• “Abre essa maldita porta”, gritou piloto ao copiloto do avião que caiu nos Alpes

    copiloto do avião. copiloto Andreas Lubitz

    O piloto do avião que caiu nos Alpes franceses na última terça-feira (24) — causando a morte de seus 150 ocupantes pediu aos gritos para que o copiloto, que teria derrubado deliberadamente a aeronave, que abrisse “a maldita porta” enquanto tentava arrombá-la, mostraram as gravações da primeira-caixa preta encontrada.

    Quando o copiloto, Andreas Lubitz [foto], 27, já teria acionado o sistema de descida, e os controladores aéreos franceses tinham tentado, às 10h32, contatar sem sucesso o avião, a gravação registra o sinal de alarme automático de perda de altura, revelou neste domingo (29) o jornal alemão “Bild”.

    Imediatamente depois se ouve um forte golpe, como se alguém tentasse abrir com um chute a porta da cabine, e a voz do capitão, Patrick Sondenheimer, gritando: “Pelo amor de Deus, abra a porta!”.

    Ao fundo é possível ouvir os gritos dos passageiros.

    Leia mais em Piloto da Germanwings gritou para copiloto abrir a “maldita porta”; Lubitz sofria de ansiedade.

    Categoria: Acidente, Internacional
  • O patriotismo hipócrita na resistência às hidrelétricas

    Contraponto do engenheiro civil e escritor Ademar Amaral ao artigo Cresce a resistência às hidrelétricas na Amazônia:

    AdemarO mais engraçado, nessas manifestações de patriotismo hipócrita, é que essas mesmas pessoas que se dizem defensoras da natureza, são os mesmos que não sabem passar um diazinho sem luz elétrica, todos os confortos e utilidades que ela nos proporciona.

    Manifestações desse tipo ainda vão aparecer de montão. Afinal, em 2016 vamos ter mais uma eleição e os “amantes da natureza” não perdem nenhuma oportunidade de aparecer, não importando, no fundo, o que defendem e o que condenam.

    Conheço um desses sujeitos, aí mesmo de Santarém, que saía e bradava em todos as passeatas, pedindo que chegasse logo a energia da hidroelétrica de Tucuruí, quando Santarém vivia às escuras e sem energia. Hoje, na comodidade do conforto, esse mesmo sujeitinho continua protestando contra Belo Monte e contra as futuras hidroelétricas do Tapajós.

    Alguém duvida que sem Tucuruí, mesmo com todos os erros cometidos durante a construção, viveríamos num inferno de Dante?

    Leia Mais…

    Categoria: Comentários
  • Com um pé no PMDB

    Jaime SilvaDeu no Tapajós Agora, edição 43, nas bancas desde ontem (28):

    Jaime Silva [foto], ex-prefeito de Óbidos, ainda não decidiu qual partido vai se filiar para disputar a eleição de 2016.

    O PMDB é o favorito para abrigá-lo.

    Ele acredita que a sua atual inelegibilidade vai cair no plenário do TCU.

    Leia também:
    Vídeo. Prefeito rebate críticas e enumera ações de seu governo.

    Categoria: Óbidos
  • Frase (para qualquer) dia

    Bob Marley

    aspasNinguém pode voltar no tempo e fazer um novo começo.Mas podemos começar agora e fazer um novo fim!”

    Bob Marley, cantor e compositor jamaicano.

    Categoria: Memória
  • Olhar da leitora

    Foto: Margarida Dias
    olhar da leitora.Foto: margarida diasDa série “Varal”: o dia seguinte do 7 a 1

    Veja também dessa série:
    Fashion Índigena, de Ândre Colares.
    Sobre a grama, de Dariana Costa.
    Roupas dependuradas na várzea, de Ádrio Denner.
    Roupas íntimas, de Margarida Dias.

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    Participe você também dessa série. Mande para o blog fotografias retratando varais. E-mail: jesocarneiro@gmail.com

    Categoria: Arte
  • Processo do mensalão tucano “não pega”

    Do jornalista Frederico Vasconcelos, hoje (28) na Folha de S. Paulo:

    mensalão tucanoUm ano depois de o Supremo Tribunal Federal determinar que o processo do mensalão tucano contra o ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB) deveria ser julgado na primeira instância da Justiça em Minas Gerais, nada foi feito para concluir o caso, que se arrasta há quase uma década, informa o repórter Paulo Peixoto, da Folha, nesta sexta-feira (27).

    A 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte, onde tramita a ação, está sem juiz, porque a titular se aposentou.

    O processo chegou a Minas pronto para ser julgado. Mas não foi julgado.

