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	Comentários sobre: “Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não entende da arte”	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Manuel Dutra		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 10:27:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Jeso,
Li com atenção o que escrevem neste blog Evaldo Viana, Cristovam Sena e vários comentadores a respeito da partilha tributária, ou seja, a divisão dos recursos que nos pertencem, pois todos contribuimos para com o Tesouro. Isso me trraz à mente aquele refrão, antigo e verdadeiro como ideal a seguir: o difícil fazemos hoje, o impossível deixamos para amanhã cedo.

Repartir o os bens que a todos pertencem foi, é e será sempre um desafio para a sociedade humana. Mas na vida republicana há o princípio segundo o qual os primeiros da fila são os que mais necessitam, num processo absolutamente transparente, ao contrário do absolutismo clássico em que a repartição dependia da vonta e do humor exclusivo do Rei. Ora, oficialmente os reis não mais existem, no entanto, o processo da partilha prossegue, entre nós, da mesma forma anterior à Revolução Francesa: aos amigos do rei, tudo. Aos demais, dêem-lhes brioches, que nos dias de hoje seria: dêem-lhes tão somente o bolsa família, o salário mínimo de miséria, escolas caindo aos pedaços e filas nos corredores de hospitais sem médicos.

O difícil: que tal aproveitarmos essa onda salutar pós-plebiscito, com tamanha adesão popular em tantos municípios, para efetivamente organizar um amplo movimento social, com base inicial nos movimentos e entidades populares e empresariais já existentes, sem prejuízo das pautas específicas de cada uma dessas organizações, mas com base num item comum, qual seja a busca de instrumentos eficazes de informação e controle do emprego dos recursos públicos? Como fazer isso, o debate e a vontade de fazê-lo é que vão dizer. Por exemplo, pressionando de modo organizado e decidido vereadores e deputados a que mudem de atitude e passem, de fato, a olhar o bem de seus eleitores como fator político essencial inclusive para as suas reeleições. Mas isso só virá com forte pressão, sem conchavos nem apadrinhamentos. Sem ódio, mas com determinação.

O impossível se fará logo a seguir: pressionar vereadores e deputados para aprovação de leis que permitam o cumprimento das promessas da democracia, isto é, dar consequência prática à tão apregoada transparência na coisa pública. Dessa forma, de modo organizado e institucionalizado, representantes da sociedade, sem  mandatos, interagindo com os representantes eleitos, na boca do confre público, vendo quanto tem, para onde irá o dinheiro, influenciando eficazmente na sua correta aplicação.

Evaldo Viana fala das enormes disparidades na repartição dos recursos estaduais por municípios. Cristovam Sena fala da repartição dentro de cada município, inclusive de um caso, da construção de uma usina de bebeficiamento de arroz numa comunidade que não planta arroz, mas outras culturas. Como essas coisas são decididas? Ora, conforme a vontade dos políticos, à revelia das reais necessidades coletivas.

O resultado de uma ação social ampla, assim sonhada e projetada, dará destinação republicana e domocrática ao dinheiro que todos pagamos na forma dos mais diversos tipos de impostos. Fazer o contrário assemelha-se ao pai de família, com orçamento apertado, que gasta no boteco o dinheiro que vai faltar na mesa de sua família.

(Um caso: há anos, quando eu trabalhava no Liberal, ainda na rua Gaspar Vianna, em Belém, eu via, aos sábados, mães de família à espreita dos maridos, ou jovens aguardando os pais ao final do expediente no cais do porto onde trabalhavam. É que, após o meio-dia, eles recebiam o vale semanal e se mandavam habitualmente para os botecos próximos onde queimavam os recursos que vinham a faltar às suas famílias. Esposas e filhos vigiavam e, quando não podiam levar o beberrão para casa, arrancavam do seu bolso a quantia necessária para as compras da semana, antes que o irresponsável queimasse tudo na birita).

