Do leitor Frederic Silveira, em denúncia feita no Facebook do blog, sobre os preços cobrados nas barracas da Ilha do Amor, em Alter do Chão, neste final de semana:

tucanaréEstão roubando de cara limpa em Alter do Chão. Em que lugar do mundo se pratica esses exorbitantes valores: uma banda de tambaqui (bocó) R$ 70,00. Um frango (pinto) assado R$ 50,00.

E ainda o cliente é obrigado a pagar R$ 10,00 de gorjeta pro garçom que vem na sua mesa 11 da manhã pra fazer o pedido, e retorna às 14h30 da tarde pra servir o almoço.

Me digam, meus amigos, será que isso está certo? Os turistas vão querer voltar, ou melhor, vão falar o quê do nosso mais badalado ponto turístico.

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25 Comentários em: Tambaqui chega a R$ 70 em Alter do Chão

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  • jorge moraes disse:

    E EM SALINAS VOCÊ COM 200 PAUS SE HOSPEDA EM HOTEL CINCO ESTRELAS E COME UMA TREMENDA PESCADA AMARELA REGADA A CERPINHA COM DIRETITO A BANHO DE MAR E NÃO DE RIO BARRENTO !!! VEM PRO PARÁ VEM !!!

  • jorge moraes disse:

    QUANDO APELIDEI ATER DO CHÃO DE A TERRA DO CÃO NÃO IMAGINAVA QUE O APELIDO LHE FARIA JUS E PEGARIA MAIS QUE CATARRO EM PAREDE !!! TAÍ OS POSTS PARA ME DAREM RAZÃO !!! UMA VEZ FIU A ESTE LOCAL E UM BARRAQUEIRO QUERIA ME COBRAR 120 PAUS POR UM TUCUNAREZINHO PITI[U MAL FRITO COM FARINHA DE PUBA E DUAS CERVEJAS QUENTES E UMA TUBAINA !!! BOTEI A BOCA NO MUNDO CONTRA O ESBULHO E O CARA DISSE QUE PENSAVA QUE EU ERA “PAULISTA” !!!! ÉGUA SIRI !!! DESDE ESSE DIA FAÇO UMA CAMPANHA NEGATIVA DESSE INFERNO !!!!!

  • LIDIANE disse:

    Resolvi fazer uma segunda lua de mel com meu esposo, e dessa vez escolhemos Alter do Chão para este momento, porém ja estou preocupada com o comentário dos preços, um amigo do meu espodo esteve la rescentemente e falou que os preços estão exorbitantes, estarei em Alter em outubro e espero não ter suspresas desagradáveis a este respeito, pois muitos amigos que ja ouviram falar do local aguardam nosso retorno para saber as novidades e posteriormente conhecer Alter do Chão também!

  • João dos Prazeres da Costa disse:

    Uma praia escolhida pelo jornal inglês “The Guardian” como a mais bonita do Brasil, por duas vezes, não pode ter o seu setor de Serviços totalmente ignorado pelos órgãos estaduais (principalmente a Paratur, Vigilância Sanitária, Segup) e a prefeitura de Santarém. Ou a escolha representa, para os governos estadual e municipal, tão somente a venda de mais cartões postais de Alter do Chão?

  • Leonardo Soares disse:

    Nunca mais volto neste lugar, eu e minha família fomos visitar Alter do Chão e os preços cobrados pelas pocilgas que chamam de hotel é um abuso, além das ditas barracas que roubam os turistas com seus preços surreal. Bye Bye Alter do Cão!!!

  • julio siqueira disse:

    Concordo em genero, numero é grau com o marcos, aquilo ali não é deles! é de todos é precisam corrigir suas falhas que se repetem a anos naquele local…agora se não melhorarem tem que se colocados para rua….

