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	Comentários sobre: Nota de Esclarecimento &#8211; Juruti	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		<title>
		Por: Eng diego		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eng diego]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2013 18:14:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Secretaria sempre tentando intimidar!!! Casa caiu!]]></description>
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		Por: Eng diego		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/cidade/nota-de-esclarecimento-juruti.html#comment-119917</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eng diego]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2013 18:13:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem ta falando a verdade a reportagem do g1 ou a Secretaria de saúde??

membros do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) e a Polícia Federal realizaram na manhã desta terça-feira (18) uma ação de inspeção no Hospital Municipal de Juruti , município localizado na região oeste do estado. 

Entre as irregularidades encontradas, verificou-se que enfermeiros faziam suturas e auxiliavam em cirurgias, como partos de bebês, e que apenas um enfermeiro trabalhava no horário noturno para atender a todos os pacientes. Além disso, o número de médicos seria reduzido e não haveria profissionais de enfermagem para atender a demanda da população da localizada.
A equipe de fiscalização foi recebida pela direção do hospital e com apoio dos policiais, teve acesso a todos os ambientes do hospital. Porém, de acordo com o Coren, nem todas as documentações necessárias foram apresentadas aos fiscais do conselho.

A Coordenadora de Enfermagem do hospital teria sido notificada a apresentar toda documentação para o conselho. Somente após esse procedimento, a equipe de fiscalização poderá decidir o que será feito para solucionar os problemas encontrados. A primeira possibilidade seria a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) mediado pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPE/PA), no qual a Secretaria Municipal de Saúde de Juruti se comprometeria em cumprir as normas legais previstas para o exercício da profissão de enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem. Caso a adequação não ocorra, o Coren poderia ingressar com uma Ação Civil Pública (ACP) no MPF contra a Secretaria de Saúde de Juruti. 

Reforço policial 
A inspeção foi feita com apoio da Polícia Federal, já que, de acordo com o Conselho Regional de Enfermagem, em setembro do ano passado, a equipe de fiscalização teria sido intimidada pela secretária municipal de saúde Ana Márcia Cunha de Oliveira. O caso foi denunciado ao Ministério Público Federal (MPF) na época, que determinou a presença da PF em uma nova fiscalização.
Os problemas encontrados no Hospital Municipal de Juruti nesta terça-feira (18) já haviam sido constatados em setembro de 2012. &quot;Os enfermeiros foram orientados a continuar fazendo os mesmos serviços, o que é ilegal ”, explica Alessandra Carvalho, conselheira do Coren/PA.
Secretária de Saúde admite carência 
Em entrevista ao G1 , a secretária municipal de saúde de Juruti, Ana Márcia Cunha de Oliveira, declarou que ainda não foi notificada pelo Coren/PA. A médica reconhece as deficiências que o Hospital Municipal apresenta, realidade que, segundo ela, é comum nas localidades distantes das grandes capitais, especialmente na região amazônica.
&quot;A Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza que seriam necessários ao menos 50 médicos para uma localidade como a nossa, cuja população é de 50 mil habitantes. Porém, dispomos apenas de 11 médicos que têm que se dividir em atendimentos na área urbana e na área rural. A falta de médicos nas localidades do interior não é um problema exclusivo de Juruti, mas de todo o Brasil&quot;, explica a secretária.
Há 8 anos à frente da gestão da Secretaria Municipal de Saúde, ela afirma que a carência de recursos e de profissionais somada à limitação orçamentária são os principais entraves para a reversão do quadro de carência na área da saúde. &quot;Por mais vontade profissional que haja, empenho e trabalho, eu não posso fazer milagre. As modificações já sugeridas pelo Coren nós conhecemos, mas ter condição plena de cumprir tais exigências é algo fora da nossa realidade&quot;, critica. 

