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	Comentários sobre: Uma pérola que insistem em jogar aos porcos	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Zé da Lamparina		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-169792</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé da Lamparina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2014 18:59:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se queremos que Santarém deixe de ser um mero entreposto, precisamos que se planeje um novo rumo para a cidade.
Um polo tecnológico-industrial? Um polo turístico? Um polo agropecuário? Tudo isso é possível (e ao mesmo tempo), desde que se planeje com cuidado e se pense em projetos adequados à região e sempre de olho no impacto ambiental.
Seja o que for que faça em Santarém, sempre haverá impacto ambiental, sempre se irá requerer grande investimento em infraestrutura e na educação e capacitação da população, seja para a indústria, seja para a agricultura, seja para o turismo profissional - ou tudo isso junto, pois a região tem potencial para tanto.
Não se irá desenvolver Santarém sem investimento em energia, sem estrutura de transportes, sem educação e capacitação de nosso povo, sem mudança da mentalidade da população (principalmente os ricos de plantão, com seu capital improdutivo acumulado, servindo só para trocar o carrão do filho ou bancar a viagem dos &quot;curumins&quot; à Disneylândia...).
Mas isso não precisa ser feito na base do atropelo, sem planejamento, sem projeto, sem visão de futuro, sem pensar na cidade de Santarém do ano 2064. É difícil e trabalho, mas é possível; requer capacidade, coragem e disposição, o que muita gente daqui tem.
Ou então nos conformemos em produzir farinha de mandioca e açaí, além de vender umas cambadas de peixes pelas ruas da cidade.
Peixes &quot;pescados&quot;, é claro, pois esse negócio de peixe de criadouro é coisa de capitalista se intrometendo na cultura pesqueira da região...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se queremos que Santarém deixe de ser um mero entreposto, precisamos que se planeje um novo rumo para a cidade.<br />
Um polo tecnológico-industrial? Um polo turístico? Um polo agropecuário? Tudo isso é possível (e ao mesmo tempo), desde que se planeje com cuidado e se pense em projetos adequados à região e sempre de olho no impacto ambiental.<br />
Seja o que for que faça em Santarém, sempre haverá impacto ambiental, sempre se irá requerer grande investimento em infraestrutura e na educação e capacitação da população, seja para a indústria, seja para a agricultura, seja para o turismo profissional &#8211; ou tudo isso junto, pois a região tem potencial para tanto.<br />
Não se irá desenvolver Santarém sem investimento em energia, sem estrutura de transportes, sem educação e capacitação de nosso povo, sem mudança da mentalidade da população (principalmente os ricos de plantão, com seu capital improdutivo acumulado, servindo só para trocar o carrão do filho ou bancar a viagem dos &#8220;curumins&#8221; à Disneylândia&#8230;).<br />
Mas isso não precisa ser feito na base do atropelo, sem planejamento, sem projeto, sem visão de futuro, sem pensar na cidade de Santarém do ano 2064. É difícil e trabalho, mas é possível; requer capacidade, coragem e disposição, o que muita gente daqui tem.<br />
Ou então nos conformemos em produzir farinha de mandioca e açaí, além de vender umas cambadas de peixes pelas ruas da cidade.<br />
Peixes &#8220;pescados&#8221;, é claro, pois esse negócio de peixe de criadouro é coisa de capitalista se intrometendo na cultura pesqueira da região&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jota Ninos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-168297</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jota Ninos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2014 11:51:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-168181&quot;&gt;Válber Almeida&lt;/a&gt;.

Válber, você matou a charada. Na verdade os que moram fora - os Ulysses ao tucupi - parecem ter maior consciência do maltrato que a cidade sofre. 
E recorrendo novamente à lenda de Ulysses, vale lembrar que quando o rei se juntou aos demais monarcas para vingar o colega &quot;chifrudo&quot; Menelau (que perdeu Helena para o príncipe de Troia, Páris. Daí os reinos das cidades-estado da Grécia terem passado a se chamar &quot;povos helênicos&quot;), deixou sua mulher Penélope por anos sozinha, em Ítaca. 
E aí, o reino sofreu o tratamento de vilipêndio por parte dos &quot;nobres&quot; locais, que ansiavam ocupar o trono de Ulysses e desposar a rainha que consideravam viúva. Mas ela e o filho resistiram, de forma ardilosa, até o momento que Ulysses retornou e se vingou de todos.
