É que a cúpula da igreja já bateu o martelo: determinou que o padre vá respirar outros ares. Ou seja, cuide do rebanho católico na cidade de Prainha, às margens do rio Amazonas.
Os fiéis não aceitam a saída de Amstrong.
Mas não são radicais: querem que pelo menos o padre franciscano fique até que a igreja, uma das mais bonitas e confortáveis da cidade, seja concluída.
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