Turismo em Santarém e o pesadelo

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De Portugal, a santarena Kátia Maciel comenta o artigo Caboclo, sim, com muito orgulho!, da lavra de Helvecio Santos:

Sou cabocla, filha de Santarém – e Pantera graças a Deus 🙂 – e subscrevo na íntegra o seu texto. Sou formada em Turismo, trabalhei muitos anos na área e uma das minhas grandes questões era: como divulgar um produto que não existia?

É claro que a beleza da nossa terra é inquestionável, mas ela sozinha não forma nenhum produto de qualidade. Turismo é uma soma de atrativos, infraestrutura e acesso. Hoje moro em Portugal e quando falo, com orgulho, que sou de Santarém, do Tapajós, da Amazônia, todo mundo arregala os olhos e diz que era um sonho conhecer a minha terra!

Terminal e o navio. Foto: Emanuel Júlio Leite
Navio de turistas cruza o rio Tapajós em frente a Santarém. Foto: Emanuel Júlio Leite

Mas o sonho não pode se tornar um pesadelo! Tem que se investir em infraestrutura! E quando digo infraestrutura, não digo que seja só para receber os turistas, a infraestrutura tem que ser para a cidade e para os cidadãos…sejam eles residentes ou visitantes!

Quando a gente passa um tempo fora, é normal haver comparações. Não porque ficamos “bestas”, mas só porque queremos o melhor para a terra que amamos! Os bons exemplos são para serem seguidos e não podemos nos acomodar com as coisas menos boas!

Saneamento básico, infraestrutra decente, saúde, etc. não devem ser considerados artigos de luxo, devem sim ser um direito que todo cidadão tem para viver com qualidade!

Obrigada pela sua “insistência”!!! A luta deve continuar!


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33 Responses to Turismo em Santarém e o pesadelo

  • when the mocorongos understand english i will give the notice about the research !!!!!!

    1. O coisinha chata é você!

      Imagino que voce deva ser daquelas pessoas afetadas, que jogam a cabeça pro lado achando que tem cabelo, bate a mão na perna e se expressa “Meu bem”, nunca saiu de sua cidade. Não entende do que fala, gosta de dar pinta no shopping e baba quando ver uma calça de marca cintura baixa.

      Uma das maiores diversidade biológica se encontra em área de várzea. É o que o mundo hoje valoriza(ecologicamente falando). Só os culturalmente providos e cientificamente privilegiados podem enterder.
      Isso não é pra você, volta pro pequeno principe.

  • um dos piores serviços de garçom e em santarem ,eu ja andei neste brasil todo poço afirmar isto!

  • ei nersinho da capetinga da várzea !!! 90% os posts falando mal da várzea city são colocados pelos próprios mocrongos !!! falam mal da própria mãe meu !!! que por sinal é um pecado imperdoável !!! se os prórprios mocorongos falam mal da sua cidade imagine os de fora !!! seria bom se fose divulgad uma pesquisa qualitativa feita sobre o garu de stisfação feita pelos turista nacionais e internacionais que tiveram a infelicidade de conhecer esse lugar no fim do mundo !! o resultado é pra lá de desabonador !! obs. a pesquisa está escrita em inglês , nem portuuês voce compreende fica difícil entedera o alto indice de rejeição apontado pela mesma !! metropole é outra coisa !!! sorry periférico !!!!

    1. Mostra a pesquisa. Assim vc procura o que fazer ao invés de ficar acessando o tempo todo os blogs da “Várzea”. Náo há o que fazer ai na “metrópole”? Poderia aproveitar o tempo ocioso para freqüentar um curso de língua portuguesa com bastante interpretação de texto para entender e interpretar melhor o que discutimos aqui sobre nossa terra e escrever sem tantos erros de concordância. Qual foi mesmo a escola da “metrópole ” que vc estudou?

