Blog do Jeso


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Em tempos de machão

por Helvecio Santos

Em tempos de machãoNestes tempos em que se busca cada vez mais a igualdade de gênero, o machão caiu em desgraça e está fora de moda. Copiando o bordão do saudoso humorista, “há controvérsia”.

Antes que me incinerem, leiam as razões porque os defendo e como os entendo conceitualmente.

Leia também do autor – Vamos à verdadeira suruba

Antes quero contar um fato!

Esta semana liguei para o consultório do meu médico e, como a secretária estava atendendo outro paciente, fiquei na linha esperando. Ela atendia um senhor que marcava consulta para sua mulher, buscando o dia e o horário que fossem bons para o casal.

Consulta marcada, a secretária me atendeu e eu pedi licença para fazer uma observação: disse-lhe que, como homem, minha porção machista se sentia imensamente orgulhosa quando via um marido marcando consulta para sua mulher.

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Boatos na Internet: consequências e como evitar

Mestre em Informática mostra como o internauta pode evitar boatos (hoax) nas redes sociais

Boatos na Internet: consequências e como evitar, hoax

por Clayton Santos (*)

Lendas, boatos, fofocas e histórias sempre existiram, fazendo parte de uma cultura popular. Entretanto, antigamente tais histórias circulavam de maneira mais lenta, por meio do “boca-a-boca”, ligações telefônicas e cartas, demorando muito para atingir um número elevado de pessoas.

Leia também do autor – 5 dicas do que os pais não devem publicar em redes sociais de seus filhos

Atualmente, devido às facilidades de comunicação proporcionadas pela popularização do acesso à Internet e massificação dos smartphones, os boatos alcançam milhares de pessoas em questão de minutos.

Os boatos eletrônicos, conhecidos como hoax, possuem o objetivo de iludir ou alarmar pessoas que o leem e, incentivar sua rápida divulgação para o maior número de pessoas possíveis.

Entretanto, o grande problema dos boatos eletrônicos está relacionado às lendas urbanas e correntes.

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Reforma da Previdência só depois de 2018: um olhar político sobre a PEC 287

Reforma da Previdência só depois de 2018: um olhar político sobre a PEC 287

por Airton Faleiro (*)

Na minha opinião, a PEC 287/2016, de proposição do atual governo federal, tem tudo para dar errado e não deve ser aprovada pelo Congresso.

Diferente de outras medidas polêmicas, já aprovadas no Congresso, sem grandes reações populares, como o congelamento dos investimentos públicos por vinte anos (PEC 241) e da abertura para exploração do petróleo do pré-sal pelo capital estrangeiro (Projeto de Lei 4567/16), a Previdência Social tem profundo apelo em todos os segmentos da classe trabalhadora brasileira e, portanto, terá reações massivas da sociedade em todo país, inibindo os congressistas em votarem em medidas tão antipopulares às véspera das eleições de 2018.

Os parlamentares federais terão que optar em ficar de bem com o presidente Temer ou com os eleitores que lhe observam.

Penso que esta proposta de reforma Previdenciária sofre dois grandes problemas: um de legitimidade política de quem a propõe e outro de natureza e conteúdos da proposição.

1 – Legitimidade – Em se tratando da legitimidade política, me arrisco a dizer que uma reforma de tamanho impacto social, proposta em meio de tão grande turbulência política, e por um presidente que chegou na função sem o voto popular, e com uma aprovação de seu governo de apenas 10%, não possui o respeito necessário para a construção de um pacto hegemônico para sua aprovação.

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Criminalização dos trabalhadores do ouro

Criminalização dos trabalhadores o ouro, Ouro e garimpo

por Alex Pamplona (*)

A população da região do Tapajós, no Estado do Pará, há anos sofre com o completo abandono por parte do poder público, seja estadual ou federal.

Os desafios, enfrentados diariamente, não são considerados no momento de se construir as políticas públicas, que deveriam servir para mitigar a dor, sofrimento e o descaso, que estamos sujeitos constantemente.

Os homens e mulheres que hoje ocupam a região, e que foram e são os responsáveis pelo desenvolvimento desse lugar, não vieram apenas por suas vontades, estão aqui por conta de uma política pública nacional, o famoso Plano de Integração Nacional, que tinha o intuito de integrar e unificar a Amazônia com o resto do País.

Além da proteção da floresta em função de uma possível “internacionalização”, incentivando a migração de pessoas de todas as partes do Brasil, com a promessa de que teriam condições e infraestrutura para trabalhar, principalmente na agricultura e manejo de madeira.

Infelizmente as promessas não passaram de “promessas”, e as pessoas se viram sozinhas, abandonadas e entregues à própria sorte.

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Nepotismo e corrupção

Nepotismo e corrupção, Nepotismo

por Célio Simões(*)

Eu era ainda um esforçado estudante do curso de Direito quando assisti a uma palestra do ex-governador do Pará (que seria ministro do Trabalho, da Educação, da Previdência Social, da Justiça e presidente do Senado Federal), coronel Jarbas Passarinho, quando ele fez uma interessante abordagem da origem, no Brasil, dessa verdadeira praga entranhada na administração pública que é o nepotismo, seja direto ou cruzado.

