Do leitor que se assina Fluvial, sobre o post Barco afunda no Amazonas:
Jeso,
O sistema de fiscalização rodoviária brasileiro, que é considerado deficiente, mesmo assim é milhões de vezes melhor do que o sistema de fiscalização fluvial no Brasil.
No centro sul, as rodovias federais são fiscalizadas pela Polícia Rodoviária Federal, que utiliza recursos como radar, viaturas potentes e novas e até helicópteros.
No sistema de fiscalização fluvial na Amazônia, temos uma Subdelegacia da Capitania dos Portos em Santarém com um número reduzido de homens e recursos outros, e que tem a incumbência de fiscalizar de Terra Santa até Monte Dourado, mas não tem lancha pra fiscalizar os barcos que embarcam o excesso de carga ou passageiros que não puderam embarcar no porto, e o fazem bem ali na vila Arigó.
Muito menos fiscalizar os barcos de passageiros que lotam a tolda dos mesmos, com isopores cheios de peixes em Monte Alegre com destino a Macapá. Somos ou não cidadãos de segunda categoria?
Agora cada subdelegado sai de Santarém com o título de Cidadão de Santarém e comodoro honorário do Iate Clube, pode?