (Santarém), para hoje (11).

10h
Recebe no aeroporto Maestro Wilson Fonseca o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra.

10h20
Visita junto à comitiva do ministro Fernando Bezerra à Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará).

10h30
Participa de reunião na Capitania dos Portos com o secretário de Desenvolvimento Regional, Sérgio Castro.

Fonte: Prefeitura de Santarém

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