Pará tem 2,1 milhões de trabalhadores na informalidade, segundo o IBGE
Trabalho informal: sem garantias trabalhistas

2,1 milhões de paraenses estavam na informalidade no 2° trimestre de 2019, valor que manteve estabilidade se comparado aos 2,09 milhões dos primeiros três meses desse ano. Os números são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Esses trabalhadores não recebem benefícios como férias remuneradas, não contribuem para a previdência social e não têm direito a qualquer garantia trabalhista.

 

Os trabalhadores conta própria representavam 35,6% dos trabalhadores no estado do Pará, percentual que coloca esse estado no topo do ranking, superando a proporção desse tipo de trabalhador nos estados do Amapá (35,1%) e Amazonas (34,3%) que ocuparam o segundo e terceiro lugar respectivamente.

No estado, esses trabalhadores eram 1,21 milhões no 2° trimestre, número que expressa estabilidade se comparado aos 1,19 milhões do trimestre anterior.

Taxa de desocupação

Além deste resultado, outro grupo que manteve estabilidade foi o de trabalhadores do setor privado, somando 1,2 milhões no último trimestre.

Acompanhando a estabilidade da taxa de desocupação no estado, 9 dos 10 grupos de atividades do Pará sofreram variações na quantidade de trabalhadores de pouco significado estatístico.

Um desses grupos foi o de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas que contabilizou 762 mil trabalhadores no 2° trimestre de 2019.

O grupamento possui a maior quantidade de trabalhadores do estado e registrou 31 mil novos profissionais se comparado ao 1° trimestre.

 

O grupo de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais registrou estabilidade com 578 mil profissionais no 2° trimestre. Este é o segundo maior grupo do estado se tratando de quantidade de trabalhadores. No 1° trimestre, o grupo registrou 584 mil pessoas ocupadas. 

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura registrou 571 mil trabalhadores no 2° trimestre. O grupo possuía 563 mil no 1° trimestre. Este foi o terceiro maior grupo do estado em quantidade de pessoal.

Já o grupo de construção, foi o único que registrou queda com 234 mil trabalhadores no 2° trimestre. Um valor 10% menor que o resultado o resultado dos primeiros três meses do ano, quando os trabalhadores do setor eram 261 mil.

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