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	Comentários sobre: Futuro(a) governador(a): o que pensamos para o turismo	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 Oct 2010 00:01:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Gregório de Matos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34201</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gregório de Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 00:01:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34198&quot;&gt;O Skrotinho&lt;/a&gt;.

Valdo, vc poderia ler o artigo antes de fazer algum comentário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34198">O Skrotinho</a>.</p>
<p>Valdo, vc poderia ler o artigo antes de fazer algum comentário.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: valdo fernando		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34200</link>

		<dc:creator><![CDATA[valdo fernando]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 16:56:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34198&quot;&gt;O Skrotinho&lt;/a&gt;.

Pior, todos sabem o que fazer...e esse Emanuel ficou 8 anos na gestão do Maia x Von, porque não conseguio tudo isso que ele reclama agora!!!????
Fácil criticar né???? Quero ver fazer!!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34198">O Skrotinho</a>.</p>
<p>Pior, todos sabem o que fazer&#8230;e esse Emanuel ficou 8 anos na gestão do Maia x Von, porque não conseguio tudo isso que ele reclama agora!!!????<br />
Fácil criticar né???? Quero ver fazer!!!!!</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Marjean Monte		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34199</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marjean Monte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 02:18:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A discussão aqui proposta é oportuna. Com relação ao comentário do Paracelso, concordo com boa parte. Porém, gostaria de ressaltar que na época em que o Emanuel foi secretário, talvez tenha sido o único período em que houve uma aproximação dos municípios com o fim de discutir uma política conjunta para o desenvolvimento do turismo. Eu era coordenador de turismo e cultura de Alenquer e no contexto do Programa Nacional de Municipalização do Turismo, várias reuniões foram feitas, e até um jornal de divulgação regional foi criado (“Na Hora”). Chegou-se a ensaiar a realização de um festival folclórico em Santarém que trouxesse as principais atrações dos municípios vizinhos. Parece-me que foi um período de pujança à atividade, com investimentos e ações concretas em todas as esferas de governo.  Não vi, depois disso, nenhuma iniciativa parecida.

Quanto à grafia do Sairé, primando bela objetividade, a ancestralidade borari deve ser colocada em perspectiva. O ilustre conterrâneo Dr. Luiz Ismaelino Valente, no seu mais recente livro (“O Curumu de Alenquer na obra de Francisco Gomes de Amorim”, 2010) surpreende seus leitores com o relato de que já no início do século XIX, quando a região ainda era majoritariamente habitada por índios, o Sairé já era festejado nas aldeias às margens dos lagos ximangos.

Conta o autor que no ano de 1837 a festa de S. Tomé (espécie de padroeiro dos silvícolas) fora celebrada no curumu (lago próximo à cidade), na choupana do tapuio Tomé. Em seguida, transcreve a descrição do cenário em que é encenada a festa, na peça “O Cedro Vermelho”, do poeta lusitano, informando que o espaçoso terreiro ostenta “ao centro, um mastro, enfeitado com folhagens naturais e uma bandeira no topo.”

Ismaelino, às vezes parafraseando, às vezes transcrevendo pequenos trechos da obra de Amorim, transporta seu leitor com maestria para dentro da festa do santo dos índios, narrando a chegada dos “juízes” e “juízas” em “uma canoa de duas toldas de folhas de palmeira (...) ao toque de tambor e pífano”, e sob o pipocar dos foguetes, das “salvas de espingarda e ‘vivas’ ao Senhor São Tomé (...) iniciam a procissão do ‘sairé’, primeiro passo para ‘saltar as fogueiras’ e ‘derrubar o mastro’””.

À página 103, o autor transcreve a explicação de Gomes de Amorim: “Sairé ou toriua é um semicírculo de cipó, com seis palmos de diâmetro, quadripartido, tendo uma cruz e um espelho em cada uma dessas partes e outra cruz no meio da periferia...”, ou seja, guardando absoluta identidade com o símbolo utilizado na festa de Alter-do-chão.

Vê-se (e o Dr. Ismaelino me corrigirá se eu estiver errado), que desde sempre Sairé foi grafado com “S”.

Para colocar um pouco mais de lenha na fogueira, lembro o que ocorre com o muiraquitã. Sempre achei que tais pedras só eram encontradas em Santarém. Porém, Fulgêncio Simões, outro ilustre alenquerense, em 1908 (“O município de Alemquer”) conta que o Cônego F. Bernardino de Souza, em meados do sec. XIX referia-se à existência dessa pedra somente no rio Nhamundá, e relata que os índios a chamavam de puúraquitã.