Será que não podemos ter a mesma esperteza daquelas esposas e daqueles jovens? É difícil? É. Impossível, não. Se assim decidirmos, o passo seguinte é confiar nas forças positivas da sociedade, incentivar as lideranças e começar a agir. O Impossível, que fica para amanhã cedo, será apenas difícil.O que é mesmo difícil é quebrar a nossa própria reistência, superar o nosso comodismo. Temos o hábito do queixume, mas resistimos em meter a mão na massa. Falamos mal dos políticos, mas deixamos tudo por conta deles e, eles, na maioria das vezes, agem como aquele arrumador do porto de Belém que, em vez de levar o dinheiro para casa, entrega-o ao dono do boteco.

Vamos à luta?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jeso,<br />
Li com atenção o que escrevem neste blog Evaldo Viana, Cristovam Sena e vários comentadores a respeito da partilha tributária, ou seja, a divisão dos recursos que nos pertencem, pois todos contribuimos para com o Tesouro. Isso me trraz à mente aquele refrão, antigo e verdadeiro como ideal a seguir: o difícil fazemos hoje, o impossível deixamos para amanhã cedo.</p>
<p>Repartir o os bens que a todos pertencem foi, é e será sempre um desafio para a sociedade humana. Mas na vida republicana há o princípio segundo o qual os primeiros da fila são os que mais necessitam, num processo absolutamente transparente, ao contrário do absolutismo clássico em que a repartição dependia da vonta e do humor exclusivo do Rei. Ora, oficialmente os reis não mais existem, no entanto, o processo da partilha prossegue, entre nós, da mesma forma anterior à Revolução Francesa: aos amigos do rei, tudo. Aos demais, dêem-lhes brioches, que nos dias de hoje seria: dêem-lhes tão somente o bolsa família, o salário mínimo de miséria, escolas caindo aos pedaços e filas nos corredores de hospitais sem médicos.</p>
<p>O difícil: que tal aproveitarmos essa onda salutar pós-plebiscito, com tamanha adesão popular em tantos municípios, para efetivamente organizar um amplo movimento social, com base inicial nos movimentos e entidades populares e empresariais já existentes, sem prejuízo das pautas específicas de cada uma dessas organizações, mas com base num item comum, qual seja a busca de instrumentos eficazes de informação e controle do emprego dos recursos públicos? Como fazer isso, o debate e a vontade de fazê-lo é que vão dizer. Por exemplo, pressionando de modo organizado e decidido vereadores e deputados a que mudem de atitude e passem, de fato, a olhar o bem de seus eleitores como fator político essencial inclusive para as suas reeleições. Mas isso só virá com forte pressão, sem conchavos nem apadrinhamentos. Sem ódio, mas com determinação.</p>
<p>O impossível se fará logo a seguir: pressionar vereadores e deputados para aprovação de leis que permitam o cumprimento das promessas da democracia, isto é, dar consequência prática à tão apregoada transparência na coisa pública. Dessa forma, de modo organizado e institucionalizado, representantes da sociedade, sem  mandatos, interagindo com os representantes eleitos, na boca do confre público, vendo quanto tem, para onde irá o dinheiro, influenciando eficazmente na sua correta aplicação.</p>
<p>Evaldo Viana fala das enormes disparidades na repartição dos recursos estaduais por municípios. Cristovam Sena fala da repartição dentro de cada município, inclusive de um caso, da construção de uma usina de bebeficiamento de arroz numa comunidade que não planta arroz, mas outras culturas. Como essas coisas são decididas? Ora, conforme a vontade dos políticos, à revelia das reais necessidades coletivas.</p>
<p>O resultado de uma ação social ampla, assim sonhada e projetada, dará destinação republicana e domocrática ao dinheiro que todos pagamos na forma dos mais diversos tipos de impostos. Fazer o contrário assemelha-se ao pai de família, com orçamento apertado, que gasta no boteco o dinheiro que vai faltar na mesa de sua família.</p>
<p>(Um caso: há anos, quando eu trabalhava no Liberal, ainda na rua Gaspar Vianna, em Belém, eu via, aos sábados, mães de família à espreita dos maridos, ou jovens aguardando os pais ao final do expediente no cais do porto onde trabalhavam. É que, após o meio-dia, eles recebiam o vale semanal e se mandavam habitualmente para os botecos próximos onde queimavam os recursos que vinham a faltar às suas famílias. Esposas e filhos vigiavam e, quando não podiam levar o beberrão para casa, arrancavam do seu bolso a quantia necessária para as compras da semana, antes que o irresponsável queimasse tudo na birita).</p>
<p>Será que não podemos ter a mesma esperteza daquelas esposas e daqueles jovens? É difícil? É. Impossível, não. Se assim decidirmos, o passo seguinte é confiar nas forças positivas da sociedade, incentivar as lideranças e começar a agir. O Impossível, que fica para amanhã cedo, será apenas difícil.O que é mesmo difícil é quebrar a nossa própria reistência, superar o nosso comodismo. Temos o hábito do queixume, mas resistimos em meter a mão na massa. Falamos mal dos políticos, mas deixamos tudo por conta deles e, eles, na maioria das vezes, agem como aquele arrumador do porto de Belém que, em vez de levar o dinheiro para casa, entrega-o ao dono do boteco.</p>
<p>Vamos à luta?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Luiz Aurélio Imbiriba		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/quem-parte-e-reparte-e-nao-fica-com-a-melhor-parte-ou-e-tolo-ou-nao-entende-da-arte.html#comment-72697</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Aurélio Imbiriba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 22:30:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cristovam, Parabéns pelo texto. Enxuto e objetivo. Feliz Natal e um próspero Ano Novo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cristovam, Parabéns pelo texto. Enxuto e objetivo. Feliz Natal e um próspero Ano Novo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nilson Vieira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/quem-parte-e-reparte-e-nao-fica-com-a-melhor-parte-ou-e-tolo-ou-nao-entende-da-arte.html#comment-72695</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nilson Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 14:10:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Jeso,