Usando o seu texto, eu diria que a elite local age como os nobres de Ítaca: o que importa é a joia da coroa (o tal desenvolvimento através de portos, estradas e empreendimentos imobiliários), e de preferência ocupando o trono ao lado da rainha (Prefeitura)...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-168181">Válber Almeida</a>.</p>
<p>Válber, você matou a charada. Na verdade os que moram fora &#8211; os Ulysses ao tucupi &#8211; parecem ter maior consciência do maltrato que a cidade sofre.<br />
E recorrendo novamente à lenda de Ulysses, vale lembrar que quando o rei se juntou aos demais monarcas para vingar o colega &#8220;chifrudo&#8221; Menelau (que perdeu Helena para o príncipe de Troia, Páris. Daí os reinos das cidades-estado da Grécia terem passado a se chamar &#8220;povos helênicos&#8221;), deixou sua mulher Penélope por anos sozinha, em Ítaca.<br />
E aí, o reino sofreu o tratamento de vilipêndio por parte dos &#8220;nobres&#8221; locais, que ansiavam ocupar o trono de Ulysses e desposar a rainha que consideravam viúva. Mas ela e o filho resistiram, de forma ardilosa, até o momento que Ulysses retornou e se vingou de todos.<br />
Usando o seu texto, eu diria que a elite local age como os nobres de Ítaca: o que importa é a joia da coroa (o tal desenvolvimento através de portos, estradas e empreendimentos imobiliários), e de preferência ocupando o trono ao lado da rainha (Prefeitura)&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Válber Almeida		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-168181</link>

		<dc:creator><![CDATA[Válber Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2014 01:57:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nino, ainda recorrendo à mitologia, Ulisses pode ser aqui usado num outro sentido figurado: na imagem do tipo de político que Santarém está precisando, um político realmente apaixonado pela cidade. Santarém é uma cidade naturalmente linda. É um orgulho para nós santarenos ouvir elogios de quem a visita e conhece suas belas paisagens e praias. Porém, Santarém é uma cidade maltratada, e ouvir isso das mesmas pessoas que rasgam elogios às suas belezas naturais é dolorido. Pior é quando a visitamos e constatamos que as críticas estão corretas. Diferente de Ulisses, quando constato ao vivo o descaso e o maltrato que a cidade sofre dos seus governantes, a impressão que tenho é de que a elite econômica e política da cidade mais se assemelha a uma horda de bárbaros que a saqueia e não tem qualquer noção mais elevada de civilidade e de desenvolvimento. Fazendo um breve paralelo, aqui em Belém se passa o mesmo que aí, principalmente nos bairros de periferia, que estão com suas ruas totalmente esburacadas, sem saneamento e tomados pela violência. Belém é também uma cidade linda, mas maltratada como Santarém. Portanto, ocorre com a elite política e empresarial santarena o mesmo que ocorre com a elite paraense de modo geral: padece de déficit de grandeza humana e política. É uma pena, a elite da nossa cidade poderia se diferenciar da elite paraense nesse sentido, como uma instituição capaz de contribuir decisivamente para o progresso civilizatório local, uma elite que tem, tal como elites tradicionais de países desenvolvidos, alguma contribuição civilizatória a oferecer para a sociedade e a humanidade. Nos EUA, na Europa e países desenvolvidos em geral, as elites tradicionais cultivaram uma cultura que consiste em destinar parte da sua fortuna para obras de grande impacto social e humano, tal como pesquisa científica, tecnológica, institutos de planejamento econômico, político e social ou o fomento do conhecimento em geral em grandes instituições de pesquisa. Aliás, praticamente todas as grandes universidades destes países, que estão entre as mais importantes do mundo, são mantidas pelas gordas doações destas elites. Elas também gostam de influenciar os governos nacionais, regionais e locais para que realizem grandes obras sociais, de infraestrutura, saneamento, educação, cultura etc. Estas elites gostam de se promover pela promoção das grandes contribuições civilizatórias que dão à sua sociedade e à humanidade. Seu critério de diferenciação é a grandeza das suas obras, o conhecimento, a cultura, o refinamento do espírito e da sociedade que habitam. As nossas elites estaduais e locais (Santarém, Belém) mais se parecem a mercenários sem qualquer critério de civilidade. Suas obras são quase sempre de grande impacto, mas de grande impacto negativo para as suas sociedades. Prevalece, entre elas, a cultura da esperteza, do lucrar a qualquer custo e do enriquecimento rápido. A única grandeza que possuem é financeira, e fazem questão de ostentar apenas isso, porque culturalmente são consumidores de porcarias mercantis, de cultura industrializada, alienada. A Influência que exercem sobre os governos é sempre para se dar bem, em prejuízo da sociedade. As grandes obras de engenharia que realizam se tornam pequenas ante a corrupção e o prejuízo que dão aos cofres públicos e à moral política, que se deteriora sempre mais a cada grande obra de engenharia. Ademais, estas obras são poucas, insuficientes e ineficientes, porque presas à lógica do tratamento sintomático, não da cura dos problemas, e porque feitas, comumente, com material de quarta categoria. Exemplo clássico são os asfaltos de quatro dedos que, comparados