Um dos mais influentes integrantes da ALAS (Academia de Letras e Artes de Santarém), o escritor Eriberto Santos começou a fazer campanha para imortalizar o poeta Edwaldo Pangaré Campos (foto).
Há, atualmente, 3 cadeiras vagas na entidade: as que foram de Wilde Fonseca, Eymar Franco e Sebastião Bazinho Sirotheau, todos falecidos esse ano.
Primeiro presidente da ALAS, Eriberto entende que o poeta nascido em Alenquer e que fez de Santarém sua 2ª, digamos, pátria tem quilometragem e qualidade artística que o credenciam a ingressar no panteão dos imortais santarenos.
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Outros dois nomes cogitados para a academia são o do poeta Neucivaldo Moreira e da historiadora Terezinha Amorim.
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