Da líder indígena Iza Tapuia, sobre o post Antropólogo é expulso da ABA:
É fácil bater nos mais fracos. Se ele quer atingir a Funai, os antropólogos, o governo e a ABA, por que ele não faz isso diretamente? Por que ele tenta atingir essas grandes instituições acabando com os direitos elementares dos povos indígenas?
A demarcação das terras é um direito dos povos indígenas e um dever do Estado. É a reparação mínima da dívida histórica que o Estado contraiu com os nossos antepassados, que viviam aqui antes da formação do Estado Nação.
Que ele [Edward Luz] crie suas desavenças e alimente suas arengas. Mas não use os direitos indígenas. Que eu saiba, ele é evangélico e isso não significa ser Deus. Quem foi que disse que ele tá com a verdade? Quer dizer que as centenas de antropólogos não prestam? Existe apenas um que presta? Um que faz a coisa certa?
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Se o que ele alega estar denunciando é verdade e, segundo ele, uma prática corrente, por que somente agora ele decide fazer a tal denúncia?
Não interessa os problemas que ele tem com a Funai e todos os desmandos lá existentes, o que nos incomoda é ele vir querer atingir essas instituições contestando os laudos antropológicos, um procedimento administrativo que garante os direitos consuetudinários e constitucionais dos povos indígenas. Ele quer curar a doença, matando o doente.
Vamos ver como ele se comporta em um cenário onde exista arbitragem, ou seja, onde as várias vozes podem ser escutadas e se possa debater de fato.
anomimo!!!! Só o fato de ser anônimo você deve ser FILHO DE CHOCADEIRA . Sem comentários para pessoas anonimas como você que não significam muito para a sociedade. abrem a boca só para falar besteiras.
Todos nós descendemos do “Homo sapiens” ou, quem sabe, do “Homo neanderthalensis”, pessoas selvagens – índios. Será que isso nos credencia a pegar benefícios como índios?
Iza, parabéns pelo seu texto!
Diz que o orientador do Pastortropólogo é o Inácio Régis. Vou alí tomar um tarubá e já volto.
Tô achando que o Pastortropológo evangelizou o Celivaldo e o Jeso.
Não posso generalizar, mas os antropologos q conheço e acompanho seu trabalho, não fazem por onde, preferem aderir a tendência e normalmente fazem um trabalho chulo, sem autenticidade e eficiência. Normalmente seguindo orientações de órgãos como FUNAI e INCRA, e o país vai entregando seu território já conquistado aos interesses internacionais, será q isso ocorre em países da Europa ou nos EUA?
Eu posso está equivocado, mas eu não li que o antropólogo Edward Luz quer acabar com direito histórico do indígena brasileiro pela demarcação de sua terra e sim que tem muita coisa errada por detrás desse direito e que tem muita gente que não são indígenas se aproveitando disso.
Nao vejo porque falar de reparação histórica. Os índios aproveitam (e muito bem) o Brasil, coo qualquer cidadão.
E se fosse pra fazer alguma retratação utilizando demarcação geográfica, bastariam poucas terras, pois o que me consta não foram os indios os desbravadores de nosso país.
Indio não quer terra. Quer bolsa-cacique e hylux.
E antrpologo apenas alertou o que a grande maioria já sabe. Que muitos desses indio nem existem.
Caros comentaristas, precede de muita leitura, mas muita mesmo, para vir aqui, e tecer comentários que nem sequer tangenciam a verdade que hoje se apresenta pela ciencia, estamos em um momento de novas informações, novas descobertas, saibam que nós deveriamos ser agradecidos de sermos dependentes dos indios que povoaram a amazonia, esta região do globo que é a mais rica, quando os europeus, que se intitulam nobres descendentes do conhecimento, nossos antepassados amerindios, foram mais eficientes que todas as outras gerações, souberam tratar os recursos naturais, em cidades monumentais, como a santarém de mais de 3 mil anos, com uma imensa população e nos deixaram esta paisagem, riqueza no solo e diversas dadivas, de graça, saibamos pelo menos reconhecer essa imensa massa populacional que antecedeu a nossa geração para que tudo hoje fosse como é, saibam respeitar a memória destas pessoas, e queiram pelo menos ser um pouco parecidas e um pouco herdeiras desse DNA nobre. Ter um DNA diferente pra mim é uma vergonha. Sou indio.
Prezado Ameríndio,
Pela forma bossal de apresentar e elencar sua ideologia e pensamento indiocentrista acho que sei quem você é. E vou apostando que seu nome começa com F.
Lamentável que tenha que se esconder atrás de uma codinome para fazer sua propaganda etnocêntrica a ponto de se orgulhar de ter um DNA indígena e se dizer envergonhado de ter um DNA mestiço… Assim você ofende a grande maioria destes leitores, que assim como eu são mestiços e sabemos respeitar afro e índiodescendentes. Respeite mais antropologia rapaz.
Edward M. Luz
Em um debate Iza, ele não é capaz, eu pagaria para ver esse indivíduo em um debate de fato, com arbitragem isenta e outras vozes. Bem que a TV blog poderia promover.