aos de quatro palmas dos países desenvolvidos e, mesmo, da maior parte do sul do Brasil, são motivos de desdém, de vergonha e atestado de rapinagem pura. Carecemos de uma elite que ame a nossa cidade, que se lance em suas aventuras, mas sempre com o propósito de fazer o melhor para o seu reino. Uma elite que sonhe fazer da sua terra o seu paraíso, do seu povo um grande povo, que use da sua grandeza material para construir grandezas sociais e humanas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nino, ainda recorrendo à mitologia, Ulisses pode ser aqui usado num outro sentido figurado: na imagem do tipo de político que Santarém está precisando, um político realmente apaixonado pela cidade. Santarém é uma cidade naturalmente linda. É um orgulho para nós santarenos ouvir elogios de quem a visita e conhece suas belas paisagens e praias. Porém, Santarém é uma cidade maltratada, e ouvir isso das mesmas pessoas que rasgam elogios às suas belezas naturais é dolorido. Pior é quando a visitamos e constatamos que as críticas estão corretas. Diferente de Ulisses, quando constato ao vivo o descaso e o maltrato que a cidade sofre dos seus governantes, a impressão que tenho é de que a elite econômica e política da cidade mais se assemelha a uma horda de bárbaros que a saqueia e não tem qualquer noção mais elevada de civilidade e de desenvolvimento. Fazendo um breve paralelo, aqui em Belém se passa o mesmo que aí, principalmente nos bairros de periferia, que estão com suas ruas totalmente esburacadas, sem saneamento e tomados pela violência. Belém é também uma cidade linda, mas maltratada como Santarém. Portanto, ocorre com a elite política e empresarial santarena o mesmo que ocorre com a elite paraense de modo geral: padece de déficit de grandeza humana e política. É uma pena, a elite da nossa cidade poderia se diferenciar da elite paraense nesse sentido, como uma instituição capaz de contribuir decisivamente para o progresso civilizatório local, uma elite que tem, tal como elites tradicionais de países desenvolvidos, alguma contribuição civilizatória a oferecer para a sociedade e a humanidade. Nos EUA, na Europa e países desenvolvidos em geral, as elites tradicionais cultivaram uma cultura que consiste em destinar parte da sua fortuna para obras de grande impacto social e humano, tal como pesquisa científica, tecnológica, institutos de planejamento econômico, político e social ou o fomento do conhecimento em geral em grandes instituições de pesquisa. Aliás, praticamente todas as grandes universidades destes países, que estão entre as mais importantes do mundo, são mantidas pelas gordas doações destas elites. Elas também gostam de influenciar os governos nacionais, regionais e locais para que realizem grandes obras sociais, de infraestrutura, saneamento, educação, cultura etc. Estas elites gostam de se promover pela promoção das grandes contribuições civilizatórias que dão à sua sociedade e à humanidade. Seu critério de diferenciação é a grandeza das suas obras, o conhecimento, a cultura, o refinamento do espírito e da sociedade que habitam. As nossas elites estaduais e locais (Santarém, Belém) mais se parecem a mercenários sem qualquer critério de civilidade. Suas obras são quase sempre de grande impacto, mas de grande impacto negativo para as suas sociedades. Prevalece, entre elas, a cultura da esperteza, do lucrar a qualquer custo e do enriquecimento rápido. A única grandeza que possuem é financeira, e fazem questão de ostentar apenas isso, porque culturalmente são consumidores de porcarias mercantis, de cultura industrializada, alienada. A Influência que exercem sobre os governos é sempre para se dar bem, em prejuízo da sociedade. As grandes obras de engenharia que realizam se tornam pequenas ante a corrupção e o prejuízo que dão aos cofres públicos e à moral política, que se deteriora sempre mais a cada grande obra de engenharia. Ademais, estas obras são poucas, insuficientes e ineficientes, porque presas à lógica do tratamento sintomático, não da cura dos problemas, e porque feitas, comumente, com material de quarta categoria. Exemplo clássico são os asfaltos de quatro dedos que, comparados aos de quatro palmas dos países desenvolvidos e, mesmo, da maior parte do sul do Brasil, são motivos de desdém, de vergonha e atestado de rapinagem pura. Carecemos de uma elite que ame a nossa cidade, que se lance em suas aventuras, mas sempre com o propósito de fazer o melhor para o seu reino. Uma elite que sonhe fazer da sua terra o seu paraíso, do seu povo um grande povo, que use da sua grandeza material para construir grandezas sociais e humanas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jota Ninos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-168180</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jota Ninos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2014 01:55:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Obrigado Luiz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado Luiz.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Jota Ninos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-168179</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jota Ninos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2014 01:54:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-168005&quot;&gt;Jose Francisco Guimarães Corrêa&lt;/a&gt;.

