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	Comentários sobre: Poetas amazônicos. Violentada	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: Paulo Cidmil		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cidmil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 17:25:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Todas as vezes que li um poema de Edwaldo, além do fato de reconhecer de imediato um extraordinário poeta de nossa terra, vinha-me o desejo de conhecé-lo pessoalmente. Em um dos raros momentos em que estive na Garapeira Ypiranga, uma tarde de sábado, quando alguns músicos e nostalgicos reunem-se para cantar canções de outrora, sentei na mesma mesa onde já estava o poeta. Fui apresentado a uma dezena de pessoas, na vez de ser  apresentado a Edwaldo, meu irmão Guilherme Taré já preparava uma introdução para me informar e externar a importância do poeta Edwaldo. Iniciou: Paulo tu conheces..... eu interrompi e disse: conheço sim, é o poeta, leio seus poemas no Blog do Jeso, muito bons, gosto muito. ele murmurou algo como... é... o Jeso... trocamos um aperto de mão. Ele retomou a sua Cerveja e a conversa com a pessoa a seu lado, eu fiz o mesmo, pois conversava com o amigo Ray Brito e outras pessoas.
O Edwaldo que conheci parecia atento e observador, escutava mais que falava e tinha um semblante entediado. Pensei, teremos outras oportunidades para falar de tudo, ou seja: poesia.
Nem percebi se eu que fui antes ou se ele não estava mas lá, o fato é que nunca mais tive outra oportunidade para conversar com o poeta.
Agora, lendo esse angustiante texto sobre a nossa querida cidade tão mutilada e saqueada como afirma o poema, sinto um aperto de perda, da falta que faz uma pena indignada, cheia de generosidade e sentimento solidário para com o seu povo. Menos um.
Em uma terra onde os que poderiam falar se locupletam na gula pelo poder. São os boca mole dissimulados, comendo ávidos o que seria de todos, e que, em um acesso de cinismo, discursam em defesa dos direitos dos animais. Nunca serão vistos na sociedade protetora dos animais retirando um animalzinho para cuidar. Filhos da Puta!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as vezes que li um poema de Edwaldo, além do fato de reconhecer de imediato um extraordinário poeta de nossa terra, vinha-me o desejo de conhecé-lo pessoalmente. Em um dos raros momentos em que estive na Garapeira Ypiranga, uma tarde de sábado, quando alguns músicos e nostalgicos reunem-se para cantar canções de outrora, sentei na mesma mesa onde já estava o poeta. Fui apresentado a uma dezena de pessoas, na vez de ser  apresentado a Edwaldo, meu irmão Guilherme Taré já preparava uma introdução para me informar e externar a importância do poeta Edwaldo. Iniciou: Paulo tu conheces&#8230;.. eu interrompi e disse: conheço sim, é o poeta, leio seus poemas no Blog do Jeso, muito bons, gosto muito. ele murmurou algo como&#8230; é&#8230; o Jeso&#8230; trocamos um aperto de mão. Ele retomou a sua Cerveja e a conversa com a pessoa a seu lado, eu fiz o mesmo, pois conversava com o amigo Ray Brito e outras pessoas.<br />
O Edwaldo que conheci parecia atento e observador, escutava mais que falava e tinha um semblante entediado. Pensei, teremos outras oportunidades para falar de tudo, ou seja: poesia.<br />
Nem percebi se eu que fui antes ou se ele não estava mas lá, o fato é que nunca mais tive outra oportunidade para conversar com o poeta.<br />
Agora, lendo esse angustiante texto sobre a nossa querida cidade tão mutilada e saqueada como afirma o poema, sinto um aperto de perda, da falta que faz uma pena indignada, cheia de generosidade e sentimento solidário para com o seu povo. Menos um.<br />
Em uma terra onde os que poderiam falar se locupletam na gula pelo poder. São os boca mole dissimulados, comendo ávidos o que seria de todos, e que, em um acesso de cinismo, discursam em defesa dos direitos dos animais. Nunca serão vistos na sociedade protetora dos animais retirando um animalzinho para cuidar. Filhos da Puta!</p>
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