Simões ainda diz: “Destas tive algumas e umas de maior grandeza, que representava a cabeça e o pescoço de um cavalo, que foi para Bolonha, para o célebre museu do Sumo Pontífice Benedito XIV(...). Resta saber se estas pedras são originais do rio Nhamundá, ou se existem também nos demais rios que “afluem ao norte do Amazonas”. No rio Mamiá, o maior afluente da margem direita do rio Curuá, encontram-se no leito do dito rio, pelo verão, pedras multicores, entre as quais a da cor do Muêraquitan, com a mesma consistência desta. Serão iguais? É o que o exame científico dirá, quando o incentivo particular e o impulso dos poderes públicos saírem da condenável indiferença pelas nossas riquezas naturais.”


Estabelecidas as premissas para a controvérsia, deixo as conclusões aos estudiosos do assunto, com muito mais autoridade do que eu para dizer a quem assiste a razão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão aqui proposta é oportuna. Com relação ao comentário do Paracelso, concordo com boa parte. Porém, gostaria de ressaltar que na época em que o Emanuel foi secretário, talvez tenha sido o único período em que houve uma aproximação dos municípios com o fim de discutir uma política conjunta para o desenvolvimento do turismo. Eu era coordenador de turismo e cultura de Alenquer e no contexto do Programa Nacional de Municipalização do Turismo, várias reuniões foram feitas, e até um jornal de divulgação regional foi criado (“Na Hora”). Chegou-se a ensaiar a realização de um festival folclórico em Santarém que trouxesse as principais atrações dos municípios vizinhos. Parece-me que foi um período de pujança à atividade, com investimentos e ações concretas em todas as esferas de governo.  Não vi, depois disso, nenhuma iniciativa parecida.</p>
<p>Quanto à grafia do Sairé, primando bela objetividade, a ancestralidade borari deve ser colocada em perspectiva. O ilustre conterrâneo Dr. Luiz Ismaelino Valente, no seu mais recente livro (“O Curumu de Alenquer na obra de Francisco Gomes de Amorim”, 2010) surpreende seus leitores com o relato de que já no início do século XIX, quando a região ainda era majoritariamente habitada por índios, o Sairé já era festejado nas aldeias às margens dos lagos ximangos.</p>
<p>Conta o autor que no ano de 1837 a festa de S. Tomé (espécie de padroeiro dos silvícolas) fora celebrada no curumu (lago próximo à cidade), na choupana do tapuio Tomé. Em seguida, transcreve a descrição do cenário em que é encenada a festa, na peça “O Cedro Vermelho”, do poeta lusitano, informando que o espaçoso terreiro ostenta “ao centro, um mastro, enfeitado com folhagens naturais e uma bandeira no topo.”</p>
<p>Ismaelino, às vezes parafraseando, às vezes transcrevendo pequenos trechos da obra de Amorim, transporta seu leitor com maestria para dentro da festa do santo dos índios, narrando a chegada dos “juízes” e “juízas” em “uma canoa de duas toldas de folhas de palmeira (&#8230;) ao toque de tambor e pífano”, e sob o pipocar dos foguetes, das “salvas de espingarda e ‘vivas’ ao Senhor São Tomé (&#8230;) iniciam a procissão do ‘sairé’, primeiro passo para ‘saltar as fogueiras’ e ‘derrubar o mastro’””.</p>
<p>À página 103, o autor transcreve a explicação de Gomes de Amorim: “Sairé ou toriua é um semicírculo de cipó, com seis palmos de diâmetro, quadripartido, tendo uma cruz e um espelho em cada uma dessas partes e outra cruz no meio da periferia&#8230;”, ou seja, guardando absoluta identidade com o símbolo utilizado na festa de Alter-do-chão.</p>
<p>Vê-se (e o Dr. Ismaelino me corrigirá se eu estiver errado), que desde sempre Sairé foi grafado com “S”.</p>
<p>Para colocar um pouco mais de lenha na fogueira, lembro o que ocorre com o muiraquitã. Sempre achei que tais pedras só eram encontradas em Santarém. Porém, Fulgêncio Simões, outro ilustre alenquerense, em 1908 (“O município de Alemquer”) conta que o Cônego F. Bernardino de Souza, em meados do sec. XIX referia-se à existência dessa pedra somente no rio Nhamundá, e relata que os índios a chamavam de puúraquitã.</p>
<p>Simões ainda diz: “Destas tive algumas e umas de maior grandeza, que representava a cabeça e o pescoço de um cavalo, que foi para Bolonha, para o célebre museu do Sumo Pontífice Benedito XIV(&#8230;). Resta saber se estas pedras são originais do rio Nhamundá, ou se existem também nos demais rios que “afluem ao norte do Amazonas”. No rio Mamiá, o maior afluente da margem direita do rio Curuá, encontram-se no leito do dito rio, pelo verão, pedras multicores, entre as quais a da cor do Muêraquitan, com a mesma consistência desta. Serão iguais? É o que o exame científico dirá, quando o incentivo particular e o impulso dos poderes públicos saírem da condenável indiferença pelas nossas riquezas naturais.”</p>
<p>Estabelecidas as premissas para a controvérsia, deixo as conclusões aos estudiosos do assunto, com muito mais autoridade do que eu para dizer a quem assiste a razão.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: O Skrotinho		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34198</link>

