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	Comentários sobre: O modelo administrativo (falido) do Pará	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 09 Oct 2011 03:38:57 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: wellington		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64163</link>

		<dc:creator><![CDATA[wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 03:38:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não seria minha intencão responde-lo enqunto iluminado que traz luz ao obscurantismo e civilizacão a barbarie, usando sua retorica filosofica, porem considero que seus escritos, muito bem escrito, merecem respostas. Primeiro temos que convir que o debate necessario a importancia do tema não foi e ou sera feito, quero chamar atenção para um fator que faria toda a diferença na discussão e possivelmente no resultado do pleito, pois estou convencido que não passara, o debate sobre o territorio, ja que o recorte territorial proposto consegue desagradar qualquer pessoa que tenha um pouco de lucidez e conhecimento geografico, e a partir dai se julgue prejudicado, o territorio e a bese de organizacão da sociedade e vital a sua manutencão e desenvolvimento, pois dai viriam os recursos para tal, principio base da geopolitica classica de Ratzel ainda hoje considerada, segregar 4,6 milhões de habitantes em 17 por cento do territorio remanescente privando-os das principais reservas de riquezas, minerais, biodiversidade, hidrica e energetica, não e nem razoavel nem toleravel.
Quero lembra-lo que o modelo economico adotado em toda a região quer seja no passado ou no presente sempre gerou para a região impactos ambientais, economicos, sociais e culturais e que nessa empreitada sempre estiveram associasdas as burguesias internacionais, nacionais, regionais e locais e o que tu chamas de moderno esta calcado nas mais primitivas formas de exoloração, aja vista que o papel da regiã  na DIT não mudou, do ponto de vista territorial, não que eu concorde, em em tempos de crise economica e avanço do neoliberalismo, que requer o enxugamento dos gastos do Estado e eficacia na gestão publica, a Italia diz-se na vanguarda da modernização territorial passando a extinguir municipios agrupando-os a outras unidades o que vai de encontro aos argumentos defendidos, O federalismo de papel a la brasileiro, isso e mais complicado... Estados independentes que aderem a união... Dentro deste formato e pouco compreensivel a criação de um Estado orindo de outro nos moldes propostos, o buraco e mais embaixo, teria-se que conquistar territorio e poder e não pela via proposta, isso se for para falar
 sobre o tema.
A geopolitica moderna enuncia que a capital tem que estar situada proximo a maioria da população, pois sofreria a pressão da maioria e por esta parcela significativa da população seria aspas, direcinada.
resumindo, estou convencido que o territorio parense não sera divido neste momento, porem estou tambem convencido que este tema voltara ao debate e no futuro, e importante ao meu ver que pessoas que se envolvem no debate com tu tenhas sensibilidade para analizar a questão que impedira a emancipação dos novos territorios que e população x territorio x recursos e desesenvolvimento da sociedade, pelo menos impotencial, enquanto Tapajos for proposto como um cavalo marinho que vai de note a sul do Para e com mais da metade do territorio para o menor contigente de população e Carajas seguir as mesmas discrepancias, sera muito dificil qualquer divisão, pois basta apelar ao ufanismo e um discurso sentimentalmente carregado para convencer a maioria, mas quando discutirmos o recorte territorial e adequarmos a realidade e bem provavel que a divisão se concretize.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não seria minha intencão responde-lo enqunto iluminado que traz luz ao obscurantismo e civilizacão a barbarie, usando sua retorica filosofica, porem considero que seus escritos, muito bem escrito, merecem respostas. Primeiro temos que convir que o debate necessario a importancia do tema não foi e ou sera feito, quero chamar atenção para um fator que faria toda a diferença na discussão e possivelmente no resultado do pleito, pois estou convencido que não passara, o debate sobre o territorio, ja que o recorte territorial proposto consegue desagradar qualquer pessoa que tenha um pouco de lucidez e conhecimento geografico, e a partir dai se julgue prejudicado, o territorio e a bese de organizacão da sociedade e vital a sua manutencão e desenvolvimento, pois dai viriam os recursos para tal, principio base da geopolitica classica de Ratzel ainda hoje considerada, segregar 4,6 milhões de habitantes em 17 por cento do territorio remanescente privando-os das principais reservas de riquezas, minerais, biodiversidade, hidrica e energetica, não e nem razoavel nem toleravel.<br />
Quero lembra-lo que o modelo economico adotado em toda a região quer seja no passado ou no presente sempre gerou para a região impactos ambientais, economicos, sociais e culturais e que nessa empreitada sempre estiveram associasdas as burguesias internacionais, nacionais, regionais e locais e o que tu chamas de moderno esta calcado nas mais primitivas formas de exoloração, aja vista que o papel da regiã  na DIT não mudou, do ponto de vista territorial, não que eu concorde, em em tempos de crise economica e avanço do neoliberalismo, que requer o enxugamento dos gastos do Estado e eficacia na gestão publica, a Italia diz-se na vanguarda da modernização territorial passando a extinguir municipios agrupando-os a outras unidades o que vai de encontro aos argumentos defendidos, O federalismo de papel a la brasileiro, isso e mais complicado&#8230; Estados independentes que aderem a união&#8230; Dentro deste formato e pouco compreensivel a criação de um Estado orindo de outro nos moldes propostos, o buraco e mais embaixo, teria-se que conquistar territorio e poder e não pela via proposta, isso se for para falar<br />
 sobre o tema.<br />
A geopolitica moderna enuncia que a capital tem que estar situada proximo a maioria da população, pois sofreria a pressão da maioria e por esta parcela significativa da população seria aspas, direcinada.<br />
resumindo, estou convencido que o territorio parense não sera divido neste momento, porem estou tambem convencido que este tema voltara ao debate e no futuro, e importante ao meu ver que pessoas que se envolvem no debate com tu tenhas sensibilidade para analizar a questão que impedira a emancipação dos novos territorios que e população x territorio x recursos e desesenvolvimento da sociedade, pelo menos impotencial, enquanto Tapajos for proposto como um cavalo marinho que vai de note a sul do Para e com mais da metade do territorio para o menor contigente de população e Carajas seguir as mesmas discrepancias, sera muito dificil qualquer divisão, pois basta apelar ao ufanismo e um discurso sentimentalmente carregado para convencer a maioria, mas quando discutirmos o recorte territorial e adequarmos a realidade e bem provavel que a divisão se concretize.</p>
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		<title>
		Por: Santarenho		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64162</link>

