<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Filme com Laurimar Leal vence no RJ	</title>
	<atom:link href="https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html</link>
	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 31 Oct 2017 20:48:42 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.1</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Ledyane Barbosa		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-227614</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ledyane Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 20:48:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=16649#comment-227614</guid>

					<description><![CDATA[alguém sabe me informar se o Laurimar já foi professor em algum momento? se sim, onde atuou como docente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>alguém sabe me informar se o Laurimar já foi professor em algum momento? se sim, onde atuou como docente?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Telma Amazonas		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40797</link>

		<dc:creator><![CDATA[Telma Amazonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 13:58:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=16649#comment-40797</guid>

					<description><![CDATA[No ano passado falei sobre um Twiter Bar homenageando o Laurimar Leal. Em tempos de carnaval, é uma boa oportunidade, levá-lo para cantar e com exposição de fotografias das suas criações do melhor que já existiu no carnaval de Santarém. Eu vi e dancei na avenida, graças a Deus.
Obrigadíssima Laurimar, o melhor dos velhos tempos, a minha alegria agradece.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ano passado falei sobre um Twiter Bar homenageando o Laurimar Leal. Em tempos de carnaval, é uma boa oportunidade, levá-lo para cantar e com exposição de fotografias das suas criações do melhor que já existiu no carnaval de Santarém. Eu vi e dancei na avenida, graças a Deus.<br />
Obrigadíssima Laurimar, o melhor dos velhos tempos, a minha alegria agradece.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Venize Rodrigues		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40796</link>

		<dc:creator><![CDATA[Venize Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 11:59:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=16649#comment-40796</guid>

					<description><![CDATA[Todas as  opiniões registradas sobre o Laurimar são procedentes. Pude constatar suas inúmeras virtudes, como cantor, compositor, artista plástico e principalmente como guardião da memória de Santarém, o que mais me chama atenção como historiadora.
Soube agora em janeiro que o Teatro Vitória será reinaugurado após reforma e  restauro e a aguia que guardava carinhosamente no Museu já foi entregue para ser colocada no seu devido lugar. E parece que vai cantar no evento.
Ele é assim, falante, simpático, carinhoso, crítico e sintetiza Santarém, a cidade que aprendi a amar.
Vou ver o filme Laurimar e com certeza não me espantarei com a pobreza da sua casa, embora ache que você merece muito mais como diretor do Museu, como museólogo, como historiador, como contador de histórias, como comprador de relíquias. 
Cadê o DAS pertinente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as  opiniões registradas sobre o Laurimar são procedentes. Pude constatar suas inúmeras virtudes, como cantor, compositor, artista plástico e principalmente como guardião da memória de Santarém, o que mais me chama atenção como historiadora.<br />
Soube agora em janeiro que o Teatro Vitória será reinaugurado após reforma e  restauro e a aguia que guardava carinhosamente no Museu já foi entregue para ser colocada no seu devido lugar. E parece que vai cantar no evento.<br />
Ele é assim, falante, simpático, carinhoso, crítico e sintetiza Santarém, a cidade que aprendi a amar.<br />
Vou ver o filme Laurimar e com certeza não me espantarei com a pobreza da sua casa, embora ache que você merece muito mais como diretor do Museu, como museólogo, como historiador, como contador de histórias, como comprador de relíquias.<br />
Cadê o DAS pertinente?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Taty guedes		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40795</link>

		<dc:creator><![CDATA[Taty guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 04:29:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=16649#comment-40795</guid>

