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	Comentários sobre: Vagalumes selvagens na escuridão das cidades I	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Prof. Dr. Gilson Costa		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/vagalumes-selvagens-na-escuridao-das-cidades-i.html#comment-94383</link>

		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Gilson Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 23:44:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ALGUMAS EXPLICAÇÕES OU DIÁLOGO COM OS INTERNAUTAS BLOGJESO

“A questão de saber se ao pensamento humano pertence à verdade objetiva não é uma questão da teoria, mas uma questão prática. É na práxis que o ser humano tem de comprovar a verdade, isto é, a realidade e o poder, o caráter terreno do seu pensamento. A disputa sobre a realidade ou não realidade de um pensamento que se isola da práxis é uma questão puramente escolástica.” (Marx – “Segunda tese sobre Feuerbach”).

Gostaria de agradecer publicamente ao Jeso Carneiro, que em meu entender, ao atuar como vetor de comunicação social, cumpre um papel político fundamental diante da cibercultura  – nova oportunidade de interação humana. Essa era onde a extensão ferramental do homem da alta modernidade se faz via robótica, telemática, informática e computação viabilizando atividades produtivas materiais e imateriais em uma escala nunca antes vivida. Criou uma nova cultura, em diversos segmentos da sociedade, especialmente entre os estratos mais jovens e a partir da década de 1990, quando surge um ser constituído de estruturas nervosas e conexões eletrônicas que se liga via rede mundial de computadores: um homem-nervo-máquina-mundo, bombardeado em um todo de fluxos de informação e interações densamente conectadas. Um mundo que liga seres em comando e ações frenéticas - que ao mesmo tempo se manifesta veloz, porém muitas vezes também fica lento, caótico e degenerativo. Esse novo tempo repercute tanto nos hábitos, instituições e tradições, como e principalmente, em nível da psique, da cultura, da economia e da política – na totalidade da vida social. Elevando o grau de complexidade para se apreender, compreender, decodificar, entender e agir sobre as distintas realidades, seus movimentos dialéticos, contraditórios e permanentes. Produzindo um poderoso meio de informação e comunicação com inúmeros pontos positivos e negativos.
Os pontos positivos são evidentes e o leitor/a compreende perfeitamente. O problema são os pontos negativos, onde a comunicação e a interlocução passam a sofrer do abismo cultural e moral, contraditoriamente presente na Sociedade Informacional.  O que era para ser edificante ao não se compreender e/ou pior, talvez se saber, mas ignorar, se torna o seu contrário, sua negação social, política e cultural. O que quero dizer: a crítica não se faz com respeito às ideias, ao pensamento, ao debate honesto trazido pelo autor em seu texto. O que se presencia são ataques pessoais com o intuito de degradar o oponente, desqualificar e rebaixar a discussão social, teórica e política – o que não ajuda em nada a avançar as consciências individuais e coletivas. Por outro lado, dissimular e desvirtuar conteúdos é próprio de mentalidade medíocre, pouco capaz de compreender o que leu. Outro fato negativo que salta à vista, é o esconderijo em pseudônimos.  Importante considerar que as pessoas que se identificam por seus nomes reis são as que possuem, coincidentemente, também caráter pessoal, firmeza ao assumir suas posições políticas, filosóficas e pessoais com toda serenidade. Que pensar de alguém que posta suas mensagens com o falso nome de “Estudante UFOPA” e/ou “Ex-aluna do prof. Gilson”? No diagnóstico do presente, é deplorável o caráter fraco. Parabéns aos que não precisam ser covardes, aos fortes de caráter. Como na canção do Capital Inicial: “Se não faz sentido, discorde comigo, não há nada demais”. Agora, assuma!
A segunda questão a abordar, muito importante aqui é o caráter teórico, político e ideológico que contém no meu texto e seus reflexos. Em Observações à Margem do Partido Operário Alemão, Karl Marx (1875), de maneira central, afirma que “não podemos admitir que, de forma vulgar, se instalem afirmações”, na expressão do próprio Marx, “locução copulativa, sem nenhuma contribuição real aos socialistas, sua causa e fins”. O texto que pedi ao caro Jeso Carneiro postar faz parte de uma trilogia intitulada: VAGALUMES SELVAGENS NA ESCURIDÃO DAS CIDADES. Têm a finalidade de dialogar sobre a crise política dos partidos de esquerda - que em seus percursos lutaram e/ou lutam pelo socialismo e que hoje se encontram em flagrante decomposição social, política, ideológica, moral, teórica e programática.
