Programada para amanhã (27), às 8h, a 2ª carreata do “sim” em Belém mudou de lugar de concentração.
Ela não será mais na avenida Almirante Barroso com Perebebui, como estava previsto. Mas sim na Aldeia Amazônica, na Pedro Miranda, bairro da Pedreira.
O dia (neste domingo, 27) e o horário (às 8h) permanecem inalterados.
Depois disso, passei a ODIAR BELÉM com todas minhas forças!
Povo egoísta!!!
vocês vão ver só!!!
Nós queremos o direito de ter desenvolvimento em nossas cidades!!!
VOTE SIM e vamos dar um fim nessa vida boa do povo de Belém!
FORAAAAAA BELÉM!
SIM 77 – Santarém, a capital do Tapajós!
Plebiscito no Pará
Está em pleno andamento a campanha do plebiscito sobre a divisão do Pará em dois novos estados. Marcado para o dia 11 de dezembro, nele a população paraense vai dizer se concorda com a criação dos estados de Tapajós e Carajás.
A decisão será tomada pelo conjunto do eleitorado do estado, algo que não tinha sido definido pelo Supremo Tribunal Federal quando o projeto de lei sobre o assunto começou a tramitar. Foi em agosto último que o ponto foi esclarecido.
A dúvida estava na interpretação do significado do conceito constitucional de “população diretamente interessada”, a que deve ser ouvida nas consultas sobre o desmembramento, a incorporação ou a subdivisão de estados, para se anexarem a outros ou formarem novos.
Para uns, seria apenas a que reside no território imediatamente afetado. Para outros, todo o universo dos eleitores do estado teria que ser ouvido. Quase unanimemente, os ministros do STF ficaram com o segundo entendimento.
A decisão do Supremo faz todo sentido, mas foi recebida com tristeza pelos defensores da proposta. Temiam que os votos dos moradores do que vem sendo chamado Novo Pará – a área que remanesceria do atual estado e que inclui Belém e sua área metropolitana – inviabilizassem a mudança.
Tinham razão, pois essa era a situação de opinião que existia quando começou, na televisão e no rádio, semana passada, a campanha das duas frentes – a do “Sim”, favorável à divisão, e a do “Não”, contrária. De acordo com as pesquisas disponíveis, a maioria da população paraense pretendia votar “não”.
Era pequena a vantagem do “não” e, como acontece nas eleições onde só existem duas possibilidades de voto, instável. Se apenas 8% dos eleitores mudassem do “não” para o “sim”, os novos estados seriam criados.
O plebiscito paraense é relevante para a “população diretamente interessada”, mas não só para ela. Ele permite uma reflexão sobre o funcionamento de nossa democracia, assim como a respeito de alguns preconceitos e incompreensões sobre a atividade política e o sistema de representação.
Se o conjunto da população do Pará é contra a criação dos novos estados, em Carajás e em Tapajós ela é quase totalmente a favor. Embora as pesquisas variem, o apoio é da ordem de 80%, em proporções basicamente iguais nas duas áreas.
Quando se pergunta o porquê desse maciço desejo de emancipação, as respostas revelam um forte sentimento de abandono e descaso. Quem vive nos municípios que fariam parte dos novos estados não se sente representado através do establishment sediado em Belém.
Tampouco possui vínculos fortes com a cultura e as tradições do Pará. Fruto da migração, parte expressiva da população dessas regiões não compartilha uma identidade paraense profunda.
Em Belém e onde seria o “Novo” Pará, a principal objeção é pragmática: a arrecadação cairia e o governo teria menos recursos para investir em obras e ações que beneficiassem seus habitantes. Ou seja: indiretamente, dá-se razão aos que lutam pelos novos estados.
Com as enormes mudanças demográficas das últimas décadas, o Brasil de hoje nem sempre cabe nas fronteiras de nossa divisão geopolítica tradicional. Particularmente na Amazônia e no Centro-Oeste, faz pouco sentido querer que a maioria da população atual de algumas regiões pense com os modelos antigos.
Sem contar a transformação de Territórios Federais, foram criados, sem participação popular, de 1974 para cá, dois novos estados (na verdade, três, pois houve, também, a fusão do antigo estado do Rio de Janeiro com a Guanabara, dando origem ao atual estado do Rio de Janeiro).
Em 1977, o Mato Grosso do Sul, por uma Lei Complementar do governo Geisel, e, em 1988, o estado de Tocantins, como disposição transitória da Constituição. Hoje, ninguém discute que essas transformações trouxeram benefícios à população.
Há quem se insurja contra a proposta de criar o Tapajós e Carajás fazendo a conta do custo de instalar e fazer funcionar mais dois governos, duas representações parlamentares, dois judiciários. Mas é um argumento frágil, quase sempre embalado com um sentimento de aversão à política.
O que se ganha em democracia e na possibilidade de melhorar o volume e a qualidade dos serviços públicos compensa (com sobra) o preço que se paga.
Que carreata? Não vi nada, ninguém sabe, ninguém viu!!! Eu vi sim a do “NÃO” desfilando com mais de 1000 carros por Belém. Conta outro papo, mocorongo.
Na edição de hoje do Diário do Pará, Zenaldo Coutinho deixa escapar a verdade: sua luta contra a criação dos novos estados é para impedir a instalação de novas empresas em Santarém e Marabá. Leia e confira. Também demonstra preocupação com o aumento de “gastos” com professores, médicos e policiais nos novos estados.