		<dc:creator><![CDATA[O Skrotinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 21:33:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=13089#comment-34198</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34193&quot;&gt;Jeso Carneiro&lt;/a&gt;.

Jeso, quando leio esses comentário falando o que falta para que o turismo em Santarém deslanche, todos sabendo o que tem que ser feito, lembro de uma frase do Cristovam Sena quando em uma rodada as pessoas falavam que Alexandre Von seria o melhor prefeito para Santarém pois o mesmo sabe o que tem que ser feito para o desenvolvimento de nossa cidade, ele falou: &quot;Nós não precisamos de pessoas que somente SAIBAM o que tem que ser feito, precisamos de pessoas que QUEIRAM fazer o que tem que ser feito!&quot;
Todos sabem o que tem ser feito, é só montar a sua equipe de profissionais de execução e executar. Simples assim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34193">Jeso Carneiro</a>.</p>
<p>Jeso, quando leio esses comentário falando o que falta para que o turismo em Santarém deslanche, todos sabendo o que tem que ser feito, lembro de uma frase do Cristovam Sena quando em uma rodada as pessoas falavam que Alexandre Von seria o melhor prefeito para Santarém pois o mesmo sabe o que tem que ser feito para o desenvolvimento de nossa cidade, ele falou: &#8220;Nós não precisamos de pessoas que somente SAIBAM o que tem que ser feito, precisamos de pessoas que QUEIRAM fazer o que tem que ser feito!&#8221;<br />
Todos sabem o que tem ser feito, é só montar a sua equipe de profissionais de execução e executar. Simples assim.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Cidmil		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34197</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cidmil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 21:09:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=13089#comment-34197</guid>

					<description><![CDATA[Concordo plenamente ser necessária uma visão mais ampla, que consiga pensar o desenvolvimento regional de forma integrada, sem a qual Santarém vai ficar olhando eternamente  para o próprio umbigo, só voltando à realidade quando tropeça nos buracos da cidade.  
Agora achar que o autodidata, ou seja, cerca de 80% dos que operam e desenvolveram o turismo regional, seja dispensável para o desenvolvimento do setor, achar que essa gente, que é essencialmente empreendedora não teria soluções para ajudar a alavancar o setor, revela uma visão estreita típica dos tecnocratas que tem horror à participação dos diversos seguimentos sociais nas decisões de interesse público.
Você anda acreditando demais na Academia, não esqueça que a Academia fora do mercado e do tecido social é apenas o lugar da teoria, que muitas vezes ao se confrontar com a realidade vira pó. 
É indispensável a experiência de quem conhece e vivência o setor, assim como dos que pesquisam e pensam estratégias para o seu desenvolvimento. E penso ser bem melhor o setor ser dirigido por alguém com larga experiência no ramo que na mão de um tecnocrata saído da Academia ávido por fazer suas experiências com teorias nem sempre apropriadas à realidade.
Paracelso, isso não é uma defesa do Emanuel Julio, também prefiro Jatene e só escrevo ÇAIRÉ com Ç, não por implicância, mas por uma questão de ancestralidade Borari.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente ser necessária uma visão mais ampla, que consiga pensar o desenvolvimento regional de forma integrada, sem a qual Santarém vai ficar olhando eternamente  para o próprio umbigo, só voltando à realidade quando tropeça nos buracos da cidade.<br />
Agora achar que o autodidata, ou seja, cerca de 80% dos que operam e desenvolveram o turismo regional, seja dispensável para o desenvolvimento do setor, achar que essa gente, que é essencialmente empreendedora não teria soluções para ajudar a alavancar o setor, revela uma visão estreita típica dos tecnocratas que tem horror à participação dos diversos seguimentos sociais nas decisões de interesse público.<br />
Você anda acreditando demais na Academia, não esqueça que a Academia fora do mercado e do tecido social é apenas o lugar da teoria, que muitas vezes ao se confrontar com a realidade vira pó.<br />
É indispensável a experiência de quem conhece e vivência o setor, assim como dos que pesquisam e pensam estratégias para o seu desenvolvimento. E penso ser bem melhor o setor ser dirigido por alguém com larga experiência no ramo que na mão de um tecnocrata saído da Academia ávido por fazer suas experiências com teorias nem sempre apropriadas à realidade.<br />
Paracelso, isso não é uma defesa do Emanuel Julio, também prefiro Jatene e só escrevo ÇAIRÉ com Ç, não por implicância, mas por uma questão de ancestralidade Borari.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Deney Licínio		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34196</link>

