Blog do Jeso

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Rodrigo e Rogério

rodrigo caioJô reclama ao árbitro Luís Flávio Oliveira o cartão amarelo recebido

 

por Helvecio Santos

Parece nome de dupla sertaneja, mas não é e também está longe de serem irmãos gêmeos.

Eles são protagonistas de uma cena rara no futebol e aconteceu há cerca de quinze dias na primeira semifinal do campeonato paulista entre São Paulo e Corinthians e, para o que vou argumentar, pouco importa o resultado da partida.

Leia também do autor – Quem matou Maria Eduarda?

Ainda no primeiro tempo, numa bola dividida entre o goleiro do São Paulo e o atacante Jô do Corinthians, envolvendo também o zagueiro tricolor, Rodrigo Caio, agarrado à bola, o goleiro rolou no gramado contorcendo-se em dores, vítima de um pisão que levara na batata da perna.

Imediatamente o árbitro pune o atacante com cartão amarelo, o que o deixaria de fora da segunda semifinal.

O atacante argumenta, argumenta, mas de nada adiantou.

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Cinzas de palhaço ecologista morto em dezembro serão jogadas no Tapajós

Cinzas de palhaço ecologista morto em dezembro serão jogadas no Tapajós, Magnólio, palhaço ecologista morto em 2016Magnólio morreu em dezembro de 2016

 

por Fábio Pena (*)

Familiares, amigos e admiradores do artista, advogado e educador social Paulo Roberto Sposito de Oliveira, mais conhecido como palhaço Magnólio e que faleceu em dezembro de 2016, se reúnem no sábado, 15, em Santarém para uma homenagem especial.

No encontro das águas dos rios em que ele sempre navegou, levando educação, saúde e alegria para as comunidades e movimentos sociais, serão jogadas parte de suas cinzas, num até logo que pessoas queridas preparam para o iluminado mestre da alegria que ele sempre foi.

Veja abaixo a programação.

Paulo Roberto de Oliveira, nascido em São Paulo, se formou advogado, assistente social, professor de educação física e mestre em educação ambiental.

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Quem matou Maria Eduarda?

por Helvecio Santos

Quem matou Maria Eduarda?No final de março, em uma operação da Polícia Militar na Fazenda Botafogo, bairro Costa Barros, Zona Norte do Rio de Janeiro, Maria Eduarda, 13 anos, aluna de uma escola pública que fazia aula de educação física na quadra da escola, foi vitimada por três projéteis de arma de fogo, vindo a óbito no local.

Leia também do autor – Em tempos de machão

Imediatamente a “comunidade”, eufemismo criado pelos “socialistas” para designar favela, como se a mudança de nome mudasse a condição de penúria, fez protestos, bloqueou ruas, queimou pneus e acusou a Polícia Militar pela autoria dos disparos.

É bom lembrar que o Brasil, e talvez muito mais o Rio de Janeiro, de há muito vive uma guerra civil não reconhecida pelas autoridades, mas as estatísticas de vítimas por armas de fogo, crescente a cada ano, não deixam dúvidas.

Para o leitor que não conhece a realidade da “Cidade Maravilhosa” (?) ter uma ideia, em 2005 eu advogava para uma empresa de factoring, e precisei visitar um cliente na Fazenda Botafogo.

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No Vale do Silício de Chapadinha, Uber não se cria

No Vale do Silício de Chapadinha, Uber não se cria, uber-tax-image

por Jeso Carneiro  (*)

 
O deputado federal Chapadinha e o vereador Jardel Guimarães, ambos do PTN, estão em desafinada sintonia quando o assunto é aplicativo de táxi.

Jardel é a voz política mais altissonante em Santarém em defesa do APP.

Mas em Brasília, Chapadinha canta outro refrão: votou a favor do projeto que desfigura o serviço, como o Uber, votado na noite de terça-feira (4). No Ler Mais, abaixo, veja quem votou a favor e contra o projeto da bancada do Pará na Câmara dos Deputados.

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Ação do MP pede rescisão do contrato de concessão do bar Mascotinho

Goleiro em peladas no final de semana, o vereador parece que tem mais visão de jogo que o meia armador e presidente do partido no Pará.

Na campanha de 2014, Chapadinha prometeu transformar Santarém numa espécie de novo Vale do Silício da Amazônia, atraindo filiais de ícones do setor como Facebook e Google.

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As imobiliárias e o dever de indenizar

As imobiliárias e o dever de indenizar, predio - foto3 - aquaEsqueleto do Edifício Aqua, na movimentada Mendonça Furtado

 

por Célio Simões (*)

Uma das mais lídimas aspirações de qualquer pessoa, na fase adulta principalmente, é a aquisição da moradia própria, seja ela módica habitação popular ou uma unidade residencial de alto padrão.

É um bem tão vital para o ser humano que a CF/88 (art. 5.º, XI) define ser a casa “o abrigo inviolável do indivíduo”, ninguém nela podendo penetrar sem o expresso consentimento do morador, salvo exceções contidas no próprio dispositivo constitucional, quando a permissão se torna prescindível: flagrante delito, desastre, prestação de socorro e determinação judicial.