É por aí, Chico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-168005">Jose Francisco Guimarães Corrêa</a>.</p>
<p>É por aí, Chico.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luiz Aurélio Imbiriba da Rocha		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-168016</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Aurélio Imbiriba da Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2014 13:51:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns pelo texto e pela visão dos assuntos que foram abordados.
Idem, pela manifestação do Chico Corrêa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo texto e pela visão dos assuntos que foram abordados.<br />
Idem, pela manifestação do Chico Corrêa.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jose Francisco Guimarães Corrêa		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/uma-perola-que-insistem-em-jogar-aos-porcos.html#comment-168005</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jose Francisco Guimarães Corrêa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2014 13:10:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Mas afinal, porque os santarenos que por aqui vivem parecem não se indignar com o que acontece ao seu redor? Por quanto tempo continuaremos vendo nossos gestores jogando nossa Pérola aos porcos”.

Respostas:

Porque temos empresários como os juntados na ACES;
Porque temos políticos da estirpe do Lira Maia, Alexandre Von, Corrêas, Martins, Rochas etc.;
Porque tem um imprensa inerte, omissa, despreparada e comprometida até a medula com as forças dominantes, quando não fazem parte delas, caso da TV Tapajós, TV Ponta Negra, Guarany etc.;
Porque tem uma população desinformada, alienada ao extremo que só ver novela da Globo e BBB;
Porque se pratica a “constituição não escrita” , diferente da Constituição real, que dita a política dos poderosos de acordo com suas conveniências; 
Porque a Perola vai continuar exportando matéria prima, sem agregar um tusta para a ração dos porcos estrangeiros através do mondrongo fincado na frente da cidade para alegria de uns poucos;
Porque as escolas sejam elas publicas ou privadas não preparam as novas e  futuras gerações contra esse crimes de destruição do seu município
Porque a população não se mobiliza para fazer uns “roles” nas áreas atingidas e nas que estão na mira dos destruidores.

Chico Corrêa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Mas afinal, porque os santarenos que por aqui vivem parecem não se indignar com o que acontece ao seu redor? Por quanto tempo continuaremos vendo nossos gestores jogando nossa Pérola aos porcos”.</p>
<p>Respostas:</p>
<p>Porque temos empresários como os juntados na ACES;<br />
Porque temos políticos da estirpe do Lira Maia, Alexandre Von, Corrêas, Martins, Rochas etc.;<br />
Porque tem um imprensa inerte, omissa, despreparada e comprometida até a medula com as forças dominantes, quando não fazem parte delas, caso da TV Tapajós, TV Ponta Negra, Guarany etc.;<br />
Porque tem uma população desinformada, alienada ao extremo que só ver novela da Globo e BBB;<br />
Porque se pratica a “constituição não escrita” , diferente da Constituição real, que dita a política dos poderosos de acordo com suas conveniências;<br />
Porque a Perola vai continuar exportando matéria prima, sem agregar um tusta para a ração dos porcos estrangeiros através do mondrongo fincado na frente da cidade para alegria de uns poucos;<br />
Porque as escolas sejam elas publicas ou privadas não preparam as novas e  futuras gerações contra esse crimes de destruição do seu município<br />
Porque a população não se mobiliza para fazer uns “roles” nas áreas atingidas e nas que estão na mira dos destruidores.</p>
<p>Chico Corrêa</p>
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