Jornalista e servidor público, Jota Ninos comenta o post Cinquentona:
Fui estudante do Álvaro Adolfo da Silveira de 1979 a 1981, quando deveria ter concluído o então chamado 2º grau. Acabei abandonando no último ano por conta de decisões não tão acertadas e só concluí anos depois.
Era a escola pública mais respeitada da cidade, à minha época. Estudar lá era motivo de orgulho. Lá convivi com pessoas que me ajudaram no processo de amadurecimento, em minha fase adolescente.
Tive colegas de aula como o Lucivaldo, mais conhecido como “Baixinho da Vivenda”, que infelizmente já faleceu. E professores como Donaldo Pedroso, Ivan Sadeck, Camargo, Capitão Batista e muitos outros. À minha época a diretora era a sempre afável professora Nely Serique.
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Parabéns aos que ainda estudam neste colégio e a todos o que por lá passaram e passarão.
Entretanto, é triste ver que nos últimos anos, o Álvaro Adolfo vem amargando um certo abandono, que o tirou da elite dos colégios públicos com altos índices de excelência, como se pode notar nos resultados do Enem.
Estudei no Álvaro Adolfo, de 1971 a 1973, quando concluí o 2º grau. Já em Janeiro de 1974 fui para Brasília/DF, e hoje moro em Belém/PA. Tudo o que lá aprendi me tem sido útil, e sempre serei grata a meus professores que lá labutavam com esmero e dedicação.
Aproveito para dar os parabéns pelo post também…
Passando para conhecer o blog, muito bom!
Também fui aluno do Álvaro Adolfo. Conheço a atual Diretora e sei de todo o esforço dela para manter um Colégio tão grande. Entretanto, o problema do Álvaro Adolfo não é um caso isolado, mas mais um exemplo da falta da presença do Estado (governo) em um Estado tão grande (geográfico).
Todos os colégios do estado, com pouquíssimas exceções estão passando por esse processo de sucateamento.
É humanamente impossível para os diretores de hoje manter os colégios sem recursos, muito mais difícil, ainda, quando esses colégios são do porte do nosso querido Álvaro Adolfo.
Só fiz esse comentário, pois muitas vezes as pessoas mais desavisadas ao lerem um post com as palavras que você colocou, não explicitando de quem é a culpa pelo abandono, podem pensar que o descaso é dos gestores locais. Abandono sim, mas do Estado ausente no Estado carente.
Também fui aluno do Álvaro Adolfo. Conheço a atual Diretora e sei de todo o esforço q