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	Comentários sobre: A pescaria do Balão	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: ANDERSON DEZINCOURT		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/a-pescaria-do-balao.html#comment-145296</link>

		<dc:creator><![CDATA[ANDERSON DEZINCOURT]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 11:39:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tive o privilégio de conhecer e conviver com o Mestre, pois era amigo de meu pai Aluízio Mota, com quem realizou diversas pescarias sempre tendo a companhia do Verde, do Fernando Matos e do Simão. Meu pai também gostava de comprar pra ele e pra mim o sapato &quot;Maradona&quot; feito pelo Mestre Balão, nome dado em razão do ódio que ele nutria pela Seleção Brasileira, e o amor sacana que dizia ter pela Seleção Argentina. Valeu, Célio!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive o privilégio de conhecer e conviver com o Mestre, pois era amigo de meu pai Aluízio Mota, com quem realizou diversas pescarias sempre tendo a companhia do Verde, do Fernando Matos e do Simão. Meu pai também gostava de comprar pra ele e pra mim o sapato &#8220;Maradona&#8221; feito pelo Mestre Balão, nome dado em razão do ódio que ele nutria pela Seleção Brasileira, e o amor sacana que dizia ter pela Seleção Argentina. Valeu, Célio!</p>
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		<title>
		Por: HELVECIO SANTOS		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/a-pescaria-do-balao.html#comment-145150</link>

		<dc:creator><![CDATA[HELVECIO SANTOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2013 01:55:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Joguei com o Binga (lateral esquerdo do LEÃO)  e contra o Bosco (meio de campo do &quot;contrário&quot;) e sempre que as ocupações permitiam lá estava eu na pracinha do Sãp Raimundo a escutar as histórias ou estórias do mestre Balão, com suas calças e camisas de linho, normalmente branco. É uma história de vida riquíssima. Aproveitando, reproduzo uma que foi contada no Gazeta pelo amigo Raimundo Gonçalves: o jogo era seleção santarena e obidense (se não me falha a memória), festejando 7 de setembro  e o mestre Balão, emburrado, não quis jogar e estava na arquibancada. Terminou o primeiro tempo e o jogo não saía do 0 x 0. Os dirigentes santarenos foram até ele implorando que jogasse. Depois de muito insisitirem, ele mandou buscar sua chuteira e entrou em campo. Final do jogo, 7 x 0 para Santarem, todos marcados pelo mestre Balão. Um jogador de Óbidos vem cumprimentá-lo e ele, do alto de sua majestade futebolística, olhando aquela insiginificância esportiva que ousva importuná-lo, disse: deste sorte pois hoje não é 25 de dezembro. Parabéns Dr.Célio, pela escolha do personagem e pela bela crônica. TAPAJOARAMENTE AZUL,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Joguei com o Binga (lateral esquerdo do LEÃO)  e contra o Bosco (meio de campo do &#8220;contrário&#8221;) e sempre que as ocupações permitiam lá estava eu na pracinha do Sãp Raimundo a escutar as histórias ou estórias do mestre Balão, com suas calças e camisas de linho, normalmente branco. É uma história de vida riquíssima. Aproveitando, reproduzo uma que foi contada no Gazeta pelo amigo Raimundo Gonçalves: o jogo era seleção santarena e obidense (se não me falha a memória), festejando 7 de setembro  e o mestre Balão, emburrado, não quis jogar e estava na arquibancada. Terminou o primeiro tempo e o jogo não saía do 0 x 0. Os dirigentes santarenos foram até ele implorando que jogasse. Depois de muito insisitirem, ele mandou buscar sua chuteira e entrou em campo. Final do jogo, 7 x 0 para Santarem, todos marcados pelo mestre Balão. Um jogador de Óbidos vem cumprimentá-lo e ele, do alto de sua majestade futebolística, olhando aquela insiginificância esportiva que ousva importuná-lo, disse: deste sorte pois hoje não é 25 de dezembro. Parabéns Dr.Célio, pela escolha do personagem e pela bela crônica. TAPAJOARAMENTE AZUL,</p>
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		<title>
		Por: Antonio Jequitibá		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/a-pescaria-do-balao.html#comment-145081</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antonio Jequitibá]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2013 18:14:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que beleza, quanta saudade daqueles tempos.Só o Dr Célio poderia  nos fazer retroagir no tempo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que beleza, quanta saudade daqueles tempos.Só o Dr Célio poderia  nos fazer retroagir no tempo!</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Vicente Malheiros da Fonseca		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/a-pescaria-do-balao.html#comment-145054</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vicente Malheiros da Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2013 14:08:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá, Jeso:
REENVIO OS COMENTÁRIOS, PORQUE O TEXTO ANTERIOR CONTÉM LAPSO DE DIGITAÇÃO (deveria constar &quot;naipe&quot;, e não &quot;napie&quot;, como constou, por equívoco. POR FAVOR, SUBSTITUA POR ESTE. OBRIGADO.

