Jeso Carneiro

Aterro e concreto na orla de Santarém: desvios

Do leitor que se assina Leandro Paju, sobre o post Recursos da orla: contas “quebradas” da Caixa:

Caros,

A falta de infraestrutura de toda ordem em Santarém é um prato cheio para todo tipo de desvio. Duas situações chamam atenção nessas obras: o volume de aterro e de concreto utilizados.

Os custos para execução desses serviços podem ficar bem altos, basta especificar alguns parâmetros a serem atingidos.

As concepções são outro “equívoco”. A orla avança sobre o rio. A obra ficaria mais simples e mais barata se avançasse de 3 a 4 metros sobre a av. Tapajós.

Seria bom também levantar os custos para execução daquela montanha de aterro e de concreto chamada “Parque da Vera Paz”. A obra, da forma como foi concebida, sobre terreno aluvionar (várzea) ficou bem mais cara, comparada a uma construção, nos mesmos moldes, em terra firme.

Uma questão: essas obras contribuíram para o embelezamento da paisagem formada pelo majestoso rio Tapajós?

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