      1. Vamos deixar o Jorge “muares” bostejar à vontade!! Ele bosteja, nós solfejamos!!!

        Saudações tapajônicas,

        Nilson Vieira

  • quem atirou a primeira pedra forma vocês mocorongos contra belém que diga-se de passagem acolhe e c ontinua acolhendo mocorongos e gente do muito inteiro com fraternidade e carinho !!! agora foram vocês que se aliaram aos má nauaras e deitaram a falara mal de belém !!! o que faço aqui é defender com unhas e dentes a minha adorada cidade das mangueiras que aliás já foi cantada em prosa e verso por gente do mais alto calibre e importância como clarice lispector , manuel bandeira, mário e oswaldo de andrade , roberto carlos , jô soares, o finado papa joão paulo II, the platters, o imperador hiroito do japão, o principe charles , françois miterrand ( que aliás era louco pela cerpinha e costumava encomendá-la sempre por algum amigo brasileiro ) nosso senhor jesus cristo, a virgem de nazaré etc… etc.. etc.. pô a lista é enorme de celebridades e gente comum que fica maluco por esta cidade quando a conhece !!! não é a toa que se diz que quando se diz ^que quem foi ao pará e parou e tomou açaui ficou é a mais pura verdade !!! aliás falta acrescentar mais um nessa lista o genial ator tarciso meira que é louco por belém e por açai tanto ele quanto a glória menezes glória perez … a opinião tacanha medíocre de caboco e caboca da várzea não nos atinge !!! belém é grande demais !!! linda demais para se importar com essas opiniões de liliputianos do baixo amazonas !!! metópole é outra coisa, sorry periferia !!!!!

    1. Ainda assim é uma cidade que vive atolada na violência e na merda!!! Macaco tem que olhar para seu próprio rabo, antes de falar dos outros. E outra coisa, não é nos desqualificando que conseguirás nos fazer desistir dos nossos sonhos de liberdade e progresso, coisas que gente de mente tacanha, como a tua, insistem em negar para todos nós, santarenos ou não, que habitam essa esquecida região oeste “disso” que vocês consideram uma nação chamada Pará.
      E agora, para encerrar essa discussão inútil: por que não ocupas teu tempo colocando mais plumas e paetês naquela máscara carnavalesca de “gazela” enlouquecida, que costumas usar, como naquela foto que postaste em uma rede social?

      Saudações Tapajônicas,

      Nilson Vieira

  • Creio que temos bons atrativos para sermos um destino turistico, porem, a primeira regra esta sendo ignorada que e o prazer e orgulho de seus habitantes. Falta o poder publico trabalhar pela cidade como um todo e falta a nos fazermos nossa parte – nao jogar lixo, limpar a frente de casa, arrumar calcadas, etc. Mais importante seria a transparencia nas origens e aplicacoes dos recursos do municipio. Um exemplo, gastar 30 milhoes em ampliacao do barbalhao enquanto o esgoto corre a ceu aberto , nao ha banheiro publico decente em alter, a orla nao concluida, sinal de transito que nao funciona, mostra o nivel de nossos politicos e de nos como povo, que aceitamos calados estas burrices.

  • o diabo é que os mocorongos não engolem a surra que levaram no plebiscito até hoje !!!!!

    1. Não “engolimos” nem nunca vamos engolir! Nós estamos falando aqui em desenvolvimento, melhorias, qualidade de vida e com o nosso estado teremos uma chance maior de conquistarmos isso tudo! Por isso, já ao Estado do Tapajós…hoje e sempre! Se você é contra ou não gosta, é direito seu! Mas o objetivo desse post é agregar forças e não criar polêmicas! Críticas são bem-vindas, sempre que forem positivas! E gentileza gera gentileza, portanto agradecemos que mostre alguma, mesmo nas críticas!

      1. Só mais uma observação Jeso, onde digo “críticas…positivas”, entenda-se “construtivas”.

        Obrigada pelo espaço!

  • Katia , lendo as suas escritas , acrescento que devem treinar pessoas para a recepcionar as pessoas , que é muito carente em nossa cidade .