Considerações e diálogos merecem a professora Heliana Aguiar, Clóvis e Júnior. Obrigado por suas inquietações, elas nos ajudam a dialogar. Colega Heliana, eu não queria vir de Santarém, eu fui removido ex-ofício pelo Reitor Seixas Lourenço. Já havia sido punido com um PAD e por uma suspensão de 120 dias, a partir de um atestado médico pericial falso, inverossímil – hoje movo processo na Polícia Federal e na Justiça Federal contra os responsáveis por esses processos de assédio moral, perseguição política e danos morais.   Portanto, não saí da UFOPA, porque quis, disso sabem bem os professores mais próximos de mim, como Amadeu Cavalcante e Luiz Fernando França, ambos sindicalistas que fazem parte de um coletivo que tenho muito orgulho de pertencer e ajudar a ter construído.
Sobre a degeneração política dos partidos que ora estão contidos no texto, eu ainda vou aprofundar na sequência da trilogia. Penso que em boa parte respondem aos comentários e inquietações dos interessados. Mas cabe dialogar com o internauta Clóvis, que diz: “Esse texto mostra o isolamento do Professor Gilson Costa.” Então, não é o meu isolamento, é muito mais profundo, tem a ver com o isolamento da práxis, da teoria, da política e do método trotskista - um isolamento social e político extremamente difícil para a classe operária, não meu, sim do conjunto da construção política revolucionária, socialista, da esquerda mundial que busca construir a perspectiva da Revolução Socialista. Portanto é muito pior! Faz, por exemplo, com que o PSTU comece a se degenerar diante desse isolamento e vendaval oportunista que assola a esquerda. Portanto é um problema sério, real, coletivo. Se fosse apenas meu, estava tudo bem. Entendeu?
Entretanto Clóvis segue, parece que não entendeu: [...] “Que na sua breve história de dirigente partidário em Santarém (PSTU 2009-2012) não conseguiu organizar nenhuma tarefa troska.” Aí tem problemas, primeiro fui dirigente por dez meses, a partir de 2010. Depois, o argumento perde o rumo de sua análise ainda mais ao chegar à conclusão de seu inicial raciocínio. Arremata: “ [...] Agora faz o que é mais confortável pra todo ex-militante, escrever textos refutando tudo e a todos, posando de intelectual.”
Primeiro, quando se é um militante honesto da classe proletária, não é nada “confortável” ver a organização revolucionária que se dedicou por tantos e tantos anos se perder no processo político-ideológico, se curvando diante do oportunismo, do pragmatismo eleitoral. Disso pode ter certeza, no mais, o que pensas, respeito seu livre arbítrio. Apenas gostaria de informar ao leitor/a que sou Cientista Social formado pela UFPA, com especialização, mestrado e doutorado pelo NAEA/UFPA, um centro de excelência, donde sou egresso com livro premiado em primeiro lugar por mérito científico. Portanto, não estou “posando de intelectual”, eu sou intelectual, uma condição de minha formação. Quanto ao “Estudante UFOPA” e a “Ex-aluna do prof. Gilson”? Não cabem respostas tão eivados de preconceitos, ataques pessoais, morais e ódio político-ideológico. O que bem cabe são Ações Jurídicas por calúnias, difamações e danos morais. O que certamente vou encaminhar.
Jeso, abraços, e parabéns pelo bom trabalho.

