<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Dia Internacional da Mulher: empoderamento x valorização, por Sheila Santos	</title>
	<atom:link href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/dia-internacional-da-mulher-empoderamento-x-valorizacao-por-sheila-santos.html/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/dia-internacional-da-mulher-empoderamento-x-valorizacao-por-sheila-santos.html</link>
	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 10 Mar 2018 07:35:10 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.1</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Gil Serique		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/dia-internacional-da-mulher-empoderamento-x-valorizacao-por-sheila-santos.html#comment-230828</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gil Serique]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Mar 2018 07:35:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=74326#comment-230828</guid>

					<description><![CDATA[Eu acho que entre todas as tecnologias, a emancipacao da mulher ou que outra marca leve, foi  a que menos evoluiu. Mas ha tambem a questão do negro e do indigena. Acho que se a questao do direito da crianca fosse o mais focado e levado a serio cuidariamos das demais. Claro que isso vem de alguem que é homem, caboco e tem  filha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que entre todas as tecnologias, a emancipacao da mulher ou que outra marca leve, foi  a que menos evoluiu. Mas ha tambem a questão do negro e do indigena. Acho que se a questao do direito da crianca fosse o mais focado e levado a serio cuidariamos das demais. Claro que isso vem de alguem que é homem, caboco e tem  filha.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Bruno Amaral		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/dia-internacional-da-mulher-empoderamento-x-valorizacao-por-sheila-santos.html#comment-230756</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Mar 2018 15:03:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=74326#comment-230756</guid>

					<description><![CDATA[Confesso que o termo &quot;empoderamento&quot; passa um sentimento de desejo de dominação, na tentativa de inverter o cenário de subjugação feminina, oriundo de um contexto histórico. O certo é buscar a quebra de obstáculos, mas não se tornar mais que os demais.

Ao meu sentir, há parcela da comunidade feminina que busca sim, alcançar mais área social, porém, em outros momentos, utiliza sua fragilidade e sua condição para tentar manter certas culturas machistas. 

Como forma de exemplificar a afirmação acima, cito o dilema de &quot;dividir ou não dividir a conta no restaurante&quot;.

Obviamente que essa questão vai mais além disso. E posso citar a uma certa problemática, mais voltada ao campo jurídico, da presunção de que, numa discussão judicial da guarda dos filhos, mesmo os dois genitores demonstrando todas as qualidades essenciais para exercer a criação, a mãe tem prevalência.

É vindoura a ascensão feminina em todos os aspectos, bem como, a derrubada de certas práticas culturais construídas na égide do domínio masculino machista.

Por fim, parabenizo duplamente a autora pelo seu dia e pelo artigo tão bem elaborado, que suscita discussões inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que o termo &#8220;empoderamento&#8221; passa um sentimento de desejo de dominação, na tentativa de inverter o cenário de subjugação feminina, oriundo de um contexto histórico. O certo é buscar a quebra de obstáculos, mas não se tornar mais que os demais.</p>
<p>Ao meu sentir, há parcela da comunidade feminina que busca sim, alcançar mais área social, porém, em outros momentos, utiliza sua fragilidade e sua condição para tentar manter certas culturas machistas. </p>
<p>Como forma de exemplificar a afirmação acima, cito o dilema de &#8220;dividir ou não dividir a conta no restaurante&#8221;.</p>
<p>Obviamente que essa questão vai mais além disso. E posso citar a uma certa problemática, mais voltada ao campo jurídico, da presunção de que, numa discussão judicial da guarda dos filhos, mesmo os dois genitores demonstrando todas as qualidades essenciais para exercer a criação, a mãe tem prevalência.</p>
<p>É vindoura a ascensão feminina em todos os aspectos, bem como, a derrubada de certas práticas culturais construídas na égide do domínio masculino machista.</p>
<p>Por fim, parabenizo duplamente a autora pelo seu dia e pelo artigo tão bem elaborado, que suscita discussões inteligentes.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
