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	Comentários sobre: Instância ficcional do morrer	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Josue Vieira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/instancia-ficcional-do-morrer.html#comment-205310</link>

		<dc:creator><![CDATA[Josue Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2016 23:51:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A morte é um mal entendido mesmo, mas a tendencia é essa mesma, a ordem natural das coisas apontam para este fim sem negociações para um fim sem o &quot;meio fim&quot;. A morte é mal escrita mesma, ceifa, tolhe, arranca a matéria humana de suas emoções frágeis, por isso confuso...
Isso sem problema, o fim é comum a todos, há uma concordância indiscutível sobre isso.
Mas o que perverte e se torna arrogância neste caminho inexorável é como lidamos e damos finalidade com as formas alheias do morrer. Parece que a memória não dá mais conta de selecionar naturalmente o que se deseja lembrar ou esquecer, precisamos do wathsapp para reconhecer que a morte é iminente, assim a morte se torna virtual, quase plástica, apagando assim as emoções em volta deste evento, emoções que definem o momento como único, que pelo compartilhamento virtual via wathsapp dessas formas de morrer é que interferimos mais uma vez nas ordens naturais das coisas, e transformamos para pior.
Nas etapas que definem periodo de estagnação nas sociedades primitivas da História humana quando as certezas naturais são trocadas por virtualidades o senso de sociedade é alterada, e toda uma cadeia de eventos sofrem modificações, uma dessas modificações é a criação de ídolos para responder sobre as coisas da vida. E isso o wathsapp personifica na contemporaneidade essa virtualidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A morte é um mal entendido mesmo, mas a tendencia é essa mesma, a ordem natural das coisas apontam para este fim sem negociações para um fim sem o &#8220;meio fim&#8221;. A morte é mal escrita mesma, ceifa, tolhe, arranca a matéria humana de suas emoções frágeis, por isso confuso&#8230;<br />
Isso sem problema, o fim é comum a todos, há uma concordância indiscutível sobre isso.<br />
Mas o que perverte e se torna arrogância neste caminho inexorável é como lidamos e damos finalidade com as formas alheias do morrer. Parece que a memória não dá mais conta de selecionar naturalmente o que se deseja lembrar ou esquecer, precisamos do wathsapp para reconhecer que a morte é iminente, assim a morte se torna virtual, quase plástica, apagando assim as emoções em volta deste evento, emoções que definem o momento como único, que pelo compartilhamento virtual via wathsapp dessas formas de morrer é que interferimos mais uma vez nas ordens naturais das coisas, e transformamos para pior.<br />
Nas etapas que definem periodo de estagnação nas sociedades primitivas da História humana quando as certezas naturais são trocadas por virtualidades o senso de sociedade é alterada, e toda uma cadeia de eventos sofrem modificações, uma dessas modificações é a criação de ídolos para responder sobre as coisas da vida. E isso o wathsapp personifica na contemporaneidade essa virtualidade.</p>
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		<title>
		Por: Jo		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/instancia-ficcional-do-morrer.html#comment-205121</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2015 15:24:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não entedí ! Que coisa  mal escrita , confusa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não entedí ! Que coisa  mal escrita , confusa &#8230;</p>
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