<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: O drama da cheia	</title>
	<atom:link href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-drama-da-cheia.html/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-drama-da-cheia.html</link>
	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 13 Dec 2015 11:53:40 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Célio Simões		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-drama-da-cheia.html#comment-114779</link>

		<dc:creator><![CDATA[Célio Simões]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 19:51:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=48813#comment-114779</guid>

					<description><![CDATA[Caros amigos, sensibilizado, agradeço pelas opiniões positivas, porém quero dividi-las com as pessoas que me incentivaram a ler e enveredar pela arte de escrever: minha mãe Lady Simões e os professores particulares Manduca Valente, Córa Simões (minha tia, que me alfabetizou), Glória Correa Pinto e Ana Moda. Com a ajudazinha da palmatória, parece que deu certo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos, sensibilizado, agradeço pelas opiniões positivas, porém quero dividi-las com as pessoas que me incentivaram a ler e enveredar pela arte de escrever: minha mãe Lady Simões e os professores particulares Manduca Valente, Córa Simões (minha tia, que me alfabetizou), Glória Correa Pinto e Ana Moda. Com a ajudazinha da palmatória, parece que deu certo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Lucio Moda		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-drama-da-cheia.html#comment-114778</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Lucio Moda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 17:27:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=48813#comment-114778</guid>

					<description><![CDATA[Sinto-me dentro da casa, no curral, na canoa do Zé Lopes. Meu avô e meu pai, viveram e conviveram com essa realidade. Digo que, a várzea é um eterno recomeço. A enchente vem, traz consigo muitos nutrientes que vão nutrir o solo para novas plantações, novos capins para o gado (pouco gado, apenas o suficiente para a subsistência do ribeirinho). Pena que as enchentes estão cada vez maiores que expulsa muitos. Fica os que não têm outra opção para morar. Mas tudo passa e vem o nosso &quot;verão&quot; com o peixe gostoso, melancias, alguma farinha de mandioca etc.

Outro autor obidense que também  emociona o leitor e o faz inserir na realidade é Inglês de Souza, ainda pouco estudado.

Parabéns, Celio. Lembro de você, salvo engano, como aluno da Professora Ana Moda, de saudosa memória e da sua saudosa mãe, Dona Ladi, como minha professora no curso de datilografia. Se sou digitador que usa todos os dedos na digitação,  sem olhar para o teclado do computador, devo a ela, pois colocava um anteparo de madeira por cima do teclado da velha máquina de escrever para o alunos não olharem o teclado. Um abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinto-me dentro da casa, no curral, na canoa do Zé Lopes. Meu avô e meu pai, viveram e conviveram com essa realidade. Digo que, a várzea é um eterno recomeço. A enchente vem, traz consigo muitos nutrientes que vão nutrir o solo para novas plantações, novos capins para o gado (pouco gado, apenas o suficiente para a subsistência do ribeirinho). Pena que as enchentes estão cada vez maiores que expulsa muitos. Fica os que não têm outra opção para morar. Mas tudo passa e vem o nosso &#8220;verão&#8221; com o peixe gostoso, melancias, alguma farinha de mandioca etc.</p>
<p>Outro autor obidense que também  emociona o leitor e o faz inserir na realidade é Inglês de Souza, ainda pouco estudado.</p>
<p>Parabéns, Celio. Lembro de você, salvo engano, como aluno da Professora Ana Moda, de saudosa memória e da sua saudosa mãe, Dona Ladi, como minha professora no curso de datilografia. Se sou digitador que usa todos os dedos na digitação,  sem olhar para o teclado do computador, devo a ela, pois colocava um anteparo de madeira por cima do teclado da velha máquina de escrever para o alunos não olharem o teclado. Um abraço!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Farias		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-drama-da-cheia.html#comment-114777</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Farias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 14:02:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=48813#comment-114777</guid>

					<description><![CDATA[Fico até meio emocionado, quando leio textos como estes que o Célio escreve. O linguajar peculiar do caboclo amazônico, é de uma riqueza ímpar. Eu particularmente me orgulho de ser, como diz o caboclo. dessas bandas também. Sou de Oriximiná, com muito orgulho diga-se de passagem, moro em Belém há muitos anos, mais não esqueço minhas origens.
Quero aproveitar, paara parabenizar o Célio por esta brilhante contribuição que o mesmo dá a essa realidade tão sofrida dos CABOCLOS DA AMAZÔNIA.
Obs. Tive o privilégio de conhecer e conviver um pouco com o Célio, pois, jogamos nossas peladas junto com a turma de Santarém no campo do Felipe, quando o mesmo ainda era do Banco do Brasil.
Abraços, João Farias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fico até meio emocionado, quando leio textos como estes que o Célio escreve. O linguajar peculiar do caboclo amazônico, é de uma riqueza ímpar. Eu particularmente me orgulho de ser, como diz o caboclo. dessas bandas também. Sou de Oriximiná, com muito orgulho diga-se de passagem, moro em Belém há muitos anos, mais não esqueço minhas origens.<br />
Quero aproveitar, paara parabenizar o Célio por esta brilhante contribuição que o mesmo dá a essa realidade tão sofrida dos CABOCLOS DA AMAZÔNIA.<br />
Obs. Tive o privilégio de conhecer e conviver um pouco com o Célio, pois, jogamos nossas peladas junto com a turma de Santarém no campo do Felipe, quando o mesmo ainda era do Banco do Brasil.<br />
Abraços, João Farias.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anderson Dezincourt		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-drama-da-cheia.html#comment-114776</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anderson Dezincourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 10:45:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=48813#comment-114776</guid>

					<description><![CDATA[Célio, torci pelo Zé até o final e ainda torço por muitos outros Zé&#039;s que travam uma grande luta a cada inverno com o grande e impiedoso Amazonas. &quot;Terras vão caindo, vão sumindo, o Amazonas vai subindo, é triste, mas é lindo&quot;. Que aula de linguajar caboclo. Que texto! Do c . . .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Célio, torci pelo Zé até o final e ainda torço por muitos outros Zé&#8217;s que travam uma grande luta a cada inverno com o grande e impiedoso Amazonas. &#8220;Terras vão caindo, vão sumindo, o Amazonas vai subindo, é triste, mas é lindo&#8221;. Que aula de linguajar caboclo. Que texto! Do c . . .</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alessandro Nascimento		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-drama-da-cheia.html#comment-114775</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alessandro Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 09:20:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=48813#comment-114775</guid>

					<description><![CDATA[Uma viagem emocionante nas palavras do nobre amigo. Retrato do caboclo amazônico, beiradeiro de vida sofrida. Parabéns pelo texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma viagem emocionante nas palavras do nobre amigo. Retrato do caboclo amazônico, beiradeiro de vida sofrida. Parabéns pelo texto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
