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	<title>Blog do Jeso &#187; Memória</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil</description>
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		<title>Museu da MRN completa 10 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 12:26:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeso Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: MRN/divulgação

Momentos marcantes da história da MRN (Mineração Rio do Norte) estão reunidos em um espaço que completa amanhã (26) 10 anos de existência.
Trata-se da Casa da Memória, museu institucional da empresa criado no ano 2000 com o objetivo de oferecer a seus visitantes um leque de informações que incluem desde o processo produtivo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Foto: MRN/divulgação</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Casa da Mem+¦ria 02 por Jeso, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jesocarneiro/4925855341/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4118/4925855341_8bd358336b.jpg" alt="Casa da Mem+¦ria 02" width="500" height="315" /></a></p>
<p>Momentos marcantes da história da MRN (<a href="http://www.mrn.com.br/index_1024.htm" target="_blank">Mineração Rio do Norte</a>) estão reunidos em um espaço que completa amanhã (26) 10 anos de existência.</p>
<p>Trata-se da Casa da Memória, museu institucional da empresa criado no ano 2000 com o objetivo de oferecer a seus visitantes um leque de informações que incluem desde o processo produtivo da bauxita até as iniciativas de responsabilidade social da MRN em sua área de atuação.</p>
<p>A Casa, construída em uma das primeiras residências de Porto Trombetas, tornou-se um dos pontos turísticos da vila residencial mantida pela MRN e entre seus atrativos de destaque estão fotos antigas, vídeos, informações sobre o ciclo do alumínio no Pará, painéis que destacam os projetos socioambientais desenvolvidos pela empresa, galeria de fotos dos ex–presidentes da empresa, exemplares de artesanato feito em barro pelas comunidades ribeirinhas da região, além do jardim com espécies nativas da Amazônia identificadas.</p>
<p>De acordo com Ana Cunha, gerente de Comunicação da MRN, o espaço da Casa da Memória retrata pontos fundamentais da história da empresa.</p>
<p>“Uma pessoa ou uma empresa é construída de história, de um passado. É seu DNA visto por meio de fotos, frases, vídeos e painéis”, afirma.</p>
<p><span id="more-9382"></span></p>
<p>A Assessoria de Comunicação é a responsável pela coordenação da Casa, que é o ponto de partida do Programa de Visitas da MRN. Em 2001, o projeto “Casa da Memória” recebeu o prêmio Aberje Regional da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.</p>
<p>Nelzione Rêgo é assistente cultural na Casa da Memória desde 2006 e tem uma ligação pessoal com o espaço, já que acompanhou a história da Mineração Rio do Norte desde criança.</p>
<p>“Meu pai foi empregado da MRN por vários anos e vim morar aqui desde criança. Trabalhar na Casa da Memória em meio a toda essa história vem sendo uma experiência muito grande em minha vida. É uma oportunidade de conhecer várias pessoas e aprender com elas”, observa.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Serviço</span></strong><br />
A Casa da Memória da MRN está localizada em Porto Trombetas e funciona todas as segundas, quartas e sextas, das 7h às 12h.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: MRN</em></p>
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		<title>113 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 12:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeso Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunidade de Tabocal, às margens da BR-163 (Santarém-Cuiabá), completa hoje o seu 113º aniversário.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade de Tabocal, às margens da BR-163 (Santarém-Cuiabá), completa hoje o seu 113º aniversário.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ausência física que atordoa</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 15:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeso Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>

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		<description><![CDATA[por Anselmo Colares (*)
Mais uma vez tive a oportunidade de viver esta data, mas neste ano de 2010 ela teve um novo significado. Na verdade, ainda não sei bem dizer qual seja ele, mas sei que é uma sensação bem diferente da que tenho experimentado desde que me tornei pai de Lucas, e com ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">por <strong><span style="text-decoration: underline;">Anselmo Colares</span></strong> (*)</p>