					<description><![CDATA[Santarém é genial em cultura  privilegiada, mas não preserva   nem suas raízes.LAURIMAR DOS SANTOA LEAL DEVERIA TER UMA VELHICE ,MAS  confortável cadê  a prefeitura de SANTARÉM  para lhe proporcionam  a tão grandiosa valorização  em vida.Exploram seus conhecimentos que são múltiplos para enriquece nossa cultura que necessita se preservada que aos poucos perde suas raízes. UM APELO A LAURIMAR QUE NECESSITA DE MELHORES CUIDADOS...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Santarém é genial em cultura  privilegiada, mas não preserva   nem suas raízes.LAURIMAR DOS SANTOA LEAL DEVERIA TER UMA VELHICE ,MAS  confortável cadê  a prefeitura de SANTARÉM  para lhe proporcionam  a tão grandiosa valorização  em vida.Exploram seus conhecimentos que são múltiplos para enriquece nossa cultura que necessita se preservada que aos poucos perde suas raízes. UM APELO A LAURIMAR QUE NECESSITA DE MELHORES CUIDADOS&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Emano Loureiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40794</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emano Loureiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 17:51:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=16649#comment-40794</guid>

					<description><![CDATA[No fim de 2009 ouvi falar por amigos da área de vídeo sobre a feitura de um documentário sobre o Laurimar Leal por uma equipe do Rio Grande do Sul...e na ocasião até comentei &quot; a gente não faz por que não consegue patrocínio e outros de longe vem fazer por que o conseguem&quot;. Em meados de junho/julho de 2010 o documentário  foi lançado oficialmente no Terminal Turístico de Stm para uma boa platéia. Acabei perdendo a oportunidade de assistir, mas ouvi muitos comentários jocosos quanto ao nosso artista, que na realidade é mais uma vítima do esquecimento. As pessoas se chocaram com o estado da casa do Laurimar, do lixo, dos gatos e patos que infestam a casa de excrementos, etc... apesar desta parte não durar 3 minutos do vídeo, mas foi o que as pessoas mais prestaram atenção. Só puder confirmar isso algumas semanas depois, quando conheci os diretores que me deram um DVD de presente. Fora isso, Laurimar dá um show de conhecimento e talento musical ao cantarolar nossa cultura sentado na mesma cadeira em que fica horas a fio no museu João Fonna como uma estátua viva. Aprendi muita coisa histórica assistindo a esse DVD, que tecnicamente deixa um pouco a desejar, mas merece vários prêmios pelo seu conteúdo importantíssimo.
      Agora em dezembro, fui ao museu assistir ao ensaio de um grupo de teatro. Fiquei na entrada, pois os atores estavam se exercitando por todo o sagão da frente, mas da porta eu via o LAURIMAR sentado. Era sábado de manhã e como estava chovendo bastante, as janelas estavam fechadas e até achei bastante escuro, mas imaginei que fosse contenção de despesas. Nessa hora, chegam 8 turistas paulistas para visitar o museu e eu pedi para um garoto avisar ao Laurimar para ligarem as luzes. Só que o tour foi feito na  penumbra mesmo com algumas poucas janelas abertas. Confesso que fiquei constrangido pelo nosso principal museu estar naquele estado e depois que os visitantes saíram eu fui questionar o Laurimar sobre o acontecido e ele me respondeu: &quot; ê Loureiro, sabes quantas lâmpadas queimadas tem aqui? 32 !!! e eu tenho que pedir ajuda das pessoas pois a prefeitura esqueceu isso aqui...e tem mais Loureiro, eu gostaria que tu investigasses pra mim uma coisa que quando ouvi, não acreditei...um rapaz da receita federal me questionou sobre se a verba da prefeitura para cultura estava realmente sendo usada pois era mais de 3 milhões e meio!...eu fiquei pasmo Loureiro...vê isso pra mim, por favor&quot;.
    Bom, ainda não voltei lá pra responder a pergunta, mas li na imprensa que a verba alocada em 2010 para a CULTURA  em Santarém foi de 5 milhões !!! ...
