Iphan notifica prefeito por pintura irregular em prédio histórico tombado de Óbidos, forte pauxis, em Óbidos

O prefeito de Óbidos, Chico Alfaia (PR), foi notificado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), para dar explicações sobre a pintura feita recentemente em um dos mais famosos prédios históricos do município, o Forte Pauxis, sem prévia autorização da autarquia federal, vinculada ao Ministério da Cultura.

O portal Jeso Carneiro teve acesso ao ofício, assinado pelo superintendente substituto do Iphan no Pará, Ciro Lins.

Foi dado prazo de 15 dias para Alfaia enviar à autarquia explicações a respeito do serviço irregular no prédio tombado pelo patrimônio histórico.

De acordo com decreto-lei nº 25, de 1937, “as coisas tombadas não poderão, em caso nenhum ser destruídas, demolidas ou mutiladas, nem, sem a prévia autorização especial  do Serviço  do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, ser reparadas, pintadas ou restauradas, sob pena de multa de cincoenta por cento do dano causado”.

HISTÓRIA

A história do Forte Pauxis está ligada ao capitão Francisco da Mota Falcão, que construiu a fortificação, à sua custa, não só de Óbidos, mas também o Forte do Paru, em Almerim, Forte de São José da Barra, no Rio Negro e o Forte do Tapajós, em Santarém.

Encarregou‐se da construção desses fortes, indicados pelo governador António de Albuquerque Coelho de Carvalho, em troca do governo vitalício de um deles.

Foi o filho do capitão, Manoel da Mota Sequeira, que concluiu a obra do Forte dos Pauxis, em 1698. Tratava‐se de uma pequena fortificação em taipa de pilão, construída numa situação elevada sobre o rio, basicamente dedicada ao registo das embarcações que por ali obrigatoriamente passavam.

Em meados do século XVIII, ainda antes da elevação do povoado a vila, o forte e a ribanceira onde este se situava estavam bastante arruinados, exigindo obras.

Em 1753, o capitão Ricardo António da Silva Leitão fez alguns reparos que foram elogiados por Francisco Xavier de Mendonça Furtado. Mas a derrocada da cortina pelo lado do rio foi inevitável.

Em 1854, quando a vila de Óbidos foi elevada a cidade, projetou‐se um novo forte, na forma de um reduto semi‐circular com parapeitos à barbeta, que é o que ainda lá está, sem função militar, apenas para visitação pública. (Relato de Renata Malcher de Araújo).

CONTRAPONTO

É praxe da Prefeitura de Óbidos, gestão Chico Alfaia, não atender os pedidos de contraponto solicitados pelo portal Jeso Carneiro. O espaço, no entanto, fica aberto para nota de esclarecimento.

A NOTIFICAÇÃO DO IPHAN AO PREFEITO DE ÓBIDOS

Notifcação do Iphan ao prefeito de Óbidos

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43 Comentários em: Iphan notifica prefeito por pintura irregular em prédio histórico tombado de Óbidos

