Candidato da oposição, Hugo Diniz vence eleição e lidera lista tríplice à reitoria da Ufopa, Hugo e Aldenize, Ufopa

Hugo Diniz e Aldenize Xavier, os mais votados

O doutor em matemática Hugo Diniz, 41 anos, foi o mais votado entre os 5 candidatos a reitor da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), com sede em Santarém.

Ele vai encabeçar a lista tríplice que será encaminhada ao MEC (Ministério da Educação), responsável pela nomeação do novo reitor.

A vitória de Diniz nas urnas se consolidou antes do final da apuração, encerrada somente na noite de ontem, 6.

Com 94% dos votos apurados, a chapa 1 (“Novos Rumos”), de oposição, já comemorava a vitória. Liderava com 27,26% dos votos. A vice de Hugo Diniz é a doutora em geofísica aplicada Aldenize Xavier, 36 anos.

A chapa 2 (Jarsen Guimarães e Celson Lima), também de oposição, ficou em 2º lugar, e em 3º a chapa 5 (Thiago Vieira e Izaura Costa).

A chapa 4 (Anselmo Colares e Waldiney Pires) ficou em 4º lugar, e a chapa 3, dos professores Valdomiro Sousa e Deam Silva, foi a menos votada.

LISTA TRÍPLICE

De acordo com uma resolução aprovada pelo Consun (Conselho Universitário), órgão máximo de consulta e deliberação da Ufopa, a lista tríplice a ser encaminhada pelo MEC será composta pelos nomes do vencedor da eleição, Hugo Diniz, da vice-reitora da chapa 1, Aldenize Xavier, e um terceiro nome a ser apontado por Hugo apenas para constar na lista.

Esse terceiro nome terá que ser professor da Ufopa com título acadêmico de doutorado.

O envio da lista tríplice ao MEC deve ser feito até o dia 29 de janeiro de 2018. Antes de ser encaminhá-la ao MEC, terá que ser homologada pelo Consun.

Caberá ao ministro da Educação escolher qualquer um dos nomes da lista tríplice. Tradicionalmente, porém, é indicado quem encabeça a lista.

O mandato do novo reitor será de de 2018 a 2022.

A posse de Hugo Diniz e Aldenize Xavier está prevista para março do próximo ano.

A comissão eleitoral da Ufopa, de acordo com o cronograma aprovado previamente, tem até hoje, 7, para divulgar o resultado oficial da segunda eleição direta da instituição.

Na primeira, há 4 anos, a oposicionista Raimunda Monteiro venceu do então candidato da situação Aldo Queiroz.

Apuração Ufopa 2017 - reitoria

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6 Comentários em: Candidato da oposição, Hugo Diniz vence eleição e lidera lista tríplice à reitoria da Ufopa

  • Não, Jeso. O procedimento da lista tríplice mudou. Vão nela, o reitor, a vice e um terceiro membro a ser indicado pela chapa vencedora.

  • TCHAU PT, TCHAU FALEIRO , O POÇO SECOU, QUERO VER AONDE VAI PEGAR DINHEIRO PARA FAZER SUA CAMPANHA PARA FEDERAL ANO QUE VEM , SÓ RESTA RECORRER AO GEDENOR EM JURUTI VELHO, POIS LÁ TEM MUITA GRANA GUARDADA DO DESVIO DAS 3 MIL CASAS QUE NÃO FIZERAM DO INCRA

  • Jeso, disseram por aí que a vaga é do Deputado Federal “Chapadinha”.
    Coincidentemente um dia após o resultado da eleição, lá está o Vereador Jardel Guimarães ao lado de Chapadinha na Câmara dos Deputados.
    Diante disto, pergunta-se: será que o Jardel não foi costurar a vaga do irmão no órgão federal!?
    O outro já é diretor do Centro de Triagem Masculino de Santarém…

  • “A posse de Hugo Diniz e Aldenize Xavier está prevista para março do próximo ano.”
    Jeso, o resultado final não garante automaticamente que o vencedor será empossado, tendo em vista que o MEC é quem indicará o novo Reitor, após análise da lista tríplice elaborada pelo Conselho Universitário. Ou seja, até mesmo o terceiro colocado pode ser nomeado Reitor. E foi justamente isso que aconteceu na UFRJ, em 1998, quando o candidato mais votado (Aloísio Teixeira) não tomou posse. Em seu lugar, foi nomeado José Henrique Vilhena, terceiro colocado no pleito.

  • Jeso um acordo não pode ir de encontro com o Decreto Federal 1.916 que regulamenta o processo de escolha dos dirigentes de instituições federais de ensino superior. Lá não deixa dúvidas que a lista tríplice a ser encaminhada ao Presidente da República, deverá constar os nomes dos três candidatos mais votados, facultando ao Chefe do Executivo a escolha de qualquer dos três que compõe a lista, aos moldes do que ocorreu no MPF, onde nem sempre o mais votado é escolhido pelo presidente.

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