Blog do Jeso


Memória

Retrovisor. Henry Ford era também madeireiro

Retrovisor. Henry Ford era também madeireiro, Fordlândia vista da serraria em funcionamento

Do padre e historiador Sidney Canto sobre a foto acima, postada ontem, 19, no blog dele:

“Henry Ford pode não ter tido sucesso com a exploração da seringa. No entanto, um produto de exportação foi exaurido ao máximo nos anos de funcionamento da Companhia Ford no Tapajós: a madeira.

Um dos primeiros galpões construídos em Fordlândia não era para o beneficiamento de borracha, mas uma serraria para beneficiamento de madeira que servia não somente para a construção das casas, mas era enviada nos navios americanos para o milionário dono da Fordlândia.

Nestas imagens podemos ver o trem (havia estrada de ferro na possessão de Ford) que trazia a madeira da floresta até a serraria; e um tronco sendo serrado dentro da mesma.”

Veja também:
Russo fotografa Santarém.

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Alexandre Von confirma presença na posse do novo prefeito de Santarém

Alexandre Von confirma presença na posse do novo prefeito de Santarém, Posse em 2005 e posse em 2013 em SantarémPosse de Von em 2013 e a posse de Maria em 2005, com Hélcio Amaral. Foto – arquivo Gazeta de Santarém

 
Diferente do seu ex-aliado (o multiprocessado cipoalense Lira Maia), o prefeito de Santarém, Alexandre Von, confirmou que irá passar a faixa azul e amarela que recebeu em 2013 para o seu sucessor no cargo, Nélio Aguiar, do DEM, no próximo dia 1º de janeiro.

Lira Maia, em janeiro 2005, escalou Hélcio Amaral para substituí-lo na cerimônia de entrega de faixa para então prefeita petista Maria do Carmo Martins.

O multiprocessado é aguardado no Palácio Jarbas Passarinho para a posse de Nélio daqui a 16 dias.

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Primeira sentença contra trabalho escravo completa 40 anos

A sentença foi proferida em Abaetetuba, contra um engenho de cachaça, pelo juiz Vicente Fonseca

,sentença contra trabalho escravo completa 40 anos, ESCRAVO

A primeira sentença no Brasil contra o trabalho análogo à escravidão completa, neste dia 9, sexta-feira, 40 anos de existência.

Ela foi proferida por um juiz santareno que trabalhava na Vara da Justiça do Trabalho em Abaetetuba, nordeste do Pará.

Hoje desembargador decano do TRT8 (Tribunal Regional do Trabalho, 8ª Região), com jurisdição no Pará e Amapá, Vicente Fonseca relata o episódio histórico.

“A minha sentença foi prolatada no dia 09.12.1976, nos autos do Processo nº JCJ-A – 091/76, conforme o registro contido nos seguintes trechos da conferência que proferi na 2ª Jornada de Debates sobre Trabalho Escravo (2ª Mesa), promovida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e outras entidades, realizada em Brasília (DF), nos dias 23 e 24 de novembro de 2004, no auditório do Superior Tribunal de Justiça, sob o tema ‘Combate ao Trabalho Escravo – Novos Enfoques’. Pois bem. Revendo meus arquivos antigos, deparei com uma sentença que proferi nos idos de 1976, quando trabalhei como juiz substituto, na Presidência da então Junta de Conciliação e Julgamento de Abaetetuba, no interior do Pará”, relembra o também músico e compositor.

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Morre Djalma Lima, um dos grandes nomes do esporte santareno

Professor de Educação Física, Lima foi árbitro de futebol. Estava em Manaus se recuperando de uma cirurgia

Djalma Lima e o professor GabinhaDjalma Lima, à esq., ao lado do também professor e amigo Gabinha

por Sávio Carneiro (*)

O professor de Educação Física e desportista santareno Dalma Lima, 67 anos, morreu no final da manhã de hoje, 29, em Manaus depois de sofrer complicações pós-cirúrgica a que foi submetido há cerca de 3 semanas, para corrigir algumas falhas no músculo cardíaco.