  • Parceria com PMO restaura
    o Forte Pauxis, em Óbidos

    Ronaldo Brasiliense

    Duas entidades da sociedade civil – a Associação Cultural Obidense (ACOB) e a Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) – uniram-se à Prefeitura Municipal de Óbidos e, numa iniciativa inédita, com poucos recursos disponíveis, promoveram a revitalização do Forte Pauxis, marco histórico da fundação da cidade, em 1697, na parte mais estreita e profunda do rio Amazonas.
    Com o respaldo do prefeito Chico Alfaia, o presidente da ACOB e da AALO, jornalista Ronaldo Brasiliense, e o secretário municipal de Cultura e Esportes, o músico e poeta Eduardo Dias, levaram a frente a empreitada de devolver à população o forte, abandonado por doze longos anos pelas administrações passadas.
    Com o apoio de empresários como Abraham Chocron e Eládio Canto, e por personalidades obidenses como Jorge Ary Ferreira, Valmir Carvalho, João Andrade (Bué) e Carlos Vieira, além do professor Itamar Paulino, da UFOPA, entre outros, o Forte Pauxis ganhou nova roupagem em duas semanas.
    Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o Forte Pauxis foi devolvido à administração da Prefeitura de Óbidos totalmente detonado, embora tenha supostamente recebido investimentos de R$ 1,6 milhão em convênio firmado entre o IPHAN e a PMO dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas.
    O prefeito Chico Alfaia apoiou a iniciativa. “Desde o início do nosso governo temos incentivado a participação ativa dos obidenses nos diversos segmentos de nossa administração e a resposta tem sido excelente”, garante. “Hoje, graças à participação popular, ressuscitamos o Forte Pauxis, que há muito estava abandonado, mesmo tendo sido contemplado num passado recente, com verba de mais de R$ 2 milhões que deveria ter sido utilizado em sua reforma”, acrescenta. Para Alfaia, o que os obidenses de bem fizeram pelo Forte Pauxis merece aplausos e tem que ser replicado para todo o Brasil, como prática saudável de civilidade e amor por sua terra.
    “Infelizmente o convênio não foi concretizado e o Forte Pauxis, abandonado, acabou servindo de palco para orgias sexuais e tráfico e consumo de drogas”, lamenta o presidente da ACOB, Ronaldo Brasiliense, que tomou a frente dos trabalhos. “A recuperação do Forte é um exemplo do que pode ser feito em parcerias entre a sociedade civil organizada e o poder público. Que esta moda pegue Brasil afora”, conclui.
    “A iniciativa de revitalizar o Forte Pauxis não poderia ser adiada por conta de questões burocráticas. Quando a sociedade toma as rédeas do bem comum, se torna inexorável, justamente num momento difícil da vida pública brasileira, marcada por uma crise política e moral”, endossa o secretário municipal de Cultura, Eduardo Dias, antecipando que uma das alternativas futuras para a utilização do Forte será abrigar o acervo da Biblioteca Pública de Óbidos.
    Que assim seja.

    • Infelizmente, o senhor Chico Alfaia esqueceu de avisar ao Iphan sobre a iniciativa. Atropelou, portanto, a lei.

  • Meu Deus!
    Por ser prefeito acha que pode pintar e bordar. E logo num prédio histórico, isso porque se intitula o amigo da cultura e é imortal da academia do intelectual Tidao. Rsdsds.
    Aliás meu caro Jeso esse rapaz vem pintando e aprontando desde que assumiu a prefeitura. Pior, não se emenda.
    Outra. A única coisa que esse moço tem feito é pintar. O que já gastou de tinta azul não é brincadeira. Tudo pra tentar enganar que são suas obras.
    Parece coisa de quem não teve infância. Quando a gente não sabe é melhor perguntar.
    Meu caro Jeso. Tenho uma proposta ao blog. Lançar uma coletânea sobre o prefeito. Tipo assim:” As bananadas de Tio Chico” ou ” As trapalhadas de Chiquito”.
    É de doer o saco.

  • Num tempo recente o proprietário de um casarão mandou derrubar o mesmo (casarão não tombado) e houve um alarde geral com o discurso que não deveriam ter deixado derrubar tal prédio particular (e não tomado) sem ordens expressas do IPHAN e agora ocorre uma “revitalização” sem precisar de autorização por parte do mesmo. Vai entender estas coisas,, num determinado momento não podem mexer e no outro podem.

  • Patrimônio histórico não e casa da mãe Joana Ronaldo Totozinho. Ja não basta a descaracterização que promovestes nas casas próximo a matriz de Santana. E agora quer cantar de galo. A iniciativa é boa mas tem lei de tombamento.
    Mas logo na batuta do “historiador” Carlos Vieira? Santa inocência. Taí o resultado. Merda. Aliás até a pintura é com dela. Mas pra quem só faz Cagada, um peido a mas é lucro.

    • Jeso, caro:
      Não conheço este pateta chamado Afonso Corrêa Mota e, sabes, não costumo responder a vozes do além. Este leso fala da descaracterização que promovi nas casas próximo (sic) a (sic) matriz de Santana; O imbecil deveria saber que nem casas existiam. E estão aí, jóias construídas como as originais ao lado da Catedral. Com recursos próprios, com elogios públicos do Ministério Público do Estado. O povo de Óbidos sabe, menos este pateta semi-analfabeto que tem espaço no teu blog.

  • O grande problema dessa turma é que querem resolver as coisas com as cabeças mergulhadas num túnel de cachaça. Ai não dá outra.

  • Caro Jeso, não sabia que fazer uma capa de pintura é revitalizar. Só em Óbidos mesmo, a Terra dos Imortais. Vamos agir IPHAN.

