PSOL realizará seminário sobre os 100 anos da Revolução Russa, 95e30/huch/1046/hg0194

Lênin, um dos principais personagens da Revolução Russa

Neste outubro de 2017, completam-se 100 anos da Revolução Russa, episódio marcante da história contemporânea, quando a classe trabalhadora, organizada em torno do Partido Bolchevique, chegou ao poder, promovendo importantes transformações sociais e alterando a geopolítica do século XX.

Em atenção a essa data histórica, o Partido Socialismo e Liberdade – PSOL realizará em Santarém um seminário para discutir o significado da Revolução Russa e suas lições para as lutas sociais da atualidade.

O seminário 100 anos de Revolução Russa será realizado na próxima quarta-feira, 25, de 8h às 21h, no auditório da Ufopa, campus Amazônia, na Mendonça Furtado.

PROGRAMAÇÃO

8h-12h
Mini-curso: Introdução ao marxismo, por Gilberto Rodrigues (doutor em Educação pela Unicamp, professor da Ufopa)

15h-17h
Mesa de debate: A Revolução Russa e seu significado histórico, com Sandro Leão (Economista, Doutor em Ciências Sociais pela UFRRJ, Professor a Ufopa), Levi Freitas (Historiador, professor da Educação Básica em Santarém).

17h-19h
Exibição do filme “O jovem Marx”

19h-21h
Mesa de debate: A luta pelo socialismo, 100 anos após a Revolução Russa, por Regina Teodósio (Mestre em Serviço Social pela UFPA, Professora do Ceuls/Ulbra e FIT/Unama), Pedro Leal (Doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense – UFF, Professor da Uopa), Maike Vieira (Historiador, mestrando em Ciências da Sociedade na Ufopa).

Inscrições gratuitas, com direito a certificado de 12 horas.

Com informações do PSOL

PSOL realizará seminário sobre os 100 anos da Revolução Russa, 100 anos de Revolução Russa

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4 Comentários em: PSOL realizará seminário sobre os 100 anos da Revolução Russa

  • Que beleza, esse caras vão cultuar os responsáveis pelo maior genocídio da história da humanidade.

  • Não é verdade. Os genocídios do capitalismo são maiores, históricos e permanentes, diários. Sem contar as guerras como a da Síria de um ditador capitalista. A violência urbana e rural, as disputas ideológicas entre fundamentalistas religiosos de direita – e portanto do acúmulo de riquezas, concentração de renda e sociedade de castas e classes, além das mortes por diferenças étnicas e de gênero, a pobreza e miséria do lumpesinato planetário e a fome na África e em quase todas as periferias das grandes metrópoles e cidades maiores da Terra, do mundo capitalista, esse massacre já fez muitos milhões de vítimas a mais do que o socialismo e o comunismo, entre os seres humanos, em qualquer tempo. A luta é pela igualdade contra a desigualdade. Mata muito mais os que se pensam superiores e se fazem armados de tanques e bombas, balas e soldados. Morremos mais os que combatemos com as nossas orações e com as nossas lágrimas; com nenhuma ou brancas e poucas armas; e com os votos que conquistamos, a duras penas, nas eleições esporádicas, nem de todo tão democráticas.

  • Como é possível em uma Academia pertencente e mantida por uma democracia como a nossa abrir espaço para a exaltação de uma cultura assassina e expropriatoria. Joseph Stalin matou 43 milhões de pessoas do seu próprio povo, Mao Tse-Tung matou mais de 60 milhões de chineses, tudo em nome da “revolução”, Mao e Stalin mataram, do próprio povo, sem estarem enganjados em nenhuma guerra, mais do que o dobro de pessoas que morreram durante a Segunda Guerra Mundial, tudo em nome do socialismo. O socialismo não é ideilogia, porque já trocou de ideologia inúmeras vezes, e também não é um regime político, porque não existe liberdade política, assim como o capitalismo não é um regime político. O capitalismo se tornou uma cultura, também, a cultura dos países democráticos e desenvolvidos, onde, entre outras coisas, a liberdade de expressão, política e religiosa são respeitadas, onde o direito a propriedade é garantido, onde a recompensa pessoal vem da oportunidade e não do favor dado pelo estado. É lamentável que uma instituição como a UFOPA não tenha o discernimento preciso para orientar nossos jovens quanto a verdade dos fatos.

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