Pedagodo, o santareno Adelson Sousa, residente em Itaituba, comenta o post Não quer calar:
A diretoria certamente está sendo responsabilizada pelo resultado desastroso, contrapondo aos elogios recebidos na campanha do nacional do ano passado. Resta agora ter cautela com os próximos passos a serem dados na administração do clube.
As questões pessoais colocadas em primeiro plano, seja no campo do exibicionismo, do mandonismo ou da exclusão de desafetos, foram a tônica da ação de alguns integrantes da diretoria. Neste aspecto ficou evidente que o técnico Valtinho saiu do time por não estar afinado com algumas “estrelas” da diretoria.
Questões como capacidade, liderança do grupo e conhecimento dos adversários não foram levados em conta e ele foi mandado embora.
O momento deve servir para uma reflexão séria e voltada para uma ação melhor qualificada em todos os setores do clube. Mudanças são necessárias.
Que não se repita no São Raimundo o que ocorreu e ainda está acontecendo com vários clubes santarenos. Os exemplos são muitos, de clubes que se tornaram propriedades particulares (patrimônio foi vendido, ou serve de fonte de renda para particulares). Outros foram extintos por ação inescrupulosa de “cartolas” que se auto intitulavam “apaixonados” e acabaram expulsando ou impedindo que pessoas capazes e interessadas dessem sua contribuição aos clubes.
O São Raimundo é o alvo pelo momento de auge vivido e o rápido declinio atingido. Porém, o futebol santareno como um todo deve ser repensado.