  • É muito imortal se metendo no assunto do outro e esquecendo o seu. Que o diga os visitantes do Museu Integrado de Óbidos. O mesmo esta abandonado, destruido. Banheiros sem condição de uso. E o presidente do mesmo é imortal e um dos “revitalizadores/pintores” de bem tombado. Oh! Óbidos quanta tristeza.

    • Este outro pateta, o Pablo Oliveira Moreira, não deve ser de Óbidos. Se ele conhecesse o Museu Integrado de Óbidos saberia que em pouco tempo ganhou revitalização completa de sua pintura e um telhado novo, com telhas de barro, algo que não ocorria no MIO há mais de 20 anos, Sem recursos públicos, com participação direta da comunidade. Menos deste leso, outra voz do além.

  • Jeso Carneiro, caro.
    Sabes que sou jornalista há 41 anos, o segundo mais premiado da Amazônia em todos os tempos.
    Sabes, também, que sou presidente da Associação Cultural Obidense (ACIB), que seu estatuto determina a proteção do patrimônio histórico do município de Óbidos.
    Sabes, ainda, que sou presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e colunista do jornal O LIBERAL, de Belém do Pará.
    O que certamente tu não sabes é que as promotoras de Justiça Lilian Regina Furtado Braga e Evelin Staevie dos Santos, propuseram Ação Civil Pública em Defesa do Patrimônio Cultural, com pedido de liminar, em 25 de outubro de 2017, contra o Estado do Pará e o Município de Óbidos.
    Vou resumir: “Faz-se inevitável que em caráter liminar inaudita altera parte seja determinado o retorno imediato da reforma do Forte Pauxis sob pena de responsabilidade civil e criminal”.
    E continuam, as promotoras: “Triste saber que todos os prédios históricos de uma cidade tão rica e cultura como Óbidos somente o Forte Pauxis ter restado, um verdadeiro descaso, falta de compromisso com a história, falta de zelo e de cuidados tanto em relação ao Estado tanto quanto do Município…”
    E complementam: “Em meados de outubro de 2017 ainda encontramos a obra da reforma do Forte Pauxis abandonada, motivo este para a abertura da presente ação civil pública.”
    Na ação civil, as promotora inclusive alertam: “… o artigo 216 da Constituição de 1988 estabelece em tom imperativo e cogente que o poder público, COM A COLABORAÇÃO DA COMUNIDADE (Grifo nosso), promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, bem como lembra Miranda (2006, P 87).
    Então, diante das dificuldades financeiras da Prefeitura Municipal de Óbidos, a Associação Cultural Obidense (ACOB) e a Academia Artística de Literária de Óbidos (AALO) – que presido – convocadas pela municipalidade, decidiu aceitar o desafio de revitalizar o Forte Pauxis, para devolvê-lo à população de Óbidos.
    Fi-lo para atender, portanto, recomendação expressa do Ministério Público do Estado do Pará.
    Fi-lo exclusivamente com recursos da iniciativa privada, que se uniu à ACOB/AALO no resgate do Forte Pauxis.
    Lamento que o IPHAN, que devolveu o Forte Pauxis totalmente detonado à PMO, dê ouvidos a denúncias anônimas, de covardes, pessoas sem qualquer compromisso com nosso patrimônio histórico, que acusam a iniciativa da sociedade civil obidense de revitalizar o marco histórico da fundação da cidade.
    Por isso, caro Jeso Carneiro, acho que melhor serviço você faria ao patrimônio histórico de Óbidos se apurasse, como bom repórter investigativo que é, a Ação Civil de Improbidade Administrativa instaurada para apurar possíveis irregularidades no convênio firmado entre o IPHAN e a Prefeitura de Óbidos, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas para a restauração do Forte Pauxis.
    O convênio, no valor de R$ 2.274.586,50, apresenta fortes indícios de desvios de recursos públicos.
    Era o que eu tinha a dizer, por enquanto.
    Saudações jornalísticas.
    Ronaldo Brasiliense – Presidente da ACOB, presidente da AALO.

  • Caro jeso esse Totó e conselheiro do prefeito pinoquio, logo ja se imagina o resto, Ele , o Totó Brasiliense e condenado pela justiça por denegrir a vida do Helder Barbalho, que é de que ele sobrevive sendo pago com nosso dinheiro , o Jatene paga uma fortuna so pra ele fazer o trabalho sujo.