    Depois o Laurimar começou a falar sobre a repercussão negativa do DVD, pois muitos o criticaram por ele ter mostrado a  residência no vídeo, mas que ele foi pego de surpresa, pois não sabia que eles tinham filmado a casa, que tinha sido enganado, etc...mas eu o interrompi e disse que aquilo era importante de ter aparecido, pois só assim as pessoas iriam acordar e dar mais valor à ele...enfim, os prêmios estão vindo pra confirmar isso. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No fim de 2009 ouvi falar por amigos da área de vídeo sobre a feitura de um documentário sobre o Laurimar Leal por uma equipe do Rio Grande do Sul&#8230;e na ocasião até comentei &#8221; a gente não faz por que não consegue patrocínio e outros de longe vem fazer por que o conseguem&#8221;. Em meados de junho/julho de 2010 o documentário  foi lançado oficialmente no Terminal Turístico de Stm para uma boa platéia. Acabei perdendo a oportunidade de assistir, mas ouvi muitos comentários jocosos quanto ao nosso artista, que na realidade é mais uma vítima do esquecimento. As pessoas se chocaram com o estado da casa do Laurimar, do lixo, dos gatos e patos que infestam a casa de excrementos, etc&#8230; apesar desta parte não durar 3 minutos do vídeo, mas foi o que as pessoas mais prestaram atenção. Só puder confirmar isso algumas semanas depois, quando conheci os diretores que me deram um DVD de presente. Fora isso, Laurimar dá um show de conhecimento e talento musical ao cantarolar nossa cultura sentado na mesma cadeira em que fica horas a fio no museu João Fonna como uma estátua viva. Aprendi muita coisa histórica assistindo a esse DVD, que tecnicamente deixa um pouco a desejar, mas merece vários prêmios pelo seu conteúdo importantíssimo.<br />
      Agora em dezembro, fui ao museu assistir ao ensaio de um grupo de teatro. Fiquei na entrada, pois os atores estavam se exercitando por todo o sagão da frente, mas da porta eu via o LAURIMAR sentado. Era sábado de manhã e como estava chovendo bastante, as janelas estavam fechadas e até achei bastante escuro, mas imaginei que fosse contenção de despesas. Nessa hora, chegam 8 turistas paulistas para visitar o museu e eu pedi para um garoto avisar ao Laurimar para ligarem as luzes. Só que o tour foi feito na  penumbra mesmo com algumas poucas janelas abertas. Confesso que fiquei constrangido pelo nosso principal museu estar naquele estado e depois que os visitantes saíram eu fui questionar o Laurimar sobre o acontecido e ele me respondeu: &#8221; ê Loureiro, sabes quantas lâmpadas queimadas tem aqui? 32 !!! e eu tenho que pedir ajuda das pessoas pois a prefeitura esqueceu isso aqui&#8230;e tem mais Loureiro, eu gostaria que tu investigasses pra mim uma coisa que quando ouvi, não acreditei&#8230;um rapaz da receita federal me questionou sobre se a verba da prefeitura para cultura estava realmente sendo usada pois era mais de 3 milhões e meio!&#8230;eu fiquei pasmo Loureiro&#8230;vê isso pra mim, por favor&#8221;.<br />
    Bom, ainda não voltei lá pra responder a pergunta, mas li na imprensa que a verba alocada em 2010 para a CULTURA  em Santarém foi de 5 milhões !!! &#8230;<br />
    Depois o Laurimar começou a falar sobre a repercussão negativa do DVD, pois muitos o criticaram por ele ter mostrado a  residência no vídeo, mas que ele foi pego de surpresa, pois não sabia que eles tinham filmado a casa, que tinha sido enganado, etc&#8230;mas eu o interrompi e disse que aquilo era importante de ter aparecido, pois só assim as pessoas iriam acordar e dar mais valor à ele&#8230;enfim, os prêmios estão vindo pra confirmar isso. </p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jeso Carneiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40793</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jeso Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 15:11:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=16649#comment-40793</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40792&quot;&gt;Válber Almeida&lt;/a&gt;.