Chico Corrêa
Chico, assim que o senhor Edward Luz pisar em Santarém vou convidá-lo para um debate com a Iza Tapuia, para o TV Blog do Jeso. Obrigado pela excelente pauta. E, desde já, sintam-se convidados Iza e Edward para esse encontro.
Obrigado Chico pela sugestão e o Jeso pela aceitação, vou a essa conversa, mas não é exatamente essa arbitragem a que me refiro..
Prezado Jeso Carneiro
é só marcar a hora, o local e a razão… e eu estarei lá.
Estarei lá com o maior satisfação e responsabilidade para poder responder vossas dúvidas, dirimir questionamentos e esclarecer melhor minhas posições acerca dos direitos das sociedades indígenas assegurados pela Constituição e a forma desastrosa, trágica e desavergonhada como muita gente está tirando proveito disso no Brasil, na Bahia, no Amazonas, no Pará e no Baixo Tapajós.
Sempre afirmei e repito: nunca fui contrário às demarcações de Terras Indígenas no Brasil. Muito pelo contrário, atuei em 8 demarcações no estado do Amazonas obedecendo a risca a constituição, a Portaria 14 e o Decreto 1775/1996.
Nunca desrespeitei ninguém, nem desmereci a dignidade de qualquer ser humano, seja ele indígena, caboclo mestiço amazônico, afrodescendente ou caucasiano. Trato todos os seres humanos com o mesmo respeito e dignidade que tenho por mim mesmo.
Mas, lamentavelmente, venho me deparando desde 2006 um crescimento absurdo de casos de corrupção em processos demarcatórios de terras indígenas que me revelaram um total descontrole por parte do órgão indigenista.
Nunca foi meu objetivo acabar com os direitos históricos dos indígenas brasileiros ou prejudicar os processos demarcatórios de suas terras. Muito pelo contrário, estou lutando para aprimorar e fortalecer o processo demarcatório contribuindo com minhas críticas para que ele assim ressurja da lama em que se encontra, restaurado em sua credibilidade que um dia já teve e possuiu. Não conheço um brasileiro que não tenha muitas dúvidas acerca da legitimidade e credibilidade das demarcações de terras indígenas. Tais dúvidas e questionamentos se avolumam a ponto de puxar todo processo para o fundo do poço sendo questionado por todos os setores da sociedade brasileira.
Por isto mesmo, estou sim denunciando que existe sim muita corrupção, muito desvio de conduta, e muita coisa errada por detrás desse direito pétreo que estão abusando e que lamentavelmente, encontrei e tenho identificado em vários estados do Brasil, indivíduos, comunidades e muita gente que não possuem quaisquer elementos necessários e suficientes para a construção de uma identidade indígena tentando de alguma forma ganhar proveito e se aproveitando de alguma forma desta situação.
À despeito da raiva e do ódio levantado pelos líderes dos movimentos indígenas, faço isto para o bem das sociedades indígenas, pela renovação da FUNAI e pela renovação da antropologia brasileira que se encontra agora absolutamente comprometida até o pescoço, e completamente de joelhos, submissa aos ditames e interesses do movimento indígena organizado, das ONGs inter/nacionais e do capital estrangeiro, cumprindo-lhes completamente seus desejos e vontades.
Infelizmente eu pareço ser ainda um dos únicos profissionais sérios a denunciar tal estado corrompido de coisas.
Aos que estão pensando em me processar e me levar a juízo, só deixo três pergunta para reflexão:
– Será que eu seria irresponsável e leviano o suficiente para fazer denúncias desta gravidade sem evidências ou provas para sustentar o que falo?
– Será que eu insistiria a fazer estas denúncias públicas sem ter como sustentá-las?
– Que motivos de ganhos pessoais eu teria em expor tais denúncias sobre o desempenho da FUNAI nos processos demarcatórios ?
Só o tempo e o julgamento da opinião pública e do dirá quem tem razão.
Vamos aguardar e agir respeitosamente até lá…
Atenciosamente Edward M. Luz. Antropólogo
Esse Antropólogo deve está é certo e estar incomodando essa raça preguiçosa do PT. Por exemplo, a Iza Tapuia nunca foi india só tem os traços indigenas como grande parte da população amazônida.
Anonimo estude mais sobre a sua origem, que é nobre, os traços indigenas são caracteristicas herdadas de nossos antepassados, procure se aprofundar mais em conhecimento prático, sem armas e sem defensas, procure ser um conhecedor e não um propalador de palavras soltas, use seu nome e brade em voz alta suas ideias, assim que construimos um bom debate.
Jeso é possível saber quem é essa figura? Terei a maior satisfação de saber quem é, quero conversar com ele ou ela sendo arbitrado pelo Ministério Público Federal.
Eu também acho que vou procurar minha origem indígina, mesmo que tenha chegar aos homens da caverna e pedir para demarcarem toda a África, para essa raça.
A lei só se torna eficaz quando o Direito é reivindicado e o individuo se torna cidadão quando reage frente às injustiças. Levante esse seu traseiro gordo do sofá e vá reivindicar sua África.