    • Para Jose silva, pateta fake,

      LIBERDADE DE IMPRENSA
      EU ACUSO

      “Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.” (George Orwell)

      RONALDO BRASILIENSE

      Fui condenado no dia 26 de março passado a uma pena de oito meses e dois dias de serviços comunitários pela juíza-substituta Anúzia Dias da Costa, da 5ª Vara Criminal de Belém, Pará, por ter chamado aqui, em nota de oito linhas, transcrita no meu perfil do Facebook, o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho (MDB), de “sem noção” e “sem escrúpulos”.

      Não vou entrar no mérito da sentença, uma bordunada na liberdade de imprensa, uma chicotada na Constituição Federal de 1988 que, em seu artigo 5º, inciso IX, estabelece: “É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.”

      Sou repórter há 40 anos, com uma carreira sem máculas como chefe da sucursal da revista Veja na Amazônia, como repórter especial do Jornal do Brasil, O Globo, ISTOÉ, O Estado de São Paulo, colunista político do JB e do Correio Braziliense e do jornal O Liberal, de Belém do Pará, onde comecei minha carreira como repórter de esportes e onde hoje escrevo a coluna dominical Por Dentro.
      É conhecida a minha luta contra a corrupção nos poderes da República. Denunciei em Brasília, na década de 90, a corrupção no governo Fernando Collor, no Caso PC Farias; o Escândalo do Proer, no governo Fernando Henrique Cardoso – que me deu o Prêmio Esso de Jornalismo -, e, no Pará, os Escândalos do Banpará (Banco do Estado do Pará) e da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), com a matéria “Sudam: Todos ricos, todos soltos”, que ganhou os Prêmios AMB de Jornalismo, da Associação dos Magistrados Brasileiros, e Embratel.
      Procuro, assim, cumprir com o meu dever de bem servir ao leitor, com informações relevantes, checadas, e de interesse público, com ética, com responsabilidade, como um fiscal da sociedade. Assim tem sido em toda a minha trajetória profissional ao longo de décadas e pretendo continuar contribuindo para o meu Estado do Pará, para com o meu Brasil, com a mais salutar das missões de um jornalista comprometido com a liberdade de expressão e de crítica, um direito expresso na Constituição brasileira.

      Vejam bem, fui condenado a oito meses e dois dias de serviços comunitários por chamar uma autoridade pública, o ministro Helder Barbalho, de “sem noção” e “sem escrúpulos”, em nota publicada na coluna Por Dentro e transcrita, posteriormente, em meu perfil do Facebook.

      Pergunta que não quer calar: Por que a ação foi cair justamente na 5ª Vara da Justiça Criminal de Belém, a capital, se eu moro em Óbidos, no oeste do Pará – onde sou presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB) – e o ministro Helder Barbalho reside no condomínio de luxo Lago Azul, em Ananindeua?

      Na audiência de conciliação, a juíza Haila Miranda afirmou que eu não comprovei nos autos da ação que residia em Óbidos. Mas foi ela, a juíza, que assinou a Carta Precatória que me foi entregue por um oficial de justiça em minha residência localizada ao lado da Catedral do município.

      Montesquieu nos ensinou que “a liberdade é o direito de fazer tudo que as leis permitem.” Tenho a convicção de que me ative à lei, à Constituição, ao publicar que Helder Barbalho agiu “sem noção” ao assumir a paternidade pela liberação de R$ 100 mil pela Caixa Econômica Federal para o Museu do Cirio de Belém. Afinal, a CEF é subordinada ao Ministério da Fazenda. E que não teve escrúpulos em publicar foto com o arcebispo de Belém na primeira página do jornal de sua família a duas semanas da eleição municipal de 2016, exibindo a liberação das verbas.

      A publicação de reportagem ou opinião – com crítica dura e até impiedosa – afasta o intuito de ofender, principalmente quando dirigida a figuras públicas. Foi com esse fundamento que o ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu o Recurso Extraordinário da Editora Abril contra condenação do Tribunal de Justiça do Distrito Federal que a obrigava a indenizar em R$ 10 mil o ex-governador Joaquim Roriz por danos morais.