Parece que a bandidagem de Belém está exaltada… A ignorância não conhece democracia, respeito, tolerância e pensa que direitos só existem pra si. O Pará há muito está separado, seria um alívio não ter mais de ir a Belém para resolver os problemas que só podem ser resolvidos na capital. A interpretação que se pode fazer das manifestações em redes sociais e blogs é que nossa capital é a que tem mais bandidos e ignorantes por metro quadrado, muito embora a maioria seja composta de pessoas de bem e pessoas sensatas e razoáveis.
De qualquer modo, mesmo com a criação de Tapajós, quem não morar na futura capital, terá que se deslocar de sua cidade até a capital para resolver certos problemas que só se resolvem nas capitais… Isso em todas as capitais de todos os estados da federação. Ou no Tapajós toda cidade será capital? Menos, menos, menos…
Vou começar a vaiar desde agora..UUHH..UUHH…UUHH…UUHH….UUHH….UUHH……………………………………………………………………………………………………….
Vocês são masoquistas e querem o Pará como quintal do Brasil.
Apareçam, podem vir que vão ser muito bem recebidos pelo povo de Belém =]
Tiranos são os belenenses.
pesquisa da radio belemfm.com.br.Quatro mil pessoas entrevistadas e o resultado é a favor 72% e contra 27%.A radio é de belém ,e a verdade é que o SIM77 vai ganhar.Mais condições de vida para o nosso povo paraense do Tapajós,do Novo Pará, do Carajás.
Avisa para os separatistas que a Pedreira esta prontinha para recebe-los.
Essa pedreira prova que os belenense são tiranos e ditadores.
Amanha as 8h as 05 GRANDES CARREATAS do NÃO E NÃO NINGUÉM DIVIDE O PARÁ!
1ª Marituba
2ª Ananindeua, concentração: em frente ao Abacatão
3ª Estacionamento do Mangueirão (3.1)
4ª Av. João Paulo II (Antiga Primeira de Dezembro) com DR. Freitas , em frente a escola de educação física (atrás da escola Souza Franco).
5ª Praça Amazonas, concentração: em frente ao Polo Joalheiro.
(3.1) ROTEIRO DA CARREATA QUE SAIRÁ DO ESTACIONAMENTO DO MANGUEIRÃO: ROD. AUGUSTO MONTENEGRO (DIREITA) -> AVENIDA PEDRO ÁLVARES CABRAL (DIREITA) -> AVENIDA DOCA DE SOUZA FRANCO (ESQUERDA) -> Trav. MARECHAL HERMES (ESQUERDA) -> AV. PRESIDENTE VARGAS (ESQUERDA) -> AV. NAZARÉ -> AV. MAGALHÃES BARATA (ESQUERDA) -: AV. ALMIRANTE BARROSO (DIREITA) AV. CIPRIANO SANTOS (ESQUERDA) TV. NINA RIBEIRO (ESQUERDA) AV. CEARÁ AV. ALMIRANTE BARROSO (LARGO DE SÃO BRÁS).
São esperados mais de 1000 Carros.
Se você tiver sua camisa do Pará melhor ainda, se não tiver venha com uma camisa vermelha, o importante e estar todos como um exercito vermelho do NÃO E NÃO.
Vamos lá, convide seus familiares, amigos, vizinhos e vamos dizer todos juntos, Não e Não Ninguém Divide o Pará!!!
NINGUÉM DIVIDE O PARÁ PORQUE QUEREM FAZER DESSE ESTADO, UM ESTADO DE MISÉRIA.
ESTADO DE MISÉRIA QUE QUER QUE SEU POVO SE DANE.
É O CUMULO DO EGOÍSMO.
SERÁ UM CASAMENTO FALIDO.
a terror bicolor e a milícia cabana estará lá para fazer uns “agrados ” na galera do sim !!!!
É só o que vocês sabem fazer levar porrada do Choque e da Rotam, eu já pudi presenciar na Almirante Barroso.
Filme de Beto Brant com Camila Pitanga vence festival espanhol
‘Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios’ foi premiado.
Longa recebeu prêmio máximo do Festival de Cinema de Huelva.
fonte g1
os do sim são tão honestos e democráticos, que queriam fazer o plebiscito apenas no tapajós e carajás, já decidindo de antemão pela vontade dos que moram no que hoje chamam de pará remanescente. a solução não virá com a divisão. os daqui roubarão igualmente os de lá. somente tirando com o voto a esses políticos safados de ambos os lados é que o pará será de fato grande em todos os aspectos. agora cumpade, votar contra esses safados é que são elas. a exemplo temos jader e os que vocês quiserem citar e lembrar pra engrossar a lista. aqui no sudeste é dado como certa a criação de carajás.
Discordo totalmente do senhor, só o SIM tratará desenvolvimento.
SIM AO DESENVOLVIMENTO.
NÃO QUEREMOS MAIS FAZER PARTE DO PARÁ
QUEREMOS O NOSSO ESTADO , O ESTADO DO TAPAJÓS
POR FAVOR NÓS DEIXEM EM PAZ E NÓS DE NOSSA EMANCIPAÇÃO.
Os encomodados que se mudem!
“encomodados” mesmos …. ka ka ka …..