Imagem do dia

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16 Responses to Imagem do dia

  • Pelos comentários aqui postados, vejo a grande quantidade de santarenos que se vêm a Belém para “passar o Círio”. Então… por quê separar?…

  • Será que é por conta da campanha pela divisão do Pará que Nossa Senhora de Nazaré já virou Nossa Senhora da Conceição? Ou a legenda da foto foi só um cochilo depois do pato no tucupi e da maniçoba que neste vai à mesa do Pará inteiro?

  • ACOMPANHEI O CÍRIO COM A CAMISA DO SIM TAPAJÓS 77 E INCLUSIVE FUI COMPRIMENTANDO POR MUITAS PESSOAS FAVORÁVEIS A NOSSA CAUSA.

  • Sou de belém e acompanhei pela net e pelas transmissões na tv as manifestações de fé e devoção a nossa padroeira da Amazonia..coisa linda de se ver e emocionar..Salve N Sra de Nazaré A´todos seu filhos e filhas…amor e paz sempre

  • Não sei definir se essa imagem é um símbolo da riqueza ou da miséria humana. Talvez dos dois!

    1. Um alemão diria “riqueza” se a foto retratasse sua oktoberfest;
      Os espanhóis uma “riqueza”, no caso da corrida de touros de Pamplona;
      Até aquela corrida atrás de um queijo que desce por um desfiladeiro, na Escócia, seria considerada por um escocês uma “riqueza”.
      Mas nós temos que ficar em dúvida se uma manifestação de fé gigantesca como esta, no coração do planeta é “riqueza” ou “miséria”…uma pena.

      1. Muito bem Sr. Francinei. Serei didático recorrendo a um exemplo já alegórico: não era porque a maioria dos alemães apoiava as ideias e o regime nazistas que a minoria que não apoiava estava errada. Do modo como o Sr. fala, dá a entender que se todos pensam assim, é porque deve ser assim; se todos crêem assim, é porque o correto é crer assim; se todos sentem assim, é porque o correto é sentir assim. Mas, infelismente, eu tenho uma notícia ruim para o Sr.: eu não sou massa de manobra e, portanto, não sou obrigado a pensar afinado exclusivamente com as massas, nem a sentir ou crêr de um único modo. Talvez por isso eu seja capaz de enxergar, por tras de um evento destes, a mais elevada nobreza e a mais subterrânea pequenêz humana; sou capaz de enxergar as grandes aspirações e esperanças e o uso destas grandes aspirações e esperanças com o propósito de dominar, manipular e explorar; vejo um povo que busca soluções para os seus problemas, muitas vezes comuns, e a incapacidade deste provo de agir sobre as instituições que realmente podem oferecer soluções para seus problemas; vejo o desejo de liberdade e emancipação e o caminhar para as velhas armadilhas e prisões; a busca de luz e a cegueira da fé, num ritual típico de um modelo religioso colonial, que serve a propósitos econômicos e sociais coloniais, de uma sociedade tipicamente colonial como a nossa. Tudo bem que o Sr. queira enxergar apenas um lado da realidade, mas não me peça que aceite entortar a minha consciência e a minha razão quando elas me dizem muito mais que a simplória demonstração de fé num evento desses.

  • Jeso,

    Também estou estou em Belém e notei a mesma coisa. Aqui eles não perdem a oportunidade de fazer campanha contra.
    Uma observação : a legenda da foto diz Nossa Senhora da Conceição ao invés de Nossa Senhora de Nazaré.

    Abraço

    Tatiane

  • Caro Jeso,
    Estou em Belém de férias e quero manifestar meu descontentamento com uma coisa: não encontrei nada até o momento da campanha do SIM pelo Tapajós em Belém. Nenhum adesivo, camisa, folder, enfim, nada. O que observei aqui é que muitos carros já rodam com adesivos onde constam os seguintes dizeres: “NÃO E NÃO! NINGUÉM DIVIDE O PARÁ. CONTRA A CRIAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS. VOTE 55”
    A campanha do SIM não pode se resumir a Oeste do Pará, pois se assim for, nossa emancipação corre o sério risco de não sair.
    Ainda há tempo da campanha chegar a Belém!
    Abraços!
    Francinei

    1. Francinei,
      Não se preocupe, dependo da classe média belenense, essa campanha do “sim” ficará restrita a meia dúzia de microlomaníacos que bienalmente enganam a maior parte do eleitorado santareno.

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