    1. Com certeza Aquino! Esse é um dos ponto fulcrais também!
      Saudações tapajônicas!

    2. Concordo Aquino! Esse é um dos pontos fulcrais: recursos humanos qualificados!
      Saudações tapajônicas!

  • com tanta cidade com estrutura turistica de primeiro undo como Belém Rio Belô Fortaleza !!! fazer turismo em várzea city é sinõnimo de mau gosto misturado com masoquismo !!! édgua siri !!! fazer turismo aí nem morto !! e nem de graça !!!!

    1. Idiota, fica com a tua Belém que fede a merda e alaga a cada chuvisco. Não queremos animal da tua espécie por aqui.

    2. Engraçado, o cara mora na Capital Nacional das Favelas, em uma das cidades mais violentas do MUNDO e faz uma campanha sistemática e sórdida contra Santarém.
      Ele não vê as mazelas, muitas, de Belém e arrisco dois motivos para isso: O primeiro é o risco de ser assaltado se meter o nariz na porta da rua, então ele não sai de casa. O segundo, como ao que tudo indica esse rapaz é uma “santa”, tem nojo de pisar na merda que emerge das baixadas, sempre que chove em Belém, ou seja, todo dia.
      Prá finalizar, Jorge Moraes, arruma outro bofe aí na capital do Parazinho, quem sabe assim tu esqueces aquele que te causou tanta desilusão e encheu teu coração de ódio contra Santarém. Quem sabe lá pras bandas do PAAR, onde deves morar, não encontres algum estivador bem fortão para te consolar!!

      Saudações Tapajônicas,

      Nilson Vieira

  • Obrigado, Katia! Gostaria de ter escrito seu texto. Vamos continuar gritando, um dia nossos PREFEITOS ouvirão. Permita-me, se v. mora em Lisboa, peço-lhe dois favores: 1) vá ao Pinóquio, ali na Praça dos Restauradores e coma, por mim, um belíssimo bacalhau; 2) na mesma praça, pegue o funicular e ao final, desça a rua uns 20 metros até à Cervejaria Trindade e aprecie, também por mim, algumas canecas da cerveja da casa com uma cesta de bolinhos de bacalhau. Fico-lhe grato! Ah! Ia esquecendo. V. é irmã do Dr.Aluisio Maciel? TAPAJOARAMENTE AZUL,

    1. Obrigada a você Helvécio (posso tratá-lo assim?). Vamos continuar gritando sim!
      Eu moro (acredite você!) em Santarém, trabalho em Almeirim e passo os fins de semana em Lisboa! Ainda não tive a oportunidade de ir aos lugares que você mecionou, mas assim que tiver oportunidade vou lá conferir! Obrigada pelas dicas e quando vier a Portugal novamente, não esqueça de avisar!
      Não sou irmã do Dr. Aluísio e, para falar a verdade, não sei se qual o parentesco (se houver, deve ser mais distante porque eu desconheço).
      Saudações tapajônicas meu caro e obrigada pela atenção!

      1. Claro que pode e, como dizem os portugueses, com muito gosto. TAPAJOARAMENTE AZUL,

  • É ótimo ler seu comentário.
    Realmente, chegar a Santarém, é triste com um aeroporto que não tem condições alguma.
    O porto a duplicação do píer não passou da fundação e blocos.
    A estrada para Alter do Chão carece de um projeto geométrico e drenagem, eu mesmo me propus a executar a retificação do traçado da via sem cobrar nada deste que o levantamento topográfico fosse executado pela administração pública. Deu em nada…
    Sou cabloco mocorongo, nascido e criado, nossa casa ficava na Rua 24 de Outubro entre a igreja e o colégio São Raimundo, batizado na igreja e com primeira comunhão. Logo torcedor do São Raimundo. Porém quando o São Francisco joga com um externo da cidade quero que vença também.

