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	Comentários sobre: Divisão à moda medieval	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Beto Castro		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beto Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 20:17:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não existe desenvolvimento de IDH, ambiental, social ou qualquer tipo de desenvolvimento sem recursos financeiros reais e palpáveis (dinheiro, tutu, pila, carvão). Não existe desenvolvimento de qualquer espécie sem uma organização político-administrativa mínima e sem a implantação das instituições republicanas básicas em tão vastos domínios territoriais. Este é o xis da questão. A auto-gestão de suas riquezas permitirá aos novos Estados a organização dos três poderes republicanos, com um executivo forte, uma participação democrática legislativa de todos as regiões de cada Estado e a organização de secretarias especializadas com técnicos competentes locais, que terão a oportunidade de pensar os novos Estados à luz da modernização administração pública e empresarial. Desde o planejamento estratégico até a segurança pública (Polícia Militar, Civil, Ambiental, Rodoviária etc), passando pela Ciência e Tecnologia, Educação, Saúde, Indústria e Comércio, Turismo, Administração, Meio-Ambiente, Cultura, Esportes e Lazer, Minas e Energia, Inclusão Social, Agricultura, Transportes, etc. acompanhados de todos os órgãos que vão desde o treinamento de servidores públicos até o atendimento ao cidadão, passando pela Previdência Estadual, Detran, Bombeiros, Ministério Público e a instalação dos órgãos federais e autarquias republicanas de todos os quilates, inclusive as Agências Reguladoras. Dois Governadores, 06 senadores e 16 deputados federais estarão atentos aos nossos direitos em Brasília e prontos para dialogar com países e novos investidores estrangeiros. Com o dinheiro dos nossos minérios e exportação de commodities teremos divisas fartas para importarmos máquinas e equipamentos para as nossas indústrias, para as Universidades, para o comércio e para os cidadãos. Poderemos fazer uma varredura total e irrestrita nas nossas riquezas minerais, florestais, acquíferas, biodiversidades, etc, com os nossos técnicos e especialistas. Teremos nossas próprias empresas de Água e Saneamento, Energia, Gás Natural etc. Nossas Federações Esportivas especializadas, nossos campeonatos estaduais e representantes nos circuitos nacionais, além de melhores estádios, ginásios, parques esportivos em geral. Enfim, a lista de melhorias na empregabilidade e no bem-estar e qualidade de vida dos povos carajaenses e tapajoaras é sem fim. Toda essa riqueza circulante nos territórios estaduais propiciarão um desenvolvimento harmônico do comércio, das fazendas, da agricultura familiar, das estradas, dos aeroportos e surgimento de escolas e universidades públicas e privadas, institutos de pesquisas, museus, patrimônio histórico e geográfico.
Nossos indígenas receberão melhores tratamentos e os nossos programas cidadãos atenderão os povos ribeirinhos e tradicionais com maior presteza na assistênia social, jurídica, saúde, moradia, extensão rural etc. As conversas fiadas dos pseudo-entendidos que apenas defendem os seus contra-cheques e interesses pessoais e politiqueiros imediatos nada tem a haver com a criação dos novos, entre os mais ricos Estados da Nação. Quem desejar ver tudo isso implantado e funiconando às mil maravilhas, que faça uma visita a qualquer unidade federativa brasileira das que foram emancipadas nos últimos cem anos. (Alagoas, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins, Roraima, Amapá ou se quiserem acrescentar mais alguns anos, Amazonas, Paraná, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Sergipe.) Temos, ainda, as multibilionárias emancipadas de São Paulo ao longo dos últimos 250 anos, que são riquíssimas por terem se emancipado há mais tempo (Minas (1929), Rio Grande do Sul (1738), Goiás (1748), Mato 
Grosso (1748), Paraná (1859)). Se quiserem ler muito mais sobre a prosperidade de se tornar uma Unidade Federativa do Brasil, acessem https://obrasilnovo.blobspot.com e leiam cerca de 100 artigos sobre o assunto. Copiem, distribuam, divulguem, façam reflexão científica e votem Sim pelo amor de Deus. Em uníssono! Nada mais há o que se discutir em termos práticos. Apenas bostejação inútil e desesperada dos opressores vencidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe desenvolvimento de IDH, ambiental, social ou qualquer tipo de desenvolvimento sem recursos financeiros reais e palpáveis (dinheiro, tutu, pila, carvão). Não existe desenvolvimento de qualquer espécie sem uma organização político-administrativa mínima e sem a implantação das instituições republicanas básicas em tão vastos domínios territoriais. Este é o xis da questão. A auto-gestão de suas riquezas permitirá aos novos Estados a organização dos três poderes