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Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; a música que ele mais tocava

Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; a música que ele mais tocava

Em 2002, 24 de março, morria em Belém, aos 89 anos, um dos maiores artistas paraenses de todos os tempos, o santareno Wilson Dias da Fonseca, o Maestro Isoca [foto].

Desde sexta-feira, 25, o blog publica curiosidades sobre a vida do músico, compositor autodidata, além de escritor e funcionário público do Banco do Brasil.

Serão 10 no total.

Neste link, a curiosidade nº 1 (a primeira música); neste, a nº 2 (a última música). E nº 3 (as seis músicas mais famosas), aqui.

As curiosidades de nº 4 (hinos para clubes de futebol)  e 5 (Música com gestação mais longa) estão neste link.

Abaixo as curiosidades de nº 6 e 7.

A música que mais tocava:

“Maria das Dores” (1955), valsa dedicada à sua filha que tem esse nome, e atualmente reside em Florianópolis.  Ele também gostava de tocar várias músicas do tempo do cinema mudo, como a do filme “Cantando na chuva”.

A música de maior sucesso:

A música de Maestro Isoca que alcançou mais sucesso foi o bolero “Um Poema de Amor” (1953). Foram realizadas cerca de 30 gravações.
É conhecida no Brasil e no exterior.

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2 respostas a Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; a música que ele mais tocava

  • MARIA DAS DORES
    (Valsa)
    Música: Wilson Fonseca (Santarém-PA, 1955)
    Letra: Vicente Fonseca (Belém-PA, 14.05.2008)

    I
    Maria das Dores
    Vou cantar
    Nesta canção
    A tua valsa
    Só me traz inspiração

    Quanto é belo
    O luar
    Nesta noite
    Estrelada
    De tanto esplendor.

    Filha querida
    Seja lá onde eu estiver
    A serenata
    Mais bonita vou fazer
    Ouve o que diz
    Com razão
    Teu coração
    Está feliz.

    II
    Ao som
    Do meu piano, vou
    Tocando
    A valsa que te dou
    Felicidade é tanta
    Que nem sinto a hora
    Que já se passou
    E quando me dou conta
    Do compasso amigo
    A repetir:
    Agora
    Vou dançar
    Sim
    Ao som do violão
    Que bom
    No acorde da canção
    Quero te dizer
    Deste infinito
    Em si bemol
    Vim compor
    Como sempre
    O amor.

    _______________________

    Interpretação: Wilson Fonseca, ao piano.

    Gravação inédita.

    Em 22 de agosto de 1995, na véspera do Concerto em sua homenagem (“Hino a Santarém”), no Teatro “Margarida Schivasappa” (Centur), em Belém (PA), sob os auspícios da Secretaria Estadual da Cultura (Governo do Estado do Pará), em comemoração ao transcurso do 75º aniversário de vida musical de Wilson Fonseca, com a participação de diversos cantores e instrumentistas nacionais e estrangeiros, que deu origem à gravação do CD da série “Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia” (volume 1), lançado em 1996, pela SECULT/PA, o compositor conversa com seu filho Vicente José Malheiros da Fonseca e executa, ao piano, diversas músicas de sua própria autoria e de José Agostinho da Fonseca, seu pai, tudo registrado por Otto Dreschsler, o mesmo Engenheiro de gravação e edição do CD, naquele mesmo teatro. Essas gravações têm a duração total de 70 minutos, aproximadamente. Na mesma ocasião, Wilson Fonseca tocou várias músicas do tempo do Cinema Mudo, que também foram gravadas, com duração total de 20 minutos, aproximadamente. Essas gravações são históricas e inéditas.

    * Transcrito do livro “A Vida e a Obra de Wilson Fonseca (Maestro Isoca)”, de Vicente José Malheiros da Fonseca – Gráfica do Banco do Brasil (Rio de Janeiro-RJ), 2012. ISBN: 978-85-918752-0-7).

    Confira a letra elaborada por Vicente Malheiros da Fonseca, filho de Wilson Fonseca, para a valsa “Maria das Dores”.

    Vicente Fonseca escreveu também dois arranjos para essa música: Violão Solo (2008) e Quinteto de Cordas e Piano (2005 – Revisão em 2012).

    Ouça música:

    https://soundcloud.com/vicente-malheiros-da-fonseca/maria-das-dores-wilson-fonseca

  • “CANTANDO NA CHUVA”

    Interpretação: Wilson Fonseca, ao piano.

    Em 22 de agosto de 1995, na véspera do Concerto em sua homenagem (“Hino a Santarém”), no Teatro “Margarida Schivasappa” (Centur), em Belém (PA), sob os auspícios da Secretaria Estadual da Cultura (Governo do Estado do Pará), em comemoração ao transcurso do 75º aniversário de vida musical de Wilson Fonseca, com a participação de diversos cantores e instrumentistas nacionais e estrangeiros, que deu origem à gravação do CD da série “Projeto Uirapuru – O Canto da Amazônia” (volume 1), lançado em 1996, pela SECULT/PA, o compositor conversa com seu filho Vicente José Malheiros da Fonseca e executa, ao piano, diversas músicas de sua própria autoria e de José Agostinho da Fonseca, seu pai, tudo registrado por Otto Dreschsler, o mesmo Engenheiro de gravação e edição do CD, naquele mesmo teatro. Essas gravações têm a duração total de 70 minutos, aproximadamente. Na mesma ocasião, Wilson Fonseca tocou várias músicas do tempo do Cinema Mudo, que também foram gravadas, com duração total de 20 minutos, aproximadamente. Essas gravações são históricas e inéditas.

    * Transcrito do livro “A Vida e a Obra de Wilson Fonseca (Maestro Isoca)”, de Vicente José Malheiros da Fonseca – Gráfica do Banco do Brasil (Rio de Janeiro-RJ), 2012. ISBN: 978-85-918752-0-7).

    A música “Cantando na chuva” (Singin’ in the Rain, 1929), tema do filme com o mesmo nome, com a clássica cena de Gene Kelly, é de autoria de Arthur Freed e Nacio Herb Brown.

    Ouça música:

    https://soundcloud.com/vicente-malheiros-da-fonseca/cantando-na-chuva-piano-wilson

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