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	Comentários sobre: Código de Obras: exigência inútil	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Jeso Carneiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arquitetura/codigo-de-obras-exigencia-inutil.html#comment-77911</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jeso Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 12:58:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/arquitetura/codigo-de-obras-exigencia-inutil.html#comment-77910&quot;&gt;jronaldodcampos&lt;/a&gt;.

E quem ganha com tudo isso, com esse embate de feras? Todos nós, que ficamos mais sábios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/arquitetura/codigo-de-obras-exigencia-inutil.html#comment-77910">jronaldodcampos</a>.</p>
<p>E quem ganha com tudo isso, com esse embate de feras? Todos nós, que ficamos mais sábios.</p>
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		<title>
		Por: jronaldodcampos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arquitetura/codigo-de-obras-exigencia-inutil.html#comment-77910</link>

		<dc:creator><![CDATA[jronaldodcampos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 12:52:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O bom embate: Ary versus Rubinho, dois excelentes profissionais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O bom embate: Ary versus Rubinho, dois excelentes profissionais.</p>
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		<title>
		Por: Rubem Miranda Chagas Jr.		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arquitetura/codigo-de-obras-exigencia-inutil.html#comment-77909</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rubem Miranda Chagas Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 12:16:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Ary, 

Permita-me discordar de você.

Em primeiro lugar, a exigencia do projeto estrutural para a aprovação da obra é uma tendência mundial, que começa a ser aplicada no Brasil, após frequentes tombamentos de muros de contenção e colapsos de edificações de múltiplos pavimentos, gerando danos materiais e vítimas fatais.

Em vários países, todos os projetos que podem redundar em risco para pessoas, ou são examinados pelos órgãos públicos ou devem submeter-se a uma verificação independente. É inadmissível projetar estruturas sem que seja feita uma verificação formal do projeto. Isto deveria estar regulamentado em leis válidas para todo o território nacional.

Diversas cidades brasileiras, de alguma forma, já contemplam essa exigência em seus códigos de obras e planos diretores, e outras, como Pelotas(RS), já o fazem desde a década de oitenta, algumas até sem nenhuma restrição.

Uma edificação térrea com área a partir de 150 m² teoricamente estará submetida a uma considerável carga distribuída de cobertura, que aliada às ações do vento, necessitará de uma estrutura corretamente dimensionada, eliminando o risco de deformações excessivas (que ultrapassam os limites estabelecidos por norma), ocasionando o surgimento de fissuras, trincas permanentes em alvenarias que ressurgem mesmo após sua recuperação ou até mesmo o colapso da estrutura.

Os erros técnicos que geram desabamentos na construção civil têm três causas básicas:

• Erros de avaliação na escolha do terreno, pela falta de uma sondagem séria que identifique os materiais que compõem o solo (areia, argila, aterros, áreas de turfa).

• Erros de cálculo das fundações, da estrutura, distorções do projeto arquitetônico, etc.

• Erros na execução da obra, resultantes da aplicação de materiais de baixa qualidade ou inadequados. 

Julgo extremamente equivocada sua análise de que tal exigência é inútil e irá onerar o custo de legalização de obras já que é justamente a falta de sondagem do solo, projeto de fundações e projeto estrutural que geram prejuízos financeiros e atrasos na execução, muitas vezes inviabilizando o cronograma inicialmente definido.

O projeto de arquitetura representa 5% do total da obra, o de estrutura, de 2% a 5%, e o de hidráulica e elétrica, 3%, em média. Esses 10% ou 12% acabam gerando uma economia de até 20%. 

Projetos técnicos não são despesas, são investimento e economia.

Apesar de escondidos e indecifráveis para o leigo, erros estruturais e de fundação que você não vê comprometem tudo o que você vê. Os 5% de custo do projeto garantem os 95% posteriores.

Porém, infelizmente, apenas as grandes obras (edifícios, pontes, represas, etc), costumam se beneficiar desse fator, pois a construção de residências e pequenos edifícios muitas vezes é confiada à &quot;experiência&quot; de empreiteiros, pedreiros e leigos e essa experiência, muitas vezes empírica e intuitiva, não faz uso das técnicas corretas.

O uso de técnicas empíricas costuma garantir a &quot;segurança&quot; de uma obra com o uso de material excessivo: ferros em quantidade e bitola exageradas, colunas e vigas superdimensionadas, além de constituírem verdadeiro prejuízo financeiro, concorrem para obras mais demoradas. 

Um projeto estrutural correto garante a total segurança da obra, prevendo uso de materiais de qualidade, quantidade e dimensões adequadas, gerando economia substancial assegurando ao empreendedor da edificação uma otimização do fator custo-benefício por eliminar desperdícios de material e mão de obra, diminuição dos prazos de execução e consequente disponibilização dos benefícios financeiros almejados com a concretização do empreendimento.