<p>Mais uma vez tive a oportunidade de viver esta data, mas neste ano de 2010 ela teve um novo significado. Na verdade, ainda não sei bem dizer qual seja ele, mas sei que é uma sensação bem diferente da que tenho experimentado desde que me tornei pai de Lucas, e com ele convivi por 13 anos.</p>
<p>Uma coisa era festejar discretamente, ou como em uma ocasião em que estivemos geograficamente afastados. Agora, a separação é de outra natureza: aliás, é da natureza mesma de todos os seres vivos. Mas descobri que quando ocorre conosco se torna tão intrigante como se fóssemos isentos de tal circunstância.</p>
<p>Não aprendi a lidar com uma ausência que vai além das distâncias geográficas, e da minha compreensão do que seja a vida no plano espiritual. Sim, esta é parte mais difícil. Talvez seja resolvida apenas para os que não aceitam a idéia de que há algo além da matéria que vemos e tocamos. Para estes, a morte é o fim da vida, e pronto.</p>
<p>Não foi esta minha formação. Mas também não me ensinaram quase nada sobre esta que é a única certeza da vida. Aliás, somente agora me dei conta de quanto este tema é negligenciado. O quanto fugimos dele como se assim ficássemos livres de enfrentá-lo. Felizmente há exceções, e são elas que nos fornecem algum amparo quando nos vemos diante desta inexorável realidade.</p>
<p>Pessoas com maior grau de espiritualidade, de diferentes religiões, se mostram mais preparadas para nos falar da vida que prossegue, quando nos vemos atormentados pela dor da ausência física. Dia após dia, a saudade é a marca, embora mude de forma, conforme se amplia nossa compreensão quanto a imortalidade da alma.</p>
<p><span id="more-8404"></span></p>
<p>Para um pai que sempre se preocupou com os mínimos detalhes da vida do filho, que acordava muitas vezes à noite para conferir se tudo estava bem, que até exagerava no cuidar querendo evitar que o filho sofresse, é insuportável a sensação de não mais poder proteger.</p>
<p>Um pai que sempre se fez presente, e que sempre quis o filho presente em sua vida, agora se vê perdido, solitário. Mesmo que admitindo a continuidade da vida no plano espiritual, não aprendemos a lidar com as coisas que estejam além dos nossos sentidos físicos. Mesmo quanto aos sentimentos mais intensos, que acreditamos estejam além do tempo e do espaço, pairam dúvidas, especialmente se eles estão sendo adequadamente expressados.</p>
<p>Como continuar manifestando o carinho, o amor, a ternura? Como lembrar sem que a dor ocupe os espaços que deveriam ser preenchidos pela memória das boas coisas compartilhadas? Como agir nos locais e nas ocasiões que nos remetem para os planos interrompidos, tais como aqueles momentos em que os amigos nos falam de boas realizações de seus filhos? Como “enfrentar” as datas festivas como, por exemplo, o Dia dos Pais? Tão difícil quanto lidar com a temática da morte, é lidar com a temática da continuidade da vida no plano espiritual.</p>
<p>“Feliz Dia dos Pais”, quantas vezes já disse, quantas vezes já ouvi! Mas agora é novamente uma primeira vez. Tenho a convicção de que não deixei de ser pai. Continuo tendo um filho amado, embora não esteja mais vivendo em nosso meio. Mas como lidar com estas convicções? Como ajustar (se é que isso seja importante) essa nova realidade com os antigos hábitos? Sei que ainda é muito cedo para estruturar tamanha mudança, mas sei também que ela precisa ser iniciada.</p>
<p>Por enquanto, as certezas que tenho como pai é que amei a meu filho com intensidade, dediquei a ele o melhor de minhas energias. Conforta-me o coração saber que ele não se corrompeu com as vaidades e maldades humanas, que valorizava e admirava minhas qualidades humanas, assim como sabia e até me cobrava quanto a meus defeitos. Porém, o mais importante de tudo foi ter ouvido, não raras vezes, que eu era o melhor pai do mundo.</p>
<p>O mais difícil para um pai como eu, nesse dia, é não saber concretamente o que fazer para continuar sendo o melhor pai, agora de um mundo invisível aos nossos olhos, mas completamente admissível no coração e na mente de quem ama e tem fé em Deus.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>* Santareno, é professor-doutor em Educação. E pai de Lucas, que faleceu há poucas semanas. Mora e trabalha em Rondônia.</p>
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		<title>Memória: João Santos, 85 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 13:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeso Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>

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		<description><![CDATA[Se vivo, o historiador santareno João Santos completaria hoje 85 anos.