    1. Obrigado João Guilherme, principalmente por sua torcida pelo meu amado LEÃO. Também moramos na 24, entre Augusto Montenegro e Padre João. Minha família ainda mora aí. Provavelmente nos conhecemos. Fui tricampeão pelo São Fracisco (68/69/70). Saí daí em 1970, mas costumo dizer que sai de Santarém mas Santarém não saiu de dentro de mim. Que fazer! Vamos continuar lutando para um dia termos nossa Santarém dos sonhos. TAPAJOARAMENTE AZUL,

    2. POXA AMIGO GOSTEI DO SEU COMENTARIO… ESPERO UM DIA CONTAR COM SUA BOA VONTADE POIS TENHO UM SONHO.. MUITO REALISTA FAZER VALER NOSSOS DIREITOS E NOSSOS DEVERES E VERDADE A ESTRADA DE ALTER E UMA DROGA… ELA TEM QUE SER TRABALHADA ASSSIM COMO TDS AS NOSSAS RUAS DE NOSSA QUERIDA E AMADA E MUITO SUCATIADA, MALTRATADA SANTAREM DO NOSSOS CORAÇÕES…

      1. Amigo Samuel eu fico grato pelo incentivo.
        No fazer o bem coletivo pode e podem contar comigo, trabalho hoje com a Engenharia por realmente gostar.
        Minha ocupação principal é a sala de aula, principalmente o que gosto é drenagem, geometria de via, e Pavimentação: Laboratório de asfalto. É o meu mundo. Gosto de ver uma cidade com boa calçada ao pedestre, as edificações com recuo e alinhamento.
        Nossa terra tão falada que é querida, porém, esquecida.

    3. Obrigada João Guilherme!
      Então somos muitos cabolclos, nascidos e criados, e com muito amor pela nossa terra!

  • Só não podemos correr o risco de incentivar um turismo de massa que é potencialmente predatório. Deve existir profissionalismo e gestão, para que as belezas não se deteriorem e a população continue pouco beneficiada com a atividade. Vide outros produtos do Pará ( mosqueiro e salinas) que já se deterioraram bastante e a população continua praticamente com os mesmos índices de desenvolvimento humano. O Tapajós deve tratar seus recursos naturais de maneira mais responsável e aprender com os erros do Pará e outros estados.

    1. Me perdoe, Sr. Diogo, mas tanto a Sra. Katia Maciel quanto eu, pensamos antes no residente. O primeiro passo para haver turismo é haver residente satisfeito e feliz com sua cidade. Ela explicita isso, “sejam eles residentes ou visitantes” e eu sugiro ações que serão benefícios à população. É lógico, como o turista é um residente temporário, ele também se beneficiará. No entanto, a população será sempre a maior beneficiada. Tanto com as melhorias quanto com a renda que o turista deixará e a mão de obra que demandará. Não conheço Salinas mas conheço Mosqueiro e este não é parâmetro para nada, há muito tempo. Estive lá por volta de 2005 e sai de lá convencido que o nome era plenamente justificado. Praia suja, esgoto correndo na praia, bares e restaurantee péssimos e, para coroar, moscas, que comentei com o anfitrião, daí vir o nome: Mosqueiro. O verdadeiro turismo beneficia antes do turista, o residente. Não existe turismo predatório. O verdadeiro turista preserva pois ama o que visita, objeto de sua curiosidade. O que é predatório é a invasão desordenada e isso não é turismo. TAPAJOARAMENTE AZUL,

      1. Qualquer vertente do turismo hoje em dia, e principalmente o turismo associado ao meio ambiente, muitas vezes chamado de ecoturismo, deve ter a visão de sustentabilidade como base, senão o produto rapidamente se esgota ou, em outras palavras, a fonte seca!
        Uma cidade só pode receber bem, se tratar bem os próprios habitantes. E isso implica cuidar bem da nossa casa, da nossa cidade, do nosso meio. Uma coisa leva à outra e a educação tem papel fundamental nisso!
        Saudações tapajônicas!

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