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	Comentários sobre: Sairé e botos, as diferenças	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Dudu Dourado		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/saire-e-botos-as-diferencas.html#comment-29225</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dudu Dourado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 20:12:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito sábia a analise do Florencio, a verdadeira festa do Sairé deve ser deixada em paz pelos botos, voltar a sua data original que é em Julho, o Sairé é uma festa dos nativos, deles e pra eles, independe de nós turistas, seja de fora ou daqui, de dentro de Santarém. Já o encontro dos botos não precisa mais da marca Sairé, pode viver em paz no mes de setembro, só que ainda tenho a opinião que o boto deverá se transformar em uma Ópera Cabocla, a musica e a coreografia juntas contando a história do namoro do boto homem com a cabocla, do nascimento e da morte do dito cujo, em uma grande festa tendo como convidados as lendas da Amazônia, a Cobra Grande, Matinta Pereira, a Curupira,  Cunhã e Marupiara, Iara, Curupira, e outras... Enquanto que o ritual do Sairé deverá voltar a ser na praça, pois o Sairé sempre foi uma festa de confraternização, e nada como uma praça para isso, uma festa para se participar, se confraternizar e não para assistir.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito sábia a analise do Florencio, a verdadeira festa do Sairé deve ser deixada em paz pelos botos, voltar a sua data original que é em Julho, o Sairé é uma festa dos nativos, deles e pra eles, independe de nós turistas, seja de fora ou daqui, de dentro de Santarém. Já o encontro dos botos não precisa mais da marca Sairé, pode viver em paz no mes de setembro, só que ainda tenho a opinião que o boto deverá se transformar em uma Ópera Cabocla, a musica e a coreografia juntas contando a história do namoro do boto homem com a cabocla, do nascimento e da morte do dito cujo, em uma grande festa tendo como convidados as lendas da Amazônia, a Cobra Grande, Matinta Pereira, a Curupira,  Cunhã e Marupiara, Iara, Curupira, e outras&#8230; Enquanto que o ritual do Sairé deverá voltar a ser na praça, pois o Sairé sempre foi uma festa de confraternização, e nada como uma praça para isso, uma festa para se participar, se confraternizar e não para assistir.</p>
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		<title>
		Por: Encafifado		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/saire-e-botos-as-diferencas.html#comment-29224</link>

		<dc:creator><![CDATA[Encafifado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 14:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ESTRATÉGIA MARIADOCARMIANA

Gostaria de abrir em parênteses nessa geniosa reflexão trazida por Florêncio Vaz. Essa pausa se dá justamente, em função desse maravilhoso evento que ocorre em Alter-do-Chão neste período do ano.
A questão é a seguinte: tenho ouvido muitos comentários elogiosos com relação à festa no que tange a questão de organização, os atrativos do evento, segurança e por aí vai... Algo que não vejo nenhum demérito em dar a césar o que é de césar. A prefeitura com certeza é a principal beneficiada com esses comentários.
 Porém, convém lembrar que a prefeitura, e a gestora faz questão de lembrar isso, está assumindo esse ano, a coordenação do Sairé.
Cabe perguntar: e nos outros anos não assumiu, não?  Ou seja, parece que a história só começou agora, parece que a prefeitura só começou agora. Quer dizer que nos anos anteriores o poder público municipal estava só na arquibancada vendo o trio passar, vendo a Duetto fazer as suas marmeladas sem nenhuma influência nisso? Paresque que o Everaldinho não influenciou em nada na escolha desta empresa, né? Paresque que a prefeitura NÃO TEVE NENHUMA RESPONSABILIDADE NOS ANOS ANTERIORES, É?
Quando o negócio tava ruim a prefeitura tirou o corpinho fora, agora quando tá ficando bom o negócio aí ela aparece como a grande mãe...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ESTRATÉGIA MARIADOCARMIANA</p>
<p>Gostaria de abrir em parênteses nessa geniosa reflexão trazida por Florêncio Vaz. Essa pausa se dá justamente, em função desse maravilhoso evento que ocorre em Alter-do-Chão neste período do ano.<br />
A questão é a seguinte: tenho ouvido muitos comentários elogiosos com relação à festa no que tange a questão de organização, os atrativos do evento, segurança e por aí vai&#8230; Algo que não vejo nenhum demérito em dar a césar o que é de césar. A prefeitura com certeza é a principal beneficiada com esses comentários.<br />
 Porém, convém lembrar que a prefeitura, e a gestora faz questão de lembrar isso, está assumindo esse ano, a coordenação do Sairé.<br />
Cabe perguntar: e nos outros anos não assumiu, não?  Ou seja, parece que a história só começou agora, parece que a prefeitura só começou agora. Quer dizer que nos anos anteriores o poder público municipal estava só na arquibancada vendo o trio passar, vendo a Duetto fazer as suas marmeladas sem nenhuma influência nisso? Paresque que o Everaldinho não influenciou em nada na escolha desta empresa, né? Paresque que a prefeitura NÃO TEVE NENHUMA RESPONSABILIDADE NOS ANOS ANTERIORES, É?<br />
Quando o negócio tava ruim a prefeitura tirou o corpinho fora, agora quando tá ficando bom o negócio aí ela aparece como a grande mãe&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: fotografia linda		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/saire-e-botos-as-diferencas.html#comment-29223</link>