Torcedor fanático do São Francisco, cuja história foi reconstituída em livro pelo intelectual, ele teve seu nome perenizado em 1987, quando a Casa de Cultura, reinaugurada no dia 11 de março daquele ano, passou a ter o nome dele, por força de um decreto assinado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se vivo, o historiador santareno <strong>João Santos</strong> completaria hoje 85 anos.</p>
<p>Torcedor fanático do São Francisco, cuja história foi reconstituída em livro pelo intelectual, ele teve seu nome perenizado em 1987, quando a Casa de Cultura, reinaugurada no dia 11 de março daquele ano, passou a ter o nome dele, por força de um decreto assinado pelo então governador <strong>Jader Barbalho</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Belterra: 15 anos de plebiscito</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 11:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeso Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Celivaldo Carneiro/Gazeta de Santarém

Num dia como hoje, há 15 anos (1995), a população do então distrito de Belterra, com cordão umbilical ainda ligado a Santarém, manifestava-se através de um plebiscito sobre a emancipação da localidade &#8211; um dos requisitos do projeto de criação do novo município.
Leia também:
Aprovado o projeto que cria novos municípios.
Segundo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Foto: <strong>Celivaldo Carneiro/</strong>Gazeta de Santarém<br />
<a title="Belterra por Jeso, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jesocarneiro/4865866886/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4098/4865866886_41a19bb642.jpg" alt="Belterra" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Num dia como hoje, há 15 anos (1995), a população do então distrito de Belterra, com cordão umbilical ainda ligado a Santarém, manifestava-se através de um plebiscito sobre a emancipação da localidade &#8211; um dos requisitos do projeto de criação do novo município.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Leia também</span></strong>:<br />
<a href="http://www.jesocarneiro.com.br/politica/aprovado-o-projeto-que-cria-novos-municipios.html/comment-page-1#comment-10643">Aprovado o projeto que cria novos municípios</a>.</p>
<p>Segundo o 1º prefeito belterrense, <strong>Oti Santos</strong>, exatos 5.839 eleitores estavam aptos a participar da consulta popular.</p>
<p>Desse total, 3.343 (ou 57%) votaram, sendo que 2.869 (85%) disseram &#8220;sim&#8221; à emancipação de Belterra, enquanto 364 optaram pelo &#8220;não&#8221;.</p>
<p>Houve ainda 59 votos em brancos e 42 nulos. O índice de abstenção alcançou elevados 42,75% dos eleitores.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0" width="470" height="60" id="index" align="middle">
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		<title>Bettendorf, 385 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 17:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeso Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundador da missão católica junto à aldeia dos Tapajós, em 22 de junho de 1661, que resultou na cidade de Santarém, o padre João Felipe Bettendorf nasceu num dia como hoje, há 385 anos, em Luxemburgo.
Foi ele quem também erigiu a cidade de Parintins (AM).
Morreu aos 73 anos em Belém (PA).
O nome do padre, desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fundador da missão católica junto à aldeia dos Tapajós, em 22 de junho de 1661, que resultou na cidade de Santarém, o padre <strong><a href="http://www2.santarem.pa.gov.br/conteudo/?item=204&amp;fa=194&amp;cd=310&amp;menu=Vultos+Hist%F3ricos" target="_blank">João Felipe Bettendorf</a> </strong>nasceu num dia como hoje, há 385 anos, em Luxemburgo.</p>
<p>Foi ele quem também erigiu a cidade de Parintins (AM).</p>
<p>Morreu aos 73 anos em Belém (PA).</p>
<p>O nome do padre, desde 1981, é associado a maior comenda <a href="http://www.jesocarneiro.com.br/politica/radialista-sera-condecorado.html" target="_blank">concedida anualmente</a> pelo Poder Executivo santareno e entregue por ocasião do aniversário do município.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>1 mês de falecimento</title>
		<link>http://www.jesocarneiro.com.br/memoria/1-mes-de-falecimento.html</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 20:39:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeso Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>

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		<description><![CDATA[por Raimundo Gonçalves (*)
Hoje completa 1 mês de falecimento o saudoso Charles, goleiro santareno que fez carreira em mais de 22 clubes do Brasil, incluindo o São Raimundo e São Francisco em Santarém.