Infelizmente eu não sei. Mas tenho um e-mail, de Miguel Dias, que pode te auxiliar nesta procura: miguelcdias@terra.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40792">Válber Almeida</a>.</p>
<p>Infelizmente eu não sei. Mas tenho um e-mail, de Miguel Dias, que pode te auxiliar nesta procura: <a href="mailto:miguelcdias@terra.com.br">miguelcdias@terra.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Válber Almeida		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40792</link>

		<dc:creator><![CDATA[Válber Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 14:52:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=16649#comment-40792</guid>

					<description><![CDATA[Jeso, sabes me dizer com faço para conseguir este documentário? Quero utilzá-lo nas fauldades nas aulas de Sociologia da Amazônia, quando discutimos cultura amazônica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jeso, sabes me dizer com faço para conseguir este documentário? Quero utilzá-lo nas fauldades nas aulas de Sociologia da Amazônia, quando discutimos cultura amazônica.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: KADAFI		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40791</link>

		<dc:creator><![CDATA[KADAFI]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 11:25:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=16649#comment-40791</guid>

					<description><![CDATA[Amigo JESO,
è um dever do governo estadual  proporcionar uma  velhice mais tranquila ao nosso ilustre irmão, cadê os nossos deputados ?,  LAURIMAR LEAL ontem era paparicado e hoje quando mais precisa é despresado, o gente ingrata.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigo JESO,<br />
è um dever do governo estadual  proporcionar uma  velhice mais tranquila ao nosso ilustre irmão, cadê os nossos deputados ?,  LAURIMAR LEAL ontem era paparicado e hoje quando mais precisa é despresado, o gente ingrata.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fábio Cavalcante		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40790</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fábio Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 04:11:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=16649#comment-40790</guid>

					<description><![CDATA[Que boa notícia! O Laurimar é fantástico! 

Conheci ele ao desenvolver um projeto sobre músicas folclóricas santarenas (que está aqui: https://www.fabiocavalcante.com/folcloresantareno/ ) e fiquei impressionado com a memória, a voz e a disposição dele. Ele fala com profundidade e entusiasmo sobre muitas coisas daqui da região. É impressionante - deviam haver muito mais registros dele, e de fácil acesso pro público.

Nessa entrevista ele canta um monte de melodias tradicionais daqui - https://www.youtube.com/watch?v=xHV_sWXzzZk

Parabéns ao Laurimar e aos cineatas pelo prêmio. Queria ver o filme inteiro agora!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que boa notícia! O Laurimar é fantástico! </p>
<p>Conheci ele ao desenvolver um projeto sobre músicas folclóricas santarenas (que está aqui: <a href="https://www.fabiocavalcante.com/folcloresantareno/" rel="nofollow ugc">https://www.fabiocavalcante.com/folcloresantareno/</a> ) e fiquei impressionado com a memória, a voz e a disposição dele. Ele fala com profundidade e entusiasmo sobre muitas coisas daqui da região. É impressionante &#8211; deviam haver muito mais registros dele, e de fácil acesso pro público.</p>
<p>Nessa entrevista ele canta um monte de melodias tradicionais daqui &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=xHV_sWXzzZk" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=xHV_sWXzzZk</a></p>
<p>Parabéns ao Laurimar e aos cineatas pelo prêmio. Queria ver o filme inteiro agora!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Vicente Malheiros da Fonseca		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/arte/filme-com-laurimar-leal-vence-no-rj.html#comment-40789</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vicente Malheiros da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 22:21:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=16649#comment-40789</guid>

					<description><![CDATA[A propósito da música &quot;Pratos Regionais&quot;, eu escrevi o seguinte no encarte do CD &quot;Sinfonia Amazônica&quot; (volume 2; não é o volume 1, como falei antes...):