      Na audiência de conciliação, a mim pareceu, desde o início, que a juíza Haila Miranda tinha a evidente intenção de me condenar. Primeiro, por solicitação dos advogados de Helder Barbalho, propôs uma pena de seis meses de serviços comunitários. Depois, chegou a propor que a ação seria encerrada se eu aceitasse ficar dois anos sem citar o nome do ministro Helder Barbalho. Recusei as duas propostas da juíza na audiência. Argumentei que sou jornalista há 40 anos e ganho a vida escrevendo, como repórter.

      Estranhei também o fato de Helder Barbalho ter cancelado agenda do Ministério da Integração Nacional no Ceará, onde iria vistoriar obras da Transposição do Rio São Francisco, para utilizar um jatinho da Força Aérea Brasileira (FAB) em seu deslocamento de Brasília para Belém para não perder a audiência. Usou dinheiro público para não faltar a uma audiência privada.

      Vou recorrer da sentença condenatória da juíza Anúzia Dias ao Tribunal de Justiça do Estado (TJE) com a certeza de que a Justiça do meu Pará não vai me condenar por exercer meu direito constitucional de me expressar livremente.

      NOTA COORDENADA
      Celso de Mello: Direito de criticar
      acima de eventuais suscetibilidades

      “Não caracterizará hipótese de responsabilidade civil a publicação de matéria jornalística cujo conteúdo divulgar observações em caráter mordaz ou irônico ou, então, veicular opiniões em tom de crítica severa, dura ou, até, impiedosa, ainda mais se a pessoa a quem tais observações forem dirigidas ostentar a condição de figura pública, investida, ou não, de autoridade governamental, pois, em tal contexto, a liberdade de crítica qualifica-se como verdadeira excludente anímica, apta a afastar o intuito doloso de ofender”, afirmou o ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribuna Federal (STF).
      Na avaliação de Celso de Mello, a liberdade de imprensa é uma projeção da liberdade de manifestação do pensamento e de comunicação, e assim tem conteúdo abrangente, compreendendo, dentre outras prerrogativas: o direito de informar, o direito de buscar a informação, o direito de opinar e o direito de criticar. Dessa forma, afirma o decano, o interesse social, que legitima o direito de criticar, está acima de “eventuais suscetibilidades” das figuras públicas.
      Celso de Mello afirma que essa prerrogativa dos profissionais de imprensa justifica-se pela prevalência do interesse geral da coletividade e da necessidade de permanente escrutínio social a que estão sujeitas as pessoas públicas, independente de terem ou não cargo oficial.

    • Este pateta supostamente chamado jose silva, tudo minúsculo como ele deve ser, eu vou ter que processar por calúnia, injuria, difamação e danos morais. Vai ter que provar na Justiça que o Jatene me paga uma fortuna, A postagem já está devidamente salva, copiada, para encaminhamento à Delegacia de Crimes Cibernéticos…. Contrate um bom advogado.

  • Alguns destes imortais são perfeitos quando estão embriagados nas esquinas ou na praça do Ó, mas quando estão bons, nos aprontam cada uma de “partir a cara de vergonha”. E estes “ilustres” de pau oco tem memória curta até demais. Volta Jaime para concluir o que você iniciou e ficou parado no tempo e agora estes pobres imortais querem acabar de vez.

  • Ronaldo Brasiliense ilustre imortal. Aproveita tua empáfia e língua solta para o mal e me responde: Cadê o carro que a SECTAM doou ao museu de Óbidos?
    Já que não és pateta e nem imbecil.
    Rrspondes se és macho.

    • Esse rapaz, o Fábio. deve consultar um psiquiatra… Fui eleito presidente da ACOB há um ano e o carro já havia sido negociado há três administrações passadas. Não fui eleito para fazer caça as bruxas e nem preciso ser macho para responder o que quer que seja. Vá se trata, rapaz…

  • Jeso.
    Realmente este Ronaldo pode chamar de leso ou pateta pros outros. A finada que o diga.
    De pateta ele não tem nada. É espertalhão. Mas quebrou a cara.
    Que desígnio de Óbidos ter gente como essa. Cruzes!

