por David Marinho (*)
Santarém é um município privilegiado pelo “Criador” quanto a seus recantos geo-hidro-florísticos, como Alter do Chão, Ponta de Pedras, Ponta do Cururu, Maracanã, igarapés e as áreas de várzeas.
Todos lugares paradisíacos. Porém os herdeiros desse patrimônio natural não sabem usufruí-lo, muito menos conservá-los.
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Neste texto, quero me ater à praia do Maracanã, um local já inserido na área urbana de Santarém. Cartão postal de nossa cidade e opção para turistas e pessoas que não possuem transporte próprio para ir a lugares mais distantes, como Alter do Chão, Ponta de Pedras etc.
O que vemos hoje nessa praia é uma vergonha: passarelas desabando com riscos de acidentes, falta de acessiblidade para portadores de necessidades especiais. Mais se assemelha a um cortiço desorganizado, sujo, poluído, lixão a céu aberto fedido e violento.
Os comerciantes constroem de qualquer maneira sem orientações do Código de Posturas nem de Obras, nem dos órgãos ambientias, com captação de água de origem duvidosa, e águas servidas e fossas despejando diretamente na praia. Ou seja, um crime ambiental e social na cara das autoridades.
Visitando esse logradouro, constatei que alguma coisa poderia e precisa ser feita com urgência para o bem da comunidade santarena.
Neste registro fotográfico, vai a situação levantada “in loco”. No próximo artigo publicaremos as sugestões em “3D” que poderão ser implantada nesse lindo lugar. É só querer e ter determinação político-administrativa!
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* Santareno, é projetista e gestor ambiental. Escreve regularmente neste blog.
