“A pescaria do Balão”, crônica de Célio Simões publicada ontem (19) neste blog, suscitou o comentário abaixo, da lavra do azulino Helvecio Santos (foto):
É uma história de vida riquíssima.
Aproveitando, reproduzo uma que foi contada no Gazeta pelo amigo Raimundo Gonçalves: o jogo era seleção santarena e obidense (se não me falha a memória), festejando 7 de setembro e o mestre Balão, emburrado, não quis jogar e estava na arquibancada.
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Terminou o primeiro tempo e o jogo não saía do 0 x 0. Os dirigentes santarenos foram até ele implorando que jogasse. Depois de muito insisitirem, ele mandou buscar sua chuteira e entrou em campo. Final do jogo: 7 x 0 para Santarém, todos marcados pelo mestre Balão.
Um jogador de Óbidos vem cumprimentá-lo e ele, do alto de sua majestade futebolística, olhando aquela insiginificância esportiva que ousava importuná-lo, disse: deste sorte pois hoje não é 25 de dezembro.
Parabéns, Dr.Célio, pela escolha do personagem e pela bela crônica. TAPAJOARAMENTE AZUL.