Prof. Dr. Gilson Costa
ICSA/UFPA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ALGUMAS EXPLICAÇÕES OU DIÁLOGO COM OS INTERNAUTAS BLOGJESO</p>
<p>“A questão de saber se ao pensamento humano pertence à verdade objetiva não é uma questão da teoria, mas uma questão prática. É na práxis que o ser humano tem de comprovar a verdade, isto é, a realidade e o poder, o caráter terreno do seu pensamento. A disputa sobre a realidade ou não realidade de um pensamento que se isola da práxis é uma questão puramente escolástica.” (Marx – “Segunda tese sobre Feuerbach”).</p>
<p>Gostaria de agradecer publicamente ao Jeso Carneiro, que em meu entender, ao atuar como vetor de comunicação social, cumpre um papel político fundamental diante da cibercultura  – nova oportunidade de interação humana. Essa era onde a extensão ferramental do homem da alta modernidade se faz via robótica, telemática, informática e computação viabilizando atividades produtivas materiais e imateriais em uma escala nunca antes vivida. Criou uma nova cultura, em diversos segmentos da sociedade, especialmente entre os estratos mais jovens e a partir da década de 1990, quando surge um ser constituído de estruturas nervosas e conexões eletrônicas que se liga via rede mundial de computadores: um homem-nervo-máquina-mundo, bombardeado em um todo de fluxos de informação e interações densamente conectadas. Um mundo que liga seres em comando e ações frenéticas &#8211; que ao mesmo tempo se manifesta veloz, porém muitas vezes também fica lento, caótico e degenerativo. Esse novo tempo repercute tanto nos hábitos, instituições e tradições, como e principalmente, em nível da psique, da cultura, da economia e da política – na totalidade da vida social. Elevando o grau de complexidade para se apreender, compreender, decodificar, entender e agir sobre as distintas realidades, seus movimentos dialéticos, contraditórios e permanentes. Produzindo um poderoso meio de informação e comunicação com inúmeros pontos positivos e negativos.<br />
Os pontos positivos são evidentes e o leitor/a compreende perfeitamente. O problema são os pontos negativos, onde a comunicação e a interlocução passam a sofrer do abismo cultural e moral, contraditoriamente presente na Sociedade Informacional.  O que era para ser edificante ao não se compreender e/ou pior, talvez se saber, mas ignorar, se torna o seu contrário, sua negação social, política e cultural. O que quero dizer: a crítica não se faz com respeito às ideias, ao pensamento, ao debate honesto trazido pelo autor em seu texto. O que se presencia são ataques pessoais com o intuito de degradar o oponente, desqualificar e rebaixar a discussão social, teórica e política – o que não ajuda em nada a avançar as consciências individuais e coletivas. Por outro lado, dissimular e desvirtuar conteúdos é próprio de mentalidade medíocre, pouco capaz de compreender o que leu. Outro fato negativo que salta à vista, é o esconderijo em pseudônimos.  Importante considerar que as pessoas que se identificam por seus nomes reis são as que possuem, coincidentemente, também caráter pessoal, firmeza ao assumir suas posições políticas, filosóficas e pessoais com toda serenidade. Que pensar de alguém que posta suas mensagens com o falso nome de “Estudante UFOPA” e/ou “Ex-aluna do prof. Gilson”? No diagnóstico do presente, é deplorável o caráter fraco. Parabéns aos que não precisam ser covardes, aos fortes de caráter. Como na canção do Capital Inicial: “Se não faz sentido, discorde comigo, não há nada demais”. Agora, assuma!<br />
A segunda questão a abordar, muito importante aqui é o caráter teórico, político e ideológico que contém no meu texto e seus reflexos. Em Observações à Margem do Partido Operário Alemão, Karl Marx (1875), de maneira central, afirma que “não podemos admitir que, de forma vulgar, se instalem afirmações”, na expressão do próprio Marx, “locução copulativa, sem nenhuma contribuição real aos socialistas, sua causa e fins”. O texto que pedi ao caro Jeso Carneiro postar faz parte de uma trilogia intitulada: VAGALUMES SELVAGENS NA ESCURIDÃO DAS CIDADES. Têm a finalidade de dialogar sobre a crise política dos partidos de esquerda &#8211; que em seus percursos lutaram e/ou lutam pelo socialismo e que hoje se encontram em flagrante decomposição social, política, ideológica, moral, teórica e programática.<br />