		<dc:creator><![CDATA[Deney Licínio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 20:22:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=13089#comment-34196</guid>

					<description><![CDATA[Essa questão sobre o turismo realmente é muito interessante. o Turismo é visto hoje como um dos principais setores que fortalecerá a economia brasileira, também poderá ser responsável pela diminuição dos ídices de desemprego. Porém, os governos municipais do oeste paraense não ofecerem as menores condições para que as ações realmente aconteçam a contento. outro  fator é que os órgãos responsáveis do governo estadual como PARATUR, SEEL, SECULT e a não existência de uma secretaria específica para o turismo não invista no setor, principalmente nesta região.
Só pra ter uma idéia, nestes quatro anos o município de Uruará não recebeu do governo do estado nem um real para ivestir nos eventos e/ou infraestrutura. Em nosso município nunca estve presente um secretário e nem a governadora teve a ombridade de nos visitar. Esta região da Trasamazônica é esquecida pelo governo do estado. Devo realatar aqui que temos um potencial ecoturistico com vária cavernas, paredões, trilhas, rios, cachoeiras, corredeiras, uma enorme riquesa cultural, esportiva, de lazer, belas fazendas de cacau par o turismo rural e muito mais.
Mas, a falta de conhecimento ou até má vontade, pois essa questões nunca irão ser prioridades para os puliticos, paenas em seus palanques ou para seus realtórios atuando como ações recuperadoras para menores infratores e/ou problemas sociais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa questão sobre o turismo realmente é muito interessante. o Turismo é visto hoje como um dos principais setores que fortalecerá a economia brasileira, também poderá ser responsável pela diminuição dos ídices de desemprego. Porém, os governos municipais do oeste paraense não ofecerem as menores condições para que as ações realmente aconteçam a contento. outro  fator é que os órgãos responsáveis do governo estadual como PARATUR, SEEL, SECULT e a não existência de uma secretaria específica para o turismo não invista no setor, principalmente nesta região.<br />
Só pra ter uma idéia, nestes quatro anos o município de Uruará não recebeu do governo do estado nem um real para ivestir nos eventos e/ou infraestrutura. Em nosso município nunca estve presente um secretário e nem a governadora teve a ombridade de nos visitar. Esta região da Trasamazônica é esquecida pelo governo do estado. Devo realatar aqui que temos um potencial ecoturistico com vária cavernas, paredões, trilhas, rios, cachoeiras, corredeiras, uma enorme riquesa cultural, esportiva, de lazer, belas fazendas de cacau par o turismo rural e muito mais.<br />
Mas, a falta de conhecimento ou até má vontade, pois essa questões nunca irão ser prioridades para os puliticos, paenas em seus palanques ou para seus realtórios atuando como ações recuperadoras para menores infratores e/ou problemas sociais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sebastião Rodrigues		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34195</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sebastião Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 20:14:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=13089#comment-34195</guid>

					<description><![CDATA[Nós é que temos que apontar o dedo para onde queremos ir e o que queremos e ter argumento para exigir junto ao governo do estado e aos órgãos federais o que nos é de direito.