republicanos, com um executivo forte, uma participação democrática legislativa de todos as regiões de cada Estado e a organização de secretarias especializadas com técnicos competentes locais, que terão a oportunidade de pensar os novos Estados à luz da modernização administração pública e empresarial. Desde o planejamento estratégico até a segurança pública (Polícia Militar, Civil, Ambiental, Rodoviária etc), passando pela Ciência e Tecnologia, Educação, Saúde, Indústria e Comércio, Turismo, Administração, Meio-Ambiente, Cultura, Esportes e Lazer, Minas e Energia, Inclusão Social, Agricultura, Transportes, etc. acompanhados de todos os órgãos que vão desde o treinamento de servidores públicos até o atendimento ao cidadão, passando pela Previdência Estadual, Detran, Bombeiros, Ministério Público e a instalação dos órgãos federais e autarquias republicanas de todos os quilates, inclusive as Agências Reguladoras. Dois Governadores, 06 senadores e 16 deputados federais estarão atentos aos nossos direitos em Brasília e prontos para dialogar com países e novos investidores estrangeiros. Com o dinheiro dos nossos minérios e exportação de commodities teremos divisas fartas para importarmos máquinas e equipamentos para as nossas indústrias, para as Universidades, para o comércio e para os cidadãos. Poderemos fazer uma varredura total e irrestrita nas nossas riquezas minerais, florestais, acquíferas, biodiversidades, etc, com os nossos técnicos e especialistas. Teremos nossas próprias empresas de Água e Saneamento, Energia, Gás Natural etc. Nossas Federações Esportivas especializadas, nossos campeonatos estaduais e representantes nos circuitos nacionais, além de melhores estádios, ginásios, parques esportivos em geral. Enfim, a lista de melhorias na empregabilidade e no bem-estar e qualidade de vida dos povos carajaenses e tapajoaras é sem fim. Toda essa riqueza circulante nos territórios estaduais propiciarão um desenvolvimento harmônico do comércio, das fazendas, da agricultura familiar, das estradas, dos aeroportos e surgimento de escolas e universidades públicas e privadas, institutos de pesquisas, museus, patrimônio histórico e geográfico.<br />
Nossos indígenas receberão melhores tratamentos e os nossos programas cidadãos atenderão os povos ribeirinhos e tradicionais com maior presteza na assistênia social, jurídica, saúde, moradia, extensão rural etc. As conversas fiadas dos pseudo-entendidos que apenas defendem os seus contra-cheques e interesses pessoais e politiqueiros imediatos nada tem a haver com a criação dos novos, entre os mais ricos Estados da Nação. Quem desejar ver tudo isso implantado e funiconando às mil maravilhas, que faça uma visita a qualquer unidade federativa brasileira das que foram emancipadas nos últimos cem anos. (Alagoas, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins, Roraima, Amapá ou se quiserem acrescentar mais alguns anos, Amazonas, Paraná, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Sergipe.) Temos, ainda, as multibilionárias emancipadas de São Paulo ao longo dos últimos 250 anos, que são riquíssimas por terem se emancipado há mais tempo (Minas (1929), Rio Grande do Sul (1738), Goiás (1748), Mato<br />
Grosso (1748), Paraná (1859)). Se quiserem ler muito mais sobre a prosperidade de se tornar uma Unidade Federativa do Brasil, acessem <a href="https://obrasilnovo.blobspot.com" rel="nofollow ugc">https://obrasilnovo.blobspot.com</a> e leiam cerca de 100 artigos sobre o assunto. Copiem, distribuam, divulguem, façam reflexão científica e votem Sim pelo amor de Deus. Em uníssono! Nada mais há o que se discutir em termos práticos. Apenas bostejação inútil e desesperada dos opressores vencidos.</p>
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		<title>
		Por: Paulo Cidmil		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/24717.html#comment-55815</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cidmil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 19:57:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Doriedson, mesmo levando em conta as citações de nossa formação histórica e os exemplos de Tocantins e Mato Grosso do Sul tentando emprestar um pouco de lógica ao seu texto, isso só contruibuiu para que eu ache que você me parece um pouco confuso.
O Tapajós poderá ter uma historia absolutamente diferente de Tocantins e Mato Grosso do Sul. Isso já começa com a realização do plebiscito, que fará a população participar do processo. Quanto maior for a participação popular nesse processo político, menor será o espaço de manobra dessas oligarquias e grupos politicos e empresarias que vc cita como os principais interessados na divisão.
Apesar da presença significativa da produção de soja nos municípios do sul e ao longo da BR 163, a influência do agronegócio  não chega a ser determinante em nossa econômia e muito menos na vida política do futuro Estado, se considerarmos a totalidade dos municípios envolvidos.