  • Após ler atentamente a mini apresentação do notável escritor, jornalista e etc….. vejo quanto Óbidos é rico em personalidades pobres. Vejo quão verdadeira a fama hilária de nossa Óbidos, de cidade do contrário, o de até a costa é na frente. Com um curriculo desse no mínimo seria um notável da Academia de Letras do Pará. Mas é melhor criar uma academia umbilical e ser membro. É lamentavel ver um notável chamar de leso, pateta, imbecil, semi analfabeto entre outros adjetivos a alguém. Aqui os intelectuais pisam nos outros.
    Pior, um cabedal de titulos aqui. Que bom.
    Mas é Óbidos. Parece um designio cultural do avesso, se briga até por cor de tinta.
    Aqui já tivemos o melhor universitário do mundo, e agora é chaveirinho do vereador Rosinaldo contratado pela Câmara ganhando pouco mas de um salario minimo. E o pior, pegando ralho do presidente da Câmara o competente vereador Preto, que não tem nem o funfamental completo, mas experiência de sobra.
    Mas é Óbidos. O celeiro cultural.
    Viva Inglês de Souza que viu Óbidos em preto e branco. Assim não havia cor para brigar. E seu reconhecimento nacional não foi preciso ele vomitar seus titulos. Arrogância e prepotência não são condizentes com os intectos.
    Que bom, ao Inglês de Souza que não conheceu os crimes cibernéticos. Até porque seu intecto estaria acima disso.
    Paciencia!

  • Esses imortais não passam de (IMORAIS).

  • O sujeito doa o seu tempo e o seu dinheiro para melhorar um patrimônio que há muito foi abandonado pelo poder público e toma tudo isso de porrada…so tenho duas leituras para esse imbróglio…ou são
    tempos estranhos os interesses estão alinhados ao qto pior melhor.

    • Kleber, são duas coisas distintas: PRIMEIRA: a iniciativa da pintura do prédio histórico por parte da sociedade civil organizada é louvável, exemplar; SEGUNDA, o desconhecimento da lei por parte do prefeito Chico Alfaia e sua entourage jurídica é vergonhosa, burra, caolha e atamancada. Acabou, diria, tirando o brilho da iniciativa louvável.

  • Esse Ronaldo brasiliense, tu so presta pra ficar embriagado, falando dos outros, tem mesmo que notificar pois isso Ronaldo não é teu nem do Pinóquio, isso é da Cidade,pois tem hierarquia no poder. o Museu está abandonado com uma pintura mal feita e entregue as baratas,mas pra ti ts tudo lindo, pois o Iphan está de parabéns e fazer esse Ronaldo e esse Pinóquio darem explicações nesse ato feito,esse Pinóquio so faz besteira mesmo,e aproveita e lava essa tua toalha que ta imunda.

  • meus conterrâneos, esse cidadao de serio e honesto nao tem nada, cheio de discurso demagogo, mais se vende pra fazer politica suja igual ele, ei Totó vai criar vergonha nessa cara, se tivesse tanto conhecimento saberia que patrimonio tombado e que esta sob judice nao se mexe, mais como o dr das letras so sabe desrespeitar as pessoas, grande imortal da academia da burrice. Igual teu prefeito.

  • Luíz Augusto: “Volta Jaime para concluir o que você iniciou e ficou parado no tempo e agora estes pobres imortais querem acabar de vez.”
    Você, pelo jeito não sabe analisar a política de Óbidos?
    O governo da gestão de 4 anos deixou Óbidos no fundo do poço. E você tem coragem de escrever lorota sem saber da realidade.
    Vá se politizar pra poder escrever com fundamentação.

  • Mariano Santos: “presidente da Câmara o competente vereador Preto, que não tem nem o funfamental completo, mas experiência de sobra.”
    Boa experiência de sobra, que não tem a capacidade de preparar requerimento e nem se quer ir atrás dos deputados do seu partido, para conseguir verbas parlamentares para Óbidos.
    Meu caro amigo, a única solução pra você é estudar a politica no contexto geral e aprender a fazer analise de conjuntura.

  • http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2010/12/carta-aberta-ao-toto-do-orly-vulgo.html?m=1
    Vcs querem conhecer esse grane intelectual ? Acessem esse blog.
    Quanto a me processar e um direito teu, mas nao esqueça que saiu em todos os jornais a tua negociaçao com teu chefe de como vcs iriam tirar uma nota fiscal, lembra do teu email que deixaste aberto em santarem em um siber? Pode me processar, quem sabe nao vou cumprir pena junto contigo, mas as provas eu tmb tenho a teu respeito. Nao tenho medo de ti Toto.