		<dc:creator><![CDATA[fotografia linda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 13:15:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito linda a visão q o fotografo teve em capturar essa imagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito linda a visão q o fotografo teve em capturar essa imagem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Átila Barros Magalhães - Fisioterapeuta		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/saire-e-botos-as-diferencas.html#comment-29222</link>

		<dc:creator><![CDATA[Átila Barros Magalhães - Fisioterapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 05:17:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dentre os muitos artigos e notícias que leio diariamente neste blog, poucos retrataram de forma tão original e legítima o retrocesso pelo qual passa a mentalidade cultural local do cidadão santareno.  Para não ser repetitivo, não vou estabelecer comparações entre o que é Cultura e o que é atrativo comercial. Subjetivamente o autor já o fez de forma sutil e inteligentíssima. A fim de contribuir com a linha de raciocínio desse autor tão genial, apenas acrescento ao texto um breve diálogo que tive com um amigo que acabara de chegar em Santarém, vindo de Alter neste final de semana. A reflexão fica por conta dos leitores.
&quot;- E ai, fulano, foste ao Sairé?&quot;
&quot;- Pois é, rapaz, fui sim. Voltei de lá hoje. O Show do ***** foi ótimo!
&quot;- Mas e o &#039;ritual&#039; lá das fitas, da Saraipora e tudo mais? Como foi? - expliquei brevemente o que havia durante o dia além da apresentação dos Botos e dos shows.
Eis que recebo a resposta:
&quot;Tem isso lá, é?&quot;

Pois é, caros amigos. Muitos de NÓS, cidadãos santarenos, mal sabemos que existe uma manifestação religiosa que precede o festival dos botos e os shows de outros artistas. E até eu, um bacharel curioso, jamais conseguiria explicar, sequer, o que é o Sairé, de fato.

Fica então a dica para que possamos ir atrás e aprender um pouco mais sobre nossa própria história. Quem sabe, assim, possamos ter mais orgulho do que é nosso e consigamos, ao menos, explicar aos outros o verdadeiro significado de tão rica e viva manifestação cultural amazônica - mesmo que correndo o risco de ser extinta -  e a importância de mantê-la viva.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre os muitos artigos e notícias que leio diariamente neste blog, poucos retrataram de forma tão original e legítima o retrocesso pelo qual passa a mentalidade cultural local do cidadão santareno.  Para não ser repetitivo, não vou estabelecer comparações entre o que é Cultura e o que é atrativo comercial. Subjetivamente o autor já o fez de forma sutil e inteligentíssima. A fim de contribuir com a linha de raciocínio desse autor tão genial, apenas acrescento ao texto um breve diálogo que tive com um amigo que acabara de chegar em Santarém, vindo de Alter neste final de semana. A reflexão fica por conta dos leitores.<br />
&#8220;- E ai, fulano, foste ao Sairé?&#8221;<br />
&#8220;- Pois é, rapaz, fui sim. Voltei de lá hoje. O Show do ***** foi ótimo!<br />
&#8220;- Mas e o &#8216;ritual&#8217; lá das fitas, da Saraipora e tudo mais? Como foi? &#8211; expliquei brevemente o que havia durante o dia além da apresentação dos Botos e dos shows.<br />
Eis que recebo a resposta:<br />
&#8220;Tem isso lá, é?&#8221;</p>
<p>Pois é, caros amigos. Muitos de NÓS, cidadãos santarenos, mal sabemos que existe uma manifestação religiosa que precede o festival dos botos e os shows de outros artistas. E até eu, um bacharel curioso, jamais conseguiria explicar, sequer, o que é o Sairé, de fato.</p>
<p>Fica então a dica para que possamos ir atrás e aprender um pouco mais sobre nossa própria história. Quem sabe, assim, possamos ter mais orgulho do que é nosso e consigamos, ao menos, explicar aos outros o verdadeiro significado de tão rica e viva manifestação cultural amazônica &#8211; mesmo que correndo o risco de ser extinta &#8211;  e a importância de mantê-la viva.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Ana Tercia		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/saire-e-botos-as-diferencas.html#comment-29221</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Tercia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 23:11:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=10568#comment-29221</guid>

					<description><![CDATA[Parabéns Florencio pela lúcida análise do Sairé. De fato, os criadores  do festival dos botos, ao trazer essa modalidade, influenciados pelos  bois de Paratins, pegaram carona de uma legítima festa cultu-religiosa. Os botos já estão criados, já podem andar com as próprias pernas, digo, com os próprios rabos. Passa da hora do Sairé original ter  sua devida atenção e incentivo, antes que junto com os velhinhos a festa  logo se acabe. Ganham todos, os botos, Alter do Chão e Santarém.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns Florencio pela lúcida análise do Sairé. De fato, os criadores  do festival dos botos, ao trazer essa modalidade, influenciados pelos  bois de Paratins, pegaram carona de uma legítima festa cultu-religiosa. Os botos já estão criados, já podem andar com as próprias pernas, digo, com os próprios rabos. Passa da hora do Sairé original ter  sua devida atenção e incentivo, antes que junto com os velhinhos a festa  logo se acabe. Ganham todos, os botos, Alter do Chão e Santarém.</p>
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