Justiça acata denúncia do MP, e 11 viram réus por corrupção em Óbidos; veja os nomes, Fórum de Óbidos
Prédio da Justiça em Óbidos

A Justiça em Óbidos, oeste do Pará, acatou denúncia formulada pelo Ministério Público do Pará, e 12 acusados viraram réus no âmbito da operação Candiru. A decisão foi proferida nesta quarta-feira.

A Candiru foi deflagrada em 2014.

De acordo com as investigações, os denunciados faziam parte de uma quadrilha organizada para a prática de crimes do tipo corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional e crime contra ordem tributária.

“Mantenho o recebimento da denúncia por não haver motivos para sua rejeição ou causas de absolvição sumária prevista no artigo 397 do CPP [Código de Processo Penal]”, justificou o juiz Clemilson Salomão de Oliveira, que proferiu a decisão.

Ele marcou para outubro (dia 2) deste ano, “às 15h40”, a audiência de instrução e julgamento do caso.

Os réus são:

— 1. Pedro Leite de Sousa, corrupção ativa;
— Rui Carlos Viana da Costa, corrupção passiva e crime contra ordem tributária;
— Paulo Raimundo Cardoso de Oliveira, corrupção passiva, crime contra ordem tributária e violação de sigilo funcional;
— Emanuel José Fernandes da Silva, corrupção passiva e crime contra ordem tributária;

— 5. José Maria Oliveira do Nascimento, corrupção passiva, crime contra ordem tributária e violação de sigilo funcional
— Claudelina de Aquino Rodrigues, corrupção passiva e crime contra ordem tributária;
— Eustália Ligia Reis de Sousa, corrupção passiva e crime contra ordem tributária;
— Manoel Santos de Sousa, corrupção passiva e crime contra ordem tributária;
— Antônio Oliveira da Cruz, corrupção passiva, crime contra ordem tributária e violação de sigilo funcional.

— 10. Paulo Roberto de Nazareno Barbosa Sotão, corrupção passiva, crime contra ordem tributária e violação de sigilo funcional, e
— Maria Rosineide Florenzano Soares, corrupção passiva e crime contra ordem tributária.

ESQUEMA

Ficou também constatado nas investigações da Polícia Civil do Pará que os acusados forneciam informações sigilosas quanto à movimentação no porto de Óbidos de outros órgãos de fiscalização, como a Polícia Federal e Marinha do Brasil.

Um dos principais beneficiados pelo esquema era o empresário de navegação Pedro Leite de Sousa, preso na operação.

A promotora de justiça Évelin Santos é quem fez a denúncia.

Sobre o caso, leia ainda: Sefa suspende 7 servidores públicos presos na operação Candiru, em Óbidos

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