6 rapidinhas. Jarbas sai da Susipe, o interventor do CRA no Pará, barragens em Juruti e Oriximiná... , barragem da MRN
Barragem da Mineração Rio do Norte, em Porto Trombetas

Jarbas vira secretário extraordinário

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), deslocou o advogado do PV Jarbas Vasconcelos da direção da Susipe e o abrigou em um novo cargo: Secretaria Extraordinária de Estado para Assuntos Penitenciários. Mudança oficializada na sexta-feira (25).

Jarbas - secretário extraordinário

Em Terra Santa, mudança no secretariado

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Natanael Oliveira

Mudança à vista no primeiro escalão do governo Doca Albuquerque (PSD), em Terra Santa, oeste do Pará. Natanael Oliveira deixa o comando da Agência de Desenvolvimento do Empreendedor, que ocupava desde janeiro de 2017. Será substituído por Neto Costa. Natanael vai se dedicar agora exclusivamente ao Instituto N, de sua propriedade e que realiza cursos profissionalizantes, de graduação e pós-graduação em parceria com a Fael (Faculdade Educacional da Lapa).


Taxa da Ancine é revogada por Bolsonaro

Alívio para empresas que veiculam propagandas em vídeo na internet (por exemplo, aquelas que são exibidas antes de um vídeo Youtube ou mesmo em sites de notícia). É que elas, que começariam a pagar uma taxa anual para a Ancine, a partir de 1º de janeiro deste ano, a chamada Condecine Título (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional), não vão mais pagar nada. A Ancine revogou dispositivo que incluía essa cobrança. A taxa era de R$ 300,25 (no caso de peças gravadas no Brasil), R$ 1.159,82 (peças gravadas no exterior) e R$ 2.977,51 (peças estrangeiras).


IHGTap discute criação do Museu Amazônico

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Imbiriba

Em curso no IHGTap (Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós) a discussão de uma proposta para a criação do Museu Amazônico em Santarém. O pai da ideia é Sebastião Lalor Imbiriba. Segundo ele, se implementado, o museu se tornará também “um importante atrativo turístico e cultural” da região. Confira neste link a proposta de Imbiriba.


Barragens em Juruti e Oriximiná assombra

A tragédia de Brumadinho, Minas Gerais, trouxe à tona fantasmas de medo adormecidos na região do Baixo Amazonas para possibilidades semelhantes em Juruti (Alcoa) e Oriximiná (MRN), ambos sedes de projetos minerais com enormes barragens. Na área de exploração de bauxita da MRN, por exemplo, há 25 barragens. A mineradora é a 4ª em número de barragens no país. Em Juruti, são pelo menos 4, segundo números do Cadastro Nacional de Barragens de Mineração.

barragem MRN
Uma das barragens da MRN, em Porto Trombetas, Oriximiná

CRA do Pará sob intervenção federal

Almir Pacheco dos Santos foi escalado pelo Conselho Federal de Administração para o cargo de interventor do CRA (Conselho Regional de Administração) no Pará, cujas eleições e resultado foram canceladas por fraude. A intervenção foi oficializada na quarta-feira (23). E tem prazo para se prolongar até 31 de agosto deste ano. Outros membros da junta interventora são Francisco Rogério Cristino e Marcos Kalebe Maia da Costa, ambos no cargo de membros.


CONTRAPONTO

Em nota ao blog, a Alcoa lembra que as barragens que a empresa possui no país “não têm similaridade em termos de engenharia e conteúdo com a barragem de ferro de Minas Gerais” construídas pela Vale.

“A Alcoa tem operações nos Estados do Para, Maranhão e Minas Gerais. A empresa é comprometida com saúde, segurança e o meio ambiente e opera dentro dos mais altos padrões internacionais.

Trabalhamos próximos às várias agências ambientais e regulatórias, incluindo a Agência Nacional de Mineração (ANM) e Secretarias do Meio Ambiente nos Estados onde operamos para garantir excelência operacional e evitar riscos.

A Lagoa de Rejeitos e Área de Resíduo de Bauxita, que são usadas pela Alcoa no Brasil, não têm similaridade em termos de engenharia e conteúdo com a barragem de ferro de Minas Gerais, operada por outra empresa. Nossos pensamentos e preces estão com as famílias das vítimas e suas famílias.
No Pará, a Alcoa opera o Sistema de Lagoa de Rejeitos.

Em termos estruturais, o sistema é considerado de baixo risco, de acordo com a classificação da Agência Nacional de Mineração (ANM). O material das lagoas é classificado como inerte e não perigoso (classe IIB), de acordo com o padrão (NBR 10.004) da Agência Brasileira de Normas Técnicas. A argila bauxítica apresenta as mesmas características encontradas naturalmente no solo da região.”


PS.: Atualizado às 09h do dia 28/01/2019, para inclusão do contraponto da Alcoa sobre as suas barragens em Juruti.

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3 Comentários em: 6 rapidinhas. Jarbas sai da Susipe, o interventor do CRA no Pará, barragens em Juruti e Oriximiná…

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