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Instituto Histórico do Pará oficializa hino criado por obidense e santareno

Instituto Histórico do Pará oficializa hino criado por obidense e santareno, Vicente, Anaíza, Célio - IHGPVicente, Anaíza Verrgolino, nº 1 do IHGT, e Célio Simões, no ato da oficialização do hino

De autoria de Célio Simões (letra) e Vicente Fonseca (música), foi oficializado o Hino do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, o IHGP.

O ato de oficialização foi realizado ontem, 3, em Belém, na sessão solene comemorativa aos 116 anos do IHGP.

Leia também – Publicom 2016 registra inscrições e público recorde no Hangar Convenções.

O evento foi realizado na sede da APL (Academia Paraense de Letras).

Na ocasião, o hino foi executado pelo cantor Oséas Dias Duarte Júnior, acompanhado pela professora Joelcilene Aires Miranda, ao piano.

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Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; a música que ele mais tocava

Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; a música que ele mais tocava

Em 2002, 24 de março, morria em Belém, aos 89 anos, um dos maiores artistas paraenses de todos os tempos, o santareno Wilson Dias da Fonseca, o Maestro Isoca [foto].

Desde sexta-feira, 25, o blog publica curiosidades sobre a vida do músico, compositor autodidata, além de escritor e funcionário público do Banco do Brasil.

Serão 10 no total.

Neste link, a curiosidade nº 1 (a primeira música); neste, a nº 2 (a última música). E nº 3 (as seis músicas mais famosas), aqui.

As curiosidades de nº 4 (hinos para clubes de futebol)  e 5 (Música com gestação mais longa) estão neste link.

Abaixo as curiosidades de nº 6 e 7.

A música que mais tocava:

“Maria das Dores” (1955), valsa dedicada à sua filha que tem esse nome, e atualmente reside em Florianópolis.  Ele também gostava de tocar várias músicas do tempo do cinema mudo, como a do filme “Cantando na chuva”.

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Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; os hinos para clubes de futebol

Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; os hinos para clubes de futebolMaestro Isoca e sua musa Rosilda Fonseca

Março de 2002, dia 24, Domingo de Ramos. Morria em Belém, aos 89 anos, um dos maiores artistas paraenses de todos os tempos, o santareno Wilson Dias da Fonseca, também conhecido por Maestro Isoca.

Desde sexta-feira, o blog publica curiosidades sobre a vida do músico, compositor autodidata, além de escritor e funcionário público do Banco do Brasil.

Serão 10 no total.

Neste link, a curiosidade nº 1 (a primeira música); neste, a nº 2 (a última música). E nº 3 (as seis músicas mais famosas), aqui.

Abaixo as curiosidades de nº 4 e 5.

Hinos para clubes de futebol:

O maestro Wilson Fonseca compôs três hinos para agremiações esportivas:
a) “Hino do São Raimundo Esporte Clube”, de Santarém (1969), com letra e música de sua autoria;

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Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; as 6 músicas mais famosas

Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; as 6 músicas mais famosasCasa onde morou o Maestro Isoca em Santarém. Foto – Celivaldo Carneiro

Em março de 2002, dia 24, Domingo de Ramos, morria em Belém um dos maiores artistas paraenses de todos os tempos, o santareno Wilson Dias da Fonseca, o Maestro Isoca.

Ele estava na ocasião com 89 anos.

Desde ontem, 25, o blog publica curiosidades sobre a vida do músico, compositor autodidata, além de escritor e funcionário público do Banco do Brasil.

Neste link, a curiosidade nº 1. E neste, a nº 2.

Abaixo, a nº 3.

As 6 músicas mais famosas:

– Um Poema de Amor (1953), bolero;

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Maestro Wilson Fonseca, 14 anos de morte; a última música

fonsecaIsoca morreu aos 89 anos, em Belém

No dia 24 de março de 2002, num Domingo de Ramos, morria em Belém um dos maiores artistas paraenses de todos os tempos, o maestro santareno Wilson Dias da Fonseca, o Isoca.

Ele estava na ocasião com 89 anos.