Disse o famoso político que a mais remota lembrança que se tem dessa perniciosa prática remonta ao descobrimento, quando Pero Vaz de Caminha, em missiva ao rei de Portugal, não se constrangeu em pedir um cargo para o genro, que seria remunerado, naturalmente, pela contribuição compulsória dos nativos da nova colônia, vítimas futuras de escorchantes taxas e impostos ditados pela Coroa, que nos idos de 1789 desaguou na Inconfidência Mineira, um dos mais relevantes movimentos sociais da história do Brasil.

Se conseguiu ou não a nomeação, o palestrante não informou, o que a meu ver se mostra irrelevante.

Relevante é a circunstância de Pero Vaz ter feito o pedido em favor do contraparente, independente de ser por ele mensurada sua parca ou nenhuma qualificação para assumir o lugar pretendido.

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Santarém: o que deveríamos fazer da Praça da Matriz para o futuro

por Reinaldo Batista Pimentel (*)

Santarém: o que deveríamos fazer da Praça da Matriz para o futuroTomei a inciativa de escrever este artigo em função das atividades que venho realizando na recuperação da Praça da Matriz: a retirada das árvores centenárias por apresentarem riscos e recolocação das mesmas espécies, os benjamizeiros.

Entendo que, do ponto de vista político, administrativo e para gerar melhor impacto para a população, com vista de ocupar os espaços públicos para a melhoria da qualidade de vista local, é preciso ir além.

Necessitamos centralizar determinados serviços e atividades urbanas, como a gestão de praças e parques públicos na área ambiental, a fim de fornecer uma gestão integrada mais adequada da realidade atual da nossa cidade.

Neste sentido, esses serviços devem partir da área de Planejamento, de modo que a nova situação desejada para o futuro possa ter recursos e adotar o componente técnico e gerencial adequado.

As responsabilidades e tarefas que tratam de criação, recuperação de praças urbanas devem estar dentro de um departamento de Meio Ambiente e devem desenvolver-se com visão urbanística, buscando integrar cultura, esportes e convivência social.

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Vamos à verdadeira suruba

por Helvecio Santos

Vamos à verdadeira surubaPassado o Carnaval, vamos à verdadeira suruba, a Suruba do Planalto!

A do Planalto é de fazer corar os mais libidinosos participantes da carnavalesca, se é que esta pode ser considerada suruba, tal a angelicalidade comparada à do Planalto Central.

Importado de Portugal, devemos a popularização do carnaval a Dom Pedro II, que no intuito de europeizar seu império tropical, incentivou a criação das associações carnavalescas, sendo no início uma “festa das elites, que dançavam ao som de marchinhas e fandangos”, nos salões e teatros.

A quadra momesca ganhou as ruas e nobreza pelas mãos de Chiquinha Gonzaga com seu “Ô Abre Alas que eu quero passar, eu sou da Lira, não posso negar, Rosas de Ouro é quem vai ganhar” e ganhando as ruas subiu o morro e somou qualidade.

Morro e asfalto deram sustância ao samba e se Estácio e Vila Isabel foram o berço, Noel Rosa, Ismael Silva e outros mais alimentaram e foram alimentados pelos grupos que se formavam e depois se constituíram nas atuais escolas.

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Na lama, literalmente

por José Ronaldo Dias Campos (*)

A interrupção/paralisação da BR-163 [Santarém-Cuiabá], com prejuízos imensuráveis à economia da região, e mesmo nacional, é cíclica, renova-se todo inverno há décadas.

Só os nossos representantes políticos e governantes não veem isso.

O asfaltamento parcial (apenas 60 km) proposto pelo DNIT não nos favorece, porquanto só chega até Miritituba, isolando Santarém e permitindo o desvio de riquezas pelo rio Tapajós, a partir de Itaituba.

O momento é de união, para exigirmos o asfaltamento da rodovia federal até a Pérola do Tapajós, aproveitando a força da mídia, especialmente da Rede Globo, que acabou de destacar o problema no “Jornal Nacional”.

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“Sala da Transparência” na administração municipal

por José Ronaldo Dias Campos (*)

A Câmara Municipal bem que poderia, proposta que se estende ao Município de Santarém, obediente à lei 12.527/2011, que regula o direito de acesso à informação (artigo 5º, XXXIII, da Constituição Federal), dar o exemplo e manter atualizado o Portal da Transparência, acorde com o artigo 7 º da supracitada norma de regência, destacadamente com relação aos incisos V a VII.

“V – informação sobre atividades exercidas pelos órgãos e entidades, inclusive as relativas à sua política, organização e serviços;
VI – informação pertinente à administração do patrimônio público, utilização de recursos públicos, licitação, contratos administrativos; e
VII – informação relativa:
a) à implementação, acompanhamento e resultados dos programas, projetos e ações dos órgãos e entidades públicas, bem como metas e indicadores propostos;
b) ao resultado de inspeções, auditorias, prestações e tomadas de contas realizadas pelos órgãos de controle interno e externo, incluindo prestações de contas relativas a exercícios anteriores.”

Assegura ainda a aludida lei, em seu artigo 9º :

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