&quot;Essa não é a primeira vez que o hospital é alvo de fiscalização, e para o gestor, esse é um procedimento normal. Não fazemos qualquer impedimento ao trabalho dos membros do Coren e estamos abertos ao diálogo, se o objetivo for a resolução dos problemas na área da saúde que nosso município enfrenta&quot;, concluiu Ana Márcia Cunha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem ta falando a verdade a reportagem do g1 ou a Secretaria de saúde??</p>
<p>membros do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) e a Polícia Federal realizaram na manhã desta terça-feira (18) uma ação de inspeção no Hospital Municipal de Juruti , município localizado na região oeste do estado. </p>
<p>Entre as irregularidades encontradas, verificou-se que enfermeiros faziam suturas e auxiliavam em cirurgias, como partos de bebês, e que apenas um enfermeiro trabalhava no horário noturno para atender a todos os pacientes. Além disso, o número de médicos seria reduzido e não haveria profissionais de enfermagem para atender a demanda da população da localizada.<br />
A equipe de fiscalização foi recebida pela direção do hospital e com apoio dos policiais, teve acesso a todos os ambientes do hospital. Porém, de acordo com o Coren, nem todas as documentações necessárias foram apresentadas aos fiscais do conselho.</p>
<p>A Coordenadora de Enfermagem do hospital teria sido notificada a apresentar toda documentação para o conselho. Somente após esse procedimento, a equipe de fiscalização poderá decidir o que será feito para solucionar os problemas encontrados. A primeira possibilidade seria a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) mediado pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPE/PA), no qual a Secretaria Municipal de Saúde de Juruti se comprometeria em cumprir as normas legais previstas para o exercício da profissão de enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem. Caso a adequação não ocorra, o Coren poderia ingressar com uma Ação Civil Pública (ACP) no MPF contra a Secretaria de Saúde de Juruti. </p>
<p>Reforço policial<br />
A inspeção foi feita com apoio da Polícia Federal, já que, de acordo com o Conselho Regional de Enfermagem, em setembro do ano passado, a equipe de fiscalização teria sido intimidada pela secretária municipal de saúde Ana Márcia Cunha de Oliveira. O caso foi denunciado ao Ministério Público Federal (MPF) na época, que determinou a presença da PF em uma nova fiscalização.<br />
Os problemas encontrados no Hospital Municipal de Juruti nesta terça-feira (18) já haviam sido constatados em setembro de 2012. &#8220;Os enfermeiros foram orientados a continuar fazendo os mesmos serviços, o que é ilegal ”, explica Alessandra Carvalho, conselheira do Coren/PA.<br />
Secretária de Saúde admite carência<br />
Em entrevista ao G1 , a secretária municipal de saúde de Juruti, Ana Márcia Cunha de Oliveira, declarou que ainda não foi notificada pelo Coren/PA. A médica reconhece as deficiências que o Hospital Municipal apresenta, realidade que, segundo ela, é comum nas localidades distantes das grandes capitais, especialmente na região amazônica.<br />
&#8220;A Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza que seriam necessários ao menos 50 médicos para uma localidade como a nossa, cuja população é de 50 mil habitantes. Porém, dispomos apenas de 11 médicos que têm que se dividir em atendimentos na área urbana e na área rural. A falta de médicos nas localidades do interior não é um problema exclusivo de Juruti, mas de todo o Brasil&#8221;, explica a secretária.<br />
Há 8 anos à frente da gestão da Secretaria Municipal de Saúde, ela afirma que a carência de recursos e de profissionais somada à limitação orçamentária são os principais entraves para a reversão do quadro de carência na área da saúde. &#8220;Por mais vontade profissional que haja, empenho e trabalho, eu não posso fazer milagre. As modificações já sugeridas pelo Coren nós conhecemos, mas ter condição plena de cumprir tais exigências é algo fora da nossa realidade&#8221;, critica. </p>
<p>&#8220;Essa não é a primeira vez que o hospital é alvo de fiscalização, e para o gestor, esse é um procedimento normal. Não fazemos qualquer impedimento ao trabalho dos membros do Coren e estamos abertos ao diálogo, se o objetivo for a resolução dos problemas na área da saúde que nosso município enfrenta&#8221;, concluiu Ana Márcia Cunha.</p>
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