Não há como discordar do texto, como sempre sensato e lúcido, do meu amigo Cristovam Sena. Gostaria, também eu, de manter-me assim, sensato e lúcido, frente aos resultados do plebiscito e a forma como o mesmo se desenrolou. Não consigo, porém. A minha ira e indgnação são maiores e me fazem ter atitudes contrárias ao que o bom senso recomenda.
A nossa luta pela emancipação restou latente e morna por muito tempo. Conseguimos fazer soprar a chama e torná-la forte. Essa chama não pode e não deve apagar !!! Se para isso, para mantê-la acesa, for necessário atitutes e ações mais fortes, devemos fazê-lo. Por isso, embora ouvindo e compreendendo a voz do bom senso, não deixo passar oportunidadede bradar, em alto e bom som:

parazinho, espoliador e usurpador, NÃO E NÃO !!!!

belém, rainha das favelas, capital do parazinho, NÃO E NÃO !!!!

Políticos, &quot;PARÁ&quot;-QUEDISTAS, NÃO E NÃO !!!!

Estado do TAPAJÓS, SEMPRE !!!


Nilson Vieira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jeso,</p>
<p>Não há como discordar do texto, como sempre sensato e lúcido, do meu amigo Cristovam Sena. Gostaria, também eu, de manter-me assim, sensato e lúcido, frente aos resultados do plebiscito e a forma como o mesmo se desenrolou. Não consigo, porém. A minha ira e indgnação são maiores e me fazem ter atitudes contrárias ao que o bom senso recomenda.<br />
A nossa luta pela emancipação restou latente e morna por muito tempo. Conseguimos fazer soprar a chama e torná-la forte. Essa chama não pode e não deve apagar !!! Se para isso, para mantê-la acesa, for necessário atitutes e ações mais fortes, devemos fazê-lo. Por isso, embora ouvindo e compreendendo a voz do bom senso, não deixo passar oportunidadede bradar, em alto e bom som:</p>
<p>parazinho, espoliador e usurpador, NÃO E NÃO !!!!</p>
<p>belém, rainha das favelas, capital do parazinho, NÃO E NÃO !!!!</p>
<p>Políticos, &#8220;PARÁ&#8221;-QUEDISTAS, NÃO E NÃO !!!!</p>
<p>Estado do TAPAJÓS, SEMPRE !!!</p>
<p>Nilson Vieira</p>
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		<title>
		Por: Evaldo Viana		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/quem-parte-e-reparte-e-nao-fica-com-a-melhor-parte-ou-e-tolo-ou-nao-entende-da-arte.html#comment-72694</link>

		<dc:creator><![CDATA[Evaldo Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 11:40:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro amigo Cristovam,

Estou inteiramente de acordo com a sua opinião de que também intra munícipios as injustiças e  desigualdades na distribuição dos recursos são, da mesma forma, reproduzidas com maior ou menor intensidade.

