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	<title>
	Comentários sobre: Morte e amor	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Maralice		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/morte-e-amor.html#comment-53289</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maralice]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2011 02:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Interessante reflexão. Temos medo de algo inevitável- a morte- e em razão desse medo, deixamos de viver em plenitude. Com  o passar do tempo, tenho ficado com medo de não viver a vida em seu sentido pleno,  de não ser eu de verdade, de não fazer as minhas vontades, pois, somos influenciados a todo instante a viver uma vida que não queremos, cheias de convenções letais, de amarras sutis que dilaceram a alma. Porém, as nossas ilusões materiais são tão fortes, que quando não rompidas,  nos tornam mortos-vivos!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante reflexão. Temos medo de algo inevitável- a morte- e em razão desse medo, deixamos de viver em plenitude. Com  o passar do tempo, tenho ficado com medo de não viver a vida em seu sentido pleno,  de não ser eu de verdade, de não fazer as minhas vontades, pois, somos influenciados a todo instante a viver uma vida que não queremos, cheias de convenções letais, de amarras sutis que dilaceram a alma. Porém, as nossas ilusões materiais são tão fortes, que quando não rompidas,  nos tornam mortos-vivos!</p>
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		<title>
		Por: Luiz Fernandes de Oliveira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/morte-e-amor.html#comment-53288</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernandes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2011 22:20:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É, nos meus 30 anos e três meses, realizando perícias. Nunca quis contar quantos mortos já vi e fiz contato com eles. Só para historiar um pouco, quantos ví e trabalhei reconhecendo e identificando eles, no mais trágico naufrágio, ocorrido na cidade de Óbidos/PA; em 16/set/81. Durante três dias consecutivos, sem me aperceber da morte e ter medo dela. Sinceramente, não sei explicar se é vocação profissional ou outra coisa. Interessante, só tenho medo dela quando alguém fala dela; que é o último suspiro. Portanto, &quot; Se morrer é um descanso, gosto tanto da vida, que prefiro viver cansado  e beber de vez enquando, uma cerveja gelada tanto seja loira ou morena &quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É, nos meus 30 anos e três meses, realizando perícias. Nunca quis contar quantos mortos já vi e fiz contato com eles. Só para historiar um pouco, quantos ví e trabalhei reconhecendo e identificando eles, no mais trágico naufrágio, ocorrido na cidade de Óbidos/PA; em 16/set/81. Durante três dias consecutivos, sem me aperceber da morte e ter medo dela. Sinceramente, não sei explicar se é vocação profissional ou outra coisa. Interessante, só tenho medo dela quando alguém fala dela; que é o último suspiro. Portanto, &#8221; Se morrer é um descanso, gosto tanto da vida, que prefiro viver cansado  e beber de vez enquando, uma cerveja gelada tanto seja loira ou morena &#8220;.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Lumar		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/morte-e-amor.html#comment-53287</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lumar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2011 20:39:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[JB meu querido,
Estou sinceramente maravilhada,
como voce usou seus sentimentos para transcrever palavras, em um tema tão melindroso: a morte. Lembrou -me &quot; A menina que roubava livros&quot;....
Beijos no coração]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JB meu querido,<br />
Estou sinceramente maravilhada,<br />
como voce usou seus sentimentos para transcrever palavras, em um tema tão melindroso: a morte. Lembrou -me &#8221; A menina que roubava livros&#8221;&#8230;.<br />
Beijos no coração</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Alma Cabocla		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/morte-e-amor.html#comment-53286</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alma Cabocla]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2011 17:17:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O medo da morte, não é maior, que o medo da vida. Aprendi essa definição, no dia em que eu enfartei, e pude perceber o quanto fino, e o que nos separa da morte, o grande conflito, entre a vida e a morte, é surpreendente. Sempre fui ativo, trabalhava ate 12 horas por dia, e trazia ainda trabalho pra casa, não tinha medo do meu corpo, memso eu pesando 150 kg, encarava qualquer situação, e não tinha medo das consequencias.

Meu corpo, que não e maquina, um dia falhou, e essa falha, foi um sinal de que algo não estava bem. Nesse momento, pude perceber que a morte, era consequencia natural de meus desalinhos, e que se eu não busca transformar aquela cena de morte, em um caminho de vido, o fim seria tragico.

Foi dificil então encarrar que minha vida, estava por um fio, que por mais recursos tecnologicos que tivessem ao meu alcançe, eu precisav mudar rasticamente todos os meus conceitos, a começar pelo ritimo louco que impus a minha vida, e ao meu trabalho. Começei a perceber o quanto era bom acordar todo dia, e memso com dificuldade e dores, iniciar mais um dia de VIDA. 

A morte nunca se apresentou como uma alternativa, e eu nunca tive medo, de um dia não acordar, mais perto daqueles e daquelas que eu tanto amo. Esse medo de deixar familia, filhos, amigos, fez com que eu buscasse A VIDA, desisperadamente, como um recomeço. Sempre quiz viver, e por isso, sou APAIXONADO PELA VIDA, E SER APAIXONADO PELA VIDA, SIGNIFICA LUTAR PARA MANTER-SE VIVO, todos os dias.

Por isso, nunca dei importancia a morte, acho a morte, (mesmo que eu tenha fugido dela), apenas como uma passagem. Hoje encarro as minhas deficiencias, (ja estou com 100 kg), como parte do aprendizado que eu so consegui ter, quando vi, que ou eu mudava, ou morria, e entre viver e morrer, eu preferi viver...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O medo da morte, não é maior, que o medo da vida. Aprendi essa definição, no dia em que eu enfartei, e pude perceber o quanto fino, e o que nos separa da morte, o grande conflito, entre a vida e a morte, é surpreendente. Sempre fui ativo, trabalhava ate 12 horas por dia, e trazia ainda trabalho pra casa, não tinha medo do meu corpo, memso eu pesando 150 kg, encarava qualquer situação, e não tinha medo das consequencias.</p>
<p>Meu corpo, que não e maquina, um dia falhou, e essa falha, foi um sinal de que algo não estava bem. Nesse momento, pude perceber que a morte, era consequencia natural de meus desalinhos, e que se eu não busca transformar aquela cena de morte, em um caminho de vido, o fim seria tragico.</p>
<p>Foi dificil então encarrar que minha vida, estava por um fio, que por mais recursos tecnologicos que tivessem ao meu alcançe, eu precisav mudar rasticamente todos os meus conceitos, a começar pelo ritimo louco que impus a minha vida, e ao meu trabalho. Começei a perceber o quanto era bom acordar todo dia, e memso com dificuldade e dores, iniciar mais um dia de VIDA. </p>
<p>A morte nunca se apresentou como uma alternativa, e eu nunca tive medo, de um dia não acordar, mais perto daqueles e daquelas que eu tanto amo. Esse medo de deixar familia, filhos, amigos, fez com que eu buscasse A VIDA, desisperadamente, como um recomeço. Sempre quiz viver, e por isso, sou APAIXONADO PELA VIDA, E SER APAIXONADO PELA VIDA, SIGNIFICA LUTAR PARA MANTER-SE VIVO, todos os dias.</p>
<p>Por isso, nunca dei importancia a morte, acho a morte, (mesmo que eu tenha fugido dela), apenas como uma passagem. Hoje encarro as minhas deficiencias, (ja estou com 100 kg), como parte do aprendizado que eu so consegui ter, quando vi, que ou eu mudava, ou morria, e entre viver e morrer, eu preferi viver&#8230;</p>
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