Djalma Lima era proprietário da Academia Djalma Lima, referência na formação de atletas de alta performance.

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Avião com time da Chapecoense cai na Colômbia; 81 pessoas a bordo

Professor várias escolas públicas de Santarém, Djalma também ficou conhecido no mundo do futebol, onde atuou como árbitro e coordenador de vários eventos esportivos amadores na cidade.

Nascido em 10 de maio de 1949, filho de Manoel Lima e Maria de Nazaré de Sousa Lima, Djalma era formado pela Escola Superior de Educação Física do Pará, com especialização em Saúde e Desporto pela Uepa (Universidade do Estado do Pará).

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Há 104 anos, nascia o maestro Wilson Fonseca, autor do clássico Terra Querida

Isoca, como também era conhecido, morreu aos 89 anos, em Belém. Deixou uma caudalosa produção musical

Há 104 anos, nascia o maestro Wilson Fonseca, autor clássico Terra Querida, Maestro Isoca

Vivo, o maestro Wilson Fonseca, o Isoca [foto], completaria hoje 104 anos.

É de autoria do artista a canção Terra Querida, de 1961, uma das mais executadas da sua caudalosa produção musical.

Leia também:
Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; a música que ele mais tocava.
Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; as 6 músicas mais famosas.
Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; a última música.

Logo mais às 18 horas será celebrada missa em ação de graças ao maestro, na igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, no centro de Santarém.

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Gol mais importante da história do São Raimundo completa 7 anos

Confira no GIF produzido pelo blog toda jogada, construída por 5 jogadores, do gol do título da série D

Marcado no Colosso do Tapajós, em Santarém, aos 30 minutos do 2º tempo, o gol mais importante da história do São Raimundo completa nesta terça-feira 7 anos. É o gol do título da série D, em 2009, contra o Macaé, do Rio de Janeiro.

Gol costurado por cinco jogadores, com toque final do atacante Rafael Oliveira, para o fundo das redes do goleiro Lugão. Confira no GIF acima, feito pelo blog a partir de imagens cedidas pela RBA/Santarém, o gol da virada e o placar final – 2 a 1. 

Leia também – Tucanos vão governar 24% da população brasileira, índice recorde desde 2000.

O cérebro da jogada foi o meia Marcelo Pitbull, que participou duas vezes do bote do Pantera, com lançamento na área para o atacante do time santareno.

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A história do Hino de Santarém, oficializado há exatos 45 anos

por Vicente Malheiros da Fonseca (*)

A história do Hino de Santarém, oficializado há exatos 45 anos, foto de Vicente Malheiros da FonsecaA música do Hino de Santarém foi composta por Wilson Fonseca (Maestro Isoca) em 1941, sob título de “Santarém”, sem nenhuma letra, destinada à abertura das apresentações festivas e cívicas da orquestra “Euterpe Jazz”, fundada por seu genitor José Agostinho da Fonseca (1886-1945) e então dirigida por Isoca.

No ano de 1948, quando se comemorava o primeiro centenário de elevação da “Pérola do Tapajós” à categoria de cidade, o compositor pediu ao notável poeta Paulo Rodrigues dos Santos (1890-1974) que elaborasse a letra da música, que já se tornara familiar aos santarenos. Letra e música foram publicadas no “Álbum do Centenário de Santarém”, editado em 1948, pelo então Prefeito Municipal Adherbal Tapajós Caetano Corrêa.

O hino foi oficializado a partir de Projeto de Lei apresentado pelo vereador Edson Sirotheau Serique e convertido na Lei Municipal nº 245, de 22.10.1971, sancionada pelo prefeito Everaldo de Sousa Martins.

A peça tem partituras para Banda, Coro a 4 vozes mistas e transcrições para Piano solo e Piano a 4 mãos (“Fantasia sobre o Hino de Santarém”), escritas pelo compositor.