Caro parceiro Célio: 
Mais uma excelente crônica. Daquelas que ficam na história de Santarém.
Bem que o Cristovam Sena poderia incluir o mestre Balão na apreciável coletânea de personalidades santarenas, como ocorreu com o Zeca BBC, Emir Bemerguy, Dom Tiago e meu saudoso pai Wilson Fonseca (Maestro Isoca), dentre outros.
E um dos capítulos do livro deveria incluir, necessariamente, esta bela crônica &quot;A pescaria do Balão&quot;.
Parabéns!
Um dos netos do mestre Balão é o jovem Feliphe Bruno Cardoso (filho do Bosco, talentoso jogador de futebol).
O neto do Balão integra, com brilhantismo, o naipe de violinos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, em Belém.
Confira o perfil do jovem violinista no Facebook:
https://www.facebook.com/profile.php?id=100000620188189
Abraços,
Vicente Malheiros da Fonseca
https://www.trt8.jus.br/index.php?option=com_juizes&#038;task=judge&#038;tipo=1&#038;id=364&#038;Itemid=202]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Jeso:<br />
REENVIO OS COMENTÁRIOS, PORQUE O TEXTO ANTERIOR CONTÉM LAPSO DE DIGITAÇÃO (deveria constar &#8220;naipe&#8221;, e não &#8220;napie&#8221;, como constou, por equívoco. POR FAVOR, SUBSTITUA POR ESTE. OBRIGADO.</p>
<p>Caro parceiro Célio:<br />
Mais uma excelente crônica. Daquelas que ficam na história de Santarém.<br />
Bem que o Cristovam Sena poderia incluir o mestre Balão na apreciável coletânea de personalidades santarenas, como ocorreu com o Zeca BBC, Emir Bemerguy, Dom Tiago e meu saudoso pai Wilson Fonseca (Maestro Isoca), dentre outros.<br />
E um dos capítulos do livro deveria incluir, necessariamente, esta bela crônica &#8220;A pescaria do Balão&#8221;.<br />
Parabéns!<br />
Um dos netos do mestre Balão é o jovem Feliphe Bruno Cardoso (filho do Bosco, talentoso jogador de futebol).<br />
O neto do Balão integra, com brilhantismo, o naipe de violinos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, em Belém.<br />
Confira o perfil do jovem violinista no Facebook:<br />
<a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100000620188189" rel="nofollow ugc">https://www.facebook.com/profile.php?id=100000620188189</a><br />
Abraços,<br />
Vicente Malheiros da Fonseca<br />
<a href="https://www.trt8.jus.br/index.php?option=com_juizes&#038;task=judge&#038;tipo=1&#038;id=364&#038;Itemid=202" rel="nofollow ugc">https://www.trt8.jus.br/index.php?option=com_juizes&#038;task=judge&#038;tipo=1&#038;id=364&#038;Itemid=202</a></p>
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		<title>
		Por: João Guilherme		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/a-pescaria-do-balao.html#comment-145039</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Guilherme]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2013 13:13:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O banco da Praça do São Raimundo em que mais encontrava o Balão era o está bem em frente a Farmácia Matos, próximo da esquina, logo após o primeiro coreto. Lembro como se fosse hoje. Balão, Fernando Matos, Zé Maria, Zé Buraco, Pedrinho, .....
Valeu Dr. Célio em registrar Memórias de Um Passado Recente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O banco da Praça do São Raimundo em que mais encontrava o Balão era o está bem em frente a Farmácia Matos, próximo da esquina, logo após o primeiro coreto. Lembro como se fosse hoje. Balão, Fernando Matos, Zé Maria, Zé Buraco, Pedrinho, &#8230;..<br />
Valeu Dr. Célio em registrar Memórias de Um Passado Recente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Maralice		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/a-pescaria-do-balao.html#comment-145036</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maralice]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2013 12:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que extraordinária crônica, não conheci o santo, mas a narrativa do Dr. Célio nessa parte me encantou&quot;...Nunca estranhei seu jeito peculiar de ser, pois sabia que lá no fundo ele era gente da melhor qualidade, apenas dizia na lata o que pensava e o que achava. E a sinceridade não tem preço. É detestável a bajulação barata, sempre um excelente lenitivo para egos superinflados....&#039;&#039;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que extraordinária crônica, não conheci o santo, mas a narrativa do Dr. Célio nessa parte me encantou&#8221;&#8230;Nunca estranhei seu jeito peculiar de ser, pois sabia que lá no fundo ele era gente da melhor qualidade, apenas dizia na lata o que pensava e o que achava. E a sinceridade não tem preço. É detestável a bajulação barata, sempre um excelente lenitivo para egos superinflados&#8230;.&#8221;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nilson Vieira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/a-pescaria-do-balao.html#comment-145023</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nilson Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2013 11:07:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Realmente, mais uma bela crônica de Célio Simões. Lembro do Mestre Balão, no tempo em que eu trabalhava na Embratel, em prédio que ficava em frente de sua casa. Todo final de tarde ele atravessava a rua. munido de seu tamborete, e sentava-se bem em frente à guarita de entrada no prédio. Todo dia era uma festa, quando parávamos para ouvi-lo contar seus &quot;causos&quot; e desfiar aquele rosário de críticas e irreverência bem típicos dele. Nada, nem ninguém, escapava daquela língua mordaz!!