Fiquei aqui pensando o que mesmo vc quer  dizer nas entrelinhas de seu texto que é um tanto quanto titubiante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Doriedson, mesmo levando em conta as citações de nossa formação histórica e os exemplos de Tocantins e Mato Grosso do Sul tentando emprestar um pouco de lógica ao seu texto, isso só contruibuiu para que eu ache que você me parece um pouco confuso.<br />
O Tapajós poderá ter uma historia absolutamente diferente de Tocantins e Mato Grosso do Sul. Isso já começa com a realização do plebiscito, que fará a população participar do processo. Quanto maior for a participação popular nesse processo político, menor será o espaço de manobra dessas oligarquias e grupos politicos e empresarias que vc cita como os principais interessados na divisão.<br />
Apesar da presença significativa da produção de soja nos municípios do sul e ao longo da BR 163, a influência do agronegócio  não chega a ser determinante em nossa econômia e muito menos na vida política do futuro Estado, se considerarmos a totalidade dos municípios envolvidos.<br />
Fiquei aqui pensando o que mesmo vc quer  dizer nas entrelinhas de seu texto que é um tanto quanto titubiante.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: NAVEGADOR		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/24717.html#comment-55814</link>

		<dc:creator><![CDATA[NAVEGADOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 19:54:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Medieval é  a maneira de o VELHO PARA distribuir o orçamento público deste Estado: 80% na Grande Belem, e o resto para o RESTO...é esta a mudança, como as elites portuguesas faziam na época da Cabanagem, lembra professor...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Medieval é  a maneira de o VELHO PARA distribuir o orçamento público deste Estado: 80% na Grande Belem, e o resto para o RESTO&#8230;é esta a mudança, como as elites portuguesas faziam na época da Cabanagem, lembra professor&#8230;</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Jeso Carneiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/24717.html#comment-55813</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jeso Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 18:49:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/24717.html#comment-55812&quot;&gt;Dércio Duarte&lt;/a&gt;.

Caro Dércio, o teu artigo já está no prelo. Será publicado essa semana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/24717.html#comment-55812">Dércio Duarte</a>.</p>
<p>Caro Dércio, o teu artigo já está no prelo. Será publicado essa semana.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Dércio Duarte		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/24717.html#comment-55812</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dércio Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 18:33:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Jeso,
Apóio a idéia defendida pelo professor Doriedson, colega de trabalho no CFI/UFOPA, mas sinto falta do texto que escrevi e pediste para publicar aqui. Embora menos argumentativo e fundamentado, gostaria de sentir o retorno dos leitores a partir das várias ideias possíveis acerca da divisão do estado do Pará.
Abraços!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jeso,<br />
Apóio a idéia defendida pelo professor Doriedson, colega de trabalho no CFI/UFOPA, mas sinto falta do texto que escrevi e pediste para publicar aqui. Embora menos argumentativo e fundamentado, gostaria de sentir o retorno dos leitores a partir das várias ideias possíveis acerca da divisão do estado do Pará.<br />
Abraços!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Nazareno Lima		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/24717.html#comment-55811</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nazareno Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 14:14:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A análise é interessantíssima, chama para o debate pessoas como Everaldo Portela que sempre escreve por aqui, Manoel Dutra, J, Ninos, formadores de opinião e o pessoal do Pro-criação do estado do Tapajós.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A análise é interessantíssima, chama para o debate pessoas como Everaldo Portela que sempre escreve por aqui, Manoel Dutra, J, Ninos, formadores de opinião e o pessoal do Pro-criação do estado do Tapajós.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Maralice		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/24717.html#comment-55810</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maralice]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 12:35:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Boa análise com  fundamentos históricos, (gosto mais da História, da Filosofia da Sociologia, pois, trazem respostas mais profundas) apesar do respeito que tenho pelo plebiscito, e pelo cumprimento de sua decisão soberana. Porém insiste a pergunta melhora para quem, não consigo visualizar uma melhora para todos, principalmente, para aqueles que mais necessitam. A nossa riqueza não foi descoberta agora, ela existe a milhões de anos, e nada foi feito para melhorar a qualidade de vida de seu povo. A desculpa é a distância do centro das decisões, só isso não me convence. É nessa hora, que precisamos dos estudiosos com sua análises desprovidas de motivações e interesses pessoais.O povo está carente de informações verdadeiras. A miséria em que vivemos está na cara, porém, como sair dela,  sem sermos novamente enganados. Sabemos que é fácil convencer alguém em sua fragilidade e vulnerabilidade. O fato de ser do oeste do Pará, não é suficiente para credenciar-me a  ficar favorável a uma divisão pela divisão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa análise com  fundamentos históricos, (gosto mais da História, da Filosofia da Sociologia, pois, trazem respostas mais profundas) apesar do respeito que tenho pelo plebiscito, e pelo cumprimento de sua decisão soberana. Porém insiste a pergunta melhora para quem, não consigo visualizar uma melhora para todos, principalmente, para aqueles que mais necessitam. A nossa riqueza não foi descoberta agora, ela existe a milhões de anos, e nada foi feito para melhorar a qualidade de vida de seu povo. A desculpa é a distância do centro das decisões, só isso não me convence. É nessa hora, que precisamos dos estudiosos com sua análises desprovidas de motivações e interesses pessoais.O povo está carente de informações verdadeiras. A miséria em que vivemos está na cara, porém, como sair dela,  sem sermos novamente enganados. Sabemos que é fácil convencer alguém em sua fragilidade e vulnerabilidade. O fato de ser do oeste do Pará, não é suficiente para credenciar-me a  ficar favorável a uma divisão pela divisão.</p>
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