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Hino de Santarém completa 45 anos; Everaldo Martins oficializou a obra

A letra é de Paulo Rodrigues dos Santos e a melodia de Wilson Fonseca. Em 1971, a canção foi oficializada como hino

Hino de Santarém completa 45 anos; Everaldo Martins oficializou a obra, PRS e ISocaPaulo Rodrigues dos Santos e Wilson Fonseca, criadores do hino

Amanhã, 23, o Hino de Santarém completará 45 anos desde que foi oficializado, em 1971.

A letra da canção, criada em 1948, é de Paulo Rodrigues dos Santos, com melodia do maestro Wilson Fonseca, em 1941.

Em 23 de outubro de 1971, o então prefeito Everaldo Martins, através da lei municipal 245/71, oficializou a música Santarém do meu coração como o Hino de Santarém.

No Ler Mais, abaixo, a letra na íntegra. Neste link, assista a um vídeo do hino.

Mande um vídeo gravado no seu celular cantando um trecho do Hino de Santarém para o WhatsApp do Blog do Jeso – 93-99141-3040. Iremos divulgar nas nossas redes sociais. Participe!

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Nota de repúdio ao assassinato do secretário de Meio Ambiente de Altamira

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Nota de repúdio ao assassinato do secretário de Meio Ambiente de Altamira, Pesar e Repúdio

NOTA DE PESAR E REPÚDIO

O Fórum de Secretários Municipais de Meio Ambiente no Estado do Pará torna pública sua consternação pelo bárbaro e covarde assassinato do senhor Luiz Alberto Araújo, então titular da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo do município de Altamira no oeste paraense.

É simplesmente inadmissível que aqueles que se aventuram à nobre causa de “defender a vida”, no conceito mais literal, continuem sendo alvo fácil para criminosos que agem em favor da destruição do maior patrimônio socioambiental do Planeta, a Amazônia.

Nada mais repugnante à sociedade do que a execução de profissionais que dedicam esforços hercúleos para garantir o uso sustentável e a conservação das riquezas da fauna, da flora e da cultura amazônica, tão essenciais à perpetuação da própria espécie humana.  Os atentados àqueles que blindam a Amazônia contra a ganância e irracionalidade dos criminosos adoentados pela praga do “LUCRO FÁCIL” já não podem ser tolerados, basta!

Este Fórum, criado em 2015 e cujo objetivo principal é o fortalecimento da Gestão Ambiental e a luta pela preservação ambiental, oportunamente, cobra das autoridades competentes a rápida elucidação do caso, a responsabilização dos envolvidos e a exemplar punição dos culpados.

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Trágico revival

Trágico revival, Barco explode em Santarém. “Hanna Janessa”

por Célio Simões (*)

Célio Simões - Blog do JesoDebruçado na amurada do “Almeida Júnior”, o portentoso barco que fazia a linha Oriximiná/Santarém no início da década de 1970, passei parte da madrugada sentindo o cheiro gostoso do remanso trazido pela brisa do Amazonas, dividindo com Agenor, seu proprietário, generosas porções de café com que espantávamos o sono, servidas pelo solícito cozinheiro.

Tímido e caladão, ele era um excelente papo. Desta feita, me contava com orgulho que se sentia realizado, pois o transporte de cargas e passageiros entre as duas cidades, com breve parada em Óbidos, lhe dera estabilidade econômica e tudo indicava que o horizonte lhe sorria sem percalços, de vez que o único concorrente, o “Rio Hidequel”, do qual era proprietário seu amigo obidense Orivaldo Nunes, não era páreo para seu, mais potente e com maior capacidade operacional.

Surpreendeu-me, portanto, a certa altura da narrativa, a confidência de que no final no ano pretendia parar. E ante a minha muda indagação esclareceu o porquê daquela decisão: a necessidade de estar mais tempo com a família, a fadiga de quem passava as noites em claro supervisionando os serviços de bordo, o risco que era enfrentar as pavorosas tempestades tropicais naquele vasto trecho desabrigado do farol do Patacho, os traiçoeiros bancos de areia que se multiplicam na vazante, o sempre possível choque do casco com enormes troncos submersos, alegações todas plausíveis.

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