Obrigado, Dr. Célio Simões, por nos fazer recordar tantos felizes dias. Espero que nós sejamos brindados com muitas outras dessas deliciosas crônicas, que tão bem descrevem o ambiente amazônico e seus diferentes tipos humanos.

Saudações tapajônicas,

Nilson Vieira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente, mais uma bela crônica de Célio Simões. Lembro do Mestre Balão, no tempo em que eu trabalhava na Embratel, em prédio que ficava em frente de sua casa. Todo final de tarde ele atravessava a rua. munido de seu tamborete, e sentava-se bem em frente à guarita de entrada no prédio. Todo dia era uma festa, quando parávamos para ouvi-lo contar seus &#8220;causos&#8221; e desfiar aquele rosário de críticas e irreverência bem típicos dele. Nada, nem ninguém, escapava daquela língua mordaz!!</p>
<p>Obrigado, Dr. Célio Simões, por nos fazer recordar tantos felizes dias. Espero que nós sejamos brindados com muitas outras dessas deliciosas crônicas, que tão bem descrevem o ambiente amazônico e seus diferentes tipos humanos.</p>
<p>Saudações tapajônicas,</p>
<p>Nilson Vieira</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manuel Dutra		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/a-pescaria-do-balao.html#comment-145020</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manuel Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2013 10:41:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Célio, belíssima crônica. Conheci &quot;bem&quot; o mestre Balão, se é possível alguém afirmar que o conheceu bem. Há longos anos escrevi na Província do Pará um texto em que o chamei de último filósofo de província, relatando algumas de suas paradas, seus incontáveis chistes, a sabedoria de quem soube viver e acumular aquele saber todo de experiências feito, embora não exatamente como o Velho do Restelo, pois Balão era um pessimista retórico, ria da vida com seu humor irreverente que não dispensava nem o Padre Eterno. Eu e outros jovens de então tínhamos prazer em sentar junto ao Balão, nos bancos da pracinha de São Raimundo, a fim de ouvi-lo e provocar a sua veia realista de encarar o mundo, rindo de tudo que pudesse ironizar. Por isso considero Balão um humanista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Célio, belíssima crônica. Conheci &#8220;bem&#8221; o mestre Balão, se é possível alguém afirmar que o conheceu bem. Há longos anos escrevi na Província do Pará um texto em que o chamei de último filósofo de província, relatando algumas de suas paradas, seus incontáveis chistes, a sabedoria de quem soube viver e acumular aquele saber todo de experiências feito, embora não exatamente como o Velho do Restelo, pois Balão era um pessimista retórico, ria da vida com seu humor irreverente que não dispensava nem o Padre Eterno. Eu e outros jovens de então tínhamos prazer em sentar junto ao Balão, nos bancos da pracinha de São Raimundo, a fim de ouvi-lo e provocar a sua veia realista de encarar o mundo, rindo de tudo que pudesse ironizar. Por isso considero Balão um humanista.</p>
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