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	Comentários sobre: Educação escolar indígena	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: Iza Tapuia		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Iza Tapuia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 17:20:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seguindo os esclarecimentos com relação aos temas tocados em particular por, Rosivete, Everaldo e Anselmo com relação a UFOPA e a assinatura conjunta com o IBAMA e ICMBIO da contestação do relatório antropológico de Edwigs da FUNAI sobre a demarcação do Território Indígena Munduruku das aldeias Takuara, Bragança e Muratuba atingidos pela Floresta Nacional do Tapajós em 1974.  Concordo a principio em gênero número e grau sobre o papel da UFOPA e a pluralidade de ideologia e comportamento que se conforma no seu interior, contudo essas formas de expressar suas distintas opiniões e atos, não podem violar os direitos e tampouco atentar contra grupos sociais menos favorecidos, como é o caso os Povos Indígenas, é lamentável dizer, mais, seja quem quer que tenha assinado o relatório de contestação a demarcação do território Munduruku fez em nome da UFOPA e esse processo prejudicou a garantia dos direitos indígenas e postergar a garantia jurídica do território Munduruku. Que aconteceu com a contestação? Como, se trata de uma contenda entre órgãos federais: FUNAI, IBAMA, ICMBIO e UFOPA, a FUNAI por um lado, a favor e o IBAMA, ICMBIO e a UFOPA, contrários, isso precisa ser resolvido entre ambos por um tribunal. Quem esta prejudicado, os indígenas, porque? o problema aqui é a postergação do direito coletivo do Povo Munduruku que já esperam 6 anos a publicação do relatório e a demarcação jurídica de suas terras, o incrível aqui é que desde de abril o CITA e os próprios indígenas afetados diretamente temos reclamado e a UFOPA não deu nenhuma resposta sobre esta questão e como conheço Everaldo e o Anselmo sugiro umas ideais para ajudar e minorar os impactos que essa assinatura tem gerado para a garantia dos Direitos Indígenas: que a UFOPA deveria, abrir um processo administrativo e esclarecer a opinião publica este episodio; retirar o apoio da UFOPA contra a demarcação do Território do Povo Munduruku e finalmente criar um Grupo de Trabalho de Investigadores dentro da UFOPA para apoiar o CITA na luta pela defesa, proteção e garantias dos direitos indígenas no Oeste do Pará.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo os esclarecimentos com relação aos temas tocados em particular por, Rosivete, Everaldo e Anselmo com relação a UFOPA e a assinatura conjunta com o IBAMA e ICMBIO da contestação do relatório antropológico de Edwigs da FUNAI sobre a demarcação do Território Indígena Munduruku das aldeias Takuara, Bragança e Muratuba atingidos pela Floresta Nacional do Tapajós em 1974.  Concordo a principio em gênero número e grau sobre o papel da UFOPA e a pluralidade de ideologia e comportamento que se conforma no seu interior, contudo essas formas de expressar suas distintas opiniões e atos, não podem violar os direitos e tampouco atentar contra grupos sociais menos favorecidos, como é o caso os Povos Indígenas, é lamentável dizer, mais, seja quem quer que tenha assinado o relatório de contestação a demarcação do território Munduruku fez em nome da UFOPA e esse processo prejudicou a garantia dos direitos indígenas e postergar a garantia jurídica do território Munduruku. Que aconteceu com a contestação? Como, se trata de uma contenda entre órgãos federais: FUNAI, IBAMA, ICMBIO e UFOPA, a FUNAI por um lado, a favor e o IBAMA, ICMBIO e a UFOPA, contrários, isso precisa ser resolvido entre ambos por um tribunal. Quem esta prejudicado, os indígenas, porque? o problema aqui é a postergação do direito coletivo do Povo Munduruku que já esperam 6 anos a publicação do relatório e a demarcação jurídica de suas terras, o incrível aqui é que desde de abril o CITA e os próprios indígenas afetados diretamente temos reclamado e a UFOPA não deu nenhuma resposta sobre esta questão e como conheço Everaldo e o Anselmo sugiro umas ideais para ajudar e minorar os impactos que essa assinatura tem gerado para a garantia dos Direitos Indígenas: que a UFOPA deveria, abrir um processo administrativo e esclarecer a opinião publica este episodio; retirar o apoio da UFOPA contra a demarcação do Território do Povo Munduruku e finalmente criar um Grupo de Trabalho de Investigadores dentro da UFOPA para apoiar o CITA na luta pela defesa, proteção e garantias dos direitos indígenas no Oeste do Pará.</p>
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