		<dc:creator><![CDATA[Santarenho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 20:10:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se o Lucio  é lutador, isso ou aquilo, mais  perde uma grande oportunidade de ficar calado.  Ele não contribui com informações, só poleminiza  negativamente.  Não haverá outra oportunidade,  em Brasília não haverá mais nenhuma oportunidade ao Estado do Tapajós, o momento tem que ser agora e por isso  essa oportunidade deve ser defendida para o bem da Amazônia e para o bem do NOVO PARÁ.   O prazo vence dia 11 de dezembro  para o povo decidir pelo desenvolvimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se o Lucio  é lutador, isso ou aquilo, mais  perde uma grande oportunidade de ficar calado.  Ele não contribui com informações, só poleminiza  negativamente.  Não haverá outra oportunidade,  em Brasília não haverá mais nenhuma oportunidade ao Estado do Tapajós, o momento tem que ser agora e por isso  essa oportunidade deve ser defendida para o bem da Amazônia e para o bem do NOVO PARÁ.   O prazo vence dia 11 de dezembro  para o povo decidir pelo desenvolvimento.</p>
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		<title>
		Por: Jose		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64161</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jose]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 11:32:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64155&quot;&gt;Marco&lt;/a&gt;.

Ação de BANDIDO ou de QUADRILHA!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64155">Marco</a>.</p>
<p>Ação de BANDIDO ou de QUADRILHA!</p>
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		<title>
		Por: João		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64160</link>

		<dc:creator><![CDATA[João]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 11:03:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Já dizem os mais antigos que a esperança e ultima que morre... Caso isso venha ocorrer,
só me consola o fato de morreremos abraçados com os irmãos paraenses sem consciência da realidade de nosso estado.
 ... Estado de falência...
 ... Estado de falência...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já dizem os mais antigos que a esperança e ultima que morre&#8230; Caso isso venha ocorrer,<br />
só me consola o fato de morreremos abraçados com os irmãos paraenses sem consciência da realidade de nosso estado.<br />
 &#8230; Estado de falência&#8230;<br />
 &#8230; Estado de falência&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Válber Almeida		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64159</link>

		<dc:creator><![CDATA[Válber Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 05:03:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64157&quot;&gt;wagner monteiro de castro arouca&lt;/a&gt;.

Wagner, não foi minha intenção &quot;peitar&quot; o Lúcio Flávio, mas estabelecer um debate saudável de ideias sobre a divisão do Pará. Depois, não sejas injusto com o Lúcio. Dizer que ele vive encastelado no poder é desconhecer a história de vida deste jornalista que, em minha opinião, é um verdadeiro um do povo amazônico. A corajosa luta que ele empreende contra os poderosos da região que costumam prevaricar no exercício do poder, estejam eles no meio empresarial, no legislativo, no executivo ou no judiciário, sempre com base em ideias, merece nosso reconhecimento e respeito. Exatamente por esta luta, o Lúcio, ao contrário do que você diz, vive uma espécie de prisão domiciliar na atualidade, uma vez que ele não pode se ausentar de Belém sob o risco de ser preso. As posições dele, que em verdade nem estão bem definidas em seus artigos, em nada desmerecem a sua história. No mais, um abraço e espero suas contribuições sempre aqui neste espaço de debates.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64157">wagner monteiro de castro arouca</a>.</p>
<p>Wagner, não foi minha intenção &#8220;peitar&#8221; o Lúcio Flávio, mas estabelecer um debate saudável de ideias sobre a divisão do Pará. Depois, não sejas injusto com o Lúcio. Dizer que ele vive encastelado no poder é desconhecer a história de vida deste jornalista que, em minha opinião, é um verdadeiro um do povo amazônico. A corajosa luta que ele empreende contra os poderosos da região que costumam prevaricar no exercício do poder, estejam eles no meio empresarial, no legislativo, no executivo ou no judiciário, sempre com base em ideias, merece nosso reconhecimento e respeito. Exatamente por esta luta, o Lúcio, ao contrário do que você diz, vive uma espécie de prisão domiciliar na atualidade, uma vez que ele não pode se ausentar de Belém sob o risco de ser preso. As posições dele, que em verdade nem estão bem definidas em seus artigos, em nada desmerecem a sua história. No mais, um abraço e espero suas contribuições sempre aqui neste espaço de debates.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: SANTARÉM		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64158</link>

		<dc:creator><![CDATA[SANTARÉM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 23:17:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64154&quot;&gt;Jose&lt;/a&gt;.