  • Tenho um grande respeito ao leitores deste Blog, no entanto, não poderia deixar de expressar o meu repudio a determinados cidadãos, na realidade pessoas que se escondem atrás de um perfil falso, e que usam deste instrumento para expressar opiniões desrespeitosas a pessoas que intencionam dar sua contribuição na recuperação de nosso patrimônio que há muito tempo vive abandonado, o lendário Forte Pauxis.. O Forte Pauxis , assim como a Fortaleza Gurjão, está fadado a total destruição, pois nem um órgão estadual ou federal tem o interesse em sua recuperação. Foi vergonhoso no período carnavalesco ouvir comentários de pessoas que visitavam a nossa cidade sobre a situação de abandono do Forte Pauxis. O IPHAN tem como seu patrimônio, no entanto, não toma qualquer iniciativa para sua recuperação, fato este que levou um grupo de amigos, independentemente de bandeiras ou ideologias partidárias a decidirem se unir tirando dinheiro de seu próprio bolso para dar inicio na sua recuperação. Antes de ser patrimônio do IPHAN, o Forte Pauxis pertence ao povo obidense, fato este que vem sendo muito elogiado pela sociedade , principalmente aqueles que possuem amor filial por nossa terra. Para minha surpresa, pessoas que não tem amor por Óbidos e que em vez de criticar ou ofender, deveriam se juntar a nós nessa empreitada ajudando na recuperação deste que é para nós, a gênese de nossa história . Fui chamado pelo cidadão Afonso Corrêa Mota (nome fictício), de “historiador”. Isso demonstra seu total desconhecimento, pois não sou e nem me intitulo historiador, sou Licenciado Pleno e Pós Graduado em Historia, e atuo há quase vinte anos como professor, profissão da qual muito me orgulho. Essas acusações, criticas, injurias, infâmias que nos foram direcionadas, são provas incontestáveis de que nossos acusadores não são obidenses, e se forem, não passam de filhos espúrios, que deveriam ser expatriados desta terra de grandes valores.

    • Professor, quem não é obidense então não pode fazer críticas? Não pode apontar erros? Não pode repassar informações lastreadas em decisões oficiais? Como assim? Esclareça, por favor. A propósito: o candidato mais votado pelos eleitores do município, para o comando do Executivo no período de 2017-2020 e que atende pelo nome de Chico Alfaia, nasceu em Juruti.

  • Devem ser pessoas muito doentes essas que vêm ao teu blog, Jeso Carneiro, com nomes supostamente falsos – você é responsável pelo que seus “leitores” publicam – atacar sem provas, caluniar, injuriar, requentar matérias inventadas pelo simples fato de um grupo de cidadãos gastar seu tempo e dinheiro para restaurar um patrimônio público, que foi abandonado por administrações incompetentes e provavelmente corruptas. Aviso aos lambe-bota: agora vou atrás do dinheiro do convênio Iphan/Prefeitura de Óbidos. Quero saber onde foram investidos R$ 1,6 milhão no Forte Pauxis. Aguardem..PS – As hienas amestrados podem começar a ganir novamente. O espaço é todo seu, Jeso Carneiro.

    • Ronaldo, acho que vc não leu a “Nota do Editor” acima do espaço destinados aos comentários postados neste blog. Ela bem clara. Ainda assim, caso vc não concorde com o inteiro teor dela, podes acionar a Justiça para os devidos reparos morais, por conta das supostas calúnias e difamações e inverdades que achas que é vítima.

      Com relação à pintura do forte, reitero: louvável iniciativa.

      Só faltou o desastrado Chico Alfaia e sua caríssima entourage jurídica avisar sobre esse serviço de restauração ao Iphan. Coisa simples de se fazer, mas que nas mãos da atual gestão municipal, comprovadamente incompetente, acaba por obnubilar tão, repito, maiúscula iniciativa em prol da preservação dos prédios históricos de Óbidos.

