Dois oportunos comentários a propósito do post A 2ª captação de órgãos no HRBA:
De Heliana Aguiar:
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De Erik Jennings, diretor técnico do HRBA:
A pessoa, para ser doadora de órgãos, deve deixar seu desejo claro para sua família, ainda em vida. Não existe mais nenhum “documento” formal para isso. Se alguém tiver diagnóstico de morte encefálica, quem irá autorizar, ou não, a doação é o seu núcleo familiar.
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A família pode se recusar a doar mesmo que o falecido tenha deixado algo escrito em favor da doação. Desta forma, seria importante fazermos uma grande campanha de esclarecimento para que as famílias, mesmo em momento de dor pela perda, possam decidir ajudar um paciente que manterá o ciclo da vida.
Um doador pode ajudar a salvar até oito vidas!