
A denúncia foi feita hoje, no Facebook, pelo jornalista Celivaldo Carneiro.
Segundo ele, a cobrança de quase R$ 200/mês de aluguel do quiosque na Praça São Sebastião inviabiliza sua permanência no local.
– Pobre, viúva e como recebeu o local com a promessa para ficar lá até quando decidisse parar de trabalhar, Noca luta agora contra esta injustiça – declarou o jornalista.
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Noca, que hoje completa 79 anos, foi intimada e para um procurador da Prefeitura de Santarém esclareceu o seu caso.
Ela, com os serviços gratuitos da advogada Abigail Carneiro, corre atrás do seu direito de continuar servindo pratos regionais para os santarenos.
– Um manifesto, primeiramente apenas nas redes sociais, está sendo redigido pela permanência da tacacazeira. Se você apoia a permanência deste símbolo gastronômico de Santarém, manifeste sua intenção com a hastag #ficanoca – conclamou Celivaldo no Facebook.
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