Oeste do Pará completa 7 anos sem registro de casos da mosca da carambola
Prainha, onde uma ação da Adepará acontece

por Weldon Luciano Gonçalves (*)

O oeste do Pará completou 7 anos sem registro de casos da mosca da carambola. A informação foi confirmada pela Adepará (Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará), que mantém ações frequentes para fazer o levantamento sobre a incidência da praga.

Entre os dias 9 e 13 de dezembro o município de Prainha é o alvo dos trabalhos. O último caso ocorreu em 2012, no distrito de Monte Dourado, município de Almeirim.

 

A Adepará monitora armadilhas espalhadas em pontos estratégicos, serviço que é feito periodicamente. Elas são instaladas em galhos de árvores utilizando feromônio, com o objetivo de capturar os insetos que são analisados pelos técnicos.

As moscas perfuram os frutos para colocar os ovos, formando um orifício. A incidência das larvas pode destruir totalmente a polpa dos frutos, provocando o apodrecimento.

Uma característica bem marcante da dispersão desse inseto é que a praga estabelece-se ao longo das rodovias, onde ocorrem agrupamentos, como vilas, escolas, igrejas, atraídos pelos frutos de jardim, quintais e pequenos pomares.

Amapá: alta incidência

A praga tem incidência nacional e a região oeste do Pará é considerada pela Adepará como uma zona tampão, ou seja, de monitoramento frequente, por estar próximo do estado do Amapá, que tem uma incidência alta de casos.

As ações são realizadas uma vez a cada 15 dias nos municípios de Santarém, Alenquer, Almeirim, Prainha.  

— * É jornalista e editor do site Aldeia News.

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