  • Olha o professor encarnando Rither. Expatriando quem não é filho de Óbidos. Belo exemplo “professor “.
    Esse tipo de pensamento mesquinho e retrógrado, anda contra mão da história globalizada, que esse o professor pleno de história e outros cabedais deveria dominar. Seu sangue azul de herdeiro lusitano nato dos casarios , não pode e execrar quem não nasceu em Óbidos. Ai de ti sem a colônia cearense, maranhense entre outras, não comias nem farinha seu papa pirão.
    As atitudes para serem louvadas tem que ter acompanhamento legal, e vc como defensor do patrimônio histórico deve saber disso. Professor, o senhor adora tanto a arquitetura portuguesa, e fez sua casa com pilares romanos.
    Parabéns pela iniciativa da pintura, se isso é revitalização.
    Um abraço aos filhos espúrios de Óbidos. E um fulhaco no professor sangue azul que ainda usa calça de tergal e não sabe nem a cor da tinta dos casarios.

  • Ao feke Everton.
    Continua pegando ralho do Preto. E continua chaveirinho do pinguim.

  • Boa Ronaldo Brasiliense(digo obidense).
    Será uma briga boa. Não percam!
    LAMBE BOTA X GATO DE BOTA.
    Como ordena o Suvela: “Porrada Beto”.

  • HUMOR.
    A casa velha para ter ninho de caba. Será tapiu?

  • Caro Jeso, o senhor me conhece muito bem, e todas as vezes que me procurou, demonstrei-lhe cordialidade e respeito. Todos tem o direito de criticar, mas não ofender cidadãos de bem, nem tampouco citar nomes e se esconder atrás de nomes fictícios. No que concerne ao Sr. Mariano, o qual não tenho a infelicidade de conhece-lo, quero lhes dizer que agir de forma agressiva, abusiva e questionar um trabalho que esta sendo feito pela comunidade obidense, é característicos de pessoas que não amam nossa terra, e que certamente estão levando para o lado politico partidário. Quando a coluna que uso em minha casa, não tenho a obrigação e nem o dever de pedir opinião para ninguém, portanto, respeite o meu patrimônio. E na realidade não sei porque estou prestando estes esclarecimentos, o que vocês querem é ibop, e eu tenho muito o que fazer, porém vou levar para a sala de aula para que meus alunos possam ver quem são realmente os inimigos de Óbidos.

  • Caro Jeso, o senhor me conhece muito bem. todas as vezes que me procurou, demostrei-lhe respeito e cordialidade. Quem não é filho de Óbidos, mas que vem para colaborar, será sempre bem vindo, e terá todo o nosso respeito. Quando ao nascimento do Prefeito ter sido em outro município, não me diz respeito, caso ainda não saiba, fui oposição a ele na campanha passada. Quanto ao senhor Mariano que desrespeitosamente me chamou de Ritler, deveria primeiramente aprender a escrever o nome, pois Hitler se escreve com H. Gostaria de dize-lo que todos são bem vindos a Óbidos, principalmente quando veem bem intencionados, que venham para contribuir. O que vocês fizeram até agora, foi criticar um trabalho que esta sendo realizado pela comunidade obidense, por pessoas que tem amor a Óbidos. Quando a coluna de minha residência, não tenho que lhe dar qualquer satisfação.

    • Caro professor, uma crítica ferrenha, contundente, e até ferina, por que não, é também uma forma de contribuição que leitores, cidadãos dão para o “despertar” daqueles que estão, provisoriamente, no comando das instituições da sociedade. Colocar o dedo na ferida das mazelas sociais, da corrupção, dos desmandos políticos é também, creio piamente, pois, uma forma de se contribuir para o bem-estar social.

  • Que bom quando um analfabeto se faz entender. O nobre professor leu correto(Rither ou Hither) deu no mesmo. Aliás, a língua portuguesa prima pelo entendimento da palavra senhor doutor professor. Parabéns pela sua alfabetização. O senhor come linguiça ou linguça?
    Como sou analfabeto adoro as duas tanto assada como frita.

  • Dedico este vídeo ao vereador Rosinaldo Cardoso:
    https://www.facebook.com/RaiSilvaobd/videos/2040185606307228/

  • Caro Ronaldo e amigos que contribuíram para a pintura Parabéns vcs fizeram o que o povo realmente gostaria pelo menos uma pequena pintura e limpeza da área abandonada o que era dever desses orgáos que só existem pra nada. Quanto a essa guerrinha que fazem esses Zé manés que também não fazem nada mana se fude. ..E tomar no C.

  • Tá zangada bebê. Poxa!!!
    Chupa que é de uva “João” pongó.

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