Um exemplo que pode muito bem ilustrar e confirmar a sua tese é a situação de completo abandono vivida pelas comunidades da região do Curua-una, entre elas a de São Francisco do Puraqué, cujos comunitários estão tirando dinheiro do próprio bolso para abrir uma estrada que é vital para a sobrevivência dessas comunidades. e que é de inteira responsabilidade do município de Santarém.

E o que mais causa indignação é que a prefeitura de Santarém recebe da Eletronorte, todos os anos, cerca de R$ 400 mil  a título de compensação financeira pelos transtornos causados pela hidrelétrica de Curua-una. Esses recursos deveriam ser investidos integralmente nessas comunidades que são duramente afetadas e prejudicadas pela barragem.

O que o governo Maria do Carmo tem feito por essas comunidades? Absolutamente nada. Não apenas não investe os recursos ordinários do tesouro municipal, como ainda delas  retira e se apropria dos recursos repassados ao municipio em função delas.

Quer dizer, há sim graves e profundas injustiças sendo cometidas pelas prefeituras contra o povo interiorano, mas confesso que não tenho condições de acompanhar o tratamento que o governo do estado dispensa aos 27 municípios da nossa região e ao mesmo tempo elaborar planilhas município por município, comunidade por comunidade, informando qual o Coeficiente de Injustiça Municipal com essas comunidades. Doravante, dedicarei o pouco tempo vago de que disponho cuidando do Coeficiente de Injustiça Estadual com os Municípios de nossa região - CIEM.

Um abraço e Feliz natal!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo Cristovam,</p>
<p>Estou inteiramente de acordo com a sua opinião de que também intra munícipios as injustiças e  desigualdades na distribuição dos recursos são, da mesma forma, reproduzidas com maior ou menor intensidade.</p>
<p>Um exemplo que pode muito bem ilustrar e confirmar a sua tese é a situação de completo abandono vivida pelas comunidades da região do Curua-una, entre elas a de São Francisco do Puraqué, cujos comunitários estão tirando dinheiro do próprio bolso para abrir uma estrada que é vital para a sobrevivência dessas comunidades. e que é de inteira responsabilidade do município de Santarém.</p>
<p>E o que mais causa indignação é que a prefeitura de Santarém recebe da Eletronorte, todos os anos, cerca de R$ 400 mil  a título de compensação financeira pelos transtornos causados pela hidrelétrica de Curua-una. Esses recursos deveriam ser investidos integralmente nessas comunidades que são duramente afetadas e prejudicadas pela barragem.</p>
<p>O que o governo Maria do Carmo tem feito por essas comunidades? Absolutamente nada. Não apenas não investe os recursos ordinários do tesouro municipal, como ainda delas  retira e se apropria dos recursos repassados ao municipio em função delas.</p>
<p>Quer dizer, há sim graves e profundas injustiças sendo cometidas pelas prefeituras contra o povo interiorano, mas confesso que não tenho condições de acompanhar o tratamento que o governo do estado dispensa aos 27 municípios da nossa região e ao mesmo tempo elaborar planilhas município por município, comunidade por comunidade, informando qual o Coeficiente de Injustiça Municipal com essas comunidades. Doravante, dedicarei o pouco tempo vago de que disponho cuidando do Coeficiente de Injustiça Estadual com os Municípios de nossa região &#8211; CIEM.</p>
<p>Um abraço e Feliz natal!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José Francisco Guimarães Corrêa (Chico Corrêa)		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/quem-parte-e-reparte-e-nao-fica-com-a-melhor-parte-ou-e-tolo-ou-nao-entende-da-arte.html#comment-72693</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Francisco Guimarães Corrêa (Chico Corrêa)]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 20:08:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Texto do Cristovam é ótimo: ilustrativo, didático e oportuno, objeto até de uma boa reflexão, por exemplo:
Tribunais de Contas dos Municípios – TCM. Qual a real necessidade desse tribunal? Algum leitor deste blog já viu, ouviu alguém dizer que algum agente publica denunciado por esse tribunal foi efetivamente punido? Algum denunciado devolveu o dinheiro que gastou de forma contraria o que determina as leis e até usado em gastos pessoais? Eu pessoalmente acho que esses tribunais (TCM e TCE) da forma que são concebidos hoje, servem mais pra acomodar políticos que querem se perpetuar em cargo publico do que fiscalizar a administração, seja municipal ou estadual.