Considerações e diálogos merecem a professora Heliana Aguiar, Clóvis e Júnior. Obrigado por suas inquietações, elas nos ajudam a dialogar. Colega Heliana, eu não queria vir de Santarém, eu fui removido ex-ofício pelo Reitor Seixas Lourenço. Já havia sido punido com um PAD e por uma suspensão de 120 dias, a partir de um atestado médico pericial falso, inverossímil – hoje movo processo na Polícia Federal e na Justiça Federal contra os responsáveis por esses processos de assédio moral, perseguição política e danos morais.   Portanto, não saí da UFOPA, porque quis, disso sabem bem os professores mais próximos de mim, como Amadeu Cavalcante e Luiz Fernando França, ambos sindicalistas que fazem parte de um coletivo que tenho muito orgulho de pertencer e ajudar a ter construído.<br />
Sobre a degeneração política dos partidos que ora estão contidos no texto, eu ainda vou aprofundar na sequência da trilogia. Penso que em boa parte respondem aos comentários e inquietações dos interessados. Mas cabe dialogar com o internauta Clóvis, que diz: “Esse texto mostra o isolamento do Professor Gilson Costa.” Então, não é o meu isolamento, é muito mais profundo, tem a ver com o isolamento da práxis, da teoria, da política e do método trotskista &#8211; um isolamento social e político extremamente difícil para a classe operária, não meu, sim do conjunto da construção política revolucionária, socialista, da esquerda mundial que busca construir a perspectiva da Revolução Socialista. Portanto é muito pior! Faz, por exemplo, com que o PSTU comece a se degenerar diante desse isolamento e vendaval oportunista que assola a esquerda. Portanto é um problema sério, real, coletivo. Se fosse apenas meu, estava tudo bem. Entendeu?<br />
Entretanto Clóvis segue, parece que não entendeu: [&#8230;] “Que na sua breve história de dirigente partidário em Santarém (PSTU 2009-2012) não conseguiu organizar nenhuma tarefa troska.” Aí tem problemas, primeiro fui dirigente por dez meses, a partir de 2010. Depois, o argumento perde o rumo de sua análise ainda mais ao chegar à conclusão de seu inicial raciocínio. Arremata: “ [&#8230;] Agora faz o que é mais confortável pra todo ex-militante, escrever textos refutando tudo e a todos, posando de intelectual.”<br />
Primeiro, quando se é um militante honesto da classe proletária, não é nada “confortável” ver a organização revolucionária que se dedicou por tantos e tantos anos se perder no processo político-ideológico, se curvando diante do oportunismo, do pragmatismo eleitoral. Disso pode ter certeza, no mais, o que pensas, respeito seu livre arbítrio. Apenas gostaria de informar ao leitor/a que sou Cientista Social formado pela UFPA, com especialização, mestrado e doutorado pelo NAEA/UFPA, um centro de excelência, donde sou egresso com livro premiado em primeiro lugar por mérito científico. Portanto, não estou “posando de intelectual”, eu sou intelectual, uma condição de minha formação. Quanto ao “Estudante UFOPA” e a “Ex-aluna do prof. Gilson”? Não cabem respostas tão eivados de preconceitos, ataques pessoais, morais e ódio político-ideológico. O que bem cabe são Ações Jurídicas por calúnias, difamações e danos morais. O que certamente vou encaminhar.<br />
Jeso, abraços, e parabéns pelo bom trabalho.</p>
<p>Prof. Dr. Gilson Costa<br />
ICSA/UFPA.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: estudante UFOPA		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/vagalumes-selvagens-na-escuridao-das-cidades-i.html#comment-94382</link>

		<dc:creator><![CDATA[estudante UFOPA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 05:39:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Incrível como ele não consegue ser feliz sem perturbar, sem aparecer e sem chamar atenção. Alguém avisa por favor pra esse senhor que o mundo não gira a seu redor? Todo mundo sempre soube o quão é pelego o PSTU só ele não sabia? Fala sério, um partido nanica que dedica sua vida a falar mal do PSOL, e a imitá-los em tudo, fora, quando não estão ocupados de mais destruindo o que o PSOL fez ou lutou. Ainda bem, aqui em santarém essa praga não existe mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Incrível como ele não consegue ser feliz sem perturbar, sem aparecer e sem chamar atenção. Alguém avisa por favor pra esse senhor que o mundo não gira a seu redor? Todo mundo sempre soube o quão é pelego o PSTU só ele não sabia? Fala sério, um partido nanica que dedica sua vida a falar mal do PSOL, e a imitá-los em tudo, fora, quando não estão ocupados de mais destruindo o que o PSOL fez ou lutou. Ainda bem, aqui em santarém essa praga não existe mais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ex aluna do prof. gilson		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/vagalumes-selvagens-na-escuridao-das-cidades-i.html#comment-94381</link>