Charles é irmão do também goleiro Rosan, e filho do lendário goleiro alvinegro Surdão (Rosinaldo Araújo).
A morte de Charles foi muito badalada, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">por <span style="text-decoration: underline;"><strong>Raimundo Gonçalves</strong> </span>(*)</p>
<p>Hoje completa 1 mês de falecimento o saudoso Charles, goleiro santareno que fez carreira em mais de 22 clubes do Brasil, incluindo o São Raimundo e São Francisco em Santarém.</p>
<p>Charles é irmão do também goleiro Rosan, e filho do lendário goleiro alvinegro Surdão (Rosinaldo Araújo).</p>
<p>A morte de Charles foi muito badalada, por está distante e ter passado o que muitos seres humanos passam neste sistema precário de saúde brasileiro. Charles foi sepultado na cidade de São José de Ribamar, no Maranhão, na mesma sepultura que seu filho Riquelme.</p>
<p>A família do atleta em Santarém, através de seus pais Surdão e dona Sônia, convidam os parentes e amigos para a missa de um mês de falecimento hoje, às 19 horas, na Igreja de Nossa Senhora  de Aparecida.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>* Santareno, é cronista esportivo do semanário Gazeta de Santarém. escreve regularmente neste blog.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Há 30 anos, morria Vinícius de Moraes</title>
		<link>http://www.jesocarneiro.com.br/memoria/ha-30-anos-morria-vinicius-de-moraes.html</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 11:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeso Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[
No portal Terra, via JB Online:
Há exatos 30 anos, o Brasil e o mundo davam adeus a um dos maiores artistas brasileiros do século 20. Poeta, compositor, dramaturgo, jornalista e diplomata, Vinicius de Moraes foi não somente um multiartista, mas um homem lírico, que levou poesia sempre a seu lado em tudo que realizou nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.jesocarneiro.com.br/wp-content/uploads/2010/07/vinicius-de-moraes.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6665" title="Blog do Jeso | Vinicius de Moraes" src="http://www.jesocarneiro.com.br/wp-content/uploads/2010/07/vinicius-de-moraes.jpg" alt="" width="230" height="348" /></a></p>
<p>No portal Terra, via <a href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/07/09/e090713689.asp?utm_source=reda%C3%A7%C3%A3o&amp;utm_medium=twitter" target="_blank">JB Online</a>:</p>
<p>Há exatos 30 anos, o Brasil e o mundo davam adeus a um dos maiores artistas brasileiros do século 20. Poeta, compositor, dramaturgo, jornalista e diplomata, Vinicius de Moraes foi não somente um multiartista, mas um homem lírico, que levou poesia sempre a seu lado em tudo que realizou nos seus 66 anos de vida.</p>
<p>Nascido no Rio de Janeiro em 19 de outubro de 1913, Marcus Vinicius de Moraes morreu em 9 de julho de 1980, deixando uma extensa obra na literatura, música, teatro e cinema, com parcerias na música brasileira que incluem nomes como Tom Jobim, Toquinho, João Gilberto, Chico Buarque, Carlos Lyra e Baden Powell.</p>
<p>Boêmio, era fumante inveterado e grande admirador de uísque. Poeta, amou as mulheres como poucos, retratando o amor idealizado e/ou consumado em suas canções e poemas.</p>