Isto tudo constitui a garantia da qualidade, muito bem definida pelas ISO 9000: &quot;Todas as ações planejadas e sistemáticas necessárias para prover a confiança adequada de que um produto ou serviço irá satisfazer os requisitos da qualidade.&quot;

Essa conscientização deve ser promovida com campanhas elucidativas dirigidas à sociedade, ao leigo, que pode terminar sua vida debaixo de uma laje mal dimensionada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ary, </p>
<p>Permita-me discordar de você.</p>
<p>Em primeiro lugar, a exigencia do projeto estrutural para a aprovação da obra é uma tendência mundial, que começa a ser aplicada no Brasil, após frequentes tombamentos de muros de contenção e colapsos de edificações de múltiplos pavimentos, gerando danos materiais e vítimas fatais.</p>
<p>Em vários países, todos os projetos que podem redundar em risco para pessoas, ou são examinados pelos órgãos públicos ou devem submeter-se a uma verificação independente. É inadmissível projetar estruturas sem que seja feita uma verificação formal do projeto. Isto deveria estar regulamentado em leis válidas para todo o território nacional.</p>
<p>Diversas cidades brasileiras, de alguma forma, já contemplam essa exigência em seus códigos de obras e planos diretores, e outras, como Pelotas(RS), já o fazem desde a década de oitenta, algumas até sem nenhuma restrição.</p>
<p>Uma edificação térrea com área a partir de 150 m² teoricamente estará submetida a uma considerável carga distribuída de cobertura, que aliada às ações do vento, necessitará de uma estrutura corretamente dimensionada, eliminando o risco de deformações excessivas (que ultrapassam os limites estabelecidos por norma), ocasionando o surgimento de fissuras, trincas permanentes em alvenarias que ressurgem mesmo após sua recuperação ou até mesmo o colapso da estrutura.</p>
<p>Os erros técnicos que geram desabamentos na construção civil têm três causas básicas:</p>
<p>• Erros de avaliação na escolha do terreno, pela falta de uma sondagem séria que identifique os materiais que compõem o solo (areia, argila, aterros, áreas de turfa).</p>
<p>• Erros de cálculo das fundações, da estrutura, distorções do projeto arquitetônico, etc.</p>
<p>• Erros na execução da obra, resultantes da aplicação de materiais de baixa qualidade ou inadequados. </p>
<p>Julgo extremamente equivocada sua análise de que tal exigência é inútil e irá onerar o custo de legalização de obras já que é justamente a falta de sondagem do solo, projeto de fundações e projeto estrutural que geram prejuízos financeiros e atrasos na execução, muitas vezes inviabilizando o cronograma inicialmente definido.</p>
<p>O projeto de arquitetura representa 5% do total da obra, o de estrutura, de 2% a 5%, e o de hidráulica e elétrica, 3%, em média. Esses 10% ou 12% acabam gerando uma economia de até 20%. </p>
<p>Projetos técnicos não são despesas, são investimento e economia.</p>
<p>Apesar de escondidos e indecifráveis para o leigo, erros estruturais e de fundação que você não vê comprometem tudo o que você vê. Os 5% de custo do projeto garantem os 95% posteriores.</p>
<p>Porém, infelizmente, apenas as grandes obras (edifícios, pontes, represas, etc), costumam se beneficiar desse fator, pois a construção de residências e pequenos edifícios muitas vezes é confiada à &#8220;experiência&#8221; de empreiteiros, pedreiros e leigos e essa experiência, muitas vezes empírica e intuitiva, não faz uso das técnicas corretas.</p>
<p>O uso de técnicas empíricas costuma garantir a &#8220;segurança&#8221; de uma obra com o uso de material excessivo: ferros em quantidade e bitola exageradas, colunas e vigas superdimensionadas, além de constituírem verdadeiro prejuízo financeiro, concorrem para obras mais demoradas. </p>
<p>Um projeto estrutural correto garante a total segurança da obra, prevendo uso de materiais de qualidade, quantidade e dimensões adequadas, gerando economia substancial assegurando ao empreendedor da edificação uma otimização do fator custo-benefício por eliminar desperdícios de material e mão de obra, diminuição dos prazos de execução e consequente disponibilização dos benefícios financeiros almejados com a concretização do empreendimento.</p>
<p>Isto tudo constitui a garantia da qualidade, muito bem definida pelas ISO 9000: &#8220;Todas as ações planejadas e sistemáticas necessárias para prover a confiança adequada de que um produto ou serviço irá satisfazer os requisitos da qualidade.&#8221;</p>
<p>Essa conscientização deve ser promovida com campanhas elucidativas dirigidas à sociedade, ao leigo, que pode terminar sua vida debaixo de uma laje mal dimensionada.</p>
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