		<dc:creator><![CDATA[ex aluna do prof. gilson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 05:32:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O professor Gilson é um frustrado, vivia com seu partidozinho pra lá e pra cá, mal dava aula só vivia falando de politica   e de perseguição, se dizia professor e nem dava o conteúdo direito só sabia passar seminários onde os proprios alunos tinham que dar aula. Que moral ele tem pra falar dos outros??  Com certeza se ele não saísse de santarém sería expulso da UFOPA por 99% dos alunos e 99,9% dos professores pois ninguém aguentava mais ele. É legal ter ideologias e sonhos, mas o gilson achava que as suas ideologias e seus sonhos estavam ACIMA de tudo e de todos que os outros por pensarem diferentes eram inferiores, fala sério, meu caro jeso não dê mais  atenção pra esse ser humano, tu és o único que ainda dá credibilidade pra ele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O professor Gilson é um frustrado, vivia com seu partidozinho pra lá e pra cá, mal dava aula só vivia falando de politica   e de perseguição, se dizia professor e nem dava o conteúdo direito só sabia passar seminários onde os proprios alunos tinham que dar aula. Que moral ele tem pra falar dos outros??  Com certeza se ele não saísse de santarém sería expulso da UFOPA por 99% dos alunos e 99,9% dos professores pois ninguém aguentava mais ele. É legal ter ideologias e sonhos, mas o gilson achava que as suas ideologias e seus sonhos estavam ACIMA de tudo e de todos que os outros por pensarem diferentes eram inferiores, fala sério, meu caro jeso não dê mais  atenção pra esse ser humano, tu és o único que ainda dá credibilidade pra ele.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: clovis		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/vagalumes-selvagens-na-escuridao-das-cidades-i.html#comment-94380</link>

		<dc:creator><![CDATA[clovis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Sep 2012 20:21:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse texto mostra o isolamento do Professor Gilson Costa.
Que na sua breve história de dirigente partidário em Santarém ( Pstu 2009-2012) não conseguiu organizar nenhuma tarefa troska.
O Pstu foi o partido que aqui em Santarém defendeu o Não ao Tapajós, mostrando o qndto está disconectado da realidade.
 Agora faz o que é mais confortável pra todo exmilitante, escrever textos refutando tudo e a todos, posando de intelectual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto mostra o isolamento do Professor Gilson Costa.<br />
Que na sua breve história de dirigente partidário em Santarém ( Pstu 2009-2012) não conseguiu organizar nenhuma tarefa troska.<br />
O Pstu foi o partido que aqui em Santarém defendeu o Não ao Tapajós, mostrando o qndto está disconectado da realidade.<br />
 Agora faz o que é mais confortável pra todo exmilitante, escrever textos refutando tudo e a todos, posando de intelectual.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: dias.maga		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/artigos/vagalumes-selvagens-na-escuridao-das-cidades-i.html#comment-94379</link>

		<dc:creator><![CDATA[dias.maga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Sep 2012 18:43:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu muitas vezes pensei sobre isso: o que aconteceu? Na minha modesta visão, o problema é o ser humano como espécie.O que nós somos em síntese: Somos uns animais que tivemos o encéfalo desenvolvido posteriormente, sobre um cérebro primitivo, ou seja tornamo-nos inteligentes e mais racionais, sobre um cérebro primitivo que ainda domina muito a nossa vida, pois no primitivo está nossa vaidade, nossa ambição, nosso desejo de poder, nosso instinto de sobrevivência, os mesmos sentimentos que dominam qualquer animal.
Os grandes movimentos da humanidade que podemos classificar como revolucionários como socialismo, comunismo, vegetarianismo, humanismo, etc,etc, requerem uma dose de abstração e domínio de nossos instintos, necessitam de uma força de vontade INTELECTUAL para desenvolver e suplantar aquilo que é natural em qualquer ser.
O CAPITALISMO diferentemente do comunismo, socialismo, estimula tudo aquilo que é natural na nossa espécie, ou seja, o instinto da AMBIÇÃO, VAIDADE, PODER .
O capitalismo diz: Seja esperto, seja ambicioso, lute, conquiste.Seja melhor que os demais.
O socialismo, comunismo diz: Dialogue, divida, pense nos outros, sejam iguais.
Ora para sermos socialistas,comunistas temos que ser intelectualmente solidários, cooperativistas, ultrapassarmos as nossas tendências naturais.
Ouvi uma vez alguém dizer &quot; A DIFERENÇA DO POBRE PARA O RICO, É QUE OS RICOS JÁ TEM O QUE OS POBRES QUEREM TER,AÍ RESIDE O PODER DA CLASSE DOMINANTE&quot;. ASSIM OS PARTIDOS DE ESQUERDA FAZEM APENAS SE ADAPTAR AO SISTEMA REINANTE E EXISTENTE.OS VALORES DA DIREITA.
Afinal os partidos são liderados por seres humanos, portanto, sujeitos aos dominios do natural.