Ao longo das próximas 72 horas, o blog irá publicar 10 curiosidades sobre a vida do artista, funcionário público do Banco do Brasil.

Neste link, a curiosidade nº 1.

Abaixo, a nº 2

A última composição:

Foi o arranjo para “Canção de Minha Saudade” (letra: Wilmar Fonseca; e música: Wilson Fonseca – criada em 1949).

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Morte do Maestro Wilson Fonseca completa 14 anos; a 1ª música dele

Morte do Maestro Wilson Fonseca completa 14 anos; a 1ª música deleWilson Fonseca foi funcionário do Banco do Brasil

Em 24 de março de 2002, num Domingo de Ramos, morria em Belém um dos maiores artistas santarenos de todos os tempos, o maestro Wilson Dias da Fonseca, também conhecido como Isoca.

Estava na ocasião com 89 anos.

O enterro do Maestro Isoca foi realizado em Santarém – no cemitério de N. S. dos Mártires.

Ao longo das próximas 72 horas, o blog irá publicar 10 curiosidades sobre a vida do artista, esposo de Rosilda Malheiros, com quem teve 6 filhos, grande parte deles envolvidos com a música.

Eis a primeira:

1ª – A primeira composição

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No Theatro da Paz, oeste do Pará irá fazer show em homenagem aos 400 anos de Belém

Em show no Theatro da Paz, oeste do Pará faz homenagem aos 400 anos de BelémCristina, Eduardo Dias, Maria Lídia, João Otaviano, Nato e Everaldo Filho, as estrelas do show

No ano que Belém comemora 400 anos de fundação, artistas do oeste do Pará irão a capital paraense fazer um tributo à aniversariante mais ilustre de 2016.

Cantores, músicos e intérpretes da região vão subir ao palco do Theatro da Paz no próximo dia 12, para o show “Do Tapajós à Guajará – Homenagem de Santarém aos 400 anos de Belém”.

Leia também – Escritor e poeta, Emir Bemerguy completaria hoje 83 anos.

Nomes como o internacional Sebastião Tapajós, além de vozes apreciadas pelo público que gosta da boa música como Maria Lídia, Eduardo Dias, João Otaviano, Everaldo Martins, Nato Aguiar, Cristina Caetano e Antonio Von, vão participar do show.

Composições como Um poema de amor (Wilson Fonseca), Olho de Boto (Nilson Chaves), Navio Gaiola (Antonio Carlos Maranhão/Sebastião Tapajós), Foi Assim (Ruy Barata/Paulo André Barata) e Dança na mata (Beto Paixão).

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frase do dia

Joelma, cantora paraense

aspasEsse não é o fim, é o começo”

Joelma, cantora paraense nascida em Almeirim, no último show à frente da banda Calypso, ocorrido em Macapá na virada do ano. Agora ela, como o nome Joelma Calypso, e Chimbinha, que formou a banda XCalypso, vão atuar separadamente.

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Marchinha de Carnaval do Pará disputa concurso no Rio

Marchinha de Carnaval

Coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, hoje (21):

Das marchinhas inscritas no tradicional concurso do gênero da Fundição Progresso, no Rio, 13% são sobre assuntos políticos.

De acordo com a organização da competição, a tendência é que o número aumente, já que em “anos de crises políticas” o percentual tende a dobrar. Temas carnavalescos e canções com temática sexual continuam no topo da lista.

O militar José Carlos Filho, de Belém do Pará, por exemplo, inscreveu a música “Os Camundongos”.

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Santarém leva carimbó para Conferência Nacional da Juventude

Tribus Jovens

O coletivo Tribus Jovens, de Santarém, se faz presente na 3ª Conferência Nacional da Juventude, iniciada ontem (16), e que se estenderá até domingo (20).

Em Brasília, local do evento, o coletivo irá apresentar o projeto “Juventude num canto de Carimbó”, no qual destaca a cultura popular, através da dança, como agente de transformação social na vida de jovens brincantes de grupos folclóricos de carimbó em Santarém.

Cássio Leal, Lillian Sousa e Rafaela Rente são os líderes do grupo.

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