    O mensalão tucano veio à tona na mesma época –e com alguns personagens comuns– dos fatos que motivaram o mensalão petista.

    O homem do povo deve imaginar que, assim como as leis, há processos que pegam e processos que não pegam.

    Categoria: Justiça
  • O jovem e a ostentação

    por Márlio Juliano Mota (*)

    marlioOstentação: Ação ou efeito de ostentar; comportamento de quem exibe riquezas ou dotes; exibição de ações ou qualidades: ostentação de si próprio, ostentação de suas qualidades; comporta-se como se vivesse em constante ostentação. Figurado. Riqueza, pompa, fausto, luxo: ostentação de suas riquezas, de seus bens materiais, de suas casas e carros. Do mesmo significado de ostensão. (Etm. do latim: ostentatio, onis).

    Tive que consultar o Aurélio para decifrar ao fundo esse novo vocábulo que tanto gritam ao nosso ouvido, com músicas e estilo de roupas, parece um vírus se espalhando tão rapidamente quanto notícia ruim.

    O seu efeito é devastador, causa impactos na sociedade conservadora, os teóricos os chamam de “novos ricos”, eu os chamo de “idiotas”. Vou explicar com calma nos parágrafos a seguir.

    O modismo sempre esteve presente em distintas épocas da sociedade. O ser humano é influenciável por natureza (influências negativas e positivas), as que mais proliferam são as negativas, talvez pela tendência BAD que acompanha o indivíduo desde os primórdios.

    Os mais jovens são os alvos mais fáceis: a curiosidade e o instinto de ser diferente de tudo e todos deixam entreabertas as janelas do despudor.

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    Categoria: Artigos
  • Frase do dia

    Aécio Neves

    aspas… o ciclo de governo do PT já acabou, para a felicidade dos brasileiros”

    Aécio Neves, senador do PSDB de MG, no Seminário Internacional América Latina: Desafios e Oportunidades, realizado ontem (27), em Lima, no Peru.

    Categoria: Pessoas, Política
  • O passado que demolimos deixa-nos a saudade

    por Sidney Augusto Canto (*)

    Costumo postar, com alguma frequência, diversas fotografias de como era a Santarém do passado. Não qualquer passado, mas um passado até deveras recente pois, as fotos em questão, registram a paisagem de nossa cidade entre os anos de 1889 (bem no final do Império) e a década de 1970. A grande maioria, portanto, mostram a Santarém que existia antes do meu nascimento.

    As fotos que geram maiores comentários (algumas geram boas e, até aqui saudáveis discursões) são aquelas que retratam prédios antigos que já foram demolidos ou totalmente, ou parcialmente descaracterizados com o passar do tempo.

    Por isso mesmo, o “Castelo”, a antiga “Garapeira”, o antigo “Mercado Municipal”, a “Usina de Luz e Força”, o “Theatro Victoria” (nas suas linhas originais), o casario da “Rua do Comércio”, as demais fotos das ruas antigas e estreitas do “Centro da Cidade”, a antiga “Igreja de São Sebastião”, as praias da frente da cidade, o interior da “Catedral”, a antiga “Escadaria da Fortaleza”, enfim…

    O passado que nos colocava como a pomposa, bonita e faceira “metrópole” do Baixo Amazonas, a Capital da foz do Tapajós. Belezas exaltadas em poesias e cantadas nas músicas que nos fazem escorrer os olhos quando longe estamos de nossa terra.

    Santarém - 1953

    Tudo veio ao chão, tudo foi demolido, tudo virou pó, meras lembranças, agora vistas apenas em antigas fotografias. Em benefício de quem? A troco de que?
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    Categoria: Artigos, Memória
  • Itaú é condenado a pagar R$ 20 milhões por dano moral coletivo

    A 3ª Vara Federal do Rio de Janeiro condenou o Itaú Unibanco a pagar indenização de R$ 20 milhões a consumidores de todo o Brasil que tiveram cheques devolvidos por falta de fundos no período de 30 de abril de 2008 a 21 de maio de 2009.

    16670993710_c792dd1287_oO valor da sentença faz parte de uma condenação por dano moral coletivo após os correntistas do banco terem pagado, indevidamente segundo a Justiça, multa por devolução de cheques.

    De acordo com a sentença, a cobrança ilegal das multas por devolução dos cheques rendeu ao banco mais de R$ 64 milhões. A decisão ocorreu após ação civil pública do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ).

    Leia mais em Itaú é condenado a pagar R$ 20 milhões em indenização por dano moral coletivo.

    Categoria: Consumidor, Justiça
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