Feliz Natal a todos

Chico Corrêa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto do Cristovam é ótimo: ilustrativo, didático e oportuno, objeto até de uma boa reflexão, por exemplo:<br />
Tribunais de Contas dos Municípios – TCM. Qual a real necessidade desse tribunal? Algum leitor deste blog já viu, ouviu alguém dizer que algum agente publica denunciado por esse tribunal foi efetivamente punido? Algum denunciado devolveu o dinheiro que gastou de forma contraria o que determina as leis e até usado em gastos pessoais? Eu pessoalmente acho que esses tribunais (TCM e TCE) da forma que são concebidos hoje, servem mais pra acomodar políticos que querem se perpetuar em cargo publico do que fiscalizar a administração, seja municipal ou estadual.</p>
<p>Feliz Natal a todos</p>
<p>Chico Corrêa</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: cici		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/quem-parte-e-reparte-e-nao-fica-com-a-melhor-parte-ou-e-tolo-ou-nao-entende-da-arte.html#comment-72692</link>

		<dc:creator><![CDATA[cici]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 19:41:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A LDO do estado é aprovada na Assembléia Legislativa, onde os nobres deputados deveriam lutar pelas regiões que os elegeram. Foi preciso um cidadão do povo levantar esses números para que a população tomasse conhecimento que esses deputados são todos subservientes, ou coniventes com esses governadores lá do Pará. Tapajós vivo para sempre!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A LDO do estado é aprovada na Assembléia Legislativa, onde os nobres deputados deveriam lutar pelas regiões que os elegeram. Foi preciso um cidadão do povo levantar esses números para que a população tomasse conhecimento que esses deputados são todos subservientes, ou coniventes com esses governadores lá do Pará. Tapajós vivo para sempre!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alexandre Pires		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/quem-parte-e-reparte-e-nao-fica-com-a-melhor-parte-ou-e-tolo-ou-nao-entende-da-arte.html#comment-72691</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 16:15:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre as &quot;verbas desviadas para Belém&quot;, segunda, quando o banco abrir, vou dar uma olhada na minha conta, já que até agora não vi a cor desse dinheiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre as &#8220;verbas desviadas para Belém&#8221;, segunda, quando o banco abrir, vou dar uma olhada na minha conta, já que até agora não vi a cor desse dinheiro.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: paulo Paixão		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/quem-parte-e-reparte-e-nao-fica-com-a-melhor-parte-ou-e-tolo-ou-nao-entende-da-arte.html#comment-72690</link>

		<dc:creator><![CDATA[paulo Paixão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 15:54:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=35620#comment-72690</guid>

					<description><![CDATA[Só tenho um adendo a fazer: Por que tais números não nos foram repassados (publicados) em todos os anos que se passaram? Por que só agora estão sendo divulgado? Gente, isto é vergonhoso...A quem interessava não divulgá-los? A atual divulgação é produto da vingança, do ódio? Não sei não...Mas repudio e protesto esta falta de consideração conosco...o povo sofrido e alienado! Queremos estes dados sempre e em tempo real!!! Juro que daqui pra frente estabeleceremos uma frente apartidária que só votará em políticos, realmente, comprometidos com nossas demandas. Não aguentamos mais!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só tenho um adendo a fazer: Por que tais números não nos foram repassados (publicados) em todos os anos que se passaram? Por que só agora estão sendo divulgado? Gente, isto é vergonhoso&#8230;A quem interessava não divulgá-los? A atual divulgação é produto da vingança, do ódio? Não sei não&#8230;Mas repudio e protesto esta falta de consideração conosco&#8230;o povo sofrido e alienado! Queremos estes dados sempre e em tempo real!!! Juro que daqui pra frente estabeleceremos uma frente apartidária que só votará em políticos, realmente, comprometidos com nossas demandas. Não aguentamos mais!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
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