O conceito legal de casa é amplo, podendo ser apartamento, trailer, barraca, hotel, pensão, pousada ou o ambiente onde alguém exerça sua atividade profissional.

Feita essa consideração, é possível estimar a angústia de quem, mediante privações, fez economias ou embarcou em financiamento de elevado valor de entrada e não menos “salgadas” prestações, para aquisição de um imóvel residencial, para mais adiante vê-lo irremediavelmente perdido por haver sido ludibriado em sua boa-fé, seja pela incorporadora, pela construtora ou por ambas, quiçá em conluio com um corretor (pessoa física) ou imobiliária (pessoa jurídica).

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O mau exemplo de acessibilidade e cidadania

O mau exemplo de acessibilidade e cidadania, Semed

por Sávio Carneiro (*)

Mais de 13 anos depois da edição do decreto federal que determina normas de acessibilidade nas cidades, as dificuldades vividas por quem tem algum tipo de limitação física ainda são nítidas em Santarém, e o mau exemplo vem de quem era para dar bom exemplo.

Os problemas vão desde calçadas mal projetadas, sem sinalização de acessibilidade e muitas das vezes invadidas por veículos (como mostra a foto cima) e mercadorias, até escadas intransponíveis construídas em prédios públicos.

Para resolver essas e tantas outras questões de acessibilidade é preciso que seja feito um diagnóstico das edificações que estão sendo construídas e a necessidade de sensibilização da população para a adequação dos imóveis já construídos.

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A nova lei da terceirização

“A Lei n° 13.429/2017 [sancionada por Temer] constitui um retrocesso no âmbito do Direito do Trabalho”

A nova lei da terceirização, terceirização do trabalho

por Vicente José Malheiros da Fonseca (*)

Durante muito tempo, as questões trabalhistas sobre o tema, em exame, têm sido solucionadas à luz da Súmula nº 331, do TST, que cuida da hipótese de terceirização, mediante contrato de prestação de serviços, matéria apreciada pela doutrina e pela jurisprudência, uma vez que se trata de procedimento utilizado praticamente em todos os países, nas relações entre o capital e o trabalho.

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Um condenado por corrupção irá recepcionar o ministro Helder Barbalho

A terceirização é objeto de muita polêmica nos tribunais trabalhistas.

A “velha empresa” realizava diretamente as atividades necessárias aos fins do seu empreendimento, por meio de seus próprios empregados, cujo trabalho era por ela dirigido e fiscalizado diretamente.

A “velha empresa” correspondia à relação de emprego clássica.

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A importância do trabalho seguro na construção civil

A importância do trabalho seguro na construção civil, segurança no trabalho

por Sávio Carneiro (*)

No Brasil, 2.797 pessoas morrem em acidentes de trabalho por ano. E um dos principais fatores da exposição dos trabalhadores a riscos que afetam sua segurança e saúde é a dificuldade que se tem de sensibilizá-los da importância do trabalho seguro.

Uma das estratégias utilizadas é lembrá-lo sempre da sua importância para a sua família. Mas também percebemos que mesmo um trabalhador com consciência da necessidade de cumprir todas as regras de segurança pode cometer desvios.

Os fatores internos e externos da empresa afetam seu comportamento.
 
AÇÕES IMEDIATAS
 
Por isso, investigar a causa de todo e qualquer pequeno acidente ou incidente pode ser a chave para compreender o que leva o trabalhador a cometer desvios, e assim ser capaz de elaborar soluções simples e efetivas capazes de evitar acidentes graves no futuro.

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O dono da razão é americanizado

O dono da razão é americanizado, pos verdade

por Núbia Pereira (*)

Parece mentira, mas não é! Nem todo mundo sabe o que significa “pós-verdade”, embora conheça um “Phd” no assunto.

Tudo bem, é preciso dar um desconto, afinal a palavra só entrou no dicionário americano Oxford em 2016, sendo logo eleita destaque do ano. Pena que não teve toda essa evidência pro lado de cá, aparentemente…

A palavra, que em inglês é escrita “post-truth”, arregala os olhos de quem mal entende a língua portuguesa. Mais assustador mesmo é quando sai do papel e é utilizada na prática, não importa o idioma.

Foco principal dos comentários políticos, a “pós-verdade” vem se espalhando como estilo contemporâneo e estampa na mídia, manchetes, textos, notas, sem nenhuma comprovação, já que na pós-verdade os fatos objetivos têm menos influência que os apelos às crenças e às emoções.

Como se não bastasse, está cheia de aliadas das quais ninguém consegue tirar os olhos: as redes sociais.

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Cai um tabu

caiu um tabu, nepotismo

por Jeso Carneiro (*)

Enfim, a mídia governista se rendeu à pauta do nepotismo.

O semanário sensacionalista O Impacto, Rádio e TV Tapajós, sites e blogs chapa-branca começaram a falar sobre o problema em Santarém.

A Câmara de Vereadores também deve entrar na onda e, na segunda-feira, fazer revelações bombásticas sobre a descoberta da pólvora.

O Núcleo de Comunicação do governo, sob a batuta da jornalista Karla Lima, pela primeira vez escreveu um release sobre nepotismo.

Antes, quando provocado para contrapontos a reportagens sobre o tema aqui publicadas, sempre silenciou.

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