Parece redundância, mas é preciso sempre repetir: ainda não temos o básico em infra- estrutura. Falta-nos Aeroporto, Porto, saneamento, malha urbana transitável, profissionais na gestão do setor, conscientização população, etc. Temos que gostar de nós mesmos para que possamos nos vender como produto de qualidade.

Fui critico da gestão do Emmanuel quando secretário de turismo, inclusive nessa questão “Çairé” e outros denominativos como “Caribe da Amazônia”, mas reconheço nele um profissional competente e de todos os materiais que conheço que servem para divulgar Santarém, alguns dos melhores tem sua assinatura.

Sebastião Rodrigues]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós é que temos que apontar o dedo para onde queremos ir e o que queremos e ter argumento para exigir junto ao governo do estado e aos órgãos federais o que nos é de direito.</p>
<p>Parece redundância, mas é preciso sempre repetir: ainda não temos o básico em infra- estrutura. Falta-nos Aeroporto, Porto, saneamento, malha urbana transitável, profissionais na gestão do setor, conscientização população, etc. Temos que gostar de nós mesmos para que possamos nos vender como produto de qualidade.</p>
<p>Fui critico da gestão do Emmanuel quando secretário de turismo, inclusive nessa questão “Çairé” e outros denominativos como “Caribe da Amazônia”, mas reconheço nele um profissional competente e de todos os materiais que conheço que servem para divulgar Santarém, alguns dos melhores tem sua assinatura.</p>
<p>Sebastião Rodrigues</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Wilder Walt		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34194</link>

		<dc:creator><![CDATA[Wilder Walt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 18:27:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=13089#comment-34194</guid>

					<description><![CDATA[Quem pode transitar por toda a margem da avenida Tapajós sem em alguns vários pontos não  sentir constrangimento de si mesmo por habitar em um lugar tão imundo, sujo, poluído, fedorento, mal cuidado. Este pacote todo reflete uma cultura, uma educação de um povo. Assim é por toda a cidade. A educação ambiental das novas gerações parece reduzir-se a esporádicas práticas de faz de conta com cartazes e faixas de frases e clichês. Pedem cobertura da mídia. Mais lixo!  De projetos e projetos. Convidam-se certos ditos ilustres para debater em eventos, emissoras de comunicação. Um culto a gurus de receitas. Mundo de palavras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem pode transitar por toda a margem da avenida Tapajós sem em alguns vários pontos não  sentir constrangimento de si mesmo por habitar em um lugar tão imundo, sujo, poluído, fedorento, mal cuidado. Este pacote todo reflete uma cultura, uma educação de um povo. Assim é por toda a cidade. A educação ambiental das novas gerações parece reduzir-se a esporádicas práticas de faz de conta com cartazes e faixas de frases e clichês. Pedem cobertura da mídia. Mais lixo!  De projetos e projetos. Convidam-se certos ditos ilustres para debater em eventos, emissoras de comunicação. Um culto a gurus de receitas. Mundo de palavras.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jeso Carneiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34193</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jeso Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 17:28:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=13089#comment-34193</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34192&quot;&gt;KADAFI&lt;/a&gt;.

Caro &lt;strong&gt;Emanuel&lt;/strong&gt;, uma das primeiras medidas a ser tomada por qualquer um deles é colocar gente que conheça o setor, que entenda de turismo, e não transformar a Paratur e balcão de negócios políticos. Jatene fez isso no seu mandato e, como se não bastasse, Ana Júlia repetiu a dose.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34192">KADAFI</a>.</p>
<p>Caro <strong>Emanuel</strong>, uma das primeiras medidas a ser tomada por qualquer um deles é colocar gente que conheça o setor, que entenda de turismo, e não transformar a Paratur e balcão de negócios políticos. Jatene fez isso no seu mandato e, como se não bastasse, Ana Júlia repetiu a dose.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: KADAFI		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/futuroa-governadora-o-que-pensamos-para-o-turismo.html#comment-34192</link>

		<dc:creator><![CDATA[KADAFI]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 16:52:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=13089#comment-34192</guid>

					<description><![CDATA[Concordo plenamente com EMANUEL JÚLIO, é uma pessoa conhecedora do setor,  e,  com sua saida da secretaria de turismo quem perdeu foi Santarém.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente com EMANUEL JÚLIO, é uma pessoa conhecedora do setor,  e,  com sua saida da secretaria de turismo quem perdeu foi Santarém.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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