Quem imaginou que o “sepultamento” dela ocorresse no recesso do Judiciário se enganou.
Redondamente.
A rampa, à entrada principal do Fórum de Santarém e que dá acesso ao andar superior do órgão, continua viva.
Vivíssima.
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Ainda que respirando por aparelhos (interditada) desde agosto de 2011, quando uma advogada se espatifou ao chão ao ao tentar subi-la, ela sobrevive.
A gestão do juiz e diretor Judiciário local, Paulo Ferreira Evangelista, começa, por conta desse oxigênio à rampa, a ser questionada.
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