TENHO VERGONHA DE SER AGRICULTOR NO PLANALTO DE SANTAREM.
Este feudo digno da idade das trevas tem prejudicado em muito a classe dos produtores alem de não fazer nada de util prejudica em muito pela falta de apoio as varias iniciativas do SIPROSAM.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64154">Jose</a>.</p>
<p>TENHO VERGONHA DE SER AGRICULTOR NO PLANALTO DE SANTAREM.<br />
Este feudo digno da idade das trevas tem prejudicado em muito a classe dos produtores alem de não fazer nada de util prejudica em muito pela falta de apoio as varias iniciativas do SIPROSAM.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: wagner monteiro de castro arouca		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64157</link>

		<dc:creator><![CDATA[wagner monteiro de castro arouca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 20:02:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns Válber Almeida por peitar o Lúcio Flávio.Ele é um dos encastelados no Poder em Belém e que acha que tudo aqui no Oeste é só paisagens bonitas.Aqui vai uns pensamentos motivadores:Começar já é metade de toda a ação!O ideal é não esperar pelo momento ideal:o nosso é agora!Se vc faz o que sempre fez,conseguirá cada vez menos o que sempre conseguiu:mexa-se,acredite que vamos ter uma vida mais dígna e com mais oportunidades! E ,.finalmente,LUTE!Pois mais vale as lágrimas de não ter vencido do que a vergonha de não ter lutado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns Válber Almeida por peitar o Lúcio Flávio.Ele é um dos encastelados no Poder em Belém e que acha que tudo aqui no Oeste é só paisagens bonitas.Aqui vai uns pensamentos motivadores:Começar já é metade de toda a ação!O ideal é não esperar pelo momento ideal:o nosso é agora!Se vc faz o que sempre fez,conseguirá cada vez menos o que sempre conseguiu:mexa-se,acredite que vamos ter uma vida mais dígna e com mais oportunidades! E ,.finalmente,LUTE!Pois mais vale as lágrimas de não ter vencido do que a vergonha de não ter lutado!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Solano Lira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64156</link>

		<dc:creator><![CDATA[Solano Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 19:18:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Válber,
Você só tem aperfeiçoado o poder de análise que já manifestava de forma muito eficiente durante o período em que trabalhávamos como professores. Lendo seu texto e ao mesmo tempo os Diários, de autoria de Franz Kafka, deparei-me com uma frase que, de chofre, me fez guiar pela argumentação apresentada em seu texto sobre a divisão do Pará: “Vivemos com o nariz mergulhado do rio do tempo.” E vejo que seu nariz, atento ao passado, perspicaz se revela na compreensão do presente e no pressentir o futuro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Válber,<br />
Você só tem aperfeiçoado o poder de análise que já manifestava de forma muito eficiente durante o período em que trabalhávamos como professores. Lendo seu texto e ao mesmo tempo os Diários, de autoria de Franz Kafka, deparei-me com uma frase que, de chofre, me fez guiar pela argumentação apresentada em seu texto sobre a divisão do Pará: “Vivemos com o nariz mergulhado do rio do tempo.” E vejo que seu nariz, atento ao passado, perspicaz se revela na compreensão do presente e no pressentir o futuro.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marco		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64155</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 18:27:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Semab é subordinada da prefeitura e nao o inverso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Semab é subordinada da prefeitura e nao o inverso.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jose		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/o-modelo-administrativo-falido-do-para.html#comment-64154</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jose]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 16:02:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Santarem é um exemplo de como os politicos da futura Capital do Estado do TAPAJOS estão ainda na idade da escurudão.

A secretaria de Agricultura do Municipio,como exemplo, consiste em um feudo hereditario onde o desconhecimento e a incompetencia imperam e tem como resultado o &quot;grande desenvolvimento agricola do Municipio de Santarem&quot; onde o incentivo a produção não existe e os produtores não são sequer considerados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Santarem é um exemplo de como os politicos da futura Capital do Estado do TAPAJOS estão ainda na idade da escurudão.</p>
<p>A secretaria de Agricultura do Municipio,como exemplo, consiste em um feudo hereditario onde o desconhecimento e a incompetencia imperam e tem como resultado o &#8220;grande desenvolvimento agricola do Municipio de Santarem&#8221; onde o incentivo a produção não existe e os produtores não são sequer considerados.</p>
]]></content:encoded>
		
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