Em termos realistas, os valores do Capitalismo e suas mazelas são mais &quot;naturais&quot; do que os valores do comunismo-socialismo que são mais &quot;intelectuais&quot; portanto mais &quot;artificiais&quot;.
Será que um dia a população da terra dará um salto de desenvolvimento, quando ele deixará de ser um ser &quot;natural&quot; e se tornar um ser mais &quot;humano&#039;?
Falando lá em cima em vegetarianismo, será que o ser humano deixará de ser um predador sofisticado para tornar-se &quot;humano&quot; que reconheça que chegamos a um nível de desenvolvimento que nos permitiria deixar de destruir outros seres inferiores somente para o prazer do paladar?
Como alguém dizia:&quot; A diferença do homem para um Leão, é que o homem devora a sua presa em cima de uma mesa forrada e com garfos e facas&quot;.
Como podemos querer que uma espécie como essa possa desenvolver um humanismo superior, onde o comunismo-socialismo imperem como sistema social-politico-economico?
se ainda vive dentro de NÓS as vontades e desejos primitivos iguais ao mais reles predador da natureza? Vamos esperar.....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu muitas vezes pensei sobre isso: o que aconteceu? Na minha modesta visão, o problema é o ser humano como espécie.O que nós somos em síntese: Somos uns animais que tivemos o encéfalo desenvolvido posteriormente, sobre um cérebro primitivo, ou seja tornamo-nos inteligentes e mais racionais, sobre um cérebro primitivo que ainda domina muito a nossa vida, pois no primitivo está nossa vaidade, nossa ambição, nosso desejo de poder, nosso instinto de sobrevivência, os mesmos sentimentos que dominam qualquer animal.<br />
Os grandes movimentos da humanidade que podemos classificar como revolucionários como socialismo, comunismo, vegetarianismo, humanismo, etc,etc, requerem uma dose de abstração e domínio de nossos instintos, necessitam de uma força de vontade INTELECTUAL para desenvolver e suplantar aquilo que é natural em qualquer ser.<br />
O CAPITALISMO diferentemente do comunismo, socialismo, estimula tudo aquilo que é natural na nossa espécie, ou seja, o instinto da AMBIÇÃO, VAIDADE, PODER .<br />
O capitalismo diz: Seja esperto, seja ambicioso, lute, conquiste.Seja melhor que os demais.<br />
O socialismo, comunismo diz: Dialogue, divida, pense nos outros, sejam iguais.<br />
Ora para sermos socialistas,comunistas temos que ser intelectualmente solidários, cooperativistas, ultrapassarmos as nossas tendências naturais.<br />
Ouvi uma vez alguém dizer &#8221; A DIFERENÇA DO POBRE PARA O RICO, É QUE OS RICOS JÁ TEM O QUE OS POBRES QUEREM TER,AÍ RESIDE O PODER DA CLASSE DOMINANTE&#8221;. ASSIM OS PARTIDOS DE ESQUERDA FAZEM APENAS SE ADAPTAR AO SISTEMA REINANTE E EXISTENTE.OS VALORES DA DIREITA.<br />
Afinal os partidos são liderados por seres humanos, portanto, sujeitos aos dominios do natural.<br />
Em termos realistas, os valores do Capitalismo e suas mazelas são mais &#8220;naturais&#8221; do que os valores do comunismo-socialismo que são mais &#8220;intelectuais&#8221; portanto mais &#8220;artificiais&#8221;.<br />
Será que um dia a população da terra dará um salto de desenvolvimento, quando ele deixará de ser um ser &#8220;natural&#8221; e se tornar um ser mais &#8220;humano&#8217;?<br />
Falando lá em cima em vegetarianismo, será que o ser humano deixará de ser um predador sofisticado para tornar-se &#8220;humano&#8221; que reconheça que chegamos a um nível de desenvolvimento que nos permitiria deixar de destruir outros seres inferiores somente para o prazer do paladar?<br />
Como alguém dizia:&#8221; A diferença do homem para um Leão, é que o homem devora a sua presa em cima de uma mesa forrada e com garfos e facas&#8221;.<br />
Como podemos querer que uma espécie como essa possa desenvolver um humanismo superior, onde o comunismo-socialismo imperem como sistema social-politico-economico?<br />
se ainda vive dentro de NÓS as vontades e desejos primitivos iguais ao mais reles predador da natureza? Vamos esperar&#8230;..</p>
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