<p>Casou-se oito vezes: em 1939 com Beatriz Azevedo de Mello, com quem teve os filhos Suzana e Pedro; em 1951 com Lila Maria Esquerdo e Bôscoli com quem teve as filhas Georgiana e Luciana; em 1958 com Maria Lúcia Proença; em 1961 com Nelita Abreu Rocha; com Cristina Gurjão em 1969; com a atriz Gesse Gessy em 1971, com a qual tem a filha Maria; com Marta Rodrigues Santamaria em 1976; e, finalmente com Gilda de Queirós Mattoso em 1978, com quem permaneceu até a morte.</p>
<p><span id="more-6664"></span><br />
O interesse de Vinicius pela poesia começou aos 14 anos quando, estudante de uma escola de padres jesuítas, cantava no coral e montava pequenas peças de teatro. Aos 17 anos, já era graduando em Ciências Jurídicas e Sociais, da qual se formou em 1933, mesmo ano da publicação de seu primeiro livro, Caminho para a Distância. Em 1928 escreve sua primeira canção registrada (Loira ou Morena), com Haroldo Tapajós, e torna-se grande amigo do romancista Otávio Faria, que foi seu grande incentivador na carreira literária, além de nomes importantes como os poetas Manuel Bandeira, Mário de Andrade e Oswald de Andrade.</p>
<p>Estudou língua e literatura inglesas na Universidade de Oxford e, de volta ao Brasil, tornou-se crítico de cinema no jornal A Manhã, além de colaborador da revista Clima. Nos anos 40 torna-se vice-cônsul em Los Angeles, seu primeiro cargo diplomático, sem deixar de lado a vida boêmia e cultural, revezando as horas vagas para encontros na casa do escritor Sérgio Buarque de Holanda.</p>
<p>Consagra-se em 1956 com a peça de teatro Orfeu da Conceição, transposto para o cinema pelo diretor francês Marcel Camus com o título de Orfeu Negro, que levou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1959.</p>
<p>Nessa época, sua carreira musical decola de vez ao conhecer Tom Jobim, com quem desenvolveu uma das mais produtivas parcerias musicais, com canções como Lamento no Morro, Se Todos Fossem Iguais a Você, Um Nome de Mulher, Mulher Sempre Mulher, Eu e Você, A Felicidade, Chega de Saudade, Eu Sei Que Vou Te Amar, Insensatez, Água de Beber e a emblemática Garota de Ipanema. Inspirada em Helô Pinheiro, Garota de Ipanema foi escolhida, em 2005, como uma das 50 grandes obras musicais da Humanidade pela Biblioteca do Congresso Americano.</p>
<p>No final de 1968, o AI-5 imposto pelo Regime Militar o destitui do cargo, alegando que a boemia de Vinicius atrapalhava suas funções como diplomata. Em 1970 torna-se próximo do músico Toquinho, outra parceria que rende belos frutos à MPB.</p>
<p>Operado no dia 17 de abril para a instalação de um dreno cerebral, Vinicius volta ao trabalho e, na noite de 8 de julho, enquanto prepara os acertos finais do álbum Arca de Noé com o amigo Toquinho, alega cansaço e se retira. Na manhã do dia 9, passa mal na banheira e, mesmo socorrido pela empregada, pelo amigo Toquinho e pela mulher Gilda Mattoso, morre de um edema pulmonar em sua casa na Gávea, Rio de Janeiro.</p>
<p>Vinicius de Moraes se foi, mas o &#8220;poetinha&#8221; &#8211; como era conhecido &#8211; deixou, diferentemente do seu apelido, uma obra vasta e grandiosa de suma importância para toda a cultura brasileira.</p>
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		<title>Memória &#8211; Rural, 46 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 12:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeso Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Arquivo Gazeta de Santarém

A foto é o registro da inauguração da estação de onda tropical de 10 kwa da Rádio Rural AM, no bairro do Livramento, em 1978.