  • marcos de paula disse:

    Sou Santareno, no entanto, resido em Macapá. Aqui quando nós falamos que somos Santarenos logo vem um grande elogio seguindo de uma crítica:
    “Sua terra é um paraíso, linda,exuberantes e quando eu fui na sua cidade gostei das praias, da orla, de muitas coisas, no entanto, em alter do chão não gostei daquelas pessoas que trabalham naquelas barracas, eles atendem demorado, quase sempre mal educados, não recebem cartão de crédito, não possuem identificação alguma e a comida é muito cara”
    Isso é o que eu ouço aqui é notório, evidente e que expressa e indica onde esta a fragilidade do turismo de Alter do Chão, ora aquelas simples barracas apresentam uma função turística importantíssima é que hoje segundo informações que já colhi com meus amigos servidores públicos de Santarém, que labutam no turismo, é de que ali o problema é crônico, já que foram feitos inúmeros cursos de preparação para os donos, entre outros e que tais incentivos vem se repetindo por décadas, mas nada evolui. Sendo assim vou me posicionar da seguinte maneira. Os “barraqueiros” de Alter prestam um serviço de interesse público e da coletividade que reflete no turismo é no desenvolvimento da região é já está mais do que na hora de um ultimato para eles. É simples, ou eles começam a mudar é prestar um serviço digno e de qualidade ou teremos que abrir para a iniciativa privada especializada para fazer o uso público das Barracas é colocar de vez quem não que prestar um serviço adequado para fora. Isso não é radicalismo é apenas um choque de responsabilidade, os nativos que fazem uso das barracas tratam mal por que acham que a permanência deles é VITALICIA, por isso o descaso.

    1. Concordo com você Marcos Paulo, penso que todos os setores prestadores de serviços ligados ao turismo tem que fazem o melhor e isso inclui os barraqueiros, pois é parte pelo serviços deles que os turistas deixam aqui uma boa receita que posteriormente e repassada aos demais setores com a reposição de seus estoques, compra de produtos, serviços enfim gastando o dinheiro que ganham dos turistas.
      Então se estão utilizando um local publico seja com concessão ou não, tem que prestar um serviço de qualidade e cobrar preços justos, não preço abusivos.
      Se você trata bem um Turista e volta a terra dele e fala pra 3 outras pessoas
      Mas se você trata mal esse mesmo turista e volta a terra dele e fala para no mínimo 7 pessoas ou seja quem perde não são só eles é toda a cadeia do turismo.

  • 09751 disse:

    Simples: não compra nada, usa a tática do farofão.

  • Maria de Jesus disse:

    Vamos boicotar as barracas da praia de Alter do Chão. Só que tem que avisar pros barraqueiros de lá que a praia não é deles. Que aquilo lá é do Brasil, é nosso!
    Volto a perguntar Jeso: Cadê o Procon?

  • joão vitor disse:

    Então vamos fazer o farofão nosso de cada dia levar de casa comida,bebida,etc… e deixar de comprar nas barracas .Eu vou levar meu churrasquinho de gato,minha farofa,minha água e claro minha geladinha e não vou gastar um centavo nessas barracas.Do meu eles não vão vê um centavo.FAROFÃO JÁ.

  • Ary Rabelo disse:

    A solução é simples: Mudar de boteco.

  • Paulo Costa disse:

    Eu vou levar a minha farofinha de ovo de casa.

  • Vicente Leite disse:

    Realmente está insuportável o local. Dia desses uma amiga foi comprar uma água, e ao notarem que a mesma não era da região, cobraram 6,00 por uma garrafinha de água. Ela obviamente não comprou, e graças a outros exemplos similares, dificilmente recomendará a alguém do estado onde mora o local, nem viria sozinho, para ser tapeada pelo primeiro ‘bocó’ que aparecesse. Um outro aspecto de Alter do Chão, que já está espantando visitantes, de Santarém e de fora, é o clima de insegurança. No mesmo dia em que estávamos no local, fomos recomendados a não ir no Morro da Piroga, pois tinha uns bêbados ameaçando quem aparecesse por lá. Próximo ao Mirante, vimos outros bêbados agredindo verbalmente quem passasse por lá. Na praça, o som estridente de outros bocós endinheirados de Santarém… Assim fica difícil.

