Prainha, Terra Santa, Juruti, Óbidos, Belterra e Monte Alegre em 6 notas curtas
Praça principal de Monte Alegre, oeste do Pará

Prainha. Fardo pesado do cimento

A doação de sacos de cimento, proposta pelo prefeito Davi Xavier (MDB), para operações tapa-buraco na área urbana da cidade, também ‘alvejou’ os secretários municipais de Prainha. Para eles, o fardo da doação é mais pesado: no mínimo 10 sacos. O emedebista é potencial candidato à reeleição no próximo ano.


Belterra. Garimpo da Perfuga

A gestão do prefeito Dr. Macedo (DEM) não economizou nenhum centavo nos negócios fechados com dois empresários encrencados até a medula com a Perfuga: Westerley Oliveira, que está foragido e era sócio de uma penca de empresas, e Paulo Alvarenga, alvo da mais recente fase da operação.

 

Óbidos. Trator no ex-prefeito

A bancada governista na Câmara de Óbidos alinhou uma nova artimanha para barrar a candidatura a prefeito em 2020 de Jaime Silva (MDB): reprovação de todas – absolutamente todas – as prestações de contas do ex-prefeito que o TCM enviou para Casa. A estratégia, alinhada com prefeito Chico Alfaia (PL), é passar o trator em todas — ainda que elas tenham parecer técnico do tribunal pela aprovação.


Juruti. Projetos em cova rasa

Um a um os projetos sociais e econômicos que a Acojurve tocava em Juruti Velho estão sendo enterrados em cova rasa pela entidade. Os de criação de peixe e galinha, por exemplo, foram extintos. Na sua campanha à reeleição, Gerdeonor Santos prometeu reativá-los. Foi reeleito e até agora nada.


Terra Santa. Dupla absolvição

O atual vice-presidente do PSDB, Natanael Oliveira, obteve estrondosa vitória em 2 processos em que ele foi acusado por supostas práticas ilegais no exercício de cargo público. Neste link, a sentença de absolvição da Justiça do Amazonas que se refere a fato quando ele exerceu o cargo de diretor do hospital de Terra Santa. Neste outro link, a absolvição da Justiça Federal em Santarém por suposto crime ambiental, quando exerceu o cargo de nº 1 da Semma.

 

Monte Alegre. Fiasco de arrecadação

Só 3,3% da receita total do município de Monte Alegre é fruto de arrecadação própria. O tributo que mais contribui para esse montante é o ISS, com 34,8%. O IPTU, que poderia ser uma boa fonte de receita, é de pouco mais de 4,5 da receita própria. Monte Alegre tem quase 60 mil habitantes, de acordo com estimativa de 2019 do IBGE.

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