Nela aparecem:
1 &#8211; Natalino Sousa, funcionário da emissora à época;
2 &#8211; Manuel Dutra, gerente da emissora à época;
3 &#8211; Antônio Guerreiro, prefeito de Santarém;
4 &#8211; Dom Alberto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Foto: <strong>Arquivo Gazeta de Santarém</strong><br />
<a title="Rádio Rural por Jeso, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jesocarneiro/4765160988/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4117/4765160988_8e2f23cef1_b.jpg" alt="Rádio Rural" width="553" height="379" /></a></p>
<p>A foto é o registro da inauguração da estação de onda tropical de 10 kwa da Rádio Rural AM, no bairro do Livramento, em 1978.</p>
<p>Nela aparecem:<br />
1 &#8211; <strong>Natalino Sous</strong>a, funcionário da emissora à época;<br />
2 &#8211; <strong>Manuel Dutra</strong>, gerente da emissora à época;<br />
3 &#8211; <strong>Antônio Guerreiro</strong>, prefeito de Santarém;<br />
4 &#8211; <strong>Dom Alberto Ramos</strong>, arcebispo de Belém;<br />
5 &#8211; <strong>Leal di Sousa</strong>, radialista;<br />
6 &#8211; <strong>Dom Tiago</strong>, bispo de Santarém;<br />
7 &#8211; <strong>Antônio Pereira</strong>, professor e ex-vereador santareno;<br />
8 &#8211; <strong>Zuíla Dutra</strong>, esposa do jornalista Manuel Dutra.</p>
<p>Anos depois, essa estação foi desativada. Hoje, funciona no Seminário Pio X.</p>
<p>Por que o arcebispo de Belém aparece na foto?</p>
<p>Manuel Dutra explica:</p>
<p>- Ele era o dono de direito Rádio Rural, na qualidade de sócio cotista majoritário, com o título de diretor-presidente. O segundo sócio era o arcebispo de Manaus, dom João de Souza Lima, também já falecido, que era o segundo sócio cotista, e com o título de diretor-superintendente. Eu era o diretor-gerente, isto é, era procurador de ambos, dom Alberto e dom João. Isso tudo porque a radiodifusão, no Brasil, não pode ser propriedade de pessoa nascida no estrangeiro, caso do dom Tiago, que era, na realidade, o dono, que arrranjava recursos para construir e manter a rádio. Quem comprou e doou para a Rádio Rural esse novo transmissor foi um irmão de dom Tiago, que era funcionário da Coca-Cola, em Chicago (EUA).</p>
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		<title>Memória &#8211; Theatro Vitória, 114 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 11:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeso Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Theatro Vitória, que servirá de abrigo para o MP (Ministério Público) do Pará em Santarém,  completa hoje 114 anos de existência.
O projeto arquitetônico original do prédio é do francês Maurice Blaise.
Sua construção durou cerca de 1 ano. Iniciou em maio de 1895 e foi inaugurada em 28 de junho do ano seguinte.
A obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1504 aligncenter" title="Blog do Jeso | Teatro Vitória" src="http://www.jesocarneiro.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Proposta-do-Teatro-Viória-já-restaurado.-Foto-Ronaldo-Ferreira-6.jpg" alt="" width="543" height="329" /></p>
<p>O Theatro Vitória, que servirá de <a href="http://www.jesocarneiro.com.br/uncategorized/mp-tem-r-2-milhoes-para-restaurar-teatro.html">abrigo para o MP (Ministério Público) do Pará</a> em Santarém,  completa hoje 114 anos de existência.</p>
<p>O projeto arquitetônico original do prédio é do francês <strong>Maurice Blaise</strong>.</p>
<p>Sua construção durou cerca de 1 ano. Iniciou em maio de 1895 e foi inaugurada em 28 de junho do ano seguinte.</p>
<p>A obra é iniciativa privada &#8211; do antigo (e extinto)  Clube Dramático Santareno, que ergueu o teatro com contribuições de seus sócios.</p>
<p>Ao longo dos seus mais de 100 anos de existência, o imóvel sofreu várias restaurações. A próxima já se avizinha &#8211; e deve custar R$ 2 milhões.</p>
<p>A maquete acima esboça como ele deve ficar, desta vez sob a tutela do MP.</p>
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