  • Borarí disse:

    Esses roubos, digo, preços estão sendo adotados nas barracas que ficam na ilha. Nos restaurantes, de Alter do Chão, que você é atendido pelos garçons totalmente uniformizados que se dirige a você com as mãos pra traz, talheres envolvidos em guardanapos, musica ambiente, tudo limpinho em água corrente, dizendo obrigado pra cá, obrigado pra li e etc etc, esse mesmo bocó, você para pela metade do preço.
    Já o atendimento nas barracas, que não tem garçom, você é atendido por pessoas trajando calção, bermuda, todo suado, pratos e talheres são lavados em água parada em bacias, cheio de mosca, à noite você vê a presença de ratos, não tem pias pra lavar as mãos, não tem banheiro, a higiene passa longe, os atendentes são grosseiros, cerveja quente e cara, mesas sujas, etc etc, e no final quando você pede a compra, você ainda é surpreendido com a cobrança de gorjetas… PODE UM NEGOCIO DESSE…

  • Manuel disse:

    Isso porque esse peixe foi feito em laboratório, se fosse realmente natural custaria os olhos da cara, como dizia minha vó.

  • Anônimo disse:

    Gente, passei o final de semana lá. Levei uns amigos de Manaus pra fazermos a prova do TRT. Ficamos assutados com os preços. Tira gostos carissimos, uma tapioquinha R$: 5,00 reais. Pode isso, Arnaldo?

  • Maria de Jesus disse:

    E no período do Sairé eles aproveitam para “meter a mão mesmo”.
    Todo ano no período do Sairé sobe o preço da comida, dos hotéis, das canoas, tudo sobe em alter do chão. Povo de lá pensa que a gente aqui de Santarém ganhou na loteria.
    Isso é mais que os 20 centavos. Isso é um assalto!
    E o Procon não tá nem aí. Ministério público então nem se fala.

  • Mário disse:

    Imaginem o preço se os “bocós” não fossem de criadouros…

  • Será, mesmo? disse:

    Frequentadores das cidades da região já sapecaram um apelido a alter: “TIRA O COURO”…
    Tão com razão?

  • Pedro Henrique disse:

    Infelizmente pela incompetência, ganancia, falta de conhecimento em gestão de negócios, e burrice, essa linda praia esta aos poucos chegando ao seu fim…..pois desse jeito não vai ter turista que venha visitar mais nossa linda praia.!!!!

  • Lindeuza disse:

    Recordo-me que há alguns anos atrás o PROCON fez uma fiscalização sobre o preço abusivo de produtos no Sairé e tabelou certos produtos. Que tal realizar essa fiscalização novamente em 2013?

  • Renato Barros disse:

    Não, não esta certo.orientação e sem falar no péssimo atendimento. Para piorar só aceitam o pagamento em espécie, hoje em dia para qualquer lugar que você vai o pagamento é feito por cartão, até camelô tem a maquininha, mas não em Alter, já vi varios turistas ficando a ver navios por não estar com dinheiro no bolso confiando no cartão.
    Falta investimento e orientação do poder público para a capacitação dos barraqueiros, todos sairiam ganhando e a população agradeceria.

    1. Jeso Carneiro disse:

      Renato, não acho que falte orientação e nem qualificação por parte do poder público. Todos os anos, pelo menos duas vezes, vejo/ouço/assisto/leio informações de cursos direcionados para os barraqueiros de Alter do Chão. O que não tem se visto é resultado, consequência desses cursos.

  • Tiberio Alloggio disse:

    ÇAIRÈ….. SAIRÉ…..

    Eu diria que $AIRÉ seria mais apropriado para Alter do Chão

    Tiberio Alloggio