PRATOS REGIONAIS – samba (1936), de Wilson Fonseca e José Agostinho da Fonseca, para a revista teatral “Olho-de-Boto”, de Felisbelo Jaguar Sussuarana (Mundico Malagueta), encenada no Teatro Vitória, de Santarém. Felisberto Sussuarana narra que “1936 foi um ano de tempo cheio. (...) A redação da revista cavalgava no seu albino de papel e o elenco, selecionado entre amadores de bom talento, preparava-se para ensaiar os seus papéis, enquanto à parte da atividade teatral o cancioneiro santareno aumentava  com a composição de novas canções, principalmente da dupla Felisbelo Sussuarana/Wilson Fonseca...”. A revista “Olho de Bôto” foi levada à cena, a 19 de julho de 1936, no Teatro Municipal Vitória. (...) O bom êxito literário da revista consagrou meu pai, definitivamente, como revistógrafo no bom sentido do gênero, não nacional porque regional onde o regional, parte do nacional, só precisava de estar, por exemplo, na área de vizinhança da capital federal para ser nacional” (“O Mergulho...”, p. 57-58). Eis alguns dos personagens da revista: Plutão (Pedro Botelho), Prosérpina, Aguazil, Zé Minhoca, Mulata, Puçanga, Cachaça, Melindrosa, Cheiro de Garrafa e diversos “Pratos” de comidas típicas da região. É ainda o filho do autor do libreto (Felisberto) que descreve o perfil dos principais papéis: “Plutão, revestido de Pedro Botelho, inspirador confesso das esquerdas, naturalmente taxado pela propaganda política da época, é contudo um diabo simpático, com a consciência digna dum estóico, e tem todos os vícios – e virtudes – dos maridos terráqueos: fica fã da mulata, gosta da caninha de Abaetetuba, usa do olho-de-bôto, tapeia a mulher, balança num samba ou batuque e, olhem, saboreia paxicá e muqueca de jaraqui, adere à admiração dos pitéus femininos. Prosérpina, sem dúvida acentuada Proserpina na dição da peça, é uma dona de casa muito encontrada pelo país, desconfiada tolerante do marido, algo oposta a ele na questão do regime infernal. Zé Minhoca, um bondoso brasileiro de Santarém, arejado na Santarém que era uma cidade aberta entre todas as distâncias, é um predecessor dos primos-pobres que andam por aí, tipo conclusivo do homem brasileiro que quer do mundo a sua parte de sobrevivência e respiração, reacionário a idéias que lhe pareçam perigosas porque OUTRAS, mas capaz de pactuar com o diabo, em sim mesmo nem Fausto nem São Frei Gil de Santarém, um pobre diabo que vende a alma ao diabo para não ser tão pobre, apenas por ‘trabalho e barateamento de vida’” (“O Mergulho...”, p. 291). Por seu turno, o próprio Isoca lembra que “Paulo Rodrigues dos Santos, antes de “Cadê Nhá Cularinda?”, tentou encenar outra peça, cujo título não me ocorre. Levou duas ou três letras ao papai para ir adiantando a aplicação de música. Papai começou por uma para o quadro “O Fósforo”, que havia subido de preço pela primeira vez, creio. Não localizei essa música, mas encontrei no velho guarda-roupas de mamãe a melodia que aproveitei para o estribilho de “Pratos Regionais”. Ignoro para que quadro da projetada revista se destinava o fragmento encontrado” (cf. Wilmar Fonseca, no livro “José Agostinho da Fonseca – O Músico Poeta”, p. 136). A música é uma delícia: paxicá, pimenta, tartaruga, limão, tucunaré de escabeche, sarapatel, pato no tucupi, moqueca de jaraqui. Com o tempero mais do que afinado do Coral “Expedito Toscano”, ninguém resiste: “que pratinhos saborosos, minha terra sabe ter!...”.
Abraços,
Vicente Malheiros da Fonseca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A propósito da música &#8220;Pratos Regionais&#8221;, eu escrevi o seguinte no encarte do CD &#8220;Sinfonia Amazônica&#8221; (volume 2; não é o volume 1, como falei antes&#8230;):</p>
<p>PRATOS REGIONAIS – samba (1936), de Wilson Fonseca e José Agostinho da Fonseca, para a revista teatral “Olho-de-Boto”, de Felisbelo Jaguar Sussuarana (Mundico Malagueta), encenada no Teatro Vitória, de Santarém. Felisberto Sussuarana narra que “1936 foi um ano de tempo cheio. (&#8230;) A redação da revista cavalgava no seu albino de papel e o elenco, selecionado entre amadores de bom talento, preparava-se para ensaiar os seus papéis, enquanto à parte da atividade teatral o cancioneiro santareno aumentava  com a composição de novas canções, principalmente da dupla Felisbelo Sussuarana/Wilson Fonseca&#8230;”. A revista “Olho de Bôto” foi levada à cena, a 19 de julho de 1936, no Teatro Municipal Vitória. (&#8230;) O bom êxito literário da revista consagrou meu pai, definitivamente, como revistógrafo no bom sentido do gênero, não nacional porque regional onde o regional, parte do nacional, só precisava de estar, por exemplo, na área de vizinhança da capital federal para ser nacional” (“O Mergulho&#8230;”, p. 57-58). Eis alguns dos personagens da revista: Plutão (Pedro Botelho), Prosérpina, Aguazil, Zé Minhoca, Mulata, Puçanga, Cachaça, Melindrosa, Cheiro de Garrafa e diversos “Pratos” de comidas típicas da região. É ainda o filho do autor do libreto (Felisberto) que descreve o perfil dos principais papéis: “Plutão, revestido de Pedro Botelho, inspirador confesso das esquerdas, naturalmente taxado pela propaganda política da época, é contudo um diabo simpático, com a consciência digna dum estóico, e tem todos os vícios – e virtudes – dos maridos terráqueos: fica fã da mulata, gosta da caninha de Abaetetuba, usa do olho-de-bôto, tapeia a mulher, balança num samba ou batuque e, olhem, saboreia paxicá e muqueca de jaraqui, adere à admiração dos pitéus femininos. Prosérpina, sem dúvida acentuada Proserpina na dição da peça, é uma dona de casa muito encontrada pelo país, desconfiada tolerante do marido, algo oposta a ele na questão do regime infernal. Zé Minhoca, um bondoso brasileiro de Santarém, arejado na Santarém que era uma cidade aberta entre todas as distâncias, é um predecessor dos primos-pobres que andam por aí, tipo conclusivo do homem brasileiro que quer do mundo a sua parte de sobrevivência e respiração, reacionário a idéias que lhe pareçam perigosas porque OUTRAS, mas capaz de pactuar com o diabo, em sim mesmo nem Fausto nem São Frei Gil de Santarém, um pobre diabo que vende a alma ao diabo para não ser tão pobre, apenas por ‘trabalho e barateamento de vida’” (“O Mergulho&#8230;”, p. 291). Por seu turno, o próprio Isoca lembra que “Paulo Rodrigues dos Santos, antes de “Cadê Nhá Cularinda?”, tentou encenar outra peça, cujo título não me ocorre. Levou duas ou três letras ao papai para ir adiantando a aplicação de música. Papai começou por uma para o quadro “O Fósforo”, que havia subido de preço pela primeira vez, creio. Não localizei essa música, mas encontrei no velho guarda-roupas de mamãe a melodia que aproveitei para o estribilho de “Pratos Regionais”. Ignoro para que quadro da projetada revista se destinava o fragmento encontrado” (cf. Wilmar Fonseca, no livro “José Agostinho da Fonseca – O Músico Poeta”, p. 136). A música é uma delícia: paxicá, pimenta, tartaruga, limão, tucunaré de escabeche, sarapatel, pato no tucupi, moqueca de jaraqui. Com o tempero mais do que afinado do Coral “Expedito Toscano”, ninguém resiste: “que pratinhos saborosos, minha terra sabe ter!&#8230;”.<br />
Abraços,<br />
Vicente Malheiros da Fonseca.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
