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	Comentários sobre: Festival de Cinema de Alter  do Chão: um começo que não deve ter fim. Por Raimunda Monteiro	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: Paulo Cidmil		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cidmil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 17:25:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[tenho uma avaliação um pouco diferente. Raimunda Monteiro sugere que as universidades sejam o vetor do desenvolvimento de uma industria audiovisual na região,  Só que, universidades, apesar de contribuirem, não inventam artistas, e do ponto de vista formal elas são excludentes à participação dos não acadêmicos.  Para mim, mais que a baixa produção de conteudo por uma suposta baixa qualificação dos agentes produtores o problema crucial para a produção de filmes na região é o acesso aos meios de produção. Cinema custa caro. Mesmo se produzidos nos limitados Smartphones. É preciso transporte é preciso alimentação é preciso hospedagem, é preciso atores, locações, E no caso de vc realizar um fime dentro de seu quarto, é preciso a ferramenta fundamental para que vc tenha um filme com a qualidade necessária para ser competitivo e que atenda aos padrões do mercado exibidor. Vc precisa de um acabamento artesanal de alta tecnologia que são as ilhas de edição de  imagem e som, Isso que irá garantir uma excelente finalização o que inclui uma identidade visual.   Será que as universidades estariam dispostas a abrir a extensão disponibilizando equipamentos e meios  para produções coletivas de acadêmicos e artistas independentes de fora da academia. Como isso iria se hierarquizar dentro das formalidades acadêmicas. Vejo a sugestão de estarem as universidades envolvidas no processo de desenvolvimento do audiovisual regional como algo muito positivo e necessário. Mas como conheço razoavelmente o meio acadêmico, me pergunto como se desatariam os muitos nós que se manifestariam nesse processo, Inclusive os que teriam origem nas disputas políticas internas que habitam o seio acadêmico.
Quanto ao festival de Alter do Chão é preciso uma análise criterioso sobre o seu custo benefício. Tenho como principal critica a ausência de produções inéditas na mostra competitiva, a tímida presença de filmes brasileiros de longa metragem. o foco excessivo em curtas e média metragem de pouca expressão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>tenho uma avaliação um pouco diferente. Raimunda Monteiro sugere que as universidades sejam o vetor do desenvolvimento de uma industria audiovisual na região,  Só que, universidades, apesar de contribuirem, não inventam artistas, e do ponto de vista formal elas são excludentes à participação dos não acadêmicos.  Para mim, mais que a baixa produção de conteudo por uma suposta baixa qualificação dos agentes produtores o problema crucial para a produção de filmes na região é o acesso aos meios de produção. Cinema custa caro. Mesmo se produzidos nos limitados Smartphones. É preciso transporte é preciso alimentação é preciso hospedagem, é preciso atores, locações, E no caso de vc realizar um fime dentro de seu quarto, é preciso a ferramenta fundamental para que vc tenha um filme com a qualidade necessária para ser competitivo e que atenda aos padrões do mercado exibidor. Vc precisa de um acabamento artesanal de alta tecnologia que são as ilhas de edição de  imagem e som, Isso que irá garantir uma excelente finalização o que inclui uma identidade visual.   Será que as universidades estariam dispostas a abrir a extensão disponibilizando equipamentos e meios  para produções coletivas de acadêmicos e artistas independentes de fora da academia. Como isso iria se hierarquizar dentro das formalidades acadêmicas. Vejo a sugestão de estarem as universidades envolvidas no processo de desenvolvimento do audiovisual regional como algo muito positivo e necessário. Mas como conheço razoavelmente o meio acadêmico, me pergunto como se desatariam os muitos nós que se manifestariam nesse processo, Inclusive os que teriam origem nas disputas políticas internas que habitam o seio acadêmico.<br />
Quanto ao festival de Alter do Chão é preciso uma análise criterioso sobre o seu custo benefício. Tenho como principal critica a ausência de produções inéditas na mostra competitiva, a tímida presença de filmes brasileiros de longa metragem. o foco excessivo em curtas e média metragem de pouca expressão</p>
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		<title>
		Por: Raphael Ribeiro		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raphael Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 19:47:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Festival de Cinema de Alter do Chão está inserido num projeto macro de desenvolvimento social por meio da Economia da Cultura. Acredito que em médio prazo iremos ver de perto os resultados desse intensivo trabalho. 
Esse conceito do Festival, como um projeto da Amazônia para o mundo (e não o contrário), é fundamental para a sua sustentabilidade, assim como a  participação coletiva dos povos da Floresta e da cidade e de todos os entusiastas da economia criativa da região. 
Vida longa ao Festival de Cinema e que nos próximos enxerguemos mais ainda a cara da Amazônia nas produções cinematográficas exibidas. 
Festival de Cinema de Alter do Chão, 
Construído por muitas mãos!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival de Cinema de Alter do Chão está inserido num projeto macro de desenvolvimento social por meio da Economia da Cultura. Acredito que em médio prazo iremos ver de perto os resultados desse intensivo trabalho.<br />
Esse conceito do Festival, como um projeto da Amazônia para o mundo (e não o contrário), é fundamental para a sua sustentabilidade, assim como a  participação coletiva dos povos da Floresta e da cidade e de todos os entusiastas da economia criativa da região.<br />
Vida longa ao Festival de Cinema e que nos próximos enxerguemos mais ainda a cara da Amazônia nas produções cinematográficas exibidas.<br />
Festival de Cinema de Alter do